segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Preciso irradiar.

Pensamento do dia 07 de dezembro de 2015.

Um espírito forte é como um centro de irradiação que, em meio ao mundo, não se deixa envolver por ele.
Trigueirinho.

Pois bem, este será o posicionamento que devemos ter nestas etapas finais do ciclo terreno.
Muitos problemas já vem ocorrendo ao redor do mundo que tem desestruturado famílias, sociedades e países. Sejam problemas causados pelos interesses humanos como os causados por eventos da natureza.
Sabemos que somente por uma questão de tempo, todos estes baterão na nossa porta.
Tudo irá se generalizar, pois assim como uma onda imensa que vem navegando em aguas profundas, ao aproximar-se da costa, onde  a profundidade vai diminuindo, seu tamanho e sua velocidade aumentam, tornando seu poder destrutivo enorme.

Na matéria não haverá apoios, portanto, precisaremos nos apoiar no corpo espiritual, no invisível, no oculto e para isto temos que ter uma mente que aceite e se alinhe com esta possibilidade.
Se hoje recuso meu lado espiritual, anulo os apoios que poderei ter nos momentos que estão por vir.
É preciso nos conscientizarmos que nada mais está distante da gente. Os problemas ao redor do mundo são de todos, está atingindo a todos, quem sabe em certos lugares ainda indiretamente, mas em questão de tempo todos serão envolvidos.

Um espirito forte é como um centro de irradiação.
É um conceito essencial que se associado com a vontade e a fé, fará de cada um de nós um Instrumento Divino das Ações do Plano Maior.

Tenho me sentido exaurido às vezes, principalmente em locais de grande concentração, mesmo que sejam ambientes conhecidos, entre amigos, entre parentes, pois é imensa a carência das pessoas por uma energia mais elevada, que talvez possa ter sido o portador. Ao mesmo tempo, estas pessoas se mantem à parte, como se o mundo fosse uma colcha de retalhos e cada um tem sua própria “ilha” para viver.
A “ficha” ainda não caiu, que vivemos num único mundo, com uma única humanidade, num único corpo (corpo humanidade), sob um único consenso da forma de se viver.
A Torre de Babel, continua ativa, disputada para saber quem chega primeiro na porta do céu e se torna o novo deus da humanidade, independente de já termos identificado que suas bases e alicerces estão ruindo e desmanchando.

O pensamento é claro, um espírito forte, se refaz, se coliga, se ascende, se anima, independente das situações externas, pois tem como premissa que todos os eventos do mundo das formas são passageiras.


Enfim, avaliem esta postura e se condizentes com suas metas, adote-a.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Somos testados, sempre.

Pensamento do dia, sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

"Vigiai. Não vos desligueis da Fonte, pois sois testados a cada instante. "
Trigueirinho.

Pois bem, este tem sido o alerta que temos comentado todas as semanas. Vigiai.
Todo nível evolutivo exige um ato de comprovação se adquirimos, realmente, capacidade para alcança-lo.
Diferentemente do que acontece no mundo material, onde a enrolação e a mentira tornam-se convincentes para alçarmos  um determinado “posto”, no mundo real, espiritual, isto só acontece se de fato começarmos a vibrar em uma escala superior à atual.
Para vibrarmos num tom e numa escala superior à atual, a convicção e a fé são necessárias, pois teremos de crer antes de receber.

Temos dificuldades em aumentar estes níveis vibracionais, pois vivemos “mascarados” de oportunismo e aparências. Quase todo mundo vive assim, então isto aparentemente, se tornou a referência.
Isto pode funcionar no mundo das aparências, mas no real não funciona.
Pessoas tem camuflado atos, gestos, conceitos, procedimentos, não mudando o que aparentemente as igualam às demais.
São sempre as mesmas pessoas, com os mesmos vícios, com as mesmas manias, com as mesmas dificuldades, com os mesmos medos e tendências. Esta ilusão tem levado a maioria a viver uma vida vazia, triste, depressiva, pois sentem os impulsos da transformação, da transmutação para um novo nível vibracional, mas não conseguem mudar.
É triste, pois encarnações são perdidas para manter-se as aparências.
Não admitem os ciclos das mudanças, revoltam-se, desgastam-se e não percebem que as mudanças que a vida está impondo, as beneficiará em outras escalas de valores, valores estes que são eternos e contínuos.
O ter e o poder tornaram-se símbolos importantíssimos de uma sociedade doente e em fase terminal.
Troca-se a afetividade entre as pessoas, o amor, o carinho, o relacionamento, o equilíbrio pelo dejeto do demônio, como disse o papa em seu discurso quando se referia à forma que temos usado o dinheiro.
Vidas são trocadas pela ganancia e poder. Isto gera carmas terríveis, com processos de recuperação incrivelmente dolorosos, pois será a dor da alma.

Portanto, o indivíduo que decide por expandir-se, por evoluir, tem necessariamente de mudar seu estilo de vida, pois o que tem feito, segundo as regras gerais da sociedade, não se coaduna com níveis vibracionais mais elevados.
Emocionalmente deverá oscilar menos, ser mais proativo, ter absoluta convicção do grau de importância sobre suas decisões, escutar a voz do coração e não se deixar levar por apelos emotivos frágeis, passageiros e apelativos.

