quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Passos Atuais 326a parte. Lei da Analogia.

O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição – página 231– Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram acrescidas ao texto original.

 LEI DA ANALOGIA — Foi explicitada na Tábua da Esmeralda de Hermes Trismegisto (Iniciado que sintetizou o conhecimento esotérico do Antigo Egito): "O que está embaixo é como o que está em cima". Segundo essa lei, para contatar a realidade deve-se interagir com a vida mesma, muito mais do que com informações, o que colabora com a transcendência da natureza humana e com a aproximação à essência de todas as coisas. Quando a consciência do ser humano é iluminada, chegam-lhe impressões dos mundos Intangíveis. A transmissão posterior dessas impressões é possível por meio da lei da analogia. Helena P. Blavatsky afirmou que a analogia se encontra tão ligada ao ocultismo como a pele aos corpos.

Obs. O que está embaixo é como o que está em cima: É uma Lei e ela representa a analogia, a similaridade em todo o Universo.

O que nos diferencia dos demais seres em estágios mais adiantados, para compreender a analogia, é a capacidade. Estamos numa etapa muito modesta da nossa plena capacidade.

Hoje nos gabamos da tecnologia alcançada, mas se comparada com as tecnologias extraterrestres, basicamente elas nada representam. O antigo Egito, assim como várias civilizações antigas chegaram num aprimoramento da vida física e espiritual, que sequer chegamos perto. O que estes povos fizeram, construíram e o grau de preciosismo nos estudos dos planetas, sistemas solares, assim como as leis da física que utilizavam na movimentação de objetos pesados, continuam sendo inexplicáveis.

O uso da analogia precisa ter como base elementos sutis, tem de vir de dentro para fora. Quando se fala em analogia, fala-se do espiritual para o material. Tudo se forma, tudo começa a existir do espírito para a matéria. Um ser humano surge quando a concepção acontece, mas o que antecede à concepção é o surgimento de uma nova alma que se dispõem a reencarnar. Um quadro surge primeiramente nos pensamentos do artista, para em seguida materializá-lo.

A lei da analogia dita estes princípios, do imaterial para o material. Se pensarmos desta forma e atuarmos com este conceito, seremos criativos, inteligentes e poderemos usar o que o Universo poderá nos conceder.

O espírito é o princípio e a matéria o fim.

Um ser humano iluminado é aquele que permite que as impressões dos mundos intangíveis o alcance. A capacidade do ser humano, neste aspecto, é ilimitada. A materialização, no entanto, seguirá regras de uso dentro do contexto do destino da civilização.

Perdemos inúmeras capacidades utilizadas em civilizações anteriores por falta de equilíbrio e continuidade evolutiva. Um dos exemplos é o distanciamento com as civilizações extraterrestres e o próprio plano astral.

Bem, tudo será retomado do ponto que parou assim que a transição planetária em curso, conclua sua Tarefa. Até lá, será o esforço de cada um que contará para que as impressões dos mundos intangíveis possa ser alcançado.


 

 






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