terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Ambiente.

Pensamento do dia, terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

"Um ambiente de silêncio, harmonia, pureza e equilíbrio é especialmente importante."
Trigueirinho.

Pois bem, na busca pela evolução, pelo conhecimento, pelo progresso, tanto interno como externo, teremos sempre de harmonizar o ambiente que nos encontramos.
Tenho visto pessoas muito bem intencionadas, dispostas a seguirem seu caminho de luz, sem se ater às condições externas de seus ambientes.
Eles são tão importantes quanto os internos, pois na harmonia e no equilíbrio de ambos os ambientes, interno e externo, poderemos entrar na sintonia que pretendemos alcançar.

O luxo ou a simplicidade do ambiente não traz nenhuma alteração, mas sua organização é imprescindível.
Como somos pessoas materialistas, quando nos organizamos e criamos a devida harmonia externa, de certa forma estaremos também organizando a harmonia interna. A soma das duas, aliada a um estado emocional tranquilo, gera o devido equilíbrio para o contato.

Em certos locais, onde pessoas bem intencionadas ali se encontram, mas o ambiente encontra-se desorganizado, poluído, confuso, as energias circulam desordenadamente também, fazendo com que aproveitemos parcialmente o que está sendo divinamente enviado. O ambiente externo interage com o ambiente interno do ser e pode ajudar ou atrapalhar os caminhos que deveriam estar com ordem, organização e sadios.
A simplicidade ou a riqueza do ambiente não o qualifica, mas a ordem e a organização fazem a grande diferença.

Outro aspecto importante que tenho observado é a forma com que as pessoas se manifestam.

Por exemplo, em nossas reuniões de terças, vemos o seguinte:
1.      Flores: são compradas muito provavelmente na data ou no momento em questão. Deveriam estar no ambiente em que elas voltarão para suprirem as reais necessidades do que precisa ser alterado e harmonizado. Portanto, compra-las, colhe-las, um ou dois dias antes seria o ideal.
2.      Flores: deveriam vir com o tamanho e a forma adequada para não encobrirem a imagem de Maria que homenageamos, pois as flores são oferendas e não o foco principal.
3.      Flores: deveriam vir sem a intenção de serem objetos de enfeites pelo seu porte ou beleza, mas como seres que também serão homenageados, pois naquele momento representam o reino vegetal.
4.      Harmonia: todos deveriam estar harmonizados, portanto, momentos antes da reunião é preciso evitar certas conversas que possam gerar algum sentimento negativo. A alegria em certo tom de equilíbrio é essencial.
5.      Harmonia: Havendo alguém com desarmonia, identifique-se se achar conveniente, e peça aos demais que o ajude a restabelecer a harmonia. Não há necessidade de identificar o(s) problema(s) que o tenham levado a isto, mas ajuda-lo a harmonizar-se pode ser feito com o empenho de todos.
6.      Tristeza: não condiz com o ambiente da reunião, portanto é necessário certo esforço pessoal para que as ajudas que ali irão circular possa encontrar a abertura para este maravilhoso processo de transformação.
7.      Posicionamento: atente para seu posicionamento na roda criada. Veja se condiz com a postura que você sente que seria a ideal. A postura ideal é aquela que você se sinta bem sem prejuízo dos demais.
8.      Silencio: o silencio externo é muito bom, mas o interno exige a mesma postura. Esqueça os problemas, as dificuldades, os compromissos. Neste momento isto não faz parte de você. Esta postura poderá te dar o equilíbrio necessário para no dia seguinte, novas ideias e novos impulsos possam ser a solução das dificuldades, dos compromissos ou a forma de conduzi-los melhor.
9.      Participação: participar é essencial. Quando colocamos as dúvidas, a dificuldade de entender certa questão, certo conceito, nos abrimos para acelerar esta compreensão. Manter-se calado, alheio, por vergonha o medo de ser classificado gera uma omissão que pode persistir por muito tempo, impedindo-o de ganhar alguns passos em muitos conhecimentos.
10. Participação: um ensinamento novo sempre dependerá de um anterior, portanto, quando temos algo incompreendido, podemos estancar no anterior e ali permanecer perdendo um tempo precioso demais para uma vida. A reunião é uma joia raríssima neste aspecto pois nos dá esta oportunidade, na presença de Instrutores que estão a anos luz de conhecimento em relação a nós.
11. Oferendas: temos a necessidade de exercer de forma material a gratidão. Isto é salutar e positivo pois temos uma contraparte material muito atuante e muito presente. Ninguém deve se inibir se sentir esta necessidade, portanto, caso queira, será oportuno que algo seja feito e ofertado a todos.
12. Oferendas: não mandar fazer, mas faça. Se necessário comprar, compre e prepare de alguma forma o que será oferecido. Isto pode ser o start de sentimentos de gratidão que estejam faltando na tua relação com a vida. Este desabrochar tem sido fundamental e tem sido incentivado desde os primórdios do início da civilização. A oferenda corretamente exercida e praticada, desperta a relação com a compaixão, com o amor ao próximo, com a fé, com as boas intenções, com a doação, com a entrega, enfim pode ter vários significados importantíssimos.
13. Ceder: a reunião é uma simbiose de amor, ou seja, devemos trocar amor, fé, amizade, compaixão, luz, inteligência, conhecimentos, experiências, enfim cada um deve ceder ao outro o que tem de melhor.
14. Ceder: ceder é também receber, pois aquilo que cedemos libera o espaço para receber, portanto, ceder acaba sendo uma troca positiva de diversas energias que podem fazer a grande diferença que falta para nos tornarmos os seres completos que somos.
Nossa reunião sempre foi atuante no plano astral, onde pessoas desencarnadas e preparadas para os temas abordados, comparecem e assistem. Na saída manifestam a gratidão e deixam no ambiente ondas de luz coloridas que nos envolve e harmonizam nossa aura. Em temas específicos onde a reunião passa a ser transmitida para muitas pessoas desencarnadas, se estivermos cientes da nossa importância e daquilo que estamos representando para todas elas, podemos dar nossa imensa colaboração, aliada aos grandes impulsos dos Instrutores que ali comparecem. Isto é compaixão.

