quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Precisamos conhecer nossos filhos.

Pensamento do dia, quarta-feira, 14 de outubro de 2015

"A simplicidade é o aroma que exala das flores da Sabedoria."
Trigueirinho.

Pois bem, simplicidade, uma postura difícil de assumir, pois no geral, quanto mais complicado, ilusoriamente parece ser melhor.
A vida é bastante simples, desde que sigamos as Leis Regentes.
Simplificando esta frase, se colocássemos o amor em tudo que fazemos, todas estas Leis seriam naturalmente atendidas.
No entanto, colocamos a competitividade no que fazemos e pensamos, daí tudo se complica, desvirtua-se e se enrosca na ganancia, no ciúmes, enfim, no egoísmo.
Além da ignorância sobre nossa contraparte espiritual, o que vem detonando nossa humanidade é a competitividade.
Inicialmente a competitividade gerou efeitos positivos na evolução do plano material. Fortaleceu a ânsia do progresso material, gerando inúmeras experiências necessárias para nosso conhecimento no mundo das formas.
Infelizmente, paramos neste estágio. Não superamos esta fase e permanecemos até hoje num aspecto que há muito já deveria ter sido encerrado, concluído.
Com isto, aprimoramos o egoísmo, a ganancia, o poder do dinheiro e a posse acima do bom senso e da racionalidade da vida comum.
O resultado não poderia ser diferente. A vida em geral perdeu seu valor e hoje matamos acentuadamente indivíduos de todos os reinos, desprezando a tênue e sensível energia do amor.
Nos desunimos, nos perdemos, violamos e acabamos por ser reféns da própria cobiça e ambição.
Deixamos de ser simples, complicamos o que é simples, perdemos o olfato e as sensibilidades para percebermos o doce aroma que exala as flores da Sabedoria.
Em compensação, a ignorância assumiu sua forma arrogante e presunçosa de definir, erradamente, os valores sobre a vida e sobre a morte.

É preciso restabelecer a simplicidade e uma das formas é a retomada do conhecimento, da sabedoria, pela busca incessante e incansável sobre os atributos da nossa contraparte espiritual.
Precisamos nos conhecer interiormente, aprender a escutar a voz do coração, aflorar novamente nossas sensibilidades que acabaram por adormecer pelo seu mau uso e pela sua falta de uso.
Um pai e uma mãe não conhece o seu filho. Eles podem conhecer todas as “dobrinhas” daquele corpinho frágil, mas as características que se acentuam naquela criança, se tornaram irreconhecíveis para seus pais e para todos.
Tais características irão formar a personalidade, as tendências corretas e incorretas, o caráter, o potencial e a capacidade de serviço ao bem comum. Isto é o que realmente importa e o que poderá transformar esta criança numa pessoa importante para toda a humanidade.
Guardada as devidas proporções, Maria sabia desde o princípio que seu Filho pertencia à humanidade e não a ela e seu esposo José. Isto fez com que Ela interferisse positivamente na educação básica e essencial (que se deu junto aos essênios) para que seu Filho tivesse a formação necessária para receber o Cristo.

Enfim, precisamos refletir, parar pelo menos de competir entre si ( na família, nas amizades, na vida social), já que nas empresas seria algo inadmissível.
Isto nos tornará mais leves, mais sensíveis, mais receptivos, podendo ampliar nossas atuais sensibilidades.
Olhar nossos filhos com outros olhos e não neste conceito, absurdamente ultrapassado, de “posse e propriedade”, dando a eles a devida responsabilidade, desde que consigamos ajuda-los a aprender sobre si próprio (na matéria e no espírito).
Ou seja, precisamos reprender a ver a vida exatamente como a vida é e não a forma ilusória como a temos visto.


Para reflexões.

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Porque estas coisas não vem de forma mais fácil para termos acesso?

Pensamento do dia 09 de outubro de 2015.

Ama. Ama com ardor e pureza O que tudo criou.
Trigueirinho.

Pois bem , este pensamento sela as informações anteriores.
A base da vida é o amor.
O trabalho, os desejos, as necessidades materiais, o chamado progresso material, as sociedades, a evolução humana, enfim a vida em geral, sem este atributo não se sustenta.
É impressionante como as pessoas desprezam esta afirmação e se dedicam a fazer as coisas desprovidas dos seus reais e elevados sentimentos.
Mascaram demais suas posições, preferencias, suas verdades, inclusive seus medos, para não saírem do “trilhos” que a sociedade construiu sob milhares e milhares de almas aprisionadas a regras que destoam completamente da base da vida.
A competitividade e a ganancia dominam as fontes da vida terrena e como consequência formou-se o caos na superfície da Terra.

Ser religioso, ou acreditar em algo além dos planos materiais, seguiu três vertentes:
·         O fanatismo consumado da ignorância, do passado nos primórdios da civilização,  onde a luta, a guerra e a morte formaram a base desta loucura coletiva, expondo países e seus cidadãos a um sofrimento cruel;
·         O descaso total e quase absoluto do mundo não visível, não concreto, não exposto, onde cada um se sente sozinho e precisa defender o seu;
·         E uns poucos que conseguem tomar consciência da responsabilidade que temos neste processo evolutivo, lutando a duras penas neste ambiente hostil a tais intenções.

