Pois bem, continuando aspectos da Instrução, o tema escolhido foi
“Vida”. Assimilar certas
definições ajuda a compreender a relação e a postura com tudo que se manifesta
ao redor. É uma das definições que nos levará a compreender o motivo da nossa
existência.
O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª
edição – página 490 – Editora Irdin. O texto original está grafado em
itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs.
Obs. A vida é inerente e permanente (eterna) em toda a manifestação universal. Tudo tem vida.
Designa também o alento dos seres. Essa acepção amplia-se na ciência oculta, que mostra estar a vida presente em tudo, mesmo nos átomos e nos objetos ditos inanimados.
Obs. Normalmente entendemos como ser vivo aquele que se manifesta, que
faz movimentos, quando na realidade tudo tem vida. O princípio da vida, até
onde concebemos, segundo o nível de consciência que nos encontramos, provem do
átomo, da sua aglomeração atômica e da velocidade que vibra, assim um ser
humano possui uma aglomeração atômica, vibrando numa determinada velocidade que
identifica um formato que foi constituído segundo um arquétipo original em
busca do aperfeiçoamento.
Uma planta, um ser do reino vegetal possui um conjunto de átomos que vibram numa outra velocidade e que foi constituído segundo um arquétipo original em busca do aperfeiçoamento. Da mesma forma uma rocha, ou um ser mineral, segue os mesmos princípios. Portanto a vida é atômica, sua manifestação e formatos ocorrem segundo as diretrizes arquetípicas de cada reino a que pertence. Um ser humano tem vida, uma planta tem vida, uma rocha tem vida, a água tem vida e assim segue para todos os elementos que conhecemos. Os seres humanos tem uma alma individualizada, os animais, vegetais e minerais, uma alma coletiva para cada espécie e esta alma regula a vida e as vibrações atômicas de cada ser em cada reino. Ao utilizar um automóvel, estamos usufruindo da união de vários seres vivos (minerais) ou mortos, vegetais e animais que fazem parte da sua constituição. Portanto há vida nos objetos que foram construídos pelo homem.
O maior domina o menor. O humano domina os demais reinos e para estes, somos verdadeiros deuses. Infelizmente temos sido deuses para os maus exemplos, usando, abusando e desrespeitando estes formatos de vida, dada suas formas de manifestações mais sutis. Deveríamos usufruir com respeito, com sabedoria, com a absoluta necessidade e torná-los úteis à sobrevivência.
O reino vegetal tem sido o reino que mais cumpre com o objetivo
para qual foi constituído. Ao ser utilizado pelo homem, este oferta-se na
qualidade de servir a um deus.
É atributo do Primeiro Aspecto divino _ vida, propósito, vontade, poder. Refere-se, ainda, à consciência imutável, intocável e indescritível. Podem-se observar seus efeitos, seus ritmos, mas não se pode com a mente humana abarcá-la, já que ela é a Mente em si, ou Aquilo_ o vazio, destituído de qualquer qualificação.
Obs. É um vazio completo que é tudo e nada ao mesmo tempo. Futuramente
compreenderemos melhor este conceito. A atividade cerebral humana não tem a devida
capacidade e expansão para compreender o cheio, o vazio, o infinito, o céu, a
divindade e tantas outras definições que nesta fase evolutiva só podem ser
aceitas no atributo da fé.
Obs. O importante é concebermos que tudo ao redor tem vida, tem uma
origem divina, precisa ser respeitado, ser utilizado da melhor forma
possível, sem desperdícios, e ser apreciado para que possa auxiliar no amplo
processo de transformação que ocorre a cada momento. O respeito à vida deve
incluir todos os reinos. É importante saber que o domínio que temos sobre os
reinos mineral, vegetal e animal, precisa ser alinhado com a concepção divina
do Criador.
Somos um. Criador e criatura misturam-se no ser criado.(mensagem de Samana para este texto)

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