domingo, 1 de março de 2020

Passos Atuais 145a Parte. Fazer o que sempre fez é tolice.


Desapegado do passado, poderás reconhecer os passos que deves dar.
Figueira.

Pois bem, nossa história é cheia de erros e acertos. Tem sido mais erros do que acertos pelo fato de vivermos num mundo cármico, ou seja, agressivo e volátil (muda a cada instante).

A princípio parece ser desfavorável, pois nos coloca em situações que exige grandes esforços físico, mental e emocional na luta pela sobrevivência e pelo aprendizado na evolução. Por outro lado, nos mostra a versatilidade em nos recuperarmos de situações desagradáveis.

Se o mundo cármico não fosse desafiante como é, pouco evoluiríamos, pois nos falta a conquista definitiva da fé.

Vivemos uma fé muito precária, muito volátil e adversa da regularidade necessária para que a confiança pudesse realmente ser exercida. Sendo assim, repete-se constantemente situações que erramos no passado como oportunidade de corrigirmos estes erros.

O passado serve como uma referência para que evitemos os mesmos erros. Então em cada situação de conflito deveríamos exercer uma nova postura, diferente, peculiar, refazendo um caminho semelhante, mas com novas atitudes, pensamentos e postura com o que foi colhido na busca realizada.

Dai depara-se com outro problema, a busca. Poucos buscam, poucos tem vontade de sair do lugar comum, poucos resolvem pensar e racionar com as próprias ideias, pois deixam se levar pelo que a maioria faz, pelo que a maioria pensa e como reage. Isto é um “prato cheio” para as forças involutivas, que veem o caos, a confusão, a insatisfação predominar, dando a elas este alimento maravilhoso que é a desarmonia, para que se banqueteiam constantemente.

O “sofrimento” com uma pitada de “caos” é a comida gourmet das forças negativas. Servida com base na “dor interna”, saboreia-se com uma taça dos grandes rótulos da “desarmonia”, que ao longo dos séculos vem sendo trabalhada em grandes “toneis humanos”.
Não faça parte deste banquete como sendo a comida gourmet e o cálice dos grandes rótulos. Afaste-se...

Convivemos hoje com um portfólio de doenças emocionais, justamente pelo fato de que não nos desapegamos do passado. Deve ser considerado, o passado das vidas anteriores e o passado da vida atual. Mas deve se considerar que tanto o passado das vidas anteriores como da vida atual, estão presentes no indivíduo para que ele se submeta a situações das quais foi incapaz de solucioná-las, por isso que se repetem.

Quando nos desapegamos do passado e pensamos no presente, focamos na busca e no aprendizado de novas possibilidades, expandimos nossa consciência, alargamos nossa inteligente aumentando consideravelmente a base de sucesso das experiencias em curso (que inexoravelmente envolve as do passado).

A busca por novas informações, novos argumentos, novo aprendizado, é a base da nossa existência por todo este Universo. Aquele que para se apega à preguiça, ao desanimo, une-se ao que todos fazem, desistiu de evoluir espiritualmente, aumentando assim seu ciclo de experiencias desagradáveis.

Reconhecer o passo que devemos dar leva em conta o inusitado, o intuído, a audácia, a coragem e a fé. A fé, neste aspecto, é a base deste impulso exatamente por ser algo novo a qual nos convencemos em realizar.

Reaja, seja mais audaz e submeta-se ao desconhecido. Fazer o que sempre fez é tolice.




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