quarta-feira, 8 de julho de 2015

A santa desilusão.

Pensamento do dia 08 de julho de 2015.

Quando fordes tomados pela desilusão, agradecei e entregai-vos ao Supremo.
Trigueirinho.

Pois bem, a desilusão é dolorida, não é.
Ontem, providencialmente, falamos muito sobre isto na reunião. Poucos tiveram a oportunidade de ouvir as informações que nos foram fornecidas.
Esta afirmação de que a desilusão é dolorosa, procede pelo fato de que vivemos numa grande ilusão.
Esta ilusão nos reporta ao mundo material, a uma vida finita, ao conceito de fim, à morte, a uma paixão que não virou amor e assim por diante.
Especialmente no Brasil, os momentos atuais da nossa economia, tem retratado “às duras penas” a ilusão que fomos condicionados a viver nos últimos anos, do chamado “milagre” econômico social.
Não me reporto a política ou políticos, mas a situação atual, que vem se repetindo no mundo inteiro em todas as épocas.
A ilusão acontece porque permitimos que ela aconteça.
Não é preciso ser agressivo, violento ou coisas do gênero para não sermos iludidos. Isto se combate, pacificamente, com inteligência, conhecimento e sabedoria.
Por isso que os momentos atuais do planeta, onde nada está bem, espelha o que temos sido por “dentro e por fora”, ou em outras palavras, por termos trocado a oportunidade pela preguiça.
É fácil deixar-se ser conduzido, é fácil deixar-se ser iludido, mas é difícil lutarmos para obter conhecimento, sabedoria, informação, enfim saímos do lugar comum.
A maioria gosta de ser oportunista, aproveitar as “coisas feitas”, ou o famoso “copiar e colar”.
Não se iludir é usar a criatividade, a busca, a inteligência, o pensar e refletir, a procura continua e constante da própria existência. É uma superação dos medos e dos preconceitos.
Obviamente é para todos mas não é para aquele que se “aninham” na preguiça ou em cima da “coisa feita”.
A “coisa feita” é ilusória, extremamente mentirosa, mas nos dá um certo conforto momentâneo, pois logo transforma-se em sufoco.
O medo tem sido arduamente trabalhado em nosso coração. Somos tão medrosos, que temos medo do escuro, da morte, do silencio, do equilíbrio, da ausência de movimentos, do pensar corretamente e principalmente de DESCOBRIR.
Quando descubro algo fica inseguro, temeroso, ou muitas vezes apavorado, pois aprendi que alguém irá lidar com isto, menos eu.
Nesta vida ilusória que temos vivido, tudo tem sido providenciado no plano material, por estruturas que me dominam. Mesmo que não me dê nenhuma satisfação interna e externa, aceito, acato, mas mantenho meu “conforto”, pois acostumei-me com estas forças negativas que irão me dar o mínimo necessário para que continue me iludindo.
Culpo o estado, a sociedade, a infraestrutura, a religião, o governo, pois sempre me deixei levar pelos critérios do estado, da sociedade, da religião, do governo pois é mais fácil alguém pensar por mim e fazer por mim.
Nunca posso, estou sempre ocupado, tenho milhões de compromissos, enfim justifico sempre, a minha manutenção na insatisfação e na ilusão.

Nesta situação é difícil sair.
Somente um grande trauma, um romper das estruturas de apoios, a falta do essencial que poderá me fazer sair desta situação. Por isto que as crises são cíclicas, vão e vem, pois o Plano Maior percebe esta necessidade de rompermos com o comodismo.
A crise ocorre em grande escala, num governo, num país, como em pequena escala, numa empresa, numa comunidade, na família, ou isoladamente em alguém que a alma julgou ser oportuna, dando a chance para que o despertar acontecesse.

Teremos nos próximos momentos (sem relação com tempo do relógio), o rompimento total de todas as estruturas de apoios. Acordaremos sem que nada, absolutamente nada funcione. Isto será o derradeiro, a última oportunidade para que alguns se convençam da ilusão em que vivem e se voltem para seus assuntos internos e permita que a sabedoria os acesse.

Portanto, divinamente, a última oportunidade será dada, na esperança de que continuemos no processo evolutivo que inexoravelmente, temos de estar.

Para os que tiverem tempo, reflitam sobre isto.


Hilton

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Muita atenção a esta informação.

Pensamento do dia, domingo, 5 de julho de 2015

"Mesmo as melhores pessoas tendem a ignorar a sublimidade da vida e a prender-se à mesquinhez."
Trigueirinho.

Pois bem, é difícil tirarmos o foco das coisas materiais.
O dia a dia nos envolve de tal forma, que parece que se não dedicarmos, não 100%, mas 120% do nosso tempo e da nossa atenção, não sobreviveremos.
Pura ilusão.
Esta é mais uma ilusão que temos caído desde que surgimos aqui na Terra, há alguns milhões de anos atrás.
Esta ilusão, assim como muitas outras, tem sido o principal desafio para atingirmos nossa cota de evolução no mundo das formas.
Então porque não superamos esta ilusão?
Pelos medos, medo de perder as posses, medo de perder a vida, medo de não se dar bem, medo da dor, enfim uma imensa gama de medos nos mantem acorrentados a esta ilusão.
Nos esquecemos que a fé, no fundo é um “ato de superação”.
Quando você supera seus medos, nada o retém ou tem possibilidade de o reter, pois somos, por natureza divina e consequentemente material, soberano do nosso destino e da nossa evolução.
As forças involutivas, sabendo disto, usam o único artifício que podem nos atingir, nossos medos, criando as ilusões.
Portanto, uma pessoa retrograda, que se distancia dos aspectos que a leva a evoluir espiritualmente, que não acredita, que não aceita estes critérios de fé, que se mantem distante destas “esquisitices”, que não consegue superar seus preconceitos, que é craque em arrumar as desculpas para adiar o inevitável, nada mais é do que uma pessoa presa aos seus medos.
Claro que dificilmente ela irá admitir, sempre irá mascarar esta situação e postergará o que no fundo, bem fundo, ela sabe que é inevitável.
Estas pessoas tem a seu favor o tempo. Não sei bem se isto pode ser considerado a seu favor, pois adiar o inevitável não é uma decisão lógica e inteligente, mas a maioria tem feito isto.
Mas, cedem às forças involutivas, mantem e aumentam suas restrições, alimentam seus medos, retraem-se ou escondem-se com manifestações às vezes agressivas. Se sentem incomodadas e mascaram sentimentos que sabiamente às tem chamado para a razão da sua existência.
Como diz o pensamento, tornam-se mesquinhas, aprofundam-se no egoísmo, no ser, no ter e no poder e vivem desconfortavelmente nas “doces ilusões da materialidade”.

