quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Temos que viver aqui sem ser daqui.

PENSAMENTO DO DIA 16 DE SETEMBRO DE 2015.

Todos somos o que somos porque o Criador de tudo nos fez assim.
Dorothy Maclean.


Pois bem, “somos o que somos porque o Criador de tudo nos fez assim”, ou seja, somos compostos de tudo que existe nos universos, os materiais e os imateriais.
Somos uma síntese, uma fusão, um aglomerado de tudo, portanto, temos tudo intrinsecamente, em nós.
Obviamente usamos e estamos usando aquilo que condiz com o nível evolutivo atual, o nível de consciência alcançado, o planeta que habitamos e as energias que suportamos.
Qual a diferença entre nós e um Cristo Cósmico?
Nenhuma.
Exceto que um Cristo Cósmico exerce uma imensa capacidade que nós ainda não temos a menor possibilidade de usar.
O processo evolutivo é isto.
De certa forma é descobrirmos nossas capacidades, nossa universalidade, nosso potencial infinito. O retorno à morada do Pai será o momento em que estaremos plenos de tudo isto.
Hoje estamos no caminho, mas se olharmos para trás, demos passos incríveis, pois passamos pelo reino mineral, pelo reino vegetal, pelo reino animal e agora nos encontramos no reino hominal. Seremos monádicos, seremos uma hierarquia, seremos imaterial, seremos uma consciência conjunta, portanto há um longo caminho a percorrer e na medida que formos vencendo as etapas, viveremos alegrias intensas, a felicidade verdadeira, o mundo real, a fase atemporal, onde o tempo será um eterno presente.
Estamos na fase difícil, penosa, árdua, triste, confusa, inexata em todos os aspectos, onde a ilusão, os medos a as ausências são predominantes, mas isto tudo passará.
Ficar preso nesta etapa, digamos cármica, onde erramos muito mais do que acertamos, é  algo inconcebível para quem tem a oportunidade, que temos tido, de  acessar a tantas informações incríveis.

Temos que viver aqui sem ser daqui.

Isto não é incoerente nem ilógico, isto é o impulso para ascendermos aspectos evolutivos que neste final do ciclo, ou dos tempos, nos proporciona.
Perder tempo com coisas fúteis, insignificantes é uma utopia, mediante esta abrangência.
A corroída desculpa de que não temos tempo, é outra incoerência, pois estaremos tratando de todas as nossas futuras encarnações e desencarnações.
Outra coisa incrível, é que no momento em que nos focarmos neste aspecto, neste aprendizado, nesta dedicação, de cara, nossa vida começa a tomar outros rumos.
Nossa capacidade de compreender melhora sensivelmente, nossos medos diminuem, nossa fé se acentua, nossas esperanças se renovam e ficamos, digamos assim, mais solto e menos preocupado com nosso futuro e o futuro dos acontecimentos.
A palavra “entrega” e “ confia”, começa a fazer sentido.
Nossas orações alcançam outro patamar, não iremos mais rezar, mais viver uma oração.

Portanto, simples mudanças de postura, mudam o ritmo da tua vida.
O rumo é cármico e está atrelado ao destino, portanto, seguirá seu curso, mas a grande diferença será a forma como os viveremos (rumo e destino).


Hilton

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Homem = Formiga.

Pensamento do dia 15 de setembro de 2015

Tudo é um, tudo interage.
Dorothy Maclean.

Pois bem, vivemos exatamente o contrário, a separatividade, ou seja, o oposto da unidade, do um.
Eu sou homem, você é mulher, eu sou preto, você é branco, eu sou brasileiro, você é chinês, eu sou do partido A, você é do partido B, eu sou santista, você é corintiano, insistimos enfaticamente que somos diferentes, que não pertencemos às mesmas coisas e nos distanciamos, nos separamos e rompemos.
Criamos assim, o banquete das forças involutivas, que irão se alimentar dos nossos conflitos, das nossas diferenças, da nossa separatividade, incentivando a discórdia, a diferença, o predomínio, a insensatez, as guerras, a burrice, a ignorância.
Por não pensarmos a respeito, por sermos completamente analfabetos na religiosidade evolutiva, adotamos a separativade em troca da unidade.
Deu no que deu.
O egoísmo e a ganancia, encontraram solo fértil para dissecar o reino humano na profunda ignorância que temos vivido.
Deus por si só é o conceito da unicidade, do único, do tudo e do todo.
Quem acredita?
Quase ninguém, no solo da Terra. Alguns tem se esforçado para assimilar, mas a maioria sequer pensa a respeito, pois somos por demais ocupados na tentativa de manter a ignorância e as quinquilharias que nos “pertence”.
Será que uma formiga percebe que existimos como parte dos reinos?
Com certeza não, pois sua capacidade se limita ao instinto de sobrevivência, dela e do formigueiro. Este é seu único universo.
Infelizmente, assim temos sido, tão ignorantes e limitados como uma formiga quando se trata do universo de Deus.
A grande diferença é que somos alma pensante, enquanto a formiga não é pensante e não tem sua alma individualizada, mas conceitualmente nos encontramos, proporcionalmente, muito próximos em termos evolutivos. (homem = formiga)

É preciso pensar grande para ser grande. É preciso ousar, arriscar, superar, interagir universalmente, permitir, permitir e permitir.
Temos medo de Deus, como nossos antepassados tinham, não permitimos que as divindades nos acessem, pelos nosso medos e nossas pseudo imperfeições.
Ora, a imperfeição é o caminho da perfeição, mas se bloqueamos este caminho, continuaremos sempre imperfeitos.
Abrir-se, expor-se, permitir, superar os medos que no fundo é uma superação da ignorância, com certeza nos tirará da imperfeição.

