Os antigos monges Zen faziam desenhos ou escreviam nas paredes de
suas cabanas ou em lugares inusitados. No entanto, essas não se destinavam a ser lidas ou conhecidas —
eram feitas simplesmente em louvor à Vida Suprema.
Uma obra, se autêntica e parte de um plano evolutivo, pode não
necessitar jamais ser transposta para o papel ou para a tela, permanecendo no
nível etérico e estimulando a abertura dos centros energéticos dos seres, a
partir do nível de consciência que a inspirou. É suficiente que a energia de
uma obra repleta de vibrações supra-humanas exista nas camadas etéricas
planetárias, que são coletivas, para que os seres possam usufruir da sua
presença.
A maior parte dos escritos dos grandes místicos que pertenceram a
organizações religiosas nunca foi conhecida. O que se divulgou foi, na maioria,
adulterado, tendo sido resumido, mutilado e reescrito. Nem por isso deixou de
agir beneficamente, porque a transmissão, em nível etérico, não pode ser
controlada homem; basta haver afinidade energética para que o impulso vibratório
seja transmitido.
Figueira.
Pois bem, “É suficiente que
a energia de uma obra repleta de vibrações supra-humanas exista nas camadas
etéricas planetárias, que são coletivas, para que os seres possam usufruir da sua presença.”, estamos
ativamente, na etapa atual da transição planetária, ligados a esta
possibilidade. Isto porque a intuição passou a ser uma prerrogativa para sobreviver
corretamente nesta fase onde a turbulência vem crescendo.
Precisamos estar equilibrados, calmos e perceptivos. Nestas condições
impulsos intuitivos se manifestarão para decidirmos que caminho seguir, que
posição tomar, que desvios devem ser feitos.
O texto destaca a mutilação sofrida pelos escritos originais das
religiões existentes, onde a ganancia e o egoísmo exacerbado pelo domínio e pelo
poder, alterou os ensinamentos originais, mas ao nos posicionarmos
corretamente, teremos acesso ao que for necessário para vencer as várias fases
do processo da transição.
Portanto, estar ligado, coligado, atento e focado sempre no que se
considera mais importante é fundamental.
Hilton
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