Mas, estamos num final de ciclo, num momento de decisão, num momento em que todos terão de optar em continuar ou retroceder.
Continuar exige coragem e não medo, exige que você desbrave de peito aberto e coração ao alto, seu desligamento de tudo aquilo que materialmente o tem prendido ao longo de milhares de encarnações, portanto, é um momento de decisão que talvez seja o mais importante desde a sua constituição divina, pois agora como alma individualizada, você decidirá sobre o continuísmo da vida espiritual e material sob outras circunstancias, ou retrocederá para certos momentos e reviverá novamente o que já foi vivido.

Não despreze este alerta, pois nova oportunidade virá, mas milhões de anos serão refeitos sob as mesmas circunstancias atuais.
Guardada as devidas proporções, podemos citar um exemplo, quando um anjo celestial anuncia a Maria o nascimento do Libertador, Jesus.
Maria com sua intensa fé, oferece-se ao maior sacrifico que uma mãe pode passar, a entrega de seu filho às dores do mundo.
De certa forma, podemos dizer que recebemos a “anunciação” da necessidade da superação dos medos e da entrega do que somos e do que conquistamos.

Teremos uma ajudazinha, pois como isto será compulsório, todos se submeterão a perder tudo o que materialmente foi conquistado, portanto, será a forma como iremos nos submeter ao que virá e que contará para: ou o continuísmo da evolução sob outras circunstâncias e Leis; ou a permanência no que conhecemos sob a regência das mesmas Leis (entre elas, o egoísmo e o livre arbítrio).

Vamos refletir.


Hilton

Tome a iniciativa.

Pensamento do dia 05 de julho de 2015.

"Incontáveis laços prendem o homem terrestre ao passado."
Trigueirinho.

Pois  bem, o homem terrestre é  muito  comprometido  com seu passado. 
Normalmente,  sente-se  tolhido e limitado na encarnação  presente pois não consegue se desvincular dos estigmas das encarnações passadas.
Deprime-se  com frequência,  magoa-se  com facilidade, recolhe-se  sempre quando se sente pressionado e é  induzido a pensar e raciocinar sempre nas alternativas negativas das suas escolhas livres  e compulsórias (carmicas).
Isto tem levado muitos cidadãos a  viverem com os efeitos destes sentimentos, como o pânico,  a depressão e a fuga,  alienando-se  da vida, como se isto fosse possível. 
Como dissemos em informações anteriores, sua alma está se manifestando  quanto à sua postura em relação ao seu potencial latente  e vivo dentro de você. Estas sensações ruins, são da sua alma gritando para você não agir assim.
Para livrar-se  disto é  preciso certas mudanças na vida, a começar por tornar se mais útil para  o meio em que  vive.
Seja proativo,  busque fazer algo que não o envolva nos resultados das tuas próprias ações.  Seja prestativo e oferta-se  em todas as oportunidades que puder. Supere a eterna preguiça e as desculpas usuais de que agora não posso, estou ocupado, não tenho tempo, há outros compromissos, pois não existe compromisso maior do que aquele que possa mudar a forma atual, em que voce vem vivendo mal ou suportando a vida.
Esquecendo-se  de si próprio, esquecerá  dos  problemas que o tem levado a estes estados depressivos, e tua alma sentindo que você retornou ao caminho evolutivo irá compensa-lo, generosamente, com padrões de energias  extremamente ricas e transformadoras, onde o próximo passo será teu alinhamento com teu destino  e tuas metas evolutivas.
Volta o equilibrio e teu metabolismo entra em sintonia na sinfonia do teu regente espiritual.
Daí em diante, tudo se encaixa, teus medos desaparecem, viverá o presente como se o passado e o futuro não existisse, portanto o que fizeres será sempre bem feito. 

Portanto, temos de quebrar  estes laços do passado com ações e pensamento positivos no presente. 
Estamos aprendendo, portanto o erro faz parte do aprendizado, mas limitar-se  para não errar é  algo muito mesquinho e egoísta. 
Mude, mas mude já. 
Não amanhã,  mude hoje, comece já a planejar e analisar as oportunidades que lhe são oferecidas.
Tome  a iniciativa.
Em pouco tempo a própria vida se incumbirá de lhe colocar em situações sobre este continuismo  e você irá e sentir a paz e a felicidade, independente das circunstâncias externas.

Os remédios serão trocados, da tarja preta para as ações produtivas,  sem tarja, onde a doação e o amor lhes dará os impulsos necessários. 
Serás outra pessoa, com Luz própria e um grande séquito de Ajudantes, se disponibilizarão para suprir tuas dificuldades. 

Enfim vamos refletir sobre isto.
As mudanças que queremos e desejamos, começam por iniciativas próprias,  depois serão alavancadas com forças e presenças que superam em muito, nossas capacidades.

Hilton.

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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Torne-se coerente.

Pensamento do dia 02 de julho de 2015.

Valorizai as oportunidades que vos estão sendo oferecidas.
Trigueirinho.