Esta minoria, por incrível que pareça, tem conseguido manter a vida planetária, dando sustentação para que a auto destruição ainda não tenha acontecido.
Manter ou não manter um mundo, no plano material, manter ou não manter uma raça humana, no plano material são decisões divinas que levam em conta as possibilidades destes continuarem sua evolução espiritual.
A Terra já passou algumas vezes por este processo, bem como já tivemos outros ciclos que se findaram com graves movimentos da superfície, os chamados movimentos telúricos.
Dois grandes continentes sumiram sob as águas e sob o fogo, devida a impossibilidade de reversão do caminhar destas raças, a Atlântida e a Lemuriana.
Pois novamente nos encontramos neste processo.
As duas raças humana, anteriores, chegaram ao auge da evolução material. A Atlântida se destacou pela manipulação das forças da natureza, bem como pela levitação e por conseguir coabitar com outras dimensões, portanto, atingiram níveis evolutivos bem superiores ao atual. A energia atômica foi usada, no princípio, com muita parcimônia e controle, desvirtuando-se no final do ciclo.
É impressionante como repetimos etapas do ciclo evolutivo, mas quando isto ocorre, ou seja a evolução material vem desprovida da evolução espiritual, tudo termina como um castelo de areia na beira do mar. Desfaz-se.

Hoje a situação é irremediável, sob este ponto de vista, mas podemos, individualmente, realizar grandes coisas, quando despertamos para as coisas espirituais, para a elevação, para o coração, para a divindade que habita nosso ser interior.
Ficar passivo, inerte e se fechar em si próprio é o pior caminho, pois a indicação é exatamente ao contrário, ser ativo, ser positivo, ser espiritual, ajudar, evoluir na busca, na coligação, na reflexão, estudar, estudar muito o extenso material que nos foi deixado por tantas divindades.
Porque estas coisas não vem de forma mais fácil para termos acesso?
Para sairmos da ignorância por vontade própria, por iniciativa própria, por desejo próprio. Assim estaremos usando o livre arbítrio na sua forma mais pura e correta.

Portanto, vamos avaliar nossa postura em relação a isto e se for caso, revê-la com a máxima urgência.


quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Fatos relevantes.

Pensamento do dia, quinta-feira, 8 de outubro de 2015

"Silencia teu querer, oferta-o ao Supremo. Silencia... "
Trigueirinho.

Pois bem, “silencia teu querer”.
Êta coisinha difícil de fazer para nossa humanidade, que pouco conhece de si próprio.
Ao nascermos, já temos definido um destino, ciclo de experiências, ligações humanas, família que nos acolherá, relações durante toda a vida, circunstancias que irão nos rodear, ou seja, um conjunto muito grande de oportunidades, possibilidades e o nível evolutivo que deveremos alcançar.

De certa forma, nascemos com a “cartilha pronta”, mas com um conjunto de variáveis para usarmos o recurso do livre arbítrio.
O carma entra nas hipóteses da cartilha, criando maiores ou menores dificuldades.
Certas situações de origens cármicas, são imutáveis, como por exemplo a família carnal que iremos pertencer, o país, a cidade, as condições iniciais em que esta se encontrará, além de uma série de circunstancias que envolvem desde a formação do corpo físico, mental e emocional, até a posição social que poderei alcançar na sociedade que irei conviver.
Estas escolhas iniciais fazemos antes de nascer, no astral, onde o grau de liberdade é muito mais amplo que o físico
É uma situação incrivelmente complexa, pois envolve os corpos que possuo : físico, emocional, mental, astral, etérico, anímico (alma), de luz, monádico, espiritual, derivando para várias subdivisões em cada corpo.
A engenharia de Deus é inimaginável para o estágio mental que nos encontramos.
Como curiosidade, podemos ainda dizer que a nossa alma se divide em 7, ou seja, aqui na Terra sou 1/7  do meu corpo anímico completo.

Mas junto com tudo isto, adquirimos aqui na Terra, o egoísmo, a ambição, a personalidade e uma série de cacoetes que nos desvia das metas definidas quando estávamos no astral, antes de nascer.
v  O egoísmo é fatal. Este sentimento detona o conjunto e altera as possibilidades para os níveis mais baixos e consequentemente os mais cármicos. Podemos dizer que o egoísmo coloca uma mascará preta no rosto, impedindo a visão e todas as demais sensações, onde cegamente vamos tateando por caminhos obscuros, tortuosos e recheados de obstáculos e quedas impressionantes.
v  A ambição, associada ao orgulho, torna-se um desvio fatal das metas evolutivas definidas no astral, onde iremos percorrer caminhos desconhecidos, ultrapassados, onde nosso compromisso terreno começa a se afundar na lama escura e malcheirosa da ignorância, pois podemos perder o senso de direção ou a bússola interna.
v  A personalidade é um registro do nosso passado nos corpos físicos, portanto, se retrai o tempo todo, pois tem como referências as experiências bem sucedidas ou mal sucedidas das vidas anteriores. É um bloqueio para o indivíduo ir alcançando o seu estado de perfeição.  “É onde moram os medos”.           Um indivíduo puramente personalista, ou seja que tem atendido somente sua personalidade, esquecendo-se da sua alma, torna-se medroso por natureza,          retraído, ou excessivamente espontâneo, muitas vezes agressivo, ou super acanhado, uma vez que sua luta interior é descomunal, e ao longo do tempo começa a adoecer com as doenças da mente (pânico, depressão, fugas, sensações de vazio, sensações de perdas, etc.). Sente-se não amado pelo simples fato de ter se fechado em seu mundo particular, desviando-se da sua universalidade. Esta possibilidade atinge a maioria dos cidadãos da Terra.
v  Os demais “cacoetes” são ações gananciosas, predatórias, individualistas, onde o ser, o ter e o poder dominam a mente confusa e perturbada de cidadãos que se iludiram com pseudo vantagens sobre os demais. Nosso meio político e o das instituições empresarias, no âmbito mundial, está forrado de indivíduos desta natureza. São essencialmente marionetes, cuja vontade e poder colocaram a serviço das forças involutivas em troca de ilusórias fantasias materiais. A queda inevitável é expecionalmente dolorosa.

