Pois bem, continuando aspectos da Instrução, o tema escolhido foi sobre o “ erro”. Compreender aspectos da sua necessidade possibilita interagir melhor a aperfeiçoar o processo evolutivo. Errar faz parte da formação e do aperfeiçoamento do ser humano. Nem sempre teremos de errar para aprender, mas esta é uma das características desta 3ª dimensão e deste nível de consciência. Futuramente a mente processará hipóteses e alternativas com grande abrangência e com experiências de irmãos do Cosmo, que facilitará nossa capacidade dedutível, evitando-se ações apoiadas em erros. O erro é uma ação contraria às Leis de Deus em curso e estas variam de acordo com o plano dimensional que o indivíduo se encontra.
O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª
edição – página 142 – Editora Irdin. O texto original está grafado em
itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs.
ERRO
— Na etapa atual da humanidade, tanto os erros quanto os acertos são meios de
instrução. Por isso não se podem evitar os períodos nos quais a consciência é
testada na habilidade de usar o que adquiriu. Se o indivíduo tem disposição
sincera para agir de modo correto, o erro é utilizado para romper os véus que o
impediam de ver aspectos a serem transcendidos em si mesmo.
Obs.
Assim, na medida que uma informação é absorvida pelo individuo, uma situação
será criada para que esta informação possa ser aplicada. Se a aplicação foi
correta, transforma-se em conhecimento, se foi errada, se repetirá, de diversas
formas, numa mesma vida, ou nas seguintes, até que seja aplicada corretamente.
Portanto,
o medo de errar é algo a ser eliminado dos que trilham o caminho espiritual.
Muitas vezes, por se tentar ocultar as próprias imperfeições, não se permite
que sejam removidas. É preciso deixar luz penetrar a consciência, mostrando
horizontes de beleza inefável, mas também tomando visíveis facetas mal formadas.
O orgulho faz com que o indivíduo dedicado a uma vida reta e justa se
envergonhe de seus erros. É comum haver
resquícios de vaidade encobertos pelo excessivo cuidado com a vida espiritual e
pela exigência de perfeição. A atenção, a vigilância e a humildade levam o
indivíduo ao reconhecimento da limitação das faculdades humanas, e a não-complacência
com aspectos retrógrados faz emergir nele a fé no potencial guardado nos níveis
profundos de sua consciência.
Obs.
O indivíduo de boa-fé, condizente com seu grau de responsabilidade e que age
com boas intenções, mesmo que cometa erros, oportunidades serão produzidas para
que os acertos aconteçam. O Plano Divino sabe que estamos aprendendo e que
ajustes e correções sempre serão necessários. É muito pior ser omisso, do que
arriscar-se a errar. A intenção, o estudo e a observação são chaves essenciais
numa ação de boa-fé. Deve-se ter calma, avaliar com esmero, rever estudos e experiências
anteriores e manter-se equilibrado para que tendências emocionais
desencontradas não atropele uma determinada ação necessária.
Seremos
sempre colocados em situações das quais temos capacidade de solucioná-las. Quando
nos sentimos acuados, agoniados e com a sensação de impossibilidade, não somos
nós, mas os medos que mantemos, produzindo a resposta errada. Os medos podem
nos incapacitar mas sempre será passageiro e na medida que nos reequilibramos,
a razão e a serenidade ajustam a capacidade de solução da situação.
“Confiar”
– palavra chave para o aspirante espiritual. “Equilíbrio” – postura chave para
o aspirante espiritual. “Fé” – manifestação de ajudas que ao confiar e se equilibrar, alcançará o aspirante espiritual.
Não sedes omisso ou se acovarde perante uma situação. Estou sempre contigo.(mensagem de Samana para este texto)

Como equilibrar não ser omisso e ser neutro?
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