Tenho sonhado muito com nossas crianças.
Tenho visto pais se superarem em quase todos os aspectos da vida material para lhes proporcionar o máximo que podem. Suprem com roupas, brinquedos, educação escolar, línguas, natação, dedicação, carinho e um “quase” amor, negligenciando sempre o mais importante, aquilo que dará a este novo indivíduo a capacidade de ser equilibrado ou desequilibrado, após se desgarrarem da vida maternal.
A religiosidade e a instrução sobre o que nos anima, o que nos mantem vivos, para que estamos aqui, qual nosso real e verdadeiro objetivo na vida, porque estamos neste planeta,  são eliminados da educação, sobrando o que é perecível, que, com certeza, não atenderá o ser completo que somos.
Daí, vemos jovens desregrados, contaminados, drogados, ou adultos e profissionais, com medos, ausentes, incapazes, aproveitadores, confusos, conflituosos, desonestos, que fatalmente acabarão contraindo uma encarnação inútil e desprezível.

Lembro-me de quando tínhamos no Grupo H&F, o Grupo das crianças, onde por 8 anos, todas as quintas feiras, reunia 15 a 18 crianças, partir dos 10 anos, para explicar a elas, conceitos como alma, vida, reinos e uma série infindável de informações, que ludicamente eram expostas de uma forma divertida e participativa, onde a alegria dominava aquela gostosa reunião.
Sou uma pessoa muito agradecida a Deus, por ter tido a coragem de fazer algo que foi necessário.

Conto isto sem nenhuma intenção de me vangloriar, mas para exemplificar que o que podemos fazer é muito mais do que imaginamos e do que sentimos que podemos.
Minha formação é técnica, portanto, passei longe da psicologia, da psiquiatria, ou da ciência da mente, mas acreditei piamente que minha fé e minha permissão iria trazer para o meu lado os Instrutores para que isto acontecesse.
Confesso que antes da primeira reunião, estava inseguro, com certo medo, mas ao deixar fluir, definimos o conceito de alma, com um robozinho da estrela que acendia as luzes e andava sozinho.
Portanto, não há limites para nossa capacidade. Se quisermos conhecer tudo antes de fazermos algo, estancaremos. A cara e a coragem, aliada com a fé e a confiança da entrega, nos moverá.

Vamos refletir, por alguns minutinhos em como podemos modificar nossa vida, se tivermos tempo.

 Hilton

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Perfeição, um estado de ser.

Pensamento do dia, segunda-feira, 14 de setembro de 2015

"Existe perfeição; entrem em sintonia com ela, tragam-na para suas vidas."
Dorothy Maclean.

Pois bem, a perfeição é um “estado de ser”, ou seja, em cada estágio que nos encontramos poderemos obter um “estado de perfeição”.
No entanto, este “estado de perfeição” altera-se no momento seguinte, ou seja, a busca do “estado de perfeição” precisa ser continua e constante.
Na fase atual que nos encontramos obter um “estado de perfeição”, significa atingir a meta e o os objetivos daquele estagio.
Infelizmente, pouquíssimas tem sido as conquistas que a humanidade tem atingido como meta, ou pior, temos regredido para “estados de ser” anteriores, nos distanciando dos “estados de perfeição”.
Esta ideia mirabolante de Deus, fez com que a busca por estes “estados de ser” sejam contínuos e constante.
Não podemos parar, pois a estagnação tende a levar ao retrocesso, nos deixando cada vez mais distante de “estados de perfeição” definidos nas metas evolutivas.
Hoje nos encontramos muito aquém do que deveríamos ser, o que tem gerado enormes confusões, muita insegurança, medos, originando estados depressivos e doentios, transformando o comportamento humano para estas fases, na violência, no desrespeito, na ganancia e na crueldade, ditando as regras perversas da sobrevivência.
A perfeição é um continuísmo dos processos evolutivos.
Precisaríamos nos concentrar em como ser melhores e mais produtivos para a coletividade e não para a individualidade. Com isto, inibiríamos o egoísmo e a sinceridade poderia voltar a fazer parte das regras da sociedade.

Hoje não há mais o que fazer, nos aspectos coletivos da humanidade.
Será o esforço de cada um, apoiado na persistência, na fé e na religiosidade que poderá alavancar algo positivo ao indivíduo e consequentemente naqueles que o virem como exemplo.

Individualmente podemos evoluir, independente da coletividade.
Estamos submissos e seremos submetidos ao carma coletivo, mas nada nos impede de evoluirmos individualmente, portanto, todo esforço será útil, bem vindo e muito importante.
A ideia de justificarmos nossos fracassos, nos outros, na sociedade ou em dogmas religiosos é uma ilusão e pura confusão. Isto não procede.
Somos indivíduos completos, perfeitos e autônomos no processo evolutivo. Nada e ninguém tem capacidade de nos impedir, portanto, quando fracassamos, ou estagnamos, ou recuamos, é nossa covardia que se manifestou e dominou.

Enfim, temos de descobrir nosso lado perfeito, real, verdadeiro e absoluto, pois ele nos elevará para “estados de perfeição” que sequer imaginávamos que poderíamos ter.

