quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Passos Atuais - 105a Parte. Porque existo?


Inútil mostrar àquele que vive de emoções que o seu destino é uma vida superior e espiritual. Ele não estará ainda disposto a abrir mão da excitação que a felicidade e o sofrimento lhe trazem.
Qualquer um pode encontrar deleite em servir, quando o serviço proporciona prazer, mas o serviço que não gera contentamento somente o conhecem os que vivem a sabedoria.
Se uma consciência é chamada a servir ao planeta ela deve saber que o serviço estende-se bem mais além dos limites de sua própria vida e que, portanto,  considerações de ordem particular não devem prevalecer.
Figueira.

Pois bem, raros são aqueles que atendem ao chamado para o Serviço.
Ainda buscamos a reciproca ou troca em tudo que fazemos. Mesmo uma simples informação, caso não tenha algum beneficio de caráter pessoal especifico, deletamos rapidamente.
Com diz o pensamento, dificilmente abrimos mão da excitação que a felicidade e o sofrimento produzem.
Esta falta de neutralidade acaba produzindo mais ambição, gerando uma química desorganizada no metabolismo humano, exaltando a felicidade ou o sofrimento.
Creio que ambas as possibilidades, felicidade e sofrimento são originarias da mesma desorganização no homem. A felicidade e o sofrimento, são sempre passageiros, portanto esta falta de perenidade transforma as duas numa só, dando na sequencia a sensação do vazio, da aridez, da falta.

O individuo com a sua atenção voltada para o ato de servir, não irá sentir nem felicidade e nem sofrimento, independente do serviço que abraçou, pois sabe de antemão que está a Serviço de Deus, por isso simplesmente, faz.
Não procura desculpas, desvios, ausências, escusas, pois tem no seu coração o “chamado”, portanto, faz por que sabe que precisa fazer e sabe que esta é a sua unica finalidade de existir.

Esta forma de pensar gera inúmeros atenuantes no corpo mental, no emocional, enfim no físico-astral, dando boas possibilidades para que o equilíbrio se instale. Fora destas possibilidades entramos nas lutas internas e externas, sentindo “faltas” em tudo que fazemos ou nos envolvemos.

Quem procura a razão da sua existência, chegará a estas conclusões. Estas atendem as Leis Universais.
Hilton

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