Como dissemos ontem, as “máscaras estão caindo”. Este processo é irreversível, perigoso e tem demandado intervenções divinas para não nos auto destruirmos.

Deveríamos prestar atenção naquilo que é necessária, a evolução espiritual. Se cada um se focasse neste aspecto, a Terra seria uma extensão do paraíso, pois evoluir é um aspecto individual que tem por base o benefício coletivo.
Aprenderíamos a amar de forma altruísta, sem trocas. Isto nos traria um alivio tão grande, que uma variedade imensa das nossas doenças, simplesmente deixariam de existir.

“Silencia teu querer” : de certa forma, é isto, pois ao silenciarmos tudo isto que vem nos confundindo na vida, ficaríamos livres para pensar com clareza, refletir com clareza e decidir com clareza.
Esta clareza mental permite que a intuição se aproxime, a coligação aconteça, o mundo se expanda além dos horizontes atuais e a liberdade finalmente será sentida.
Ainda não sentimos o que é liberdade, pois ainda estamos aprisionados ao nosso corpo mental e emocional, somente.
Nossos demais corpos, aqui citados, tem pouca ou nenhuma influência sobre nosso mental e emocional, por isso que nos sentimos tão perdidos.
É preciso quebrar este estigma, sair desta ignorância, romper estes grilhões, pois só assim iremos alçar voos.
Hilton

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Aprenda a amar primeiro para depois compreender.

Pensamento do dia, quarta-feira, 7 de outubro de 2015

"Aquieta-te, filho da Terra, aquieta-te e perscruta teu íntimo."
Trigueirinho.

Pois bem, o momento atual tem nos demandado uma série de frustrações e  uma total impotência, onde temos assistidos os desmandos das sociedades, governos e instituições.
Temos de passar por estes momentos em profundo aquietamento.
Esta mega confusão que tem gerado desmandos, traições, oportunismo, ganancia, mortes, etc., fazem parte do processo de espiritualização do planeta.
Tínhamos comentado em tempos anteriores que as “mascaras cairão”.
Muitos estão revelando sua parte mais sombria, mais escura, mais involuida, alinhando-se com os últimos suspiros das forças involutivas.
Esta ganancia exacerbada de grupos que comandam ou dominam de forma brutal, redutos importantes no comando e nas decisões mundiais, se sentem absurdamente pressionados neste final de ciclo.
Estão agindo desta forma, pois estão acuados nestes derradeiros momentos finais da sua presença no planeta Terra.
A Terra está se espiritualizando.
Será nos tempos futuros um solo sagrado, onde novas Leis Regentes atuarão sob a presença bem mais intensa da energia do Amor.

Movimentos contrários a isto que vem acontecendo nestes desmandos, não terão sucesso.

Precisamos aceitar que processos de correção de rumo, nestes aspectos, são por demais complexos e exigirão forças descomunais, que nós seres humanos alienados deste mega egoísmo, não tem a menor capacidade para corrigi-lo ou supera-lo.
Será um embate gigantesco entre Seres e forças que desconhecemos.

A Terra nos seus primórdios, na sua constituição, foi selecionada juntamente com outros mundos para submeter-se a estes processos evolutivos/involutivos, pois assim como nós, muitos Seres que participam da criação de mundos, estão aprendendo. Claro que preserva-se a escala de responsabilidades pelo conhecimento adquirido e pelo nível de evolução alcançado.
A nós humanos coube conviver e aprender com o livre arbítrio e a estes Seres coube controlar a miscigenação de forças positivas com as negativas.
Digamos que este conceito de fracasso que frequentemente utilizamos, é relativo, pois o que vale são as experiências conquistadas.
Todas estas experiências são importantes, as que superamos e as que fracassamos, pois nosso aprendizado consiste deste processo. O inconveniente disto tudo é o fato de termos estacionado tanto tempo, tantas vidas, na Lei do egoísmo.
Isto tem nos limitado demais para compreender o que estamos passando.

O homem Jesus escolheu a Terra para sua última encarnação, trazendo no seu trigésimo aniversário a presença da energia crística. Deste momento em diante o planeta entrou na sua escalada da espiritualização.
Podemos dizer que o movimento de rotação da Terra, no ato da transformação global, expulsará estes redutos de forças involutivas que uniram-se a seres humanos que se “encantaram” com este poder passageiro e limitado, trocando o caminho da alma, pelo ilusório poder e por quinquilharias do mundo das formas (plano material).

Portanto, como foi dito, nossa pseudo passividade nestes combates, desde que nos apoiemos na nossa fé e nossa elevação, nos poupará de esforços inúteis contra algo que, hoje, somos absolutamente impotentes.

Não nos preocupemos com aquilo que está acima do nosso alcance, pois sempre fomos assistidos, monitorados, ajudados naquilo que extrapola nossas atuais capacidades.

Não duvide destas orientações, pois sem elas sentirá que não há saída, mas no Plano Divino esta hipótese não existe.
Aquiete-se.
Tranquilize-se.
Respire fundo diversas vezes.
Projete-se para o teu coração.
Preste atenção nas coisas do bem, nos seus anseios mais elevados.
Aprimore o seu conteúdo interior.
Aprenda a amar primeiro para depois compreender. (reflita bem sobre esta frase)
Tudo, sempre, passará.