Ontem ao assistirmos uma missa dominical, no final do dia, a presença de Jesus na consagração da hóstia e do vinho, foi incrivelmente maravilhosa.
Creio que muitos renegam esta possibilidade, pelo fato de não se acharem à altura de tal possibilidade. Ledo engano, pois Ele vem a nós nos momentos que permitimos que Ele se aproxime.
Somos, nós mesmos, as únicas barreiras que impede que o Plano Maior nos acesse.

Vamos refletir e para “quem tem tempo”, recomendo irem aos templos, igrejas, ou lugares que lhes agradam e invoquem Aqueles que cada um de vocês tem certa atratividade.

Este processo é lento, exige continuidade, exige entrega, exige fé, exige grande persistência, exige muita dedicação, mas o resultado é incrivelmente maravilhoso e surpreendente.

domingo, 13 de setembro de 2015

Consciência

Pensamento do dia, domingo, 13 de setembro de 2015

"Deus é a própria consciência."
Dorothy Maclean.

Pois bem, cabe aqui considerar uma das definições de consciência:

A consciência não existe por si mesmo, é fruto da interação de duas polaridades: o poder da energia criadora e a receptividade da matriz universal.
É chamada de Filho, em linguagem mística, no conceito da trindade Pai – Filho – Espírito Santo.
A matriz universal, ou atividade dos Espelhos, reflete a vontade divina em cada estágio que atingimos na evolução.
Digamos que os Espelhos (emanações de sabedoria) reflete a imagem necessária para cada estágio da consciência. Na medida que formos ampliando os níveis de consciência, tais Espelhos começam a refletir imagens mais puras e mais completas da realidade cósmica.
A consciência não é corpo e nem energia ; é uma realidade essencial indestrutível, que manifesta-se em níveis mais densos, rudes, ignorantes, ou mais sutis, refinados,  elevados, divinos.
Os corpos, entre eles o físico, são passiveis de serem destruídos ou limitados a períodos de vivencia ou sobrevivência, já a consciência é indestrutível.
A consciência pode elevar-se como pode decair, mas sua integridade interna é imutável.
Fazemos uso da consciência, em função da nossa vontade.
·         Se tenho tendências involutivas, uso a consciência para manter-me nestas tendências e aperfeiçoa-las.
·         Se tenho tendências evolutivas, uso a consciência para manter-me nestas tendências e aperfeiçoa-las.
A consciência em seus estágios de expansão, nos acompanha até níveis monádicos (acima da alma), ou seja, até retornarmos à Fonte, ao Criador.

A consciência atual da humanidade, está em níveis bem aquém do deveria.
Infelizmente fomos tomados por um impulso involutivo, decaímos, temos vivido na ilusão, e consequentemente, a consciência média da humanidade está estagnada, paralisada e não tem mais condições de alterar-se.
Muito utilizam a consciência negativa, se assim podemos chamar, devido ao egoísmo, a ganancia e a ignorância.

O ser humano tem se afastado do seu Caminho, tem retrocedido nos aspectos evolutivos e necessita passar por uma ampla e irrestrita seleção que nos classificará para diversos mundos onde as oportunidades serão novamente retomadas para que a consciência cresce e atinge os patamares que deveríamos ter atingido.

Enfim, temos poucas qualidades evolutivas, para nos aprofundarmos nestes aspectos, por isso da nossa indisciplina, das nossa interferências e dos nossos descaminhos.

Podemos citar algumas consciência que se distinguem para serem melhor compreendidas:
Consciência Terrestre;
Consciência Orante;
Consciência Mãe;
Consciência Luz;
Consciência do Corpo;
Consciência Crística;
Consciência Cósmica;
Consciência Avatar, entre outras.


Para aqueles que tiverem tempo, recomendo a leitura do Glossário Esotérico – Editora Irdin – págs. 79 a 84.
Hilton

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Merla.

Pensamento do dia 09 de setembro de 2015.

