A
HIERARQUIA DÉVICA – final
Os membros dessa Hierarquia são isentos de livre-arbítrio e de
envolvimento com forças involutivas. Sem desejos, são puros mensageiros,
artífices, transformadores, construtores e destruidores da manifestação da vida
em todos os planos da consciência.
O universo não estaria manifestado como tal se não fosse o
trabalho dessa Hierarquia em conjunto com outras, pois os devas são os que
recebem os padrões arquetípicos que determinam as formas a ser criadas,
decodificam-nos e transmitem-nos para outros construtores espirituais. Sem
os moldes construídos por eles nenhum
aspecto da vida poderia exteriorizar-se.
Figueira.
Pois bem, encontramos absoluta neutralidade nas ações dos devas, onde
sentimentos não são expressados, mas com total obediência às Leis, constroem e
destroem seguindo os impulsos enviados pela Hierarquia.
Ao contrario da gente, que pensa, raciocina, analisa, depura e
normalmente erra, face ao grande desequilíbrio que temos vivido por estarmos seguindo
parâmetros ultrapassados e arcaicos. Questionar é uma postura interessante para
aprender, mas questionar todas as coisas que nos vem com a mente analítica,
influenciada por personalidades distorcidas que formaram-se ao longo das vidas
passadas de forma “destrambelhada”, é um convite aos erros sucessivos e
contínuos.
Se refletirmos um pouco mais, veremos que a vida se repete
diariamente, quase sempre sobre as mesmas coisas, procedimentos e impasses
anteriores, sendo assim atenção e coração aberto poderá fazer com que nossas
ações sejam direcionadas para aquilo que a alma deseja.
Somos muito pretensiosos e o que sabemos sempre é considerado como
certo, correto e ideal. Isto bloqueia oportunidades incríveis. Se estivermos
errados, na oportunidade mudaremos, se estivermos certos, na oportunidade
melhoraremos, ou seja, o ideal e estarmos continuamente abertos para ceder,
receber e transformar.
Os devas são os executores das ideias divinas, expressadas pelas
Hierarquias, ou seja, colocam em pratica, ou materializam o processo de Deus.
Uma palavra chave escrita no texto, “decodificam-nos”, contem todos
os passos do critério da evolução no universo.
Quando fomos constituídos viemos lotados de códigos. O reino
hominal, mineral, vegetal, animal, está todo codificado e na medida que expressamos
um item da evolução, significa que um código foi desvelado.
Desta forma, nossa busca está em cima da revelação de códigos.
Estes abrem portas ou portais para que a consciência se expanda e possamos
agregar esta expansão da consciência na vida pratica, material.
Por isso insiste-se tanto na manifestação da busca, pois as
revelações liberam os códigos necessários para uma expansão.
Um código se apresenta para todos, mas nem todos o compreendem ou
assimilam. Esta é a variável que nos torna diferentes e tão desiguais.
Na próxima etapa da vida na Terra, não haverá pessoas tão diferentes
em ações e pensamentos, como hoje, seremos mais uniformes para que reine a harmonia
e o equilíbrio.
Hoje vivemos uma pandemia de conceitos e preconceitos, tornando-nos
tão desiguais que perdemos a sensibilidade, o bom senso, a uniformidade, o equilíbrio,
o respeito, fazendo da nossa vida planetária esta magnifica e espetacular
confusão.
Portanto, podemos dizer que somos reflexos ainda incipientes dos
devas, mas com certeza construtores em franco aprendizado sobre o processo da
criação.
Treinar é fundamental, aperfeiçoar-se é essencial, por isso que
nossa vida é tão intensa e tão cheia de incertezas. Mesmo que as repetições
acontecem, sempre teremos variáveis neste processo, pois os códigos foram criados
para serem revelados, então pequenas alterações no caminho nos dão oportunidades
para que nossa atenção se volta, ora para um lado ora para outro, na esperança
da sua revelação.
Atente e preste atenção aos detalhes, aos sinais.
Foque-se no essencial.
Assim será a vida de um criador.
Hilton
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