Pois bem, diariamente tido sido beneficiados com muitas informações que nos indica possibilidades reais, simples e possíveis de realizarmos.
Todas elas tem um cunho de serviço ao bem comum, ou ao próximo, pois esta é a única forma de evoluirmos num planeta de expiação como a Terra.
Alguns se dão conta, alguns absorvem e acham legal, alguns tentam colocar em pratica, alguns realizam, alguns não tem tempo, alguns não tem vontade, alguns sequer olham, enfim temos uma variedade de situações sobre as oportunidades oferecidas.

Infelizmente, fomos educados a valorizar o consumo, a concorrência, a disputa, o esforço, a luta em todos os sentidos e isto tem nos tomado todo o tempo disponível para nos dedicarmos a outras “coisas”.
Este erro tem sido fatal, tem sido eternizado ao longo dos séculos e das reencarnações, pois ilusoriamente, nos sentimos presos ao tempo, quando na realidade usamos muito mal o nosso tempo.
O consumo, a disputa, a concorrência, o esforço, a luta, toma todo o foco da nossa atenção e da nossa disponibilidade, inundando nossa mente e nossos pensamentos como sendo as únicas coisas que importam e que não podemos prescindir.
O pouco tempo que sobra temos nos dedicado ao “lazer”, aliás muito pobre por sinal, ao não fazer nada ou quando muito à família, como se o resto do mundo não existisse.
Assim a vida vai passando, as oportunidades de evoluir também e no final da vida, na última aspiração e inspiração, somos levados a uma avaliação daquela reencarnação, onde nos decepcionamos profundamente com nós mesmos.
Nesta avaliação, nos será mostrada com excelente nitidez e clareza, todas as oportunidades perdidas e todos os erros cometidos. Isto não tem cunho punitivo, mas esclarecedor para que na próxima, possamos agir de modo diferente, sendo mais proativo nos aspectos importantes do continuísmo da vida eterna.

Creio que esta informação não vai fazer grande diferença e pouca coisa ou nenhuma irá mudar, mas esta tecla tem de ser tocada continuamente, segundo Maria, pois para alguns, poucos ainda, isto as tem despertado e certas mudanças tem acontecido.
Um indivíduo convicto das suas metas evolutivas, mesmo sem saber quais são, sempre encontra disponibilidade, cria seu tempo e administra de forma mais adequada a que, a quem e como, deverá se dedicar.
De certa forma, torna-se senhor do seu tempo, atrai muito impulso elevado e um certo respeito o rodeia sobre aquilo que faz, pois alinhado a metas e objetivos necessários, é destacado para várias Tarefas possíveis de realiza-Las.
Nunca estará sozinho e entregue às mazelas da vida desregrada que a maioria leva. Poderá fazê-lo, se quiser, mas alertas contínuos acontecem e sua possibilidade de voltar à razão é muito grande.
Será sempre amparado, sua alma se aproxima, sua personalidade se recolhe, a lucidez o assiste, torna-se tranquilo, deixa de ser apressado, pouco se abala e deixa de se preocupar com o futuro.
Torna-se coerente, mas esta coerência é diferente, pois serão outros valores, bem acima da média considerada, ou seja somente nas posses materiais, para amparar-se.
Nunca se sentirá sozinho, por maior que seja a solidão à sua volta.
Olhará a todos e verá em todos os aspectos positivos e elevados, mesmo que estes estejam adormecidos ou travados por descargas emocionais de puro desequilíbrio.
Torna-se tolerante, mas não bobo, pois irá respeitar a todos, mas não gastará energia útil e elevada em quem não tem nenhuma vontade de mudar. Aliás isto é respeitoso à Lei do Livre Arbítrio.
Torna-se foco de muita Luz, pois a Luz é independente e procura indivíduos afim de porta-La para ser distribuída. Pode se considerar iluminado, mas a Luz nunca será dele, pois a todos pertence e a todos deverá ser dirigida.
Podemos dizer que são seres espelhos, recebem a Luz e a refletem. Esta Luz que recebem vem com alto poder de concentração e a Luz que refletem é dosada para que na média, todos possam recebe-La. Sem esta Luz, simplesmente enlouqueceríamos. A raça humana inteira ficaria enlouquecida e sem controle, pois não temos capacidade de suportar as energias negativas que aqui circulam.
Portanto, tais indivíduos foram e são essências para a continuidade da vida em todas as épocas até o final deste ciclo.

Quem pode ser um deles?
Quem quiser. É facultativo e as exigências são as mesmas para um indivíduo equilibrado.
Parece simples, e é, mas poucos conseguem pois a persistência neste caminho equilibrado descarta a maioria dos candidatos. A maioria retrocede e volta ao “comodismo” da vida comum, mesmo sabendo que isto às levará a uma encarnação desastrosa.

É preciso ter fé. Frase tão simples, mas tão difícil de pratica-la, pois não há persistência. Vivamos em eterna oscilação, ora, focados e na maioria das vezes desfocados, vendo a ilusão como realidade e a realidade como ilusão.

Reveja sempre sua posição em relação a isto, em relação a seus objetivos elevados, em relação ao continuísmo da vida, enfim, “valorizai as oportunidades que lhe estão sendo oferecidas”.

 Hilton

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Somos muito impulsivos, ao passo que deveríamos ser somente impulsionados.

Pensamento do dia, terça-feira, 30 de junho de 2015

"A paz existe e pode ser vivida em todos os níveis do ser."
Trigueirinho.

Uma outra forma de ver o mesmo tema de ontem:

Pois bem, como obter esta tal de paz?
A paz em questão é interna, acontece dentro de você, a sensação é muito boa, de amplitude, de satisfação, da coisa feita.
Em geral você acaba vibrando por algumas horas, ou alguns dias, dependendo da sua manifestação em Servir.
Quem experimenta, quer mais, pois neste caos que tentamos subsistir, momentos como este são joias preciosíssimas.
Esta vibração atinge todo o teu ser, dos pés à cabeça, pois uma energia que gera paz é forte, dominante, espalha-se e dá prazer.
Você fica com aquela gostosa sensação de dever cumprido, de meta alcançada, pode-se dizer que você se ilumina.