Cada um de nós contribui com sua parte para a perfeição.
Dorothy Maclean

Pois bem, hoje iremos, resumidamente contar a estoria de um pequeno planeta chamado Merla.
Após a sua formação original, na grande poeira cósmica universal, Merla foi intensamente bombardeada com meteoros, meteoritos, asteroides, cometas, criando e reunindo as condições e os elementos essenciais para sua formação e evolução.
Quando se sentiu pronto, percebeu que tinha de ser útil, de servir, de atender os anseios de seu grande núcleo de magma.
Ofereceu-se para que as criaturas universais fizessem uso da sua superfície.
Merla se tornou um planeta belíssimo, agradava aos olhos mais exigentes em todas as linhas evolutivas, da divindade. Pequeno, mas poderoso, agradecia constantemente seu Regente, o Sol, da qual recebia a energia da vida.
Acolheu.
Acolheu seres que chamaremos de pulgas, não menosprezando sua importância, até porque vieram seres deuses, com almas individualizadas, para perpetuarem seu processo evolutivo, mas eram diminutos se comparados a Merla.
Merla optou por uma linhagem de pulgas que seria um verdadeiro desafio, pois o grau de liberdade dada às pulgas era imenso.
Elas vieram, foram se instalando e procriando.
Merla ofereceu o que tinha de melhor, sua vegetação, sua beleza, suas águas, suas rochas, seus minerais, inclusive os percussores da Luz divina como o ouro, a energia magnética, sua atmosfera pura e abundante, enfim cedeu o máximo da sua capacidade e da sua proteção, torcendo para que as pulgas tivessem todas as reais possibilidades de sucesso.
As pulgas foram se proliferando, usando e abusando, não paravam de procriar desenfreadamente, atingiram os limites, ultrapassaram estes limites e tornaram a vida planetária um inferno.
Destruíram, interferiram, cortaram, represaram as águas, a corrente sanguínea de Merla, destruíram suas rochas, cavaram buracos profundos, depositaram lixo químico, orgânico, nuclear, em todos os lugares que ocuparam, deixando um rastro imenso de destruição, não só na superfície, como na atmosfera e nas águas.
Mas, o pior de tudo é que não evoluíam. Só consumiam, cada vez mais e com uma ganancia absurda que levava ao profundo desperdício.
A finalidade principal, evoluir e se disciplinar, as pulgas não faziam, não evoluíam e não se disciplinavam.
Começaram, alem da destruição da superfície e dos demais reinos que vieram com a mesma finalidade, a se auto destruírem.
As pulgas tornaram-se essencialmente predadoras, pois consumiam, não repunham, não preservavam e alem de tudo mudavam o que foi constituído e criado pelo mesmo Pai que criou Merla, pois suas essências e tendencias negativas, não mudavam
Desastre total. Colapso eminente.
Merla se sentia ofendida, negligenciada, tinha dificuldades de girar em torno do próprio eixo, se sentia exaurida, com suas reservas naturais sendo consumidas vorazmente.
As dificuldades iam aumentando e a população das pulgas entraram em processos de sofrimento, pois degladiavam-se por terras, por ouro, por suas reservas naturais, retendo com poucos o que faltava para muitos.
Sua rotação ao redor da estrela, que lhe provia vida, também entrava em dificuldades.
Merla toma uma decisão e resolve livrar-se deste grande sacrifício, pois sentia que não estava tendo nenhum reflexo positivo, nem pra ela e nem pras pulgas e resolve agir.
Primeiro chacoalha-se violentamente, livrando-se das construções das pulgas, que não tinham o menor sentido pois apoiavam-se na energia do egoismo, da posse, da ganancia. Como o cachorro que sai do banho, chacoalha-se para se livrar do excesso.
Com esta ação percebe que agora precisa do grande banho e sabe que suas águas possuem os elementos químicos e minerais que poderão desinfetar suas grandes feridas abertas e assim o faz.
Em seguida sente a necessidade do bálsamo purificador, da pomada cicatrizante e purificadora que irá reconstituir sua superfície e torna-la novamente apta a servir aos designos para qual Merla foi constituída que é de abrigar as criaturas universais. Vem a lava, as cinzas e o fogo das suas entranhas, reconstituindo sua superfície de forma que esteja liberada de todos os resíduos e do lixo produzido pelas pulgas.
Não é a primeira vez, Merla sabe como agir e o faz assim que o Pai consentiu.
Merla adormece e deixa o tempo agir.
Ao acordar percebe que toda sua exuberância e beleza voltaram.
Oferece-se novamente e o Pai lhe garante que as novas pulgas viram para somar, para contribuir, para evoluírem em conjunto em sintonia, de acordo com a harmonia universal.
Merla torna-se sagrada e recebe em sua superfície a vida universal, todos a visitam, pois sua exuberância e beleza é de se admirar. A contribuição é universal e Merla torna-se, pela primeira vez parte do Grupo dos Sagrados.

Vejam que a perfeição não se atinge sozinho, mas é uma soma, uma contribuição que todos, imbuídos das mesmas intenções, agregam qualidades.
Se eu tenho certos qualidades, o outro tem outras qualidades e assim sucessivamente, todos, ao final tendem a ter todas as qualidades.
Não podemos nos distanciar ou nos dissociar do conjunto que vivemos.
Na superfície terrestre somos uma única coisa. Os reinos se somam, a vida se soma, as qualidades se agregam e todos se beneficiam.
A forma que temos nos conduzido com essa vida ilusória e irreal, nos separa, desagrega, nos torna irresponsáveis e omissos de coisas que todos tem a mesma responsabilidade.

Vamos refletir.


Obs. Conforme o que foi anunciado na reunião do Grupo, ontem, saimos da energia de Mirna Jad e de agora em diante estaremos sob a custodia da energia de Aurora.
Oportunamente seremos instruídos sobre as características que podem ser predominantes.
A próxima Vigília será dedicada ao Planeta Terra, que entra na sua delicada fase de transformações.
Sem medos e sem retrações, vamos continuar firmes em nosso propósito de contribuir, de acordo com nossos limites e nosso alcance.
Gratidão a Mirna Jad que nos acolheu por 3 anos e teve a paciência e tolerância para suportar nossos descompassos.
Gratidão a Aurora que nos recebe e nos acolhe com sua exuberância e seu potencial pela qual iremos reunir todos os nossos esforços possíveis e quem sabe impossíveis, num primeiro momento, para darmos a nossa colaboração.

Jamais desistam. Este ato de covardia não deve pertencer ao nosso vocabulário.
Não coloquem o medo na frente, mas coloque-o como o último da fila.
Confia, confia, confia! Esta palavra é mágica e revolucionaria.
A Ajuda sempre estará presente, basta somente permitir e Ela irá atuar.
Não discuta com Deus, Ele sabe o que faz.
Todos, sem exceção chegarão ao mesmo destino e será o grande reencontro.


