Pensamento
do dia, domingo, 28 de junho de 2015
"Segue
teu caminho sem desperdiçar energia com imaginações sobre o futuro."
Trigueirinho.
Pois
bem, eis outro tema que sempre nos tira o sono: o futuro.
Óbvio
que este futuro que nos tira o sono sempre se refere ao futuro no
individualismo, ou de si próprio.
Poucos
se atentam para o futuro coletivo, da humanidade, das gerações em crescimento,
como se estas coisas não fossem preocupantes.
Isto
acontece face a presença da energia do egoísmo, que tem preenchido quase a
totalidade do coração humano.
Eventos
comunitários, como os rituais religiosos, seja de que religião for, caíram em
desuso. Festas, sejam aniversários casamentos, etc. ou algumas vezes se tornam
obrigações, ou vamos para “aproveitar” e quem sabe criticar a forma que está
foi feita ou que está sendo realizada.
Pouquíssimas,
ou na maioria das vezes, nenhuma pessoa se disponibiliza a doar, ou se
concentrar para que o motivo real e verdadeiro destes eventos possam ser
atendidos.
Por
exemplo num culto religioso, onde a entrega e a oração coletiva deveria ser
para o bem de todos e não só da família ou de alguns amigos selecionados, num
casamento, para que a felicidade e o sucesso do casal aconteça, ao iniciarem
esta nova jornada, num aniversario, onde um novo ciclo inicia-se na vida do
aniversariante, num batizado, onde a permissão do batismo para evoluir, além do
pecado original, aconteça, enfim, é preciso analisarmos o motivo real e
verdadeiro de uma cerimônia para colaborar de forma bem intencionada, a fim de
que estas aconteçam, sem nos prendermos aos detalhes da cerimonia e dos
convidados.
No
entanto, somos assíduos observadores para criticar algo ou alguém que não nos
atenda, segundo nossos princípios, e não de quem as realiza.
Esta
postura por si só é amplamente egoísta, ressalta nosso ego e nossa infeliz
capacidade de criticar.
Estamos
falando disto pois isto tem uma relação muito estreita como a forma de vermos o
futuro.
Enquanto
não tivermos isenção no que participamos, com a neutralidade e as intenções
positivas, somos influenciados pelos mesmos defeitos que carregamos quando
pensamos em nosso futuro.
De
certa forma acabamos por ficar críticos com os outros e com nós mesmos,
pensando sempre nos aspectos negativos, ou em último caso, dando as costas para
algo que deveríamos, no presente, trabalhar positivamente.
O
pensamento é claro quanto ao aspecto de não desperdiçarmos energias com
imaginações sobre o futuro, mas trabalhar arduamente, na forma correta e
positiva no presente, é que criará a base adequada e positiva para enfrentarmos
corretamente o futuro.
Viver
bem no presente e não estamos falando de conforto e mordomias, mas de viver
alinhado com seus aspectos mais elevados, positivos e comunitários, dará a base
solida e firme para enfrentarmos o que quer que seja no futuro.
Muitos
vivem o presente em um estado de férias, ou em estado de escravidão servindo
avidamente aos seus desejos de ser, ter e poder. Pensam que ao acumularem, estarão
garantindo o estado de férias do futuro.
Num
final de ciclo, tudo pode mudar de repente.
De
repente poderemos estar sem nada, de repente tudo se desmorona, de repente
perdemos nossas bases financeiras e poupanças, de repente nos separamos de
muitos, de repente ficamos acuados, de repente forte pressões acontecem, de
repente meus conceitos materiais não servem, de repente minhas esperanças
desaparecem, enfim de repente tudo que acreditamos da vida material, pode
simplesmente não mais existir.
O
indivíduo que vem trabalhando e cultivando sua solidez espiritual, encontrará
Luz, verá Vida, será Intuído, saberá se Posicionar, estará Tranquilo, se
deixará ser Guiado, enfim quando algo foge das nossas possibilidades, Alguém
deverá assumir aquilo que não temos como resolver.
Isto
é uma questão de fé.
Por
isso que quando nos posicionamos corretamente ao longo da vida, a ampla
assistência que sempre nos acompanha, percebe que demos a permissão de agirem e
sentem que nosso coração está aberto, solicito, disponível para sermos o
instrumento da Vontade Divina.
Vamos
repensar como temos nos posicionado na vida.
·
Como
temos agido nas diversas situações em que somos colocados, positivos ou
negativos?
·
Qual
tem sido nosso grau de críticas?
·
Temos
nos disponibilizados?
·
Estamos
vivendo em férias?
·
De
que forma temos ido nos eventos, como convidado ou como colaboradores
positivos?
·
Temos
sido úteis?
·
Podemos
melhorar?
·
Temos
usado bem nosso tempo?
·
Temos
superado a preguiça e o ostracismo?
·
Temos
sido positivos?
·
Temos
levado a esperança?
·
Podemos
fazer algo mais?
·
O
medo e a vergonha tem nos dominado?
·
Temos
deixado de lado as oportunidades?
·
Somos
apegados ao que temos?
·
A
perda nos incomoda muito?
Enfim
vamos fazer uma análise sobre nosso posicionamento perante as várias
oportunidades que a vida, inteligentemente tem nos colocado, pois são estes
aspectos positivos que colocaremos na única “mala” que iremos poder levar na
desencarnação.