 Hilton

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Não era para ser assim.

Pensamento do dia, segunda-feira, 5 de outubro de 2015

"Mais vale a obediência silenciosa à Lei Interior que muitas palavras de promessa e boas intenções."
Trigueirinho.

Pois bem, promessas se tornaram algo corriqueiro na nossa vida.
Se considerarmos os critérios que a sociedade, as empresas, os governantes prometem, tais promessas nunca serão cumpridas.
Muitas vezes as boas intenções ocorrem sem o lastro da Lei Interior, (Lei que rege a vida planetária de acordo com os desígnios do Criador) portanto são nulas as possibilidades destas “boas intenções” acontecerem.
É preciso compreender e assimilar o máximo que pudermos sobre a Lei Interior. Para isto precisamos, primeiramente, aceita-La.
Se interessar, buscar, estudar são requisitos básicos.
A simples boa vontade, neste aspecto, poderá ser a locomotiva que te conduzirá para as informações que você precisa conhecer.

Vivemos um momento atípico, especial, onde portais se abrem para os indivíduos de boa vontade.
Quando nos apoiamos só em promessas e boas intenções, temos grande chance de nos frustrarmos, pois o desalinhamento da maioria com a Lei Interior é intenso, portanto poucas são as chances de tais promessas serem cumpridas.
O livre arbítrio nos deu estas possibilidades, mas ao mesmo tempo não nos esforçamos e não nos atualizamos, consequentemente temos feito muitas coisas sem este alinhamento interior, o que acaba contrariando regras que não podem ser burladas ou quebradas.

Isto criou uma vida incômoda, uma vez que a  maioria dos nossos desejos não se concretizam, pelo simples fato de não serem condizentes com dois aspectos: o destino individual e coletivo e a Lei Interior.
Este descompasso criou um processo comum na humanidade, de nos conduzirmos na contra mão desta Lei Regente, arrecadando fracassos na evolução da vida material e espiritual.

Não era para ser assim. A humanidade da Terra tinha um caminho bem promissor no processo evolutivo, pois seu arquétipo previa estágios evolutivos condizentes com tais aspectos, mas no livre arbítrio, nos iludimos com o egoísmo, com a posse, com a ganancia e perdemos “contatos”.
Nos deixamos levar pelas forças involutivas que hoje dominam todos os ambientes terrenos.

A interferência é absolutamente necessária, pois a humanidade não consegue mais sair do estágio negativo que se encontra.
Se compreendermos esta transformação cíclica, como parte do amor divino, nos alinharemos com forças positivas e acolhedoras, que usando da energia da misericórdia, nos acolherá.

O momento é de grandes esforços, pouquíssimos resultados positivos sob o nosso ponto de vista, além de convivermos com muitas coisas sem solução. Sair da ilusão não é fácil.
Enfim, mudanças precisam acontecer e tudo começara com mudanças pessoais que cada um terá de fazer. As conjunturais, só Deus.

Vamos refletir, vamos aceitar certos fracassos no plano material, mas vamos ficar atentos às mudanças internas. Estas nos darão a força que precisamos.
A palavrinha mágica “CONFIA”, mais do que nunca, está em alta e precisa ser considerada.


Hilton

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

É preciso compreender aonde a vida esta nos levando.

Pensamento do dia, domingo, 4 de outubro de 2015

"Não reclames direito algum; despido viestes ao mundo e despida deves manter a consciência."
Trigueirinho.

Pois bem, temos citado várias vezes que daqui levaremos apenas nossa bagagem evolutiva.
Nem a moral, nem a intelectual, nem a emocional, nem a racional, serão levadas para a sequência das vidas futuras.
Porque isto?

Estamos caminhando para o estado perfeito, estamos buscando a perfeição, portanto, o aprimoramento é uma necessidade.
Este aprimoramento deveria se dar em cada vida, em cada etapa da nossa eternidade, em cada nível de consciência alcançado, por isso que ao nascermos, recomeçamos novamente a constituir o que seremos naquela vida.
Refaremos a personalidade, o emocional, o racional, o intelectual e todos estes aspectos deveriam ser melhores que os anteriores.
Este é um processo natural e apoia-se completamente no espírito.
Quando cuidamos do corpo, da mente e do espirito, embasaremos estágios evolutivos que irão tornar o emocional, o racional, o intelectual, a personalidade, melhores do que os anteriores.

Infelizmente isto não acontece como deveria pelo simples fato de cuidarmos somente do corpo e da mente. Alguns nem isso fazem.
Perdem-se completamente, destruindo o corpo, a mente e todos os demais corpos, pois entregam-se às bandalheiras do mundo, às drogas, aos desvios, à ganancia, ao egoísmo e vai por aí.
A sociedade, por outro lado, colabora incansavelmente para sermos os mais incipientes e o mais corrompido como seres humanos, alienando completamente a hipótese sequer de que temos um corpo espiritual. Desta forma consegue quebrar quase todas as resistências naturais que temos ao reencarnar.
Poucos resistem e estes poucos conhecem a dificuldade que é manter-se integro num mundo onde a desonestidade e a mentira tem sido a referência.
Temos, portanto, um meio ambiental completamente hostil ao processo evolutivo de um ser completo, que veio ao mundo para aprender

Precisamos preservar esta ideologia natural que nos acompanha ao nascer.
Daí, se pais conscientes conseguem dar aos seus filhos esta interação com o espirito, as chances melhoram sensivelmente para aquela criança. Pelo menos terão uma base verdadeira e não a mentirosa para se apoiar.