Muita paz.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Experiência e não aprendizado.

Pensamento do dia 08 de setembro de 2015.

Quando reconhecerem a grande e silenciosa Fonte de vocês, que é a mesma de todos, então tudo vai se encaixar.
Dorothy Maclean.

Pois bem, de certa forma, ouvimos falar constantemente desta Fonte, ou do Pai, ou de Deus, ou de Adonai, ou de Emanuel, ou de Abba, enfim vários nomes são dadas para a mesma Fonte que nos criou.
Individualizamos, pela falta da capacidade de assimilar melhor, o inimaginável, criando a fantasia de um Deus, homem velho, cansado, sentado no trono, nos observando, dando a sensação que fomos entregue à própria sorte.
Esta figura está tão encruada em nossa mente que só conseguimos nos relacionar com a Fonte desta forma. Por isso que muitos mantem a imagem de um deus omisso, vingativo, punitivo, ofuscado pela responsabilidade, como se não pudesse dar conta da sua própria criação.
Pior que isso é que este deus ficou externo, nós aqui e ele lá em cima, muito alto, inalcançável.
Erros grosseiros desta natureza vem se confirmando por séculos e séculos, como se estivéssemos entregues à própria sorte, fazendo com que tenhamos de lutar, de competir, de dividir, de possuir, para sobrevivermos.
Jesus veio ao mundo para nos mostrar exatamente o contrário, um Deus amoroso, completo, onisciente, onipresente, onipotente, que nos deixou o grande legado, o sucesso de nossa ascenção, independente do que fizemos ou estamos fazendo.
Então o que nos falta para chegar Lá?

Experiência !

Muitos falam que viemos aqui para aprender, quando na realidade viemos aqui para experimentar.
O certo, o errado, o frio, o quente, o bom, o ruim, a morte, a vida, o medo, a paz, a luz, a escuridão, a dor, a tranquilidade, o esforço, a entrega, enfim os opostos precisam fazer parte da nossa bagagem, pois quando chegarmos Lá, seremos Seres Completos.
Mas uma coisa é certa, chegaremos Lá, e serão todos.
Por isso que vivemos fases temporais, onde o fator tempo precisa existir até para avaliarmos nossos sucessos e nossos fracassos nas experiências realizadas.
Ora, não precisamos fazer isto cegamente, basta acolhermos toda a Ajuda que encontra-se disponível para todos e daremos saltos incríveis nesta jornada de experiências, com sucesso.
As experiências não são “imaginadas” para sofrermos, mas é a nossa incapacidade de compreende-la que nos coloca em sofrimento. Quando as compreendemos, elas cessam imediatamente, por milagre ela se esvai, termina e irá parecer que nunca existiu.
O medo, sempre o medo nos retém, nos atormenta e nos corrói. Com medo não saímos de um ciclo vicioso de experiências continuas e confusas que circulam como um ar viciado, estonteante e nefasto, num ambiente fechado. Quanto mais medo maior será a separação.

Resumidamente, podemos dizer que o aprendizado já o possuímos.

Confia!

Palavra chave e absoluta nesta fase da Vida (ciclo atual no livre arbítrio) onde os ciclos de experiências são continuas e constantes e abordam todos os aspectos de superação que teremos de enfrentar e vencer, através desta palavrinha mágica que quase todos desprezam.

Amor!

Outra palavra que sem Ela não existiríamos, portanto se não amarmos incondicionalmente, o que fazemos não serve.
Incondicionalmente: sem recíproca, sem trocas, sem contrapartidas, sem, sem, sem, sem !

Tenho visto muitas pessoas tentarem viver ecologicamente corretas, praticando centenas de disciplinas na vida com a ideia de salvar os reinos, o ar, a terra, os mares, enfim o planeta, mas por dentro são amarguradas, angustiadas, insensíveis com muitas coisas, intolerantes, medrosas, confusas, descrentes das informações que elevam e que evoluem uma pessoa. O que fazem é inerte, incipiente, desnecessário, inútil, perda de tempo, inexpressivo, insignificante, pois sem amor, nada, absolutamente nada funciona.
Perdem tempo com o irrelevante, com o desprezível e não resolvem em nada o gravíssimo problema que já nos levou ao colapso final com a Mãe Natureza.
Transporte este conceito para o resto que fazemos, como a educação dos nosso filhos, com nossos relacionamentos, com nossas atitudes, com nossos empenhos, com nossas atividades, com nossa vida e verão que nada tem sido bem feito, ou corretamente como deveria ser.
Sem este amor incondicional, simplesmente não amamos.

Cuidar de si!

Talvez soe como algo incorreto, egoísta, mas será na evolução espiritual de cada um que somará para todos.
Todo ser humano deveria, primordialmente, cuidar da sua própria evolução, da sua ascenção, aprofundar o seu conhecimento, sua base espiritual, sair da ignorância fecunda que o cerca, para ampliar sua capacidade de compreender a Vida que Deus criou e não perder tempo com atitudes “ecologicamente” corretas, ou de “relacionamentos” aparentemente cordiais e pacatos,  que sem amor incondiconal, valem zero (000000000000000).

Reconhecer pelo menos que a Fonte existe é  abrir espaço para encaixar-se com o tempo, com a Vida, com a vida, com o ser interior, com a meta espiritual, com a evolução, com a natureza, com os desígnios do aprendizado, enfim, é ter FÉ.
Portanto, viver bem, em primeiro lugar é amar, em segundo lugar é amar, em terceiro lugar é amar e assim por diante, até o infinito.