Portanto, vamos nos atentar para isto e fazer destas informações regras de conduta para cada vez mais nos entrosarmos com aquilo que é necessário.

Hilton   






terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Intuição, aspiração e fé. Sua interelação.

Pensamento do dia, terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

"Na entrega e na aspiração está a Luz do equilíbrio, e somente na retidão da lei pode-se prosseguir com segurança."
Trigueirinho.

Pois bem, vejam que a entrega antecede a aspiração.
A aspiração é um pouco diferente da intuição.
A aspiração é um insight, digamos, de aprimoramento sobre aquilo que se conhece, ou sobre aquilo que necessitamos compreender melhor.
Supondo que você receba uma informação e esta informação lhe tocou, mexeu com você. Neste momento seu coração ao receber a energia desta informação, sente-se atraído e o incentivará para que sua mente interprete corretamente a informação recebida. Outro impulso energético é gerado do coração para a mente.
A mente, não sendo dominada pela personalidade, desperta para interpretar a informação.
Na necessidade de certos requisitos que a mente não dispõem pode vir a aspiração.
Desta forma a aspiração, outro impulso energético, completa estes requisitos que a mente não possui, para que esta informação possa ser corretamente interpretada. O coração aguarda e no momento que se completa a devida compreensão pela mente, este assimila e espalha para o corpo físico e os demais corpos sutis, aquilo que foi conquistado.
Na necessidade de complementos do que já se conhece, isto acontece da mesma forma.

A aspiração normalmente vem dos nossos Mestres e Instrutores espirituais, cuja vivencia e conhecimento são amplos e podem nos ajudar.
Todo o desenvolvimento tecnológico, cientifico, médico, técnico, astronômico e físico, que conhecemos e aperfeiçoamos, foram provenientes de pessoas inspiradas na aspiração de informações que estes estavam se dedicando.
Por isso que o descobrimento da penicilina, do avião, da luz elétrica, de certa forma, pode ter tido vários autores, pois vários estudiosos nestes campos receberam a "mesma aspiração" dos Mestres incumbidos de aprimorar nossa vida material. Obviamente, o mais inspirado, o mais dedicado e o mais inteligente, acaba resolvendo as questões pendentes de tais descobertas, mas sucessivamente podemos ter vários colaboradores e descobridores da mesma invenção.

No plano espiritual, a coisa muda, pois aí depende do nível evolutivo daquela pessoa, onde são levadas em conta, as vivencias anteriores, as experiências anteriores, a origem, a procedência(de que mundo é proveniente), enfim há uma série de fatores que são independentes entre nós. Por isso que temos pessoas que se destacam no uso da fé, da tolerância, do amor, da entrega, da religiosidade, pois estes tiveram vivencias anteriores mais organizadas e metódicas no exercício destes impulsos e sentimentos.  
Por isso que somos incentivados a adotar certas posturas destes homens e mulheres que se destacaram na vida religiosa/espiritual.
Quando pegamos o exemplo de Jesus, podemos ver, admirar e seguir um homem cístico completo e perfeito para os padrões da Terra.

Tanto a aspiração como a intuição acontece no indivíduo desprendido das coisas materiais, onde limita-se a viver e usufruir daquilo que a vida o proveu, seja muito ou seja muito pouco, com dignidade e no bom uso do que lhe foi entregue, segundo seu destino. Podemos dizer que a riqueza e a pobreza são provas semelhantes que cada um de nós alterna constantemente nas vidas do plano material.

As Leis temos de conhece-las e aplica-las em nossa vida material e espiritual. Falo das Leis divinas, das Leis universais e para isto a Busca contínua e incessante é primordial.
Podemos ser inspirados a conhecer uma Lei e podemos receber a aspiração para compreende-la no limite da nossa capacidade.
No uso deste conhecimento sobre a Lei, seremos intuídos a aplica-la aonde for necessário para ajudar quem necessita.
Como um "berço" ideal para tudo isto, está a fé, a energia primordial da vida espiritual.

Pareceu complicado?
Não, é simples, mas caso ainda se sinta confuso, use e abuse da energia da fé, que seu próprio coração o conduzirá com suavidade, com leveza, na pureza das intenções e na vitória das conquistas espirituais, bem como no alinhamento correto da vida material.

Hilton

Obs.: Para a redação deste texto, primeiramente foi intuído a realiza-lo.
Recebi o impulso intuído durante a noite e dei vazão, pela minha vontade no meu livre arbítrio, ao escrevê-lo.
Pela manhã, ao acordar, fui inspirado a promover o texto em questão.
Durante sua redação recebi por diversas vezes a aspiração dos nossos Instrutores para conclui-lo da melhor forma possível.
Nestes momentos concentrei toda a minha na realização do texto em questão.
Em 20 min, tudo ficou pronto. Senti-me em paz e com uma sensação de dever cumprido.

Obs.: Vocês ao lerem este texto, inicialmente o façam desprovidos das críticas que normalmente usamos. Leiam desprovidos das defesas e da retração que a vida cotidiana e competitiva que levamos, nos imputa a fazer.
Leiam vagarosamente e por mais de uma vez.
Atentem para as palavras ou os parágrafos que mais lhes tocam. Façam nestas palavras e nestes parágrafos, pausas mais demoradas para absorverem a forte energia ali contida, pois com certeza estas serão transformadoras.
Procurem ler sozinhos e em locais que não serão perturbados.
Reflitam sobre o texto, ou certas palavras, ou certos parágrafos para incorporarem seus impulsos.
Ao deitar, de olhos fechados, relembrem o texto e verão que certos trechos se destacam. Neste momento você está ordenando para que teu ser, em especial tua alma desenvolva os impulsos, que pra você foram mais relevantes no texto em questão. Durante a noite isto será arduamente trabalhado e incorporado na tua mente e no teu corpo espiritual. Nestes momentos sublimes os teus “mestres ascencionados” estarão ao teu lado ajudando-o neste processo de compreensão.
Ao acordar você será uma “outra pessoa”.
Nesta sucessão está a sua ascensão e na pratica do que foi aprendido a tua evolução.


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Este será um profundo ato de entrega, mas será a única saída.

Pensamento do dia, domingo, 1 de fevereiro de 2015

"A cada etapa cumprida, o indivíduo recebe maior manancial de conhecimento."
Trigueirinho.