Ontem, na nossa reunião semanal, falamos sobre isto, inclusive. Coincidência?
Não, pois previa-se que o tema a ser abordado deveria ser este, por nossos fieis Instrutores e Colaboradores.

De forma geral, esta paz está disponível todos os dias.
Quando você fica imbuído e motivado em senti-la, basta simplesmente colocar-se à disposição. É simples assim.
Daí em diante, a Vida, inteligentemente, analisa sua real e verdadeira intenção de Servir e lhe coloca à frente inúmeras possibilidades de exercermos nossa verdadeira  cidadania.
É descomplicado, mas exige de você algo que temos apelado constantemente: observe.
Observe as pessoas, as situações, os envolvimentos, sempre de forma neutra e então, oferte-se internamente.
Dentro das possibilidades, algo irá acontecer que dará a oportunidade de fazermos alguma coisa a respeito. Não force nenhuma situação, pois a interferência, mesmo que bem intencionada continua sendo uma interferência e portanto não é positivo.
Atitudes simples de ajudar alguém, de vibrar por alguém ou por um grupo, de disponibilizar-se, dará o start para que de alguma forma possamos colaborar.

Citamos, ontem como exemplo, em nossa reunião, a missa que fui neste domingo, no batizado de uma criança.
O padre, bem intencionado inicia um sermão confuso, as crianças agitadas, a plateia inquieta.
Observei e vibrei focando, com o olhar fixo no padre. Orei, simplesmente.
O sermão começou ruim, mas terminou bem e a igreja ficou mais silenciosa.
Poderia sair daquela missa criticando o padre, a sua missa, o seu sermão e provavelmente incluindo a doutrina católica como uma doutrina que não atende mais.

Outro dia estava no Metro e desci na estação Clinicas. Muita gente desceu e uma senhora, ao lado da escada rolante, encontrava-se parada. Passou todo mundo, apressados, focados em seus problemas e obrigações ou teclando as merrequinhas, provavelmente viam a senhora como um estorvo pois tinham de se desviar alguns centímetros. A senhora nem foi notada. Observei e após a leva de gente ter circulado, aproximei-me e perguntei se ela precisava de ajuda. Simplesmente queria um braço amigo para subir a escada rolante, pois tinha medo de sentir tontura.

Se você não observa com neutralidade e se foca numa atitude de Servir, tudo acontece e você não percebe. Não estou falando que ali passou somente pessoas mal intencionadas, pelo contrário, devem ter passado muitas pessoas boas e de coração aberto, mas como continuamos completamente absorvidos em nossos problemas pessoais, familiares, profissionais, etc., ou então hipnotizados pelo facebook e outras porcarias para expor nossa vida, não atentamos para as necessidades que aparecem na ponta do nosso nariz. ISTO VEM NOS CONSUMINDO DIARIAMENTE.
Estou aqui citando as minhas experiências, pois é mais fácil para mim comentar com vocês o que tenho me esforçado em fazer.

Neste espaço de tempo em que me foquei para o meio ambiente que me encontrava, esqueci meus problemas, minhas obrigações, meus sufocos, e pude relaxar, apreciar, aquietar-me por alguns momentos preciosos do meu dia.
Na maioria das vezes, quando você se disponibiliza, seu ato de Servir acontece continuamente e você nem percebe. Aliás, são nestes momentos que você não percebe que  está em Serviço. Ele se torna mais eficiente e mais produtivo, pois nossa mente fustigada e desgastada pela personalidade e pelo ego, adora interferir constantemente.

Somos muito impulsivos, ao passo que deveríamos ser somente impulsionados.  
Seremos impulsionados quando algo de pratico torna-se necessário e será eficiente, mas para isto exige certo discernimento que poucos tem.

Enfim vejam que atitudes simples, tranquilas e na maioria das vezes imperceptíveis podem acontecer tornando nosso dia, um dia rico, produtivo, eficiente, onde aquelas sensações descritas irão acontecer.

Reveja sua postura em todos os ambientes que estiver. Muitas vezes num escritório, com colegas de escola, numa reunião, a sua simples vibração positiva para alguém que esteja com certa dificuldade poderá fazer a diferença.
Uma pessoa agressiva é uma pessoa muito carente, muito solitária, permanentemente acuada. Precisa de ajuda, de amor, de vibração positiva e desta forma estaremos dando a chance dela voltar ao seu normal, a superar esta carência e solidão.
Uma pessoa tímida também é solitária, mas porque não sabe expressar seu amor. Se a amarmos, se a acolhermos, possivelmente ela poderá superar suas dificuldades e sua timidez.

Temos de lembrar que muitos de nós devem ter vindo de encarnações difíceis, amargas, bem pesadas, onde as condicionantes cármicas tenham sido bastante severas, portanto a encarnação atual ainda reflete o que ocorreu na anterior, tornando a pessoa mais difícil, retraída, carente e solitária.
Se fomos colocada na vida com estas pessoas, é nosso dever e obrigação dar as oportunidades para que elas se recuperem e mudem o que tem de mudar. Jamais devemos desistir de alguém. Imaginem se Deus desistisse da gente.

Vamos refletir sobre isto. Façam algumas experiências dentro de casa, na rua, no escritório, enfim nos ambiente das quais participamos, pois nada, absolutamente nada acontece por acaso.

Hilton


terça-feira, 30 de junho de 2015

A paz existe e sua conquista é mais simples do que imaginamos.

Pensamento do dia 30 de junho de 2015

A paz existe e pode ser vivida em todos os níveis do ser.
Trigueirinho.