Proponho que façamos algumas reflexões bem profundas a respeito deste tema, para tentarmos nos alinhar melhor na vida e com a Vida.
Claro, para os que tiverem tempo.

 Hilton

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Como deuses, por sermos o elemento mais elevado, na Terra, nos tornarmos perversos.

Pensamento do dia, quarta-feira, 2 de setembro de 2015

"Ainda que uma espécie de árvore em particular possa fazer surgir em você o amor, ela é incapaz de tomar esse afeto para si mesma."
Dorothy Maclean. 

Pois bem, mais uma lição importante no que toca aos seres do reino vegetal.
O amor que desprendemos para um ser deste reino, não é uma “posse” deste afeto a um único ser,  pois por princípio, o amor é uma energia universal, é a energia da vida, do pulsar da existência, da criação, de Deus.
Uma arvore irá compartilhar com todos os seres de seu reino (vegetal), este amor emanado de um ser superior (humano), que o manifestou. Serão os devas e a “alma coletiva” deste reino que espalhará este amor a todos.
Este é o princípio básico desta energia primordial. É assim que Deus ama suas criaturas.
Nós, pelo contrário, como somos conduzidos pela energia do egoísmo, particularizamos o amor. Inventamos regras, princípios, procedimentos, condições, ou seja, definimos exatamente quem irá receber o nosso amor, quanto aos demais ????
Vejam que desaprendemos o conceito do “amar”, pois quando pertencíamos ao reino vegetal, numa alma coletiva, sendo conduzidos pelos Devas, praticávamos o amor incondicional, o amor de Deus, o amor puro.
Evoluímos sob um aspecto e involuimos sobe outros aspectos.
Creio que esta involução tem sido preponderante sobre a evolução, pois ganhamos uma alma exclusiva, individual, autônoma, mas o que temos exercido de fato é o egoísmo, a separatividade, o individualismo egoísta e separatista, onde, dentro da minha classificação só consigo amar os que são próximos e atendam certos requisitos e certas regras que foram por mim decididos.

Este conceito, ou melhor dizendo preconceito, nos tornou sub humanos, em relação ao que prevalece como raça humana em outros mundos.

Pra piorar um pouco mais, viramos excepcionais predadores, pois com nossa inteligência (duvidosa), destruímos em massa, em bando, devastando eventuais obstáculos que a Natureza e o destino nos impingiu para superarmos e aprendermos com as barreiras impostas.
Não foi à toa que a raça humana da Terra diverge em opiniões, credos, línguas, cores, manias, conceitos, pois deveríamos aprender a conviver pacificamente com as divergências naturais desta aliança de povos, num mesmo lugar, a Terra.
Fracassamos em não conseguirmos tornar isto tudo produtivo e fértil para todos. Continuamos classificando, sendo classificados, racistas, escravagistas e destruidores da própria espécie e dos reinos que vieram nos servir.
Como deuses, por sermos o elemento mais elevado, na Terra, nos tornarmos perversos.
É preciso refletir sobre este ensinamento, onde o amor recebido espalha-se ao todo, vira usufruto de todo um reino e dos reinos que compõem a Natureza como um todo.
Quando alguém ama um ser vegetal, uma arvore, por exemplo e da mesma forma eu também amo as arvores, no fundo estamos compartilhando um amor comum e estes se somam, ampliando as possibilidades e o alcance de um amor único para todos.

Esta nova forma de viver será o que alguns irão viver na nova Terra, na nova era, onde a humanidade e seus reinos irão compartilhar e não dividir.
Deveríamos amar toda esta estrutura visível e invisível que nos auxilia a vivermos, os seres de outros mundos que vem aqui nos auxiliar, nos confortar e nos socorrer mediante nossas incapacidades atuais.
Por isso de tantas instruções em tão pouco tempo.
Por isso que temos sido incitados a aprender e conhecer certos meandros da Vida, pois esta é a única forma de compartilharmos o que nossos olhos não veem, mas nosso coração sente.
É preciso sair da toca, tá na hora de desmamar, precisamos aprender a andar com as próprias pernas. As muletas que nos colocaram são falsas, ilusórias, pois são revestidas de um tecido pegajoso, mal cheiroso, ensebado, chamado MEDO. Assim que as soltarmos siaremos andando, poderemos correr e iremos ampliar infinitamente nossos horizontes.
Revejam seus estilos de vida. Atentem para o que é importante e com certeza não são nossos problemas.
Literalmente falando nossos problemas NÃO TEM MAIS SOLUÇÃO.


Vamos refletir.

Hilton

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Devas.

Pensamento do dia 01 de setembro de 2015.

Voltem-se sempre, com inocência, para o Amor, para o Amor que ama todas as coisas.
Dorothy Maclean.

Dorothy Maclean: escritora e educadora do Canadá em assuntos espirituais, sendo um dos três elementos fundadores da Findhorn Foundation, no norte da Escócia. Obteve um bacharelato, de três anos, em Artes na Universidade de Western Ontario.
Nascimento: 1920, Guelph, Canadá
Educação: University of Western Ontario
Obra: A comunicação com os anjos e os devas: uma forma mais profunda de comunicação com os princípios criadores da Natureza
Organização Fundada: Fundação Findhorn


Pois bem, temos um importante recado desta pessoa, que começou sua vida pública e profissional  no MI6 – serviço secreto britânico, derivando-se totalmente para atividades  pacificas e isentas de qualquer tipo de envolvimento, a não ser a pratica do amor.
Fez um trabalho riquíssimo, em função de inúmeros contatos com os Devas – Anjos da Natureza, aprendendo e nos transmitindo como a Mãe Natureza age na evolução dos reinos.