Pois bem, o conhecimento, fruto essencial da nossa evolução, acontece sempre quando estamos prontos.
Evoluir é ganhar conhecimento.
Quando estamos inseguros, com dúvidas, com medo, estamos na eminencia de ganharmos conhecimento.
A insegurança, os medos, as dúvidas são os sintomas de que algo maior, mais conciso, mas importante, está prestes a aflorar em nossa vida e que nos envolverá. Se me encontro próximo de um novo nível de consciência significa que estou às portas do desconhecido, pois é algo novo e com certeza desconhecido para mim.
No entanto, a falta de fé acentua exageradamente estes sintomas. Isto acontece pelo fato de que estou tão acostumado a reter, a guardar, a ter e a ser, que qualquer perda para mim é uma perda inaceitável.
Ora, tenho de perder o conhecido e utilizado para ganhar o desconhecido, o novo, aquilo que ainda não tive acesso.

Muitos param nesta "porta" e não ingressam. Estancam, ficam paralisados, o medo exalta e a personalidade assume o comando. Pronto, você parou e parou às portas do seu novo nível de consciência, de novos conhecimentos, de novo grau de libertação.
Assim tem sido ao longo da história da humanidade, onde temos recuado quase sempre em relação aos conhecimentos da alma, do espirito, sob o ineficaz comando da personalidade. No entanto, sem o novo conhecimento, continuamos a viver incorretamente.

Exemplo, hoje poluímos nossa atmosfera e nossas águas com extrema eficiência, produzindo todos os tipos de venenos possíveis, não só para nós como para os demais reinos. Tivemos acesso a energia nuclear e não podemos usá-la, pois desconhecemos seus métodos de controle e domínio. Isto acontece porque progredimos na matéria, mas não progredimos na consciência.
Para utilizarmos corretamente o que a matéria hoje nos proporciona, teríamos de ter conhecimento num nível que não alcançamos, porque recuamos às portas de conquista-los, com o distanciamento da nossa contraparte espiritual.
Desta forma, usamos de forma errada o avanço tecnológico conquistado e seu uso inadequado nos tem trazido consequências horríveis que afetam totalmente nossa sobrevivência e a dos reinos.

Temos sido assim ao longo dos tempos. Nos distanciamos tanto das metas espirituais, do conhecimento sobre a vida e a Vida, que estamos perdidos, confusos, medrosos e completamente inseguros.
Temos feito as coisas quase que automaticamente, sem domínio, sem pensar, sem refletir, sem ponderar se o que fazemos é certo ou errado. 

Outro exemplo interessante são aquelas pessoas que acabam deflagrando uma rígida disciplina alimentar (vegetariana, macrobiótica, etc.) de postura, de conduta, todas zen, arrumadinhas e decididas na prática de yoga, meditação e outros exercícios, mas retém-se e acabam parando nos níveis materiais da vida, ou especificamente do corpo e da mente.
Ora, continuam fazendo a metade. Fazem a contraparte material e não buscam a espiritual.
Não resolvem o que deveriam resolver. No íntimo continuam iludindo-se com atitudes e comportamentos paliativos.
Desencarnam e continuam frustrados.

O pensamento cita: “cada etapa cumprida, o indivíduo recebe maior manancial de conhecimento”. Em que etapa estamos?
Talvez a gente não tenha mais como identificar, mas com certeza está muito aquém da etapa que deveríamos estar, pelo simples fato de estarmos vivendo em desarmonia com a vida e com os reinos.

Possibilidades de compatibilizarmos integralmente a matéria com o espirito, na etapa atual da vida é impossível. Este problemão agora é de Deus. Não temos mais como vencermos estas imensas diferenças.
Mas, nos resta aderir, nos engajarmos neste gigantesco processo de recuperação da vida completa (alinhamento da vida material com a espiritual).
O que teremos de passar tornou-se inevitável, mas poderemos passar nos mesmo moldes que temos vivido, ou seja, lutando contra, ou aderindo a estas incríveis mudanças que vão ocorrer.

Este será um profundo ato de entrega, mas será a única saída.

Fiquem atentos!
Hilton


sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Este conjunto te leva ao equilíbrio e somente neste conjunto você poderá se curar.

Pensamento do dia, sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

"Se quisermos conhecer a estabilidade da alma, que abracemos o silêncio e a humildade."
Frei Luciano.

Pois bem, podemos dizer que não conhecemos a estabilidade.
Somos pessoas muito instáveis, pois mudamos de humor em segundos e dezenas de vezes durante o dia. Somente pelo fato de nos “aborrecermos”, prova nossa instabilidade.
A maioria das pessoas são contidas, ou administram de forma razoável suas “instabilidades” diárias.
Se imaginássemos um pêndulo exatamente no centro do nosso corpo, ou seja dividindo o rosto e o resto em duas partes iguais, que podemos chamar de meridianos, este pêndulo oscilaria loucamente o dia inteiro. Ora para o lado esquerdo, ora para a direito.
Se definíssemos que o lado direito seria para aspectos positivos e o lado esquerdo para aspectos negativos, esta oscilação definira bem o nosso mau humor ou o nosso bom humor em cada momento.
Vivemos nesta constante oscilação durante o dia e durante a noite, pois nossos sonhos também não são tranquilos.
A definição de uma pessoa equilibrada é quando este pêndulo se encontra exatamente no alinhamento dois meridianos, estabilizado, parado ou com pequenas oscilações.
Na realidade, temos nossos momentos de equilíbrio, mas são mínimos.
No equilíbrio, somos intuídos, somos incentivados pelo nosso anjo da guarda, pelos nossos Instrutores, nossa alma se comunica e nesta condição sempre tomamos as melhores decisões.
Portanto, vejam que são poucas e raras as decisões acertadas que tomamos.
Uma decisão acertada não gera carma e não implica em envolvimentos com ninguém.
O respeito, a compreensão e a lucidez atinge o máximo que podemos alcançar.
No geral temos tomado as decisões quando nosso pêndulo está oscilando disparadamente. Muitas vezes nos extremos, onde com certeza as decisões poderão ter fortes implicações carmáticas, além do que, com certeza, induziremos outros a erros ou graves erros.