Comentários:

Conforme indicação, faremos nossa próxima Vigília em Oração, no dia 08 de agosto de 2015. Será num sábado, dia propicio para reservamos e nos dedicarmos às necessidades da raça humana e dos reinos.
Desde 08/08/1988, a Terra entrou numa fase cíclica muito especial, onde decisões anuais do Plano Divino são tomadas em relação a ela e seus reinos. Seres externos ao planeta tomam as providencias necessárias para que se cumpra o que foi determinado.
Excepcionalmente, Maria e Jesus na Sagrada Família, tem conseguido postergar certos eventos de grande magnitude, na esperança de que muitos indecisos possam autoconvocar-se para o novo ciclo terrestre.
Portanto, o dia selecionado é excepcionalmente oportuno, uma virada do ciclo terrestre anual, para nos doarmos à necessidade de tantos.
Oportunamente, seremos instruídos sobre como e o que faremos.

Pensamento:

Pois bem, a paz é um estado de ser. Não depende de fatores externos, não depende de condições externas, não depende de situações externas.
Ocorre quando o indivíduo se alinhou com sua alma e com seus aspectos evolutivos.
Ocorre quando está em equilíbrio interno e isto não tem nada a ver com fatores externos, condições materiais, ou situações externas normais ou excepcionais.
Então porque é tão difícil conseguir esta paz?
Simplesmente porque só sabemos viver as condições externas e materiais da vida.
A maioria não reconhece sua origem divina, sua espiritualidade, sua sequência em vidas futuras e suas experiências em vidas passadas.
Vivemos um presente meio burro, pois limitamos nossa inteligência e nosso raciocínio aos anos de vida material, calculando uma provável data de falecimento e a partir daí, “montando” nossa vida neste intervalo dos anos calculados.
Nasci, cresci, procriarei ou não, conquistei ou pretendo conquistar cargos, salários, fortunas, bens, família, amigos, diversões e só. Paramos por aí, deixando de conhecer a verdadeira riqueza que a vida material pode nos oferecer para nos abrirmos e conhecermos a vida verdadeira, aquela que é eterna, que não teve princípio e não terá fim.
Temos tratado a vida espiritual como “algo excepcional”, quando na realidade deveríamos trata-la como algo corriqueiro e aí sim a vida material como “algo excepcional”, uma vez que estas nunca se repetem da mesma forma, pois além de possuírem muitos limitadores, são curtas demais.  

Portanto, fazemos o inverso.
Trabalhamos no que é passageiro e perecível, deixando de lado o que é eterno, complementar e nunca termina.
Na vida material, já fomos religiosos, bandidos, assassinos, aristocratas, magnatas, pobres, paupérrimos, matamos muitas vezes e fomos mortos muitas vezes. Usamos demais a crueldade assim como a bondade.
Sim, mudamos e crescemos com tudo isto, aprendemos a conhecer o bem e o mau, geramos carmas intensamente negativos como carmas intensamente positivos, mas de fato, pouco assimilamos, pois nos concentramos somente nos aspectos materiais da vida (em todas elas).
Este laboratório terrestre fracassou.
Somos parte de um conjunto de experiências, no livre arbítrio, fracassada.
Não tivemos força e vontade suficiente para percebemos o lado imaterial e eterno da vida real.
Hoje temos padecido om isto, portanto, para muitos deverá acontecer um novo recomeço.

Não preciso fazer parte desta “leva” do recomeço, pois posso despertar da vida ilusória que levo e começar a prestar atenção na realidade da vida infinita.
Precisarei trocar certos valores, certos conceitos, arriscar, ser muito corajoso, divergente da atual situação, mas isto tudo não precisa se expressar no meio material.
Será somente mudanças de pequenas atitudes, de conceitos, de quebra de preconceitos, onde olharei o céu e verei vida, mundos, criação divina, magnitude, grandeza, pois em algum lugar existe um Deus que planejou tudo isto, inclusive eu, e me fez parte da sua criação.
Quando começo a pensar desta forma, mudanças e transformações importantes começam a ocorrer.
Para aquilo que dava tanta importância, pode perder o significado. Para aquilo que muito preocupava, consigo ver que a sinfonia da vida irá conduzir com inteligência e critérios que ainda não posso assimilar, mas aceito.
Enfim transformações começam a acontecer e uma amplitude muito grande começa a tomar conta de tudo que nos rodeia, até que chega um momento em que nada mais nos assustará e coisas que eram fenomenais (fenômenos) tornam-se parte da nossa vida.
Neste momento, relances de paz e de harmonia começam a acontecer e intercalar nossas aflições. Grande alivio acontece.
Daí em diante, pouca coisa nos assustará e se assustar será momentâneo, pois serão tantas as novidades que nosso cérebro ainda é muito lento para acompanhar.

Vamos ter coragem e mudar a nossa vida. Vamos nos arriscar neste campo mais sutil, mais subjetivo, aprender a ver a Luz em tudo que acontece, mas vamos participar também, pois a vivencia nos tornará um cidadão do Universo.


Hilton

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Como enfrentar o futuro? Depende da tua postura atual.

Pensamento do dia, domingo, 28 de junho de 2015

"Segue teu caminho sem desperdiçar energia com imaginações sobre o futuro."
Trigueirinho.

Pois bem, eis outro tema que sempre nos tira o sono: o futuro.
Óbvio que este futuro que nos tira o sono sempre se refere ao futuro no individualismo, ou de si próprio.
Poucos se atentam para o futuro coletivo, da humanidade, das gerações em crescimento, como se estas coisas não fossem preocupantes.
Isto acontece face a presença da energia do egoísmo, que tem preenchido quase a totalidade do coração humano.