Vejo deste forma, como foi importante nossa reuniões do Grupo H&F infantil, onde de forma lúdica conceitos importantes foram repassados.

O pensamento acentua os direitos. Hoje lutamos por nossos direitos sem analisa-los corretamente, ou compreende-los como deveríamos. Deveríamos sentir  (palavra muito importante) se tais direitos alinham-se com as ideias do Criador.
Obviamente, para fazer isto precisamos conhecer as ideias do Criador e teve muita gente competente que veio ao mundo só para isto.
Desprezamos, consideramos carolas, infantis, demos uma conotação religiosa desprezível a tantos indivíduos elevados e hoje nos sentimos perdidos de tanta mentira e falsidade.

Temos insistido na “falta de tempo”, que a maioria alega quando se trata em aprender a viver aos olhos do coração, pois nosso coração liga-se sempre com o Alto, com as Divindades, por intuição e coligação, mediante uma base de conhecimento primário. Neste aspecto, aprenderemos a tomar decisões corretas sob a ótica da vida universal. 

Enfim é preciso, de certa forma, andar na contramão do que maioria anda, pois muitos estão completamente perdidos e pior que ainda não perceberam estes descaminhos e a confusão que os levará nos momentos críticos da transição planetária.

O mundo não está assim, por estar, de certa forma estas carências que temos sentido na vida material, tem o sentido de nos direcionar para a vida espiritual, mas muitos ainda continuam vendo “soluções” nas mentiras e nos desmandos dos comandantes das nações.

O pensamento e claro: não reclames direito algum, pois ao fazermos isto nos coligamos intensamente com isto.

Enfim é preciso sentir a necessidade deste alinhamento espiritual, como a única solução para nosso continuísmo.


Para reflexão.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

A alma pode morrer.

Pensamento do dia 02 de outubro de 2015.

Aprende a reconhecer a vertente que alimenta toda a Criação, e não deixes teus olhos se enganarem com brilhos fugazes.
Trigueirinho.

Pois bem, a criatura é alimentada pelo seu Criador.
Eis um alimento que desprezamos constantemente.
Somos seres humanos à mingua, literalmente morrendo de inanição.
Nos alimentamos avidamente para o corpo, para a mente racional e para o emocional. Na maioria das vezes exagerando as doses ingeridas e nos prejudicando com o excesso que não pode ser absorvido.
Tais alimentos tem deteriorado nosso corpo físico, emocional e mental.
Temos envelhecido rapidamente, somos carentes, temos medo excessivo, somos inseguros e desconhecemos quem somos, para aonde vamos e de onde viemos, ou seja, não sabemos praticamente nada sobre nós.
Da mesma forma, pouquíssimo sabemos sobre nosso meio ambiente, a Terra, e fora dele, o cosmos, nem pensar, talvez limitada a uma simples gota de água de um oceano.
Na Terra arranhamos alguns conhecimentos da sua superfície, pois fora disso pouco sabemos. Desconhecemos as outras extensões ocultas que convivem conosco, aqui na superfície, pois perdemos inúmeras qualidades ao longo do tempo, face aos imensos desvios que temos cometido com o egoísmo.
Isto nos deixou tão carentes que somos a carência personificada nos medos.
O pior é que não temos feito nada a respeito.
Poucos se movimentam para aprender algo a mais do que a superficialidade da vida.
A maioria anda muito ocupada, sem tempo, com muitos compromissos estranhos à nossa origem divina e elevada e ainda acham que são normais.
Aqueles que procuram algo a mais, além da superfície, são estranhos, esquisitos, digamos que anormais sob este ponto de vista e por vergonha e medo, continuamos na esfera do julgamento e com o medo da não critica pelos que nos acompanham, ao invés de aprofundar-se na busca para sair desta estranha e insana ignorância.

A maioria desconhece a necessidade do alimento da alma, que nada mais é do que o aprofundamento no conhecimento e na sabedoria universal.
Também, não temos tempo!
Não relevam o fato de que este conhecimento e esta sabedoria serão as únicas bagagens que levaremos após a passagem de uma vida para outra.
Confundem fatos religiosos, discriminam sem conhecimento de causa, criticam sem saber porque, mas perante a sociedade insana que vivemos, são considerados normais.

A alma faminta se deteriora.
Sabemos que a desnutrição acelerada, no limite das necessidades do corpo humano, chega ao ponto de alimentar-se do próprio corpo. Temos visto na televisão pessoas extremamente magras e neste processo acelerado de emagrecimento, em especial no continente africano, o próprio corpo vai se canibalizando, num processo de auto destruição (auto alimentação).
Pois bem, com a alma acontece algo similar, pois a ignorância se auto alimenta com mais ignorância, com mais preconceitos, com mais medos, com mais destruição do ser interno que todos tem.
Chega-se ao ponto da necessidade da alma ter de morrer para recomeçar.
Sob o ponto de vista divino a alma ainda faz parte do mundo material, portanto muitas almas irão morrer na virada cíclica do planeta, face a este grande processo de inanição.
Renascerão em outras circunstancias e reiniciarão o processo de aprendizado que todos vem percorrendo.
A centelha divina, nossa divindade, nosso espirito, sim, estes são eternos e sobreviverão sempre, mas o restante dos nossos corpos ficam sujeitas ao processo do renascimento, da mesma foram que ocorre com o corpo físico.
Mas, não temos tempo para aprender sobre isto, somos por demais ocupados com as nossas passageiras necessidades materiais, muitos com relevada abundancia e outros com relevada escassez.

