quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Passos Auais 242a Parte. O equilíbrio só ocorre com amplo conhecimento.

Não deves temer a queda, mas precaver-te de cair.

Figueira.

Pois bem, ascenção e queda é um fenômeno natural que ocorre em mundos cármicos. Chama-se ciclos e estes se alternam no processo de ascenção e queda, continuamente. 

É interessante pois na ascenção temos a oportunidade do aprendizado, da absorção de ensinamentos decorrentes de oportunidades que surgem nesta etapa ascendente.

Na queda é o inverso, as situações complicam-se, as provações ocorrem, os desafios acontecem e isto se dá para que o conhecimento adquirido na etapa da ascenção, possa ser empregado e a prova do aprendizado poderá se confirmar.

Isto ocorre com todos os seres, ou seja, o planeta, os reinos e entre eles o reino hominal. Foi sempre assim e será sempre assim, em mundos cármicos.

 No reino humano temos um diferencial, ou seja, o livre arbítrio permite ao homem aprender ou não aprender na fase da ascenção, mas na fase da queda o que foi previsto pelo destino acontecerá inevitavelmente.

Em geral temos vivido situações de grande desconforto na fase da queda, pelo fato de que na fase ascendente desprezamos as oportunidades de buscar, conhecer e aprender o necessário. Oportunidades não faltam, repetem-se, persistem, mas enfrentam no ser humano uma capa impenetrável que poderia trazer sabedoria para desviá-lo dos perigos no caminho da vida. Estes, iludidos, perdem oportunidades incríveis de acessos mais simples, tranquilos, além de importantíssimos para sua jornada evolutiva.

As diretrizes de buscar, conhecer e aprender referem-se ao ato de compreender as Leis em curso, ou como a vida rege o caminho evolutivo.  Geralmente nossa atenção fica voltada para o mundo físico, para as ilusões da vida material, para os desejos materiais e para os conceitos do ser, ter e poder.

A intensidade das quedas e a intensidade das ascensões variam de individuo para individuo pois neste contexto é considerado o nível de consciência, a disposição e o compromisso com seu caminho evolutivo.

Do mesmo jeito ocorre com um país, onde a disposição de seus cidadãos contribuem para uma rápida e forte ascenção ou queda.

 Na transição em curso tudo acentua e tudo acelera, por isso que as quedas e ascensões, coletivas e individuais, tem sido intensas.

Como no período de ascenção a maioria tem buscado poder e utilizado a ganancia e o egoísmo como principais atributos para riquezas e conquistas materiais, a queda se torna intensa e muito dolorosa.

Temos visto mudanças em pessoas, em famílias, em governos, em países, em continentes que tem ocorrido em prazos muito curtos e com muita velocidade.

Hoje quem está em cima amanhã estará em baixo e se despreparado para usar o que deveria ter aprendido, viverá complicações fortes e se sentirá sem saída nos momentos bruscos.

 O homem precisa compreender o que faz aqui, porque está aqui e o que precisará para sair daqui. Sem compreender este processo não há evolução, não há saída, mas um simples movimento giratório de reencarnações com altos e baixos que se eterniza até que ele aprenda e desperte para o caminho evolutivo.

 Os momentos estão cada vez mais tensos, mais dramáticos e as quedas ficarão cada vez mais profundas. A sensação de aprisionamento e de estar sem saída ficará cada vez mais intenso e sob mais pressão. É a consciência e a alma buscando e cobrando respostas do nosso ego.

A queda é inevitável, mas precaver-se é necessário. Esta precaução ocorre quando se busca o conhecimento, quando nos dedicamos a aprender as coisas sutis, as coisas do espirito e da nossa formação divina. Este será o legado que deixaremos para as próximas gerações, o restante não será utilizado e ilude-se quem acha que sim.

 Estais diante dos grandes impasses. Sedes sábio e concentre-se no que teu coração pede. A lógica que conheces não se aplica mais. (mensagem de Samana para este texto)


 







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