Eventos comunitários, como os rituais religiosos, seja de que religião for, caíram em desuso. Festas, sejam aniversários casamentos, etc. ou algumas vezes se tornam obrigações, ou vamos para “aproveitar” e quem sabe criticar a forma que está foi feita ou que está sendo realizada.
Pouquíssimas, ou na maioria das vezes, nenhuma pessoa se disponibiliza a doar, ou se concentrar para que o motivo real e verdadeiro destes eventos possam ser atendidos.
Por exemplo num culto religioso, onde a entrega e a oração coletiva deveria ser para o bem de todos e não só da família ou de alguns amigos selecionados, num casamento, para que a felicidade e o sucesso do casal aconteça, ao iniciarem esta nova jornada, num aniversario, onde um novo ciclo inicia-se na vida do aniversariante, num batizado, onde a permissão do batismo para evoluir, além do pecado original, aconteça, enfim, é preciso analisarmos o motivo real e verdadeiro de uma cerimônia para colaborar de forma bem intencionada, a fim de que estas aconteçam, sem nos prendermos aos detalhes da cerimonia e dos convidados.
No entanto, somos assíduos observadores para criticar algo ou alguém que não nos atenda, segundo nossos princípios, e não de quem as realiza.
Esta postura por si só é amplamente egoísta, ressalta nosso ego e nossa infeliz capacidade de criticar.

Estamos falando disto pois isto tem uma relação muito estreita como a forma de vermos o futuro.
Enquanto não tivermos isenção no que participamos, com a neutralidade e as intenções positivas, somos influenciados pelos mesmos defeitos que carregamos quando pensamos em nosso futuro.
De certa forma acabamos por ficar críticos com os outros e com nós mesmos, pensando sempre nos aspectos negativos, ou em último caso, dando as costas para algo que deveríamos, no presente, trabalhar positivamente.   

O pensamento é claro quanto ao aspecto de não desperdiçarmos energias com imaginações sobre o futuro, mas trabalhar arduamente, na forma correta e positiva no presente, é que criará a base adequada e positiva para enfrentarmos corretamente o futuro.
Viver bem no presente e não estamos falando de conforto e mordomias, mas de viver alinhado com seus aspectos mais elevados, positivos e comunitários, dará a base solida e firme para enfrentarmos o que quer que seja no futuro.

Muitos vivem o presente em um estado de férias, ou em estado de escravidão servindo avidamente aos seus desejos de ser, ter e poder. Pensam que ao acumularem, estarão garantindo o estado de férias do futuro.
Num final de ciclo, tudo pode mudar de repente.
De repente poderemos estar sem nada, de repente tudo se desmorona, de repente perdemos nossas bases financeiras e poupanças, de repente nos separamos de muitos, de repente ficamos acuados, de repente forte pressões acontecem, de repente meus conceitos materiais não servem, de repente minhas esperanças desaparecem, enfim de repente tudo que acreditamos da vida material, pode simplesmente não mais existir.
O indivíduo que vem trabalhando e cultivando sua solidez espiritual, encontrará Luz, verá Vida, será Intuído, saberá se Posicionar, estará Tranquilo, se deixará ser Guiado, enfim quando algo foge das nossas possibilidades, Alguém deverá assumir aquilo que não temos como resolver.
Isto é uma questão de fé.

Por isso que quando nos posicionamos corretamente ao longo da vida, a ampla assistência que sempre nos acompanha, percebe que demos a permissão de agirem e sentem que nosso coração está aberto, solicito, disponível para sermos o instrumento da Vontade Divina.

Vamos repensar como temos nos posicionado na vida.
·         Como temos agido nas diversas situações em que somos colocados, positivos ou negativos?
·         Qual tem sido nosso grau de críticas?
·         Temos nos disponibilizados?
·         Estamos vivendo em férias?
·         De que forma temos ido nos eventos, como convidado ou como colaboradores positivos?
·         Temos sido úteis?
·         Podemos melhorar?
·         Temos usado bem nosso tempo?
·         Temos superado a preguiça e o ostracismo?
·         Temos sido positivos?
·         Temos levado a esperança?
·         Podemos fazer algo mais?
·         O medo e a vergonha tem nos dominado?
·         Temos deixado de lado as oportunidades?
·         Somos apegados ao que temos?
·         A perda nos incomoda muito?

Enfim vamos fazer uma análise sobre nosso posicionamento perante as várias oportunidades que a vida, inteligentemente tem nos colocado, pois são estes aspectos positivos que colocaremos na única “mala” que iremos poder levar na desencarnação.


Hilton

sábado, 27 de junho de 2015

A quem devo me submeter?

Pensamento do dia, sábado, 27 de junho de 2015

"Viver uma lei superior é ser expressão dela."
Trigueirinho.

Pois bem, na vida material somos obrigados a viver dentro das leis, sejam elas sensatas ou insanas, arbitrarias, partidárias, tendenciosas, licitas, ilícitas, confusas, justas, injustas, enfim não importa suas finalidades e objetivos, nem sempre corretos ou justos, mas se nos desviarmos somos punidos (nem todos, também).
As Leis superiores foram definidas dentro de critérios que condensam a evolução de uma raça inteira, de um planeta, de um sistema solar, de uma galáxia, de um universo.
Se aplica a tudo e a todos e os princípios básicos são os evolutivos.
Elas não são punitivas, mas exerce em nós a real necessidade de nos alinharmos a Elas, pois são provenientes de Consciências muito evoluídas e que já caminharam por todo o Universo material, portanto, com larga experiência que foram conquistando ao longo das suas vivencias.
Tem por base na sua estrutura a Lei do Amor.
Podemos desobedece-las? Sim, na fase atual do Livre Arbítrio, normalmente nos desenquadramos das Leis superiores, pois ainda matamos, roubamos, mentimos, etc..
Existe punição? Não.
Tais Leis não punem pois este conceito de punição existe somente na raça humana da Terra, ainda incipiente para adotar outras medidas mais evolutivas e eficazes.
Basicamente quando nos desenquadramos de uma Lei superior, cairemos na roda das repetições até às compreendermos em sua plenitude.
Uma Lei superior contém verdades e com amor nos ampara para não nos perdemos em quedas permanentes.
Por exemplo, um dia deixaremos de matar, seja um semelhante ou um indivíduo de outro reino (animal, por exemplo), mas até lá iremos repetir vidas e situações até compreendermos o que é uma Lei superior.
Em cada vida oportunidades vão surgindo para que possamos ampliar nossa inteligência e nosso nível de consciência para compreendermos porque não se deve matar, por exemplo. E assim, sucessivamente, iremos nos aprofundando no conteúdo de uma Lei superior.