O pensamento, como sempre, é providencial no momento crítico atual, pois nossas chances de aprender estão se tornando cada vez menores, ou mais curtas no espaço-tempo que vivemos.
Aprofundar-se para “aprende a reconhecer a vertente que alimenta toda a Criação”, sem nos deixarmos enganar pelos “brilhos fugazes” da ilusão que temos vivido, é preponderante para o alimento da alma.

Como tem sido citado nas instruções, temos de nos ver como um conjunto, corpo-mente-alma e o conjunto todo precisa alimentar-se.


Para reflexões.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

A verdadeira beleza se sente.

Pensamento do dia 01 de outubro de 2015.

Se quiseres apreciar a beleza de uma flor, deverás colocar-te diante dela com reverência.
Trigueirinho.

Pois bem, a beleza não se vê, se sente.
Temos nos reportado sempre para analisar a beleza externa, cujos parâmetros são muito variáveis, de épocas, de momentos, de cargas emocionais.
A verdadeira beleza se sente.
Imaginem um ser externo ao nosso planeta, nos vendo. Assim como nós, provavelmente veria modelos físicos grotescos, dado que a aparência material, no mundo das formas, podem ser bem diferentes e distintas.
Para cada mundo seus habitantes adquirem formas que são as melhores para seu desenvolvimento.
Por exemplo, os animais marinhos possuem forma e dinâmica que melhor se adapta à sobrevivência e deslocamento num meio líquido.

Se pudéssemos sentir a beleza, dificilmente  destruiríamos as formas materiais que a contem.
Por não sentirmos esta beleza destruímos, nos destruímos e continuamos predadores, mas, mais sutis, mais perversos, porque destruímos por prazer, por competição, por interesses que não sejam o da defesa da prole ou da sobrevivência.
De certa forma rebaixamos nosso nível em relação aos demais reinos, pois usamos artifícios mesquinhos para destruirmos.

É preciso mudar esta concepção.
Temos inteligência, individualidade, livre arbítrio e podemos decidir.
Precisamos começar a sentir a beleza.
Isto nos ajudaria muito a mudarmos pensamentos e atitudes, para sermos mais construtivos do que destrutivos.
Muitos emocionam-se ao admirar uma flor, talvez pela sua passividade e pelo momento, conseguem por, lapsos de consciência desperta, sentir a beleza que ela expõem ao nosso coração.
A beleza está no coração. Não na mente, no raciocínio, na lógica, no pessoal, mas é sentida no coração, pois toda criatura de Deus tem, intrinsicamente, a beleza de seu Criador.
Assim acontece porque toda criatura traz o amor universal, o único que existe, portanto, ao sentirmos a beleza, sentiremos o amor universal.

A beleza é amor.
Amor altruísta que acontece sem exigências, sem condições, sem formas, sem comparações.
É comum pais sentirem a beleza em seus filhos, independente das aparências, de eventuais defeitos físicos, ou ausências da forma ideal, pelo fato de os amarem.

Como não conseguimos amar a todos não sentimos a beleza, mas vemos defeitos, ausências, carências, oportunidades, nas formas e na constituição daquele indivíduo, muitas vezes aproveitando-se para tirar certas vantagens ou para oprimi-lo.

Vamos repensar sobre a beleza, vamos tentar senti-la.
Não precisamos dos olhos para isso, mas dos sentimentos elevados e da neutralidade.

Isto pode mudar completamente sua maneira de ser, de agir e de sentir.
É desta forma que somos recebidos e admirados por Seres que nos amam e que vem nos acolhendo, pois se olhassem o que estamos fazendo, somente, veriam os horrores que nos envolvemos no mundo material.
Recebe-los dentro das mesmas características, mudaria completamente as oportunidades que estamos tendo neste final de ciclo.
A maioria tem rechaçado esta imensa Ajuda que nos disponibilizaram, pelo simples de sermos diferentes.
Registrou-se que um “anjo da guarda” é uma criança com as nossas características, com asas, quando na realidade suas formas são completamente diferentes desta idealização infantil da nossa parte. Talvez se pudéssemos ver sua forma real, os rejeitaríamos.

Revejam sua forma de conceber a beleza, parando de discriminar pelas aparências.
Vamos tentar sentir a beleza ao nos aproximarmos de alguém. Com certeza teremos a chance de reavaliarmos muitos preconceitos que hoje estão estigmatizados.

O conceito de raças distintas, credos, crenças, cores da pele, níveis de consciência, não estão à toa entre nós, mas existem para aprendermos a conviver pacificamente com todos, pois no futuro estaremos ajudando civilizações semelhantes à Terra, nos tempos atuais, somente pela sua beleza e não pela seus preconceitos.

Vamos refletir.
Vamos “achar” tempo para rever e atualizar conceitos tão ridiculamente ultrapassados, que temos insistidos em mantê-los

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Podemos interferir?

Pensamento do dia 30 de setembro de 2015.

Podemos aprender do silêncio de uma árvore a nos conectar com o nosso próprio silêncio, que é uma força viva e criativa.
Dorothy Maclean.

Pois bem, Dorothy nos auxilia com este pensamento a adotar uma postura mais silenciosa e mais pacifica.
Uma árvore, por ser estática no local que nasceu, permanece ao sabor das intempéries da natureza.
Brota, desenvolve, cresce, expande-se e se mantem impassível.
Torna-se subserviente ao meio em que vive.
Refresca com sua sombra, produz alimentos para várias espécies de outros reinos, acolhe a quem dela se aproxima, serve de apoio e de “casa” para outras espécies e tem como meta sua evolução e sua expansão para o “alto”.
Submete-se ao que Mãe natureza determina, de forma pacifica e acolhedora.
Se tiver de ser reciclada, acolhe os raios que produzira o fogo da renovação.