Esta oscilação continua do pendulo do equilíbrio, desgasta, envelhece e corrói nosso metabolismo físico, acionando os alertas do corpo (dor e sofrimento).
Nossas doenças são provenientes do desequilíbrio, das oscilações ininterruptas deste pêndulo, que ao acionar continuamente as defesas do organismo, estas se esgotam e ficamos à mercê de vírus, bactérias e desgastes enormes dos órgãos que regulam nossa vida física.
Todas as doenças tem fundo emocional, desta forma quem tem procurado viver o máximo possível, dentro do equilíbrio ou das poucas oscilações, normalmente é sadio.
O carma em aberto aparece de outra forma, através de barreiras a serem superadas, mas mantem o corpo e a mente sadios.
No geral as pessoas são desequilibradas e doentes. Administram seus desequilíbrios e suas doenças, mas com o passar dos anos, podem entrar em colapso. Um AVC, um enfarto, uma anemia, a falência de órgãos, doenças pulmonares, coluna, etc., tudo isto é proveniente dos nossos desequilíbrios  que acentuaram as condicionantes cármicas para serem sanadas junto com a dor e o sofrimento.

Um câncer se manifesta em condições de absoluto desequilíbrio, ou seja, quando o desequilíbrio atingiu certa irreversibilidade e os controles foram perdidos.
Digamos que o extremo aconteceu. Não podemos generalizar, mas a maioria dos casos, certas pendencias cármicas poderiam ser resolvidas sem o câncer.
Pessoas também se curam do câncer. Neste caso, o equilíbrio voltou e demais compensações ocorreram, onde a alma se convenceu de que aquele corpo poderia seguir seu curso sem esta doença.
Neste caso a recuperação do equilíbrio foi fortalecida por uma sequência de atitudes coerentes e dignas da Busca continua e constante, acentuada pela fé do indivíduo.
No geral, desconsideramos estes parâmetros, pois nos julgamos sempre equilibrados. Nosso orgulho e prepotência não permite que nos curemos, na busca pelo equilíbrio.
O equilíbrio não é um simples exercício, mas um aprimoramento da sua consciência, da sua forma de viver, da sua espiritualidade, da tua fé, da tua entrega e da realização das Tarefas que lhes chega às mãos.
Este conjunto te leva ao equilíbrio e somente neste conjunto você poderá se curar.

Hoje é comum pessoas fazerem exercícios, inúmeras dietas (da maça, da berinjela, da abobrinha, do não sei o que), mas isto é irrelevante se o todo o conjunto não foi trabalhado.
Fazer yoga, ficar zen, acupuntura, massagens, cremes, cremes e mais cremes, pilates, isolamento, trocentos chás de trocentas ervas e mais uma infinidade de coisas, objetos, enfeites, defumadores e coisas do gênero, simplesmente não funcionam isoladamente.
Aliás, estes paliativos (ilusórios, se isoladamente) podem ser úteis se a Busca pelo equilíbrio levar em consideração todos os aspectos citados, senão, muito dinheiro e muita perda de tempo acontece.  

A fé e a oração, dão um “show de bola” em todos estes paliativos. Na oração que pode ser, com ou sem estes paliativos, estes podem se tornar apoios que podem nos ajudar na concentração necessária, mas teoricamente não precisamos de nada disto, pois somos completos e únicos por natureza.

Caros amigos, não tenham dúvidas que passaremos momentos em que tudo faltará e neste momento alguns irão redescobrir o imenso potencial que tem e a enorme capacidade que Deus colocou no momento em que fomos criados.
Acredito que não precisaríamos a chegar nestes extremos, mas parece que outras formas de comunicações empregadas teve efeito nulo.

Enfim, atentem para esta questão do equilíbrio, da calma, da persistência, da não interferência desnecessária. Usem e abusem da oração, da reflexão, da entrega.
Fiquem disponíveis, pois para cada Tarefa realizada com sucesso, damos passos gigantes em nossa evolução.
Aceitem estas ajudas sutis. Comuniquem-se. Sejam contatados e deem vazão às suas intuições. Isto é inerente ao nosso ser, todos tem.

Fiquem atentos!
Hilton


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Enquanto não resolvermos este problema, a vida não tem solução.

Pensamento do dia, quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

"Ao persistirmos na fé, seremos ajudados a encontrar o verdadeiro sentido na vida."
Frei Luciano.

Pois bem, a fé é uma força que provem da nossa parte mais elevada, mais sutil e mais verdadeira.
Não há barreiras intransponíveis para o poder de um ato de fé.

Então porque achamos que ela não funciona ou não funciona quando queremos, ou quando achamos que precisamos dela?
Infelizmente não temos ainda o devido discernimento para usa-la no seu potencial e de forma adequada.
No geral, utilizamos a fé para conquistas eminentemente materiais, ou seja, para conquistas amorosas, profissionais, pessoais, etc., sendo que na maioria das vezes leva-se em conta uma visão muito distorcida e muito explicita no egoísmo do ser, do ter e do poder.
Digamos que se pudéssemos mensurar a fé, numa escala de 0 a 1000, nestes aspectos que temos procurado utiliza-la, não passaria de 0,5, então vejam o potencial que deixamos de utilizar.
Este limite tem sido imposto pela alma e pela mônada, pois no geral comprometeríamos ainda mais nossas já imensas condicionantes cármicas, se utilizássemos esta força tão poderosa sem a devida integridade física e espiritual.

É comum apelarmos para a fé na cura de uma doença ou de um incomodo no corpo físico. Isto é licito e verdadeiro, mas a fé leva em conta a possibilidade daquela doença ou incomodo estar anulando um carma em aberto, então seu poder de interferência passa a ser relativo e equilibrado.
Compreendemos isto? A maioria não e ainda acha que sofre injustamente.
Este poder relativo torna-se fundamental, na medida em que neste exercício de fé for alargando nossa mente para compreendermos o porquê e para que esta doença ou este incomodo deve acontecer. Ora, este passo é fundamental para que o tempo da doença possa ser abreviado ou cesse, assim como o incomodo diminua ou passe, ou simplesmente, a desencarnação aconteça.