Este tem sido o método que a maioria se utiliza: do erro e da repetição.

Não somos obrigados a isto, pois com discernimento e inteligência podemos compreende-Las e aplica-las corretamente.
A boa intenção é uma energia muito poderosa que nos trará fontes de energias esclarecedoras, ativando células no nosso organismo para que este estado de compreensão possa ser ampliado ao máximo em cada encarnação, trazendo a devida lucidez para percebemos uma Lei superior e nos submetermos a Ela, de forma espontânea e com absoluta liberdade.
Esta forma de aprendizado é o mais veloz, o mais econômico,  o mais coerente e nos coloca num ritmo evolutivo com a plena sintonia do pulsar universal.
Quando você se alinha com uma Lei superior, você se satisfaz, sente o acolhimento, percebe seu envolvimento com forças e energias superiores, tudo flui, certas barreiras se desarmam, pois a base destas Leis é o amor.
Teus sustos e teus medos diminuem sensivelmente, pois você se sentirá protegido e acolhido. Entra numa nova cadencia, num novo ritmo, despreocupa-se com você, sua atenção se expande, você se liberta das tuas mágoas, dos teus temores, da tua mesquinhez, da tua ganancia, pensará grande, além da atmosfera planetária, pois torna-se um “contatado”.
Cumprirá teus carmas sem os pesos que hoje temos carregado para cumpri-los e poderá transformá-los em atitudes úteis ao meio que vivemos.
Simplesmente é um outra sinfonia na tua vida com a regência de um maestro que é Pai, que tudo sabe e que sempre irá escolher o que de melhor você poderá assimilar.

Isto é muito simples e muito fácil de fazer, o difícil e doloroso será quebrarmos a forma errada que hoje temos vivido.

Vamos refletir, vamos reformular, vamos ter a coragem de reconhecer a que e a quem devemos nos submeter, pois uma Lei superior, também não irá desrespeitar uma lei humana, pois sempre haverá tolerância e compreensão do maior para com o menor.

 Hilton


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Como será seu futuro?

Pensamento do dia, sexta-feira, 26 de junho de 2015

"Hás de confirmar a tua entrega passo a passo."
Trigueirinho.

Pois bem, entrega, algo que todos temem em fazer.
O medo da entrega tem sido surpreendente. Não sabemos entregar.
Sabemos conquistar, nem sempre de forma lícita, sabemos possuir, sabemos guardar, muitas vezes de forma absurdamente excessiva, mas entregar é algo ainda doloroso para muitos.
Quaisquer que sejam os objetos, os sentimentos, ou de forma geral o desapego a ser feito, aí o bicho pega.

Mesmo sabendo que um dia iremos morrer, na hora da morte, a luta e o apego ao corpo físico é algo descomunal. Porque?
Pela farta e abundante ignorância sobre a Vida, sobre seu continuísmo, sobre o conjunto de corpos que possuímos, sobre os conceitos da evolução, sobre a pluralidade dos mundos e dos seres vivos, sobre os níveis de consciência, enfim sobre a espiritualidade em geral.
Enquanto não lutarmos arduamente para sairmos desta ignorância, continuaremos com grandes dificuldades para a entrega e o desapego.

No geral, estes desapegos e as entregas que temos feito, são compulsórias, ou seja, nos vemos sempre em situações que não resta outra opção. Ou entrega e desapega, ou entrega e sofre. Sempre incomoda.

No entanto, há certas pessoas que vem preparadas para isto. São pessoas de um nível de consciência um pouco mais elevado, que encarnam preparadas para que em algum momento possam ceder o corpo em vida para outra alma, liberando importante Tarefa a ser cumprida em prol da humanidade.
Então, uma alma nova, superior, muito consciente do que irá fazer e assumir, reencarna naquele corpo em vida, para realizar o que for preciso.
Esta passagem é tranquila, ocorre em uma noite, não há sobressaltos ou interferências e a nova alma, além da Tarefa que irá realizar, assume as condicionantes cármicas daquele ser que cedeu seu corpo.
Esta é uma prova incrível e fantástica, pois o nível de desapego chegou ao seu grau mais elevado aqui na Terra, ou seja, a entrega do corpo vivo encarnado.
Portanto, temos entre nós, almas muito elevadas, capacitadas e evoluídas, que discretamente irão Trabalhar no que for definido pelo Plano Maior.
Da mesma forma, isto ocorre com Seres de outros mundos que podem assumir postos chaves para que o processo cíclico da Terra ocorra sem grandes interferências da ignorância humana. Aliás isto vem ocorrendo em momentos críticos como aqueles em que a humanidade se viu às voltas com uma guerra nuclear.

Em todas as circunstância, não haverá nenhuma interferência no destino definido para aqueles corpos transmutados.
Este tipo de sacrifício vem ocorrendo em todas as eras do planeta, pois em todos os momentos, tivemos a necessidade de que vibrações elevadas e consciências lúcidas pudessem agir corretamente no processo evolutivo do planeta e de seus reinos.

Um dos exemplos mais clássicos, foi a cessão do corpo fisico, mental e espiritual entre Jesus e Jesus o Cristo Cósmico.