Deveríamos ser assim quanto ao nosso destino.
Subserviente, colocar-se em Serviço, ter a evolução como meta prioritária e exclusiva e acolher.
Acolher o que nos chega de forma prazerosa ou revolucionaria, radical, modificadora.
Acolher quem nos procura, sem as mentiras, sem a falsidade que normalmente empregamos nas diversas máscaras que colocamos em face de cada situação, visando atender inúmeros interesses mesquinhos.
Somos muito diferentes de uma árvore, é claro, mas deixamos de preservar o lado bom que este ser vegetal, infinitamente inferior às nossas condições, preserva.

Ao nos aproximarmos de uma árvore, nos sentimos bem, pois sentimos seu acolhimento, seu silencio, sua imparcialidade, sua neutralidade  e independente do que somos ou demonstramos ela procura nos servir.
Mesmo que a cortemos, na maioria das vezes desnecessariamente, ou usamos nossa fúria para destruí-la, ela nos acolhe.
Quando a transformamos em um abrigo, em algo útil para nossa sobrevivência e nosso conforto (não o luxo e o inútil), somos agraciados com a beleza das suas formas, da sua força, da sua resistência.

Será que fazemos coisas semelhantes entre nós?
Dificilmente.
Entre nós vigora a interferência, a mentira, o interesse, a rivalidade, onde podemos ceder ou interromper algum tipo de benefício sem contrapartida, ou em face de mudanças de postura que temos com estes corpos mental e emocional em completo desequilibrio.
Adoramos interferir.

Muitas vezes, ao ajudarmos alguém a se levantar, interrompemos um ciclo negativo que a vida de forma inteligente criou para aquele indivíduo aprender a se levantar sozinho. Ao fazermos isto, o ciclo terá de ser recomeçado para o mesmo indivíduo. Com isto nos ligamos carmicamente a ele, também.
Hoje não se estende mais a mão para alguém, isto é passado.
Hoje temos de ajudar na transformação, pois transformado este indivíduo ele se levantará e concluirá as condicionantes cármicas definidas pelo seu destino.

A sociedade, o estado, as pessoas, com a ignorância, sustenta o que não deveria ser sustentado, interrompendo ciclos de ajustes que o destino de cada um traçou.
Esta interferência mesquinha, pois os interesses por trás disto são mesquinhos, tem levado a uma repetição de fatos ruins ao longo dos tempos, das vidas, dos ciclos,  consolidando uma queda acentuada da qualidade de vida da humanidade como um todo.
Interferimos demais!

Isto se espalhou como um vírus incontrolável e hoje participamos da convivência com indivíduos repetindo ciclos negativos que não conseguem ser superados, por esta forma errada de se ajudar.
Criou-se um envolvimento global com uma tendência exponencial de crescimento, modificando as estruturas das vidas constituídas no plano astral, alterando o que foi planejado por Deus.
Julgamos e analisamos alguém ou uma situação, somente no momento presente, pois não temos capacidade de avaliar o que está em jogo, das vidas passadas, mas mesmo assim nos colocamos como senhores da sabedoria e com isto, erramos sempre.

As Leis são imparciais, rigorosas e agem de acordo com nosso livre arbítrio, portanto, desconhece-las ou não exerce-las, sem dúvida nos submeterá à contrapartida.
Poucos creem nisto, poucos seguem as regras do coração, mas adoram seguir as regras da razão, da personalidade, da imposição e com isto nossa vida na superfície terrestre entrou definitivamente na era do caos.

Ser imparcial, ter atitudes desinteressadas de qualquer contrapartida, amar altruisticamente, ajudar na transformação e não na manutenção da pobreza espiritual de alguém, deixar alguns ciclos se concluírem, ser acolhedor, saber olhar com os olhos do coração, intuir antes de se movimentar, refletir antes de se movimentar, coligar-se antes de se movimentar, orar antes de se movimentar, poderá nos tornar pessoas melhores e com ações mais alinhadas com nosso destino, com o destino da humanidade.

Vamos seguir o exemplo das árvores, com sua imparcialidade, mas servindo aquilo que estiver ao nosso alcance, com inteligência e sem contrapartidas.
Lembrando das instruções de ontem, somos um cilindro com capacidade limitada de tolerar as energias poderosas que hoje dirigem–se para a Terra, no seu momento de transformação. Ou usamos elas para fazer algo útil, ou cada vez mais nos sentiremos inúteis, frustrados e cansados.

Vamos refletir, com tempo (obvio, para quem tem tempo) e pausadamente com  tantas informações chegando diariamente ao nosso alcance.


Gratidão.

Hilton

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Nos sentimos cansados.

Pensamento do dia 29 de setembro de 2015.

A aridez do deserto ou do ártico faz o homem se ater ao que é essencial, e o espírito é o essencial de todas as coisas.
Dorothy Maclean.

Pois bem, Dorothy hoje nos remeta para dois locais planetários, onde tudo é escasso se comparado a outras regiões do planeta.
Se observarmos, ciclicamente, passamos durante a vida por vários momentos de escassez e aridez. Podemos falar de um indivíduo ou de uma coletividade inteira, mas todos passm.
Então normalmente enfrentamos nosso deserto, onde a falta, as dificuldades ficam muito acentuados e presentes e os apoios externos limitados ou inexistentes.
Jesus, antes de iniciar sua peregrinação, enfrentou o deserto também, onde passou por situações cujo objetivo foi a confirmação da sua atenção ao caminho escolhido por Abba.
Dizer que passou por provas, é uma inverdade, pois um ser crístico não passa mais por provas, mas consolida o caminho escolhido.