No exercício da fé, mesmo que seja no grau de 0,5 (segundo nossa escala-exemplo), expandimos a consciência, a inteligência e o poder de compreensão.
Vejam, a doença ou o incomodo existem para fazermos exatamente esta expansão de consciência, então na fé podemos evitar estes sinais de alerta (dor e sofrimento) e fazermos esta expansão de forma tranquila, ponderada e crescente.
Quanto a sociedade, o poder público, as nações economizariam e poderiam tornar nossa vida mais confortável se vivêssemos na fé?
Mas temos vivido exatamente na falta de fé, onde quase tudo se transforma em entraves, dificuldades, doenças, barreiras, pois na medida que vamos vivendo fora das Leis e fora das nossas metas evolutivas, estas barreiras vão aumentando.
Desta forma, podemos assim mensurar o nosso grau de desalinhamento com as metas evolutivas, na medida em que o grau de dificuldade para viver for aumentando.
Vejam, isto se aplica para uma pessoa, para uma comunidade, para um país, para um planeta.

Hoje nosso nível tecnológico e de desenvolvimento, em relação ao passado, tem crescido substancialmente.
Podemos avaliar que vivemos muito melhor do que no passado?
Creio que não, pois as dificuldades ainda não muito grandes, os caminhos incertos, as expectativas se mantem e os medos estão muito acentuados.
Digamos que temos repetido os mesmos erros com incrível aprimoramento tecnológico.
Desta forma, a fé continua pairando no lado "esquecido" da mente, ao passo que o consumo e a materialidade tem ocupado o restante.
Enquanto não resolvermos este problema, a vida não tem solução.

O Brasil tem vivido com a falta de recursos hídricos, por uma série de motivos, além das mudanças climáticas, mas a falta de fé, no aspecto social da vida em comum, da economia, na forma adequada da sua utilização e na forma adequada para aonde deveria ser empregada, contribuiu para que alertas (dor e sofrimento) fossem acionados "automaticamente", segundo as Leis vigentes, com o intuito de nos disciplinar e de nos unir em tornos de objetivos comuns, onde a distribuição correta e equilibrada, além do seu uso correto poderá ser praticado, digamos, na “marra”.
Será que precisaríamos chegar a isto? Claro que não, mas nossa forma inadequada de  viver, em especial distante da fé e de seus aspectos evolutivos, tornaram nossa vida um "poço de problemas".

O pensamento nos indica o verdadeiro caminho, pois o indivíduo na fé é guiado, intuído, disciplinado, coerente, com incrível bom senso e ele rapidamente percebe que nada deve faltar na vida vivida em consonância com as Leis.

Reflitam sobre isto, pois a atitude de cada um, independente da atitude dos demais, tem um poder alavancador muito poderoso e muito abrangente.
Ainda não implodimos o mundo, face a fé e as atitudes de uns poucos seres humanos, que aliados às grandes estruturas internas e externas de ajuda ao planeta, tem sustentado no limite, a nossa precária manutenção.

Quem teve tempo e assistiu a palestra de Trigueirinho nesta segunda deve se lembrar que a oração dos 3 pastores para N. Sra. de Fátima, aliada a esta grande estrutura espiritual de ajuda ao planeta, acabou por cessar a 1a guerra mundial. Infelizmente a lição não foi aprendida.

Faça a tua parte, independente dos demais, pois tua evolução, tua fé e teu alinhamento poderá dar a grande contribuição que muitos precisam.

Hilton



domingo, 25 de janeiro de 2015

A dinâmica do mundo espiritual acontece na velocidade da luz, se quisermos usar um termo de comparação, mas ainda continuamos a viver das estruturas mentais dos séculos passados.

Pensamento do dia 25 de janeiro de 2015.

Apenas no silêncio do ser interno podemos experimentar toques sutis.
Frei Luciano.

Comentários:
Para aqueles que aderiram ao nosso Encontro “Grupo H&F com Grupo Irmão”, instruções especificas serão passadas.

Pensamento:
Pois bem, vejam que o silencio tem uma importância muito grande na relação do plano material com o plano espiritual, ou em outras palavras podemos dizer do nosso corpo com nosso espirito.

Poucos de vocês se dedicam essencialmente na sua progressão espiritual, de fato, a maioria continua vivendo a vida como se estivéssemos condições normais para sobreviver.
No íntimo, fingimos que não sabemos que situações muito adversas, muito difíceis e incontroláveis estão às portas de acontecer.
No entanto, estamos nessa, vamos "pagar pra ver".

As pessoas ainda confiam e se sentem confiantes em aceitar as "explicações" que tem mascarado a situação real do nosso clima e suas consequências. Somado a isto ainda vivemos uma situação onde a paz entre as nações tem sido contida não por nós e nem tampouco pela nossa política, mas por estruturas divinas que tem mantido certa harmonia em face de alguns poucos movimentos elevados que poucos de nós conseguem manifestar.
Isto não tem mudado ao longo dos anos e provavelmente não vai mudar, nem mesmo com avanço das contingencias negativas que já estamos começando a viver.

Destacamos nos pensamentos anteriores, como somos barulhentos e como incomodamos Seres e estruturas sutis das ajudas que aqui se manifestam.
É preciso atenção e convicção nas informações recebidas.
Tais informações não pode ser mais uma, como as que estamos acostumados a receber diariamente.
É preciso alguma disciplina e seleção do que nos chega à mente.
No bom senso de cada um, separar aquilo que não serve pra nada daquilo que pode conter algo precioso. Obviamente, este é um critério pessoal, mas deve levar em conta aquilo que nosso coração aceita, acata e refere-se, por exemplo, no conceito da entrega e do servir.

As pessoas estão iludidas com as luzes da superficialidade, do supérfluo, com o estomago, com aquilo que consideramos descompromissado, apesar de que não existe nada que não gere um compromisso. Mas no geral, estamos perdendo tempo e o pouco bom senso que nos resta, pois temos nos comportado como uma manada conduzida ao bel prazer dos que nos conduzem e estes sabem bem como fazer.
Vivemos no mundo das ilusões, onde a sequência da vida tem sido ditada pelas nossas ações presentes e estas ações presentes são as mesmas do passado, de um tempo que não mais condiz com a realidade da vida planetária. Tudo isto ocorrendo num planeta em final de ciclo, na eminencia das maiores transformações que a Terra passará desde o seu processo de criação e de resfriamento.