Pouco conhecemos sobre os Devas, pois não são humanos, possuem uma linha evolutiva própria, completamente distinta da nossa e seguem outros padrões.
Tem como objetivo a manipulação de substancias, não se influenciam com impulsos retrógrados, mas seguem os princípios das energias criadoras, construindo ou descontruindo imagens, formas e estruturas, plasmando os moldes etéricos, ou seja a base do que existe no mundo manifestado (mundo material).
Permitem assim que padrões arquétipos (formas originais na criação)  se exteriorizem.
São essencialmente espíritos construtores e transformadores dos níveis de consciência, podendo, para isso, destruir estruturas ultrapassadas.
Não possuem corpos físicos densos e contatos desta natureza exige um aprofundamento grande na pureza e no amor para contata-los.
Não tem mente como a humana, portanto seu processo criativo não se baseia e em pensamentos, raciocínios e inteligência como a conhecemos.
Não se submetem ao tempo que conhecemos, portanto, vivem um eterno presente e nele desempenham suas tarefas.
Um ser humano que se submete a desenvolver Tarefas Evolutivas, torna-se imprescindível que estabeleça ligações internas corretas com o reino dévico.
A Hierarquia dévica não foi atingida pela desordem externa que vivemos. Participam da transformação do planeta, para torna-se sagrado, podendo canalizar para isto, energias de polaridade positiva, negativa ou neutra.
Sua evolução é isenta do livre arbítrio e do envolvimento com as forças involutivas; são mensageiros, artífices, transformadores, construtores, destruidores, da manifestação da vida em todos os planos de consciência.
Estão sempre presente, quando um novo indivíduo, na procriação, seja vegetal, animal ou humana, se manifesta. Sem eles não haveria manifestação das formas. Sem eles não teríamos filhos.

São confundidos com Anjos, mas possuem funções distintas.
Infelizmente o que eles constroem, nos destruímos, desrespeitando o princípio básico da vida como um todo.
Referência para leitura: Glossário Esotérico – página 114 – DEVA.

É importante observar como vivemos alienados a inúmeras estruturas de reinos, de vidas, de seres, que não temos a menor ideia, ou quem sabe pouquíssimas informações a respeito. Usamos e abusamos do planeta, como se fossemos exclusivos, únicos, posseiros de uma superfície que pertence e interage universalmente.
Não temos o menor respeito com a universalidade da vida, dentro e fora da Terra, achando inclusive que somos “proprietários” de algo. Nem o próprio corpo físico temos como preserva-lo para sempre, imagine o restante.

O recado é explicito, direto, pois a base da vida é amor.
A inocência, como foi citado, é imprescindível para o Amor.
Quando nos tornamos adultos, temos nos tornados cristalizados, endurecidos, rígidos, como se isto fosse a postura que obrigatoriamente temos de ter para sermos adultos.
Esta ignorância nos corrói, pois ao perdermos a inocência, perdemos o senso da vida real, evolutiva, da base do amor e da misericórdia.
Nós, adultos, temos muito que reaprender com nossas crianças, mas não temos tempo. Somos por demais ocupados para prestar atenção na inocência, na liberdade e na sinceridade de uma criança. Por isso mentimos tanto e por isso desencaminhamos nossos filhos para terem os mesmo defeitos que apresentamos.
Infelizmente, somos um “espelho” embaçado, torto, distorcendo as imagens reais que deveríamos transparecer para nossos filhos. E estes, sem opção, seguem a mesma distorção.

O trabalho desta senhora com o reino vegetal, em especial, a levou para o reino dévico, pois ao ressaltar seu amor inocente, expôs-se ao Amor que ama todas as coisas.

Vamos refletir.
Hilton


segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Esperança.

Pensamento do dia 31 de agosto de 2015.

A ajuda está tão perto como o próprio coração. Continue a ter esperança!
Paul Brunton.

Pois bem, se analisarmos racionalmente o panorama mundial, sob todos os aspectos, financeiro, político, social, cientifico, climático, veremos uma situação caótica.
A televisão não mostra isto, os governos escondem a realidade, somos sempre mal informados e os meios de comunicação continuam amplamente manipulados para nos apresentarem uma fantasiosa realidade que não condiz com a situação caótica do nosso mundo.
A mentira predomina e tem sido cada vez mais explicita e descarada.

Desta forma, temos confiados somente nas nossas alternativas e possibilidades no plano físico, o que, sinceramente, não mostra nenhuma saída.
A esperança está exatamente nos aspectos imponderáveis, acima dos nossos limites, do nosso alcance, pois o que vem regular e resolver o que é impossível sob nossa ótica, será possível sob a ótica de quem encontra-se absolutamente alinhado com as Leis Regentes Universais.
Os seres humanos da Terra, esgotaram a alguns anos atrás, pequenas possibilidades de reverter, às duras penas e sacríficos excepcionais, remotas possibilidades de reversão da situação mundial, hoje não existe a menor chance disto acontecer e podemos considerar que nenhuma vontade política e governamental existe, sequer tentar.