O mundo caminha para a aridez.
Aridez de tudo e de todos os aspectos.
No plano material, a falta e o excesso brutal serão contundentes e ilimitados.
No plano emocional o descontrole e a loucura virá com tudo.
No plano espiritual os limite que nos imputamos ao longo das vidas, serão os preciosos apoios que não teremos.
Isto é necessário, pois nada mais consegue chamar a atenção dos homens para o que ele, em verdade, precisa.

No entanto, independentemente do tempo que nos resta, é preciso voltar-se para a introspecção interior, para a coligação, para a intuição, para esta via de comunicação que devido aos tempos atuais, está mais do que nunca fortalecido e disponível para quem acredita.
A maioria não tem tempo.
A maioria, julga-se inteligente e sabedor dos fatos e acontecimentos, mas não consegue deduzir que já entramos na mais profunda crise mundial que nenhum de nós em momentos anteriores enfrentou.
O caminhar da carruagem, como foi dito ontem, não depende mais da nossa vontade, pois os fatos que criamos são contundentes e levarão a uma sequência incontrolável pela vontade humana.

No entanto, o final será feliz.
Não para todos, mas para aqueles que conseguem acompanhar de forma consciente, que seus erros e seus descaminhos, finalmente, terão possibilidades de se reverterem.
Estamos num tempo muito especial, tão diferente que determinadas situações cármicas que criamos por ações descontroladas na vida, estão sendo sanadas de imediato, ou seja, o carma me acompanha no dia a dia, não se espera mais novas reencarnações para acontecerem.
Por isso da vida ter ficado tão difícil de ser vivida, pois uma ação errada tem contrapartida de imediato.

Precisamos muita disciplina, muita lucidez e convicção para vivermos no acompanhamento dos fatos e nos ajustarmos rapidamente aos processos que estão acontecendo.
Precisamos reconhecer, saber apelar e saber reconhecer as ajudas que, em abundancia, vem até nós.
A maioria tem renegado tudo isto e insiste em viver tipicamente em tempos atípicos. A dor será muito forte.

Nos sentimos cansados. 
Este cansaço crônico não tem nada a ver com dormir, descansar, distrair-se, espairecer.
Tem a ver com a falta de doação, da ajuda, do Serviço que temos deixado de realizar face nossa doentia necessidade de ser, de ter, de acumular e de se distrair com as brincadeiras da vida ilusória, perante a vida real.
Você pode dormir, descansar, se distrair o tempo que quiser e sempre se sentirá cansado(a) se não mudar de atitude.

Quando já despertamos certas sensibilidades e isto está acontecendo com muitos, esta energia que vem em nosso auxilio, ou seja, aquela que acontece nesta fase do final deste ciclo terreno, não pode ser retida em nós.
Ela tem fluir.
A maioria a retém, como tem feito ao longo das suas vidas com quase tudo.
No entanto, esta energia é singular, diferente, incrivelmente poderosa, pois essencialmente é transformadora e curadora.
Ao recebermos, inicia seu processo de expansão dentro de nós.
Como um gás que vai sendo injetado dentro de um cilindro, vai se acumulando, se expandindo, até a ruptura do invólucro que o retém, quando este atinge o limite da sua capacidade.
Estamos assim.
Somos o cilindro que ao invés de soltarmos esta energia, temos retido, mesmo sabendo que nossa capacidade de retenção é limitada.
Este cansaço é um sintoma claro desta retenção, desta postura que temos adotado com tudo que nos cerca (tudo mesmo).
Nossos medos são frutos desta retenção, pois sabemos interiormente, que não conseguiremos reter por muito tempo.

Como temos dito, os tempos são outros, as energias também, consequentemente nossa postura precisa ser outra. Não dá mais para pensarmos como pensávamos a poucos anos atrás, pois logo teremos outra dinâmica de vida completamente diferente da de hoje.
Já estamos no deserto, enfrentando sua aridez e sua escassez. Como poderemos permanecer como sempre fomos?

Quando nos deparamos com um problema, temos de enfrenta-lo.
A melhor forma é conhece-lo em todas as suas nuances, pois poderemos enfrenta-lo de igual para igual, quem sabe anulando certos efeitos que podem ser anulados.

Tais informações são verdadeiras pérolas, pois nos ajudam a compreender, pelo menos, o que estamos enfrentando e passando.

Minha eterna gratidão a tantos Instrutores que pacientemente, tem tolerado meus erros, minhas incompreensões em certos momentos, minhas ausências, inclusive minha intolerância, mas tenho procurado dar o melhor que posso, apesar de ficar sempre inconformado por não ser o suficiente.
Aprendi que ficar inconformado pode ajudar a melhorar, pois não cesso minhas buscas.
Aprendi que reter estas energias, estas informações poderia ser um mal maior. Tem sido mais fácil viver com a incompreensão de alguns, com o rótulo de anormal, esquisito, estranho, na melhor das hipóteses, diferente, mas deixar que esta energia expansiva siga seu curso, pois assim como tem sido para mim, em algum momento será muito útil a outros.

Deixe a consciência do seu coração agir. 
A lógica, o raciocínio, não estão mais à altura de algo tão singular, diferente, especial. Estes são da personalidade, seu coração pertence a sua alma.

Gratidão.

 Hiton