Desde o evento da criação planetária, a Terra vem se mantendo como planeta de expiação, cármico, portanto, teremos agora o primeiro grande movimento que dará o principal impulso para tornar a Terra um planeta sagrado onde abrigará uma população, seja no reino vegetal, animal e humano, condizente com as novas regras, com as nova Leis provenientes deste novo "status quo".

É preciso profundas mudanças internas e externas, em cada cidadão deste planeta, para que possamos seguir este novo e poderoso advento planetário.
Temos sido instruídos, neste curto espaço de tempo que nos resta, para mudanças de conceitos, quebra de preconceitos, adaptações às novas Leis já em movimento, enfim, alterações essenciais para o que o nos espera.
Temos sido tratados de forma aberta, explicita, apesar das perguntas inexistentes e até da própria curiosidade que cada tema poderia trazer.
Até nisto vemos incrível passividade e pouca criatividade em cada um.
A princípio isto retrata exatamente com temos sido em nossa relação com as forças involutivas que tem nos conduzido, passivos, absortos, inertes, catatônicos, pois reações deixaram de manifestar-se a muito tempo.
Não falo aqui de nenhuma reação física, de nenhuma revolução populacional mas falo de movimentos internos, de aceleração da Busca, da fome do saber, das mudanças de certas posturas incoerentes com aquilo que se acredita.  
É preciso abraçar isto tudo como uma benção, um milagre e nos concentrarmos nestas mudanças internas, absolutamente necessárias.
Temos muita dificuldade em mudar algo interno sem exteriorizar, desta forma, além da coerência de uma nova postura do que acreditamos, temos de nos esforçar para sermos uma nova pessoa, numa nova vida, para superarmos as irregularidades da vida material em relação à vida espiritual.
Quando a vida espiritual assume a prioridade, a comparação diminui, o silencio se instala, a intuição aflora continuamente e o Serviço vira algo prazeroso, pois quando compartilhamos movimentos, energias e pensamentos com "coisas inusitadas", desconhecidas e oriundas de onde não conhecemos, isto vira um exercício de aprendizado fantástico.
Ou isto, ou o medo.
Ou isto, ou a mesmice de sempre.
Ou isto, a ilusão de uma pseudo proteção que tem a mesma resistência de uma tênue folha de papel.
Ou isto, ou a derrocada com o livre arbítrio.

Precisamos "crescer", amadurecer nas coisas do espírito, criarmos a coragem de nos envolvermos no desconhecido, de romper os grilhões das éticas sociais que nos prendem à mesmice de sempre.
A dinâmica do mundo espiritual acontece na velocidade da luz, se quisermos usar um termo de comparação, mas ainda continuamos a viver das estruturas mentais dos séculos passados.

Enfim meus amigos,
Fiquem Atentos!

Hilton
     



sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Somos ensurdecedores.

Pensamento do dia 23 de janeiro de 2015.

Ao emitirmos sons, fazemos vibrar os éteres do planeta, ativando energias de vibração correspondente.
Frei Luciano.

Pois bem, o pensamento vem confirmar como somos integrados com a vida da Terra.
O éter é para o espirito, como é a água para a vida material. Do éter flui a vida espiritual.
O éter é uma substancia presente em todo o universo, sutil, volátil e conduz com sua sutileza energias extremamente delicadas, mas poderosíssimas.

O éter aqui citado é bem diferente do éter que conhecemos, como uma das substancias químicas empregada na indústria, este que conhecemos é denso, cheio de impurezas, mas no geral possui qualidades também essenciais para a vida material.


Os sons que produzimos fazem vibrar este éter e esta vibração alinha ou desalinha as energias correspondentes.
No desalinhamento quebramos as regras das Leis, no alinhamento colaboramos e nos enquadramos nas regras das Leis.

Como estamos atrasados no nosso processo evolutivo, pouco conhecemos e consequentemente, pouco colaboramos com estes alinhamentos. No geral somos extremamente barulhentos em todos os aspectos.
Não respeitamos estas considerações e vivemos assim completamente desalinhados com a Mãe Natureza, seja dentro ou fora do planeta.
Em certos mundos adiantados, nossa presença seria “ensurdecedora” para seus habitantes, onde a telepatia e o coração são tão ativos como são nossos sons e nossos movimentos.
Quando certos seres destes mundos aqui aportam, precisam controlar sua mente, pois nossos pensamentos são incrivelmente barulhentos. Normalmente ficam acima da nossa atmosfera, onde a vibração etérica – do éter, é menor e razoavelmente suportável, mesmo assim a vinda aqui para a Terra tem sido um enorme sacrifico para tais Seres. Fazem isto por amor, pois sabem que estamos sofrendo muito pela nossa ignorância e pela nossa incompetência em nos adaptarmos à vida universal.

Portanto, na nova Terra, na nova era, teremos de reaprender a viver, se comunicar, se deslocar, pensar, se alimentar, pois hoje vivemos numa imensa balburdia e confusão.

Nossos pensamentos são muito barulhentos, confusos, descontínuos e sempre acompanhados de sentimentos negativos, mágoas e medos, tornando-os impróprios para o éter planetário.
Desta forma, criamos uma “nevoa” psíquica muito negativa, mas presa ao planeta, que tem influenciado a todos num grande pessimismo.
Felizmente para o resto do nosso sistema solar, esta “névoa” se mantem orbitando ao redor da Terra para não influenciar os outros mundos.

Fiquem atentos!

Hilton



terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Personalidade!

Pensamento do dia, terça-feira, 20 de janeiro de 2015

"Faz parte da evolução de uma personalidade cultivar uma abertura para seu mundo interior."
Frei Luciano.

