Pelo perfume conhece-se o quanto vale uma flor; pelas palavras e
atos dos homens, sabe-se o que eles são.
Figueira.
Pois bem, ditado simples, conhecido e sempre oportuno.
O homem consegue mascarar suas verdadeiras intenções perante os
homens.
Esta afirmação levou a humanidade a estados críticos quanto à sua sobrevivência.
O momento atual é um pouco diferente, pois o processo da transição
cíclica planetária tem exposto de forma mais clara e real as verdadeiras intenções
das pessoas.
Também, de forma mais clara, vem revelando o status real de cada
um, ou seja, como cada pessoa tem conseguido lidar com suas fraquezas e suas
fortalezas.
Portanto, estamos mais expostos a uma realidade dos fatos da
personalidade de cada um.
Mas porque isto está acontecendo?
No geral, estamos na fase da “prestação de contas”. Débitos e
créditos cármicos, fatores positivos ou negativos da personalidade, tendências positivas
ou negativas das nossas ações, posturas perante os embates da vida, desafios que
o destino impõem, anseios, devaneios, realidades e ilusões, enfim estamos no
final do baile de máscaras onde todos irão revelar o rosto verdadeiro.
É algo inevitável, pois há uma divisão clara dos 2 caminhos que se
apresentam : ajustar e evoluir ou
retroceder para consertar.
Em todos os aspectos, em todos os reinos, o “divisor de águas”
está em curso.
O reino animal passará por uma etapa de transição muito significativa,
pois animais com forte tendência às condições mantidas na época dos dinossauros
continuarão sua evolução em planetas com agressividade semelhante à Terra na
fase atual, assim como animais com tendência à neutralidade e de
características pacificas continuarão o processo evolutivo na nova Terra.
No reino vegetal algo semelhante ocorrerá, onde plantas que
colaboraram no desvio de parte da humanidade, como os ópios, também seguirão
seu curso em outros planetas.
A nova Terra abrigará os elementos dos reinos que tendem ao
processo de uma evolução contínua e constante, colaborando de forma positiva
com as novas Leis que atuarão no planeta, pós transição.
Podemos e devemos colaborar com isto.
Precisamos anular certas tendências agressivas, certos
comportamentos incoerentes com nossos anseios mais elevados, tornando-nos mais
neutros, mais produtivos, mais colaborativos nesta etapa da transição.
A personalidade precisa se aquietar, o perdão precisa ser
amplamente praticado, a colaboração útil precisa manifestar-se, precisamos ser
menos tendenciosos, mais transparentes e dominar melhor as explosões de
agressividade que fazemos constantemente. Desta forma a consciência assume
a realidade e a ilusão começa a se desanuviar.
Sabemos que a transição em curso não irá preservar aquilo que
contraria o bom senso elevado sobre a vida e a energia da fé, portanto,
desapegar-se e deixar ir o que não serve é essencial, fundamental, prioritário,
para que uma certa paz nos alcance e nos deixe mais perceptivos para o que realmente
tem valor e significado.
A natureza segue seu curso e nada a impedirá de fazer o que tem de
ser feito, portanto, alinhar-se a esta transformação, no mínimo aumentará nossa
capacidade de compreender melhor e nos trará a devida auto confiança tão
necessária para as próximas decisões.
Hilton
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