Desta forma, a ajuda virá do imponderável, do oculto, dos níveis internos, da Graça, dos povos extraterrestres que nos assistem desde o nascimento da Terra, enfim será uma ajuda absolutamente desconhecida e incompreensível para os padrões que conhecemos.
É tudo uma questão de fé.
Para o inusitado, somente a fé funciona, pois por ser desconhecido nossa mente racional não funciona e nossa personalidade não aceita, portanto será nosso coração que acomodará e aquietará nossa mente, nosso emocional e nosso físico.
Até que ponto tenho efetivamente trabalhado com estes aspectos, chamados imponderáveis?
A maioria sequer tem noção disto.
A minoria luta para aceitar e recusar ao mesmo tempo, portanto, oscila que nem o pendulo de um relógio de parede. Não vemos o pendulo parado, atemporal, alinhado no seu centro e com absoluto equilíbrio.
Uns poucos tem bastante consciência do que se passa, mas lutam continuamente com seus medos e preconceitos a estes respeitos, pois ser diferente da maioria tem sido difícil, por puro egoísmo e uma certa vaidade pessoal.
Portanto, teremos grandes desafios pela frente. Desafios que jamais enfrentamos e não temos noção de como serão.
A Graça vem nos pedindo arduamente, que confiemos.
De certa forma, fizemos muita coisa, como Grupo, que nos testou por diversas maneiras: persistência, credibilidade, confiança, assiduidade, fé, disponibilidade, entrega, enfim, fomos testados e participamos de situações das quais não tínhamos a menor noção do que e para que.
Nossas primeiras Vigílias aconteceram no plano mental, depois as próximas nos remeteram para o plano astral, depois o plano dévico e finalmente as últimas ao plano anímico (da alma). Portanto as primeiras Vigílias foram preparatórias para as últimas e esta últimas estão sendo preparatórias para as seguintes.
É assim que acontece, você entrega e depois saberá para que.

Estamos literalmente nesta fase, da entrega, da confiança sem saber para que e porquê.
O coração precisa assumir. A fase emocional, racional, lógica, cientifica terminou, concluiu seu ciclo, não pertence mais à nova Terra.

Enfim a fase da coragem, do desprendimento, da entrega serena e convicta na fé é a etapa que já entramos.
Vamos refletir, rever certos conceitos que nos remetem a esta fase, a este novo ciclo que a Terra entrou a partir de 08 de agosto.

Hilton


domingo, 30 de agosto de 2015

Nos tornamos prisioneiros.

Pensamento do dia 30 de agosto de 2015.

Onde o homem falha, a Graça tem êxito.
Paul Brunton.

Pois bem, não há dúvidas que falhamos constantemente, portanto, permitir que a Graça, possa interagir conosco é essencial.
Quanto mais despertos estivermos melhor será.
Quanto mais conhecermos os princípios básicos da Graça, mais iremos interagir, portanto, conhece-La ou sair da ignorância que nos assola e nos atropela é um fator básico da evolução.
Haverá momentos em que devemos nos entregar, de corpo e alma, para a Graça, pois como estamos atrasados, desorientados e  defasados com os aspectos evolutivos temporal destes momentos, somente Ela poderá nos indicar o que fazer.
Ela vem por intuição, por suposição, por premonição, por instinto, ou seja, irá usar para cada um, o veículo mais apropriado e o mais utilizado por ele, para indicar as eventuais saídas de uma situação.
Na maioria da vezes, antes de seguirmos algo intuído, previsto, instintivo, olhamos para o lado, para os outros, comparamos, analisamos, raciocinamos e quase sempre, perdemos o “timing”, a oportunidade e quem sabe a única saída para uma determinada situação.
Temos medo de fazer algo inusitado, não analisado, não raciocinado e com isto temos perdido sempre.
Este aspecto é fundamentalmente utilizado pelas forças involutivas, que nos torna emocionalmente presos, acorrentados a seguir aquilo que a maioria age e não pensa. Por isso que a sociedade impôs inúmeras regras, leis, fundamentos, associações, para nos tirar a atividade pensante e intuitiva, punindo todas as vezes que “nos desviamos” do que elas pretendem que façamos.
Nos tornamos prisioneiros, no mais baixo nível possível, de comparações e classificações perante as leis, regras e fundamentos que só interessa nos levar para estados emocionais desvirtuados do equilíbrio espiritual.
Isto vem acontecendo há muito tempo.
Na época de Jesus, seu sacrifício eliminou certos “nós”, certos “fluxos e correntes de energias” para que nos libertássemos destas forças negativas poderosas, mas hoje tudo voltou a ser como antes, e quem sabe pior.
Segue nos livros sagrados o conceito de que Ele veio para nos salvar, para tirar os pecados do mundo, quando na verdade, veio nos libertar destas correntes poderosas, para que pudéssemos seguir um novo caminho, mais livre, mais solto e mais evolutivo.
Como tem acontecido, regredimos, nos acorrentamos novamente, pois a PREGUIÇA tem sido dominante. É muito mais fácil seguirmos regras enlatadas do que sermos criativos.

Enfim, vamos refletir (quem tiver tempo), pois a liberdade, quando conhecida na sua plenitude, tornará impossível voltarmos atrás e com isto a Graça atuará em sintonia e em alinhamento com nossos anseios mais elevados.


Hilton