Pois bem, temos repetido algumas vezes, sobre a estrutura da personalidade.
No geral, são experiências vividas e passadas que acabam caracterizando a personalidade de um indivíduo, que vai se desenvolvendo ao longo da sua maturidade, em especial na adolescência.
Desta forma, podemos dizer que a personalidade acaba se caracterizando pelo passado, pelo vivido, pelo traumatizado ou pelo sucesso, nas vidas anteriores.
Desta forma, no geral carrega certos ranços de experiências mal sucedidas.
Assim como na hereditariedade, na personalidade podemos ser reféns de coisas mal resolvidas. Por outro lado, o destino da maioria vem carregado de condicionantes cármicas, portanto, de experiências que se repetem face ao fracasso nas vidas anteriores.
Desta forma, no geral, podemos dizer que somos muito complicados nos aspectos da personalidade e geralmente com forte tendência ao negativismo.
Uma pessoa que vive em função da sua personalidade, vive ultrapassada, desatualizada e descontrolada dos movimentos da vida presente, atual, das Leis vigentes, dos novos paradigmas, além do que seus conceitos e preconceitos referem-se a experiências mal sucedidas ou completamente fracassadas.
O bom humor e o mau humor também são frutos de uma personalidade ajustada ou controversa ao momento presente.

Um processo de renovação no indivíduo, focado na sua personalidade é muito difícil de acontecer, pois a personalidade bloqueia os novos impulsos e as novas energias que podem ser emanadas da alma ou das "ajudas" que se manifestam.
Da mesma forma, a intuição geralmente é bloqueada pela personalidade, que acostumada às coisas do passado não aceita o inusitado. Sendo assim, o inusitado vem ao indivíduo por fatores definidos no destino que definiu na reencarnação NOVAS EXPERIENCIAS que, compulsoriamente, o indivíduo terá de experimentar.  Mesmo assim a possibilidade de rejeição continua grande e aí voltamos para a "roda gigante" das reencarnações, gira, gira e não sai do lugar.

Um indivíduo que sabe conviver com sua personalidade, sem se prender a ela, torna-se intuitivo e acaba aprimorando-se e atualizando-se para cada momento da sua vida e da vida planetária.
A nova humanidade da Terra não terá mais uma personalidade ativa, pois esta irá hibernar sem manifestações para a mente.
Teremos então um indivíduo ativo e não passivo, atualizado, aberto aos novos padrões das energias, às modificações necessárias das Leis vigentes, dinâmico, onde se deixará ser conduzido, pois terá plena confiança da ampla assistência espiritual que o cerca. Se renovará diariamente, pois a dinâmica universal é extremamente veloz e acompanhará todos os movimentos universais.
Seus olhos verão muito além do horizonte e sua sensibilidade extrapolará todos os limites que conhecemos.

De forma geral, a alma gera um impulso que passa pela personalidade e aí se deturpa e se corrompe, para em seguida aflorar na mente, que após encaixar um monte de preconceitos, gera uma ideia para ser aplicada. Neste processo, perdemos a pureza do impulso, sua dinâmica e a possibilidade de atender novos objetivos. Por isso que erramos tanto, que somos limitados e nossa inteligência tem muita dificuldade em crescer e se expandir.

O homem do futuro, da nova Terra, não terá mais a personalidade para reter e poluir o impulso, pois este irá direto para a mente, que sem o livre arbítrio irá aplicar corretamente como foi gerado na origem.
Seremos intuitivos e com isto contaremos com a sabedoria universal, onde a alma consultará o que for preciso para deliberar o que for necessário para a mente. Com isto iremos aprender continuamente e nossa inteligência ira se expandir naturalmente.

Muito bem, hoje temos um corpo, uma mente e uma personalidade para administrar.
Quando nos focamos nas informações procedentes, na cultura da alma e na fé para aceitarmos algo, mesmo que isto ainda seja meio incompreensível, a alma gera mais energia, a personalidade é dominada pela mente e esta acaba recebendo impulsos de forma mais pura. Consequentemente temos um indivíduo mais alinhado e mais equilibrado.
Este processo vai se acelerando e a intuição começa a gerar efeitos positivos, fazendo com a pessoa acabe confiando mais, se disciplinando mais, para intuir e consequentemente aceitar as "ajudas" que para ela são dirigidas.
É um processo e a fé é a força imprescindível para manter acesa esta chama intuitiva.

Reflitam sobre isto, tirem as dúvidas e se aceitarem, pratiquem.

Fiquem atentos!
Hilton



segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Tempos de frutos amargos.

Pensamento do dia, segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

"Os frutos de nossas escolhas são colocados na mesma cesta e retornam a nós."
Frei Luciano.

Pois bem, somos senhores do nosso destino e da nossa evolução.
Infelizmente, muitos querem delegar estas responsabilidades para Deus e como Ele não aceita, estes tem ficado no vazio, no limbo e ao sabor dos movimentos desvairados e absurdamente incoerentes da raça humana.
Tem uma frase que muita gente repete constantemente: Se Deus quiser!
Ora, que grande injustiça fazemos com Ele, que nos delegou o livre arbítrio para nos dar uma oportunidade de "ouro" afim de conquistarmos responsabilidade, coerência e harmonia.
Deus não quer nada, mas nos deixou algo incrível, a oportunidade de aprendermos a crescer, a discernir, a decidir os caminhos que gostaríamos de conhecer. Isto deveria ter sido feito  com responsabilidade sobre todos os atos praticados.
Isto é imprescindível pois somos aspirantes a deuses também, onde num determinado momento do nosso estagio evolutivo, seremos responsáveis por mundos semelhantes à Terra.
Por isso é preciso aprender a conquistar, a saber distinguir o certo do errado, a identificar uma Lei e segui-La, mas sempre haverá Aqueles que estarão muitos passos à nossa frente e amorosamente nos ajudarão.
Nem sempre soubemos reconhecer e aproveitar estas ajudas, pois somos imediatistas, materialistas e predadores do próprio local que nos foi cedido por empréstimo. Desprezamos e substituímos por adorações "criadas" de raciocínios incoerentes, negativos, gananciosos e tendenciosos. Aliás, neste aspecto, é coerente com o meio egoísta que vivemos.
Desta forma, os "frutos" das nossas escolhas tem recaído e pesado muito sobre nós mesmos ao invés de nos ascender, de nos elevar que é o que acontece quando obras elevadas e alinhadas com as Leis são praticadas.
O momento atual, não tem mais retorno, ultrapassamos a linha de reversão e desta forma colheremos os "frutos" que plantamos. Infelizmente, são frutos azedos, amargos e que darão profundo mal-estar na sua digestão, mas Deus nos deu as opções e escolhemos, portanto, não há do que reclamar.