O momento atual é ímpar, pois temos entre nós, um número bem razoável de almas reincorporadas para a transição planetária, numa fase já considerada de emergência.
O Plano se utiliza até os “últimos minutos” para que respostas positivas acontecem pela humanidade, antes de tais providencias, mas infelizmente, nossa omissão tem sido gigantesca, pois o egoísmo ainda domina a maioria dos corações humanos.

A entrega é absolutamente necessária na evolução da vida em todos seus aspectos, pois você precisa entregar o que não mais lhe condiz com o novo momento evolutivo que virá. Primeiro entregamos, depois recebemos e pulamos de nível mental.
No entanto, a luta da humanidade tem sido exatamente o contrário, pois ser, ter, possuir e acumular é o que tem acontecido, portanto, pouquíssimos percebem a necessidade da expansão da sua mente e da sua consciência.

Não é à toa que a situação dos países, em sua maioria, tem caminhado para ao default, para a quebra, para as privações, pois de alguma forma, temos de entregar e de parar de acumular.
Se não for por bem, será compulsório.
Crise financeira, crise política, crise em geral, sim isto é real, mas decorrente do egoísmo que impera no coração de todos, onde compulsoriamente você terá de mudar.
Quanto mais alto for o grau de importância, no plano material e egoísta, maior será sua queda, portanto, países dominantes, ricos e excessivamente ricos, ciclicamente entrarão em queda e tudo será muito acentuado. O nível de queda será proporcional ao que eles deixaram de fazer pelo planeta e seus reinos ou pelo que eles fizeram de errado com o planeta e seus reinos (incluindo o hominal) (a historia da humanidade é repleta de exemplos).
Assim vale para todas as Instituições e Países ou para um único ser humano.

Portanto, repense sobre como você vem se posicionado sobre isto, pois em decorrência deste seu posicionamento você poderá deduzir se seu futuro será de dor ou de libertação.

Hilton





quinta-feira, 25 de junho de 2015

Fé: primeiro crer para depois compreender!

Pensamento do dia 25 de junho de 2015.

A fé será sempre a tua estrela, lembra-te disso.
Trigueirinho.

Pois bem, porque?
Como temos dito, temos limitações mentais muito acima das que deveríamos ter, na etapa atual, portanto, nosso poder de dedução, de compreensão e de bom senso, ainda está muito aquém do que deveríamos ter para tomar decisões com lucidez.
A fé é um instrumento dos sentimentos, eterna, pois sempre precisaremos primeiro crer para depois compreender certas etapas de todas as vidas que estamos vivendo e viveremos, mas excepcionalmente nesta fase planetária, nossas barreiras são incrivelmente poderosas por termos estacionado em cima de conceitos e preconceitos que já deveriam ter sido superados.

Desta forma, aceitarmos as ajudas externas ao Planeta torna-se fundamental, face às nossas incapacidades mentais e evolutivas.
Tais ajudas tem crescido substancialmente, mas de forma discreta, invisível e silenciosa, tem mantido a vida na superfície terrestre, através de providencias diárias e continuas.
Os oceanos, em especial o Pacifico, deveria ser um oceano morto, com pouquíssima vida sob suas águas, o Mediterrâneo estaria sob mantos poluídos que a  simples navegação poderia nos matar devido a gases venenosos que seriam exalados, o Atlântico, em situações bem parecidas teria o aparecimento de micro organismos que em contato conosco poderia gerar uma gama de canceres sem controle.
Nosso ar, continua respirável mas não é sadio, mas tem mantido certos aspectos em que vida de forma geral ainda consegue extrair os gases necessários para sua sobrevivência.
Estamos sobrevivendo na Natureza graças a ação de naves imensas que sobrevoam e mergulham continuamente, mantendo a situação das águas e do ar em níveis toleráveis.
Uma energia em especial chamada Ono Zone, vem contribuindo para que os poluentes possam ser transmutados ou transformados, amenizando a gravidade da situação no planeta.
O homem continua poluindo e contribuindo para que a cada dia esta emissão de poluentes aumente consideravelmente.
É uma luta insana, por um lado a raça humana poluindo irresponsavelmente e por outro lado, a vida planetária sendo sustentado por aqueles que se o víssemos com clareza, seriam rejeitados e combatidos.

Tem sido a fé de alguns poucos, de pessoas conscientes e lúcidas que tem feito com que “eles” se mantenham entre nós, vários cidadãos de outras civilizações extraterrestres, que simplesmente poderiam nos deixar à própria sorte, mas todos eles imbuídos do amor universal, consideram de fato o conceito da “irmandade e do acolhimento”.

Claro, se olharmos para o céu, poucos verão, se mergulhamos, poucos perceberão, pois nossas preocupações tem sido com os lucros, a concorrência, a luta de um para se sobrepor ao outro.
Os acordos antipoluição, os marcos regulatórios e outros papeis inúteis que são assinados, numa clara demonstração das mentiras e da absoluta falta de interesse na sobrevivência humana, pois de pratico nada acontece, mantem o envenenamento diário do local que habitamos.

É preciso receber estas “estruturas externas” com amor, com carinho, com gratidão, pois sem elas seriamos um planeta morto, criando situações complexas para o nosso sistema solar. Dificilmente alguém consegue mensurar nossas responsabilidades fora daqui, pois nem aqui somos responsáveis.

Vamos “coloca-los” em nossas orações, agradecendo e de alguma forma nos oferecendo para o que vem sendo feito. Provavelmente será muito pouco, mas somente esta demonstração de gratidão será uma alento para este imenso esforço que vem sendo feito para sobrevivermos.

Nossa próxima Vigília em Oração será dedicado a estes Trabalhos enormes, por estes seres humanos de outros orbes planetários, que resolveram atender os apelos de Jesus, de José e de Maria, a Família Sagrada, para amparar a raça humana da Terra, nestes momentos de urgência e de emergência.

Que assim seja.

Hilton