quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Passos Atuais 243a Parte. Viver em "estado de fé".

Não há obstáculos intransponíveis nem barreiras indissolúveis quando a fé está presente.

Figueira.

 Pois bem, a fé tem sido um argumento utilizado em situações desesperadoras quando esgota-se, aparentemente, as possibilidades no mundo material. A partir do momento em que temos esta sensação de impotência, descontrole e perda do domínio, apelamos para o plano espiritual. Assim temos utilizado erroneamente o argumento da fé.

Aparentemente “poupamos” a fé até que as alternativas deixem de ser alternativas.

Este comportamento é, no mínimo, incoerente mostrando como somos alheios ao plano do espírito, ou ao plano da qual originamos.

A fé não se poupa, a fé deve fazer parte de todo os segundos da nossa vida. Devemos utiliza-la para tudo, do mais banal ao mais importante.

Viver em “estado de fé” é viver em alinhamento com o desenvolvimento da vida sob todos os aspectos.

Viver em “estado de fé” é compartilhar com as consciências universais das mais simples até as mais complexas dificuldades, assim como nossas alegrias e bem estar.

O indivíduo em “estado de fé” compartilha decisões, compartilha soluções, compartilha aventuras e desventuras que o destino lhe coloca.

A intuição ocorre somente quando nos encontramos em “estado de fé”. Abaixo disto são as ilusões sob más influencias que se manifestam para confundir, para temer-se, para ser dominado e tornar-se joguete de forças involutivas. 

As forças negativas não tem espaço no individuo em “estado de fé”. Por princípio tornou-se equilibrado.

O individuo em “estado de fé” se sente fortalecido, acolhido e a solidão desaparece. Poderá estar sozinho, mas seus sentimentos internos revelam o amparo que o mantem equilibrado e senhor das suas ações. Sentimentos como o ódio, a raiva, a angustia, a agonia, os medos, tornam-se controláveis, estados depressivos podem ser eliminados e uma nova razão, aquela que vai além da personalidade, se revela.

Viver em “estado de fé” deve ser um ato continuo, do inicio até o fim da vida material para depois estender-se para a vida no plano astral.

Um dos aspectos interessantes deste “estado de fé” é a sensação de paz. A discussão, os embates, o descontrole passam a ser compreendido em outras estruturas da mente, que não levará ao conflito.

Novos argumentos inserem-se no individuo e este percebe que o ato de servir passa a fazer parte do desenvolvimento da sua vida. Percebe-se, então, como a vida é plena,  ampla, extrapolando os limites do planeta, as dimensões, os planos e tudo começa a fazer sentido. Mesmo que um ambiente encontre-se tenso e desagradável, percebe que estas tensões e conflitos nada mais são do que ajustes das consciências em expansão.

 Portanto, devemos nos empenhar para atingir este “estado de fé”. Não que ele seja um estado único, mas muitos estados ao mesmo tempo. Haverá momentos que serei mais carinhoso, sereno, centrado, em outros serei mais rígido, vigoroso e empenhado e em outros serei mais sutil, elevado e desprendido. Esta variação é importante face ao destino cármico que possuímos, mas será evolutivo.

É preciso viver em “estado de fé” e a partir do momento em que isto é alcançado as quedas diminuem, o bom senso melhora, o conhecimento flui, a intuição acontece.

Precisamos urgentemente compartilhar nossa vida com nossos pares espirituais. O mundo caminha para soluções de muito desgastes físicos, emocionais e mentais.

Pense, reflita e empenhe-se na única coisa que devemos aprender, o restante da vida se manifestará como uma contribuição para que esta única conquista essencial seja alcançada no mundo cármico.

 Em fé, estarei contigo. (mensagem de Samana para este texto)    


 






 

 

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