Para
manifestar uma vida evolutiva, segundo leis superiores e imateriais, é preciso
realizar o que hoje é considerado impossível: encarar a realidade interna
como fundamento e base para decisões e modo de agir, tomando a realidade
externa somente como indicadora daquilo que, no momento, deve ser
realizado nos planos materiais. A disposição para fazer o impossível
está presente nos indivíduos que se autoconvocaram para o serviço planetário e
intergaláctico, embora possa parecer uma ilusão ou fantasia, principalmente
para aqueles que se baseiam nos fatos externos e na racionalização. Na
realidade, para que se materialize uma revelação superior, não se consideram
os limites seres humanos nem o seu confuso relacionamento com a matéria mais
densa, mas a onipotência dos níveis espirituais.
Figueira.
Pois
bem, não fazer algo por considerarmos impossível é uma mera suposição da nossa
mente face certas as adversidades do momento. Se assim não fosse, jamais
voaríamos em maquina voadoras, conheceríamos a Lua, e tantas outras superações
consideradas impossíveis em épocas passadas.
O
ser humano vive se superando, na medida que encara suas dificuldades de frente.
Estamos
agora, diante de uma nova postura, de uma nova necessidade, nos voltarmos para
dentro, para a realidade interna, para o eu interno, e não necessariamente isto
precisa se externar, manifestar-se no plano físico.
Vivemos,
sem sombra de dúvidas, pensamentos. O que se manifesta são as
formas pensamento, ou seja, imaginamos formas e com isto a matéria acontece, se
manifesta, mas no fundo são ilusões que tornam nosso mundo concreto, palpável e
real, quando na verdade esta realidade faz parte do conjunto de experiencias
que devo experimentar, realizar, cumprir e superar.
Sendo
assim sinalizar que vivemos um grande Maya (ilusão) é uma definição verdadeira.
A
disposição para fazer o impossível é algo intrínseco à natureza humana, pois
cumpre a ela superar os obstáculos e se superar. Desta forma, não existe o
impossível, mas sim maiores ou menores dificuldades.
Obvio
que ao ser pedido que nos voltemos para realidades internas, contraria uma
postura que nos acostumamos a fazer após tantas vidas focadas e centradas no
materialismo, que a nada mais é do que as ilusões de tudo que pensamos .
No
entanto, o momento é ideal para esta nova postura, o voltar-se para dentro,
face ao conjunto de dificuldades que estão chegando e das quais iremos vive-las
intensamente, em que só a interiorização poderá nos dar um alento.
Aquele
que toma esta atitude e aplica-se a este novo intento, com certeza terá
uma visão mais ampla da nova realidade que está sendo aplicada no planeta, onde
será plena e absoluta após a transição planetária.
Autoconvocar-se
, de certa forma, é a adoção desta nova postura, onde não cabe tantas
distrações, preocupações, medos e angustias que carregamos.
A
onipotência dos mundos espirituais nada mais é do que uma visão interna,
consequentemente muito mais forte, profunda e abrangente dos processos
evolutivos que ocorre num único ser, assim como em todo o universo.
Como
Grupo estamos sendo assistidos, no momento, por indivíduos de outros mundos, de
outros níveis, de outras dimensões. Bastou nos focarmos no centro de nosso ser
que esta estrutura aparece, manifesta-se, mas agora com nosso
acompanhamento e participação mais efetiva. Na realidade ela sempre existiu e
sempre nos amparou, mas de certa forma, agora temos uma participação mais ativa
e envolvente. Esta é a beleza deste processo.
Hilton
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