No entanto, no âmbito pessoal, podemos fazer muito. Podemos voltar a crescer, a evoluir, a coligar e aceitar esta imensa ajuda que vem se canalizando para aqueles que as aceitam.
Coletivamente o momento já passou e os frutos mal plantados e cultivados indevidamente, serão inexoravelmente colhidos, mas individualmente ainda nos resta oportunidades de crescimento, de reversão sobre a involução, onde cada um terá a oportunidade de redimir-se perante suas metas evolutivas e o Pai.
Muitos Daqueles que nos ajudaram, que nos incentivaram, que nos assistiram e nos instruíram, estão de volta.
Estão muito mais próximos do que imaginamos e só esperam nosso consentimento para manifestarem-se.

Não há tempo a perder.
O momento é de profunda atenção e coligação.
É preciso muito esforço e muito Trabalho.
Estamos num processo de queda vertiginosa, seja nas condições ambientais, materiais, de suprimentos e de sobrevivência.
As mudanças estão entrando num ritmo que não temos mais como acompanhar.

Enfim, vamos refletir e nos colocarmos aonde poderemos ser uteis.

Fiquem atentos!

Hilton    


Orgulho e vaidade. Isto pesa.

Pensamento dos dias 17 e 18 de janeiro de 2014.


"A mente orgulhosa busca justificar suas debilidades e fraquezas sem aceitá-las como algo a ser transformado."
Frei Luciano.

Pois bem, a maioria dos seres humanos, neste aspecto, é  refém da propria mente, pois o orgulho e a vaidade fazem parte da rotina de todos. 
Desta forma, o orgulho e a vaidade escondem nossas deficiências sobrepondo se aos limites que normalmente não procuramos expandir.
As religiões,  no geral, são bem enfáticas nestes aspectos,  pois todas elas encaram seus conceitos como os únicos verdadeiros. Com isto vivemos diversos cultos e doutrinas, onde a orgulho e é a vaidade não deixam que informações importantíssimas pudessem ser trocadas entre todos, para que todos se aprimorassem nos conceitos, que de tempos em tempos precisam ser renovados.
Desta forma, todas as doutrinas e religiões  acabam perdendo informações importantíssimas e atualizadas para adaptarem-se aos novos tempos.
Estamos vivendo tempos atípicos,  momentos especiais, situações inusitadas e as religiões continuam batendo nos mesmos critérios e conceitos das épocas faraônicas. 
Isto tem transformados  seus fiéis em indivíduos fora do tempo, ultrapassados,  desatualizados e submissos a critérios que hoje não fazem mais nenhum sentido.
Cada verdade descrita e ensinada vai se complementando na medida que as novas forças,  as novas energias e as novas Leis comecem a atuar.
Nenhuma verdade passa a ser uma mentira, pois transforma-se  em algo mais completo, mas abrangente, mais detalhada.
Espera-se  que a mente humana progrida e expanda-se e para isto a cultura também precisa ser atualizada e transformada. Como temos dito, a vida é  um eterno vir a ser, onde as mudanças  sempre serão contínuas e eternas.
Lembro-me de quantos conceitos e informações mudamos ao longo destes 26 anos do grupo HeF em Cristo, onde as confusões foram inevitáveis,  mas com boa vontade e abertura, fomos nós aprimorando, aceitando inicialmente,  pois em seguida vinham todas as confirmações. 
Isto provou que tivemos o arrojo e a coragem de encarar o novo, o inusitado e por diversas vezes  fomos colocados em  provas que avaliavam nossa fe, boa vontade e nossas convicções.
Nenhum de nós pode ter a pretensão de saber de tudo, mas a fé, a coragem e a boa vontade superam os obstáculos iniciais e na sequência passamos a ser altamente acompanhados em todas as nossas dificuldades.

Desta forma, quando superamos o orgulho e a vaidade, damos o grande passo para sermos conduzidos, atualizados e acatarmos o novo.

"Tudo que se manifesta segue um impulso inicial proveniente de uma fonte de inspiração."
Frei Luciano.

Pois bem, o pensamento confirma que tudo que se manifesta tem na sua origem a divindade e provém de uma fonte de inspiração. 
Mas, se falarmos assim, será que as guerras foram provenientes de uma fonte de inspiração? 
Sem dúvida que sim, mas todas elas tiveram o objetivo de corrigir rumos que a humanidade estava percorrendo, onde outras saídas seriam muito pior é bem mais duradouras que as de uma guerra.
Claro que o remédio pode ser mais amargo e ruim, na medida  em que nossos caminhos se tornem mais tortuosos e desviados do rumo inicial ,traçado e definido.
Pelo livre arbítrio,  temos a opção de escolher entre o certo é o errado. O certo gera uma sequência natural das Leis implantadas e o errado gera uma correção do rumo tomado, pois este conflita com as Leis implantadas e é  aí que vem a dor.
Tivemos na história da humanidade  sequências contínuas e constantes de guerras, inclusive duas mundiais, com amplas possibilidades de uma terceira, mas mesmo assim não aprendemos a nos respeitar,  a respeitar a vida de todos os seres vivos e nos organizarmos para vivermos em harmonia e respeito.

Tudo provém de uma fonte de inspiração.  Se deixarmos, como temos deixado que as forças involutivas nos conduzam, serão elas as nossas fontes de inspiração.  Por outro lado, se deixarmos que as forças do bem sejam nossas fontes de inspiração,  com certeza nossa vida será harmônica e tranquila.
Isto se aplica para um indivíduo,  para uma comunidade, para um país,  para um planeta.
No geral, a situação planetária é  muito ruim  e já ultrapassou a possibilidade de reversão,  portanto hoje nos deparamos com a correção do rumo tomado de forma contundente, conturbado onde as dores e o sofrimento serão intensos, infelizmente. 
Sabemos que nem todos merecem esta exposição ao sofrimento intenso,  portanto teremos opções de resgate e de retiradas ao longo do processo que já começou. 
Oportunamente, falaremos mais sobre este assunto,  se for de interesse de todos, pois não perderemos energias em cima de temas cujo interesse não seja real e verdadeiro.

Enfim, fiquem atentos!

Hilton