A responsabilidade cresce, pois você passa a ser uma nova referência. Terá de ser uma referência silenciosa, pois quem notar não irá comentar, pois o medo de se diferenciar do conjunto humanidade ainda é terrível para muitos.


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Banhar-se em água benta?

Pensamento do dia 03.12.2015

Purificai-vos. Não há mais tempo a perder com fantasias.
Trigueirinho .

Pois bem, será que temos de nos banhar em água benta?
Seria bem fácil se fosse assim. Um bom banho e sairíamos prontos para novas confusões.

A purificação nada mais é do que um ato de libertação. Libertação dos medos, das angustias, das amarras, dos preconceitos, da ignorância.
Libertar-se é permitir que a Luz nos ilumine e com isto sermos guiados.
Hoje nos guiamos, mas temos escolhido caminhos complexos, desvios errados que tem nos colocado em situações muito ruins e completamente obscuras. A Luz não penetra, o caminho é escuro, úmido e pegajoso.
Temos nos machucado muito nestes caminhos obscuros, alem do que barreiras nos impede de acelerarmos. Temos confiado em nossa cegueira, em troca da nitidez e da lucidez espiritual que tudo sabe e tudo vê.
Achamos isto, achamos aquilo, seguimos o que não devemos, temos trocado vidas e vidas por nada, ou quando muito por vaidades.
Sou mais, tenho mais, posso mais, esta tem sido a tônica das nossas vidas. O poder e o ter tem sido as regras de comando da nossa sociedade doente e em fase terminal.
O papa recentemente citou uma frase incrivelmente correta: o dinheiro tem sido o dejeto do demônio.
Parece que todo mundo só quer o dejeto do demônio.
A energia monetária é licita, correta, mas a transformamos nisto, no dejeto do demônio, quando introduzimos o egoismo no seu comando.
O recado é direto e objetivo: purificai-vos.
Como banhar-se em aguá benta não vai dar certo, os esforços terão que ser bem maiores e a coragem abrirá os verdadeiros impulsos.
Se o caminho é ruim, pegajoso, temos de flutuar.
Se as barreiras são espessas, temos de nos fluidificar para passarmos como água entre os obstáculos.
Se o caminho é escuro, temos de usar a Luz indicadora e permanente para a seguirmos.
Purificar-se é uma mudança radical sobre o modo de ver as coisas, sobre em que acreditar, sobre os conceitos e estruturas da fé, do suporte e crer que algo desconhecido nos conduzirá.
Em outras palavras, é uma abertura que precisa ser dada como ato de permissão no livre arbítrio, para que o desconhecido atue.

A qualidade de vida mundial vem se deteriorando em ritmo exponencial, aceleradíssimo.
Chegará um momento em que não teremos mais como sairmos do marasmo e das vaidades que esta sociedade tem imposto para que um cidadão tenha algum valor.
A vida humana tem sido banalmente descartada e por todos os lados, governos, facções, instituições, religiões, etc..
A vida animal, vegetal e mineral é completamente desprezada e segue ritos de sacrifícios e de aberrações no processo de destruição, sem igual. Muitos se transformam em iguarias à mesa, como se rótulos pudessem justificar as atrocidades que temos cometido.
A maior parte da plantação de grãos, por exemplo, tem sido para alimentar o gado do que a população humana. Veja a que ponto chegamos.
É preciso purificar-se pois alguma Luz, certa nitidez, um novo horizonte precisa descortinar. O ser humano vive de esperanças e estas, no plano material, já se esgotaram.

Vamos refletir.


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Uma questão de bom senso.

Pensamento do dia, segunda-feira, 30 de novembro de 2015

"A fé no Desconhecido deve calar a busca por respostas externas."
Trigueirinho.

Pois bem, o Desconhecido é desconhecido, portanto, por uma questão de fé devemos crer e basta.
Para muitos isto é utopia, absurdo, incoerente, portanto, não faz sentido e não fazendo não devem fazê-lo.
Aqueles que veem nisto coerência e fé, encara este pensamento como um alerta importante, pois a maioria do nosso tempo tem sido gasto à procura de respostas externas para tudo que está acontecendo.

Temos sido alertados, por diversas vezes, que nesta etapa final do ciclo terreno, parâmetros, paradigmas, consensos, estatísticas, dados comparativos, etc., não servem para nos dar respostas.
Não existe modelos matemáticos, físicos ou quânticos, que podem supor, avaliar, sugerir, definir as situações que nos esperam, numa virada cíclica planetária.
A NASA e demais Instituições desta natureza jamais poderão simular eventos desta natureza, portanto o homem da superfície estará afeto ao desconhecido.

Por outro lado, nos distanciamos demais das nossas intuições, do nosso ser interno, da nossa espiritualidade e hoje somos radicalmente racionais e personalíssimos, portanto, submissos ao que passou, ao conhecido, ou seja, à situações que não se compara ao que virá.
Externamente não há o que fazer, no entanto, internamente as atividades deveriam estar na sua velocidade máxima.
Infelizmente, continuamos na contramão das necessidades, alavancando cada vez mais atividades externas, finitas e perecíveis, em troca da única coisa que poderemos “levar”.

Não há respostas externas. Nosso intelecto não alcança o que está por vir.
Sendo assim como posso me tranquilizar?
Na tua fé, na palavra “confia”, na tua intuição, na voz do teu coração.
É preciso sutilizar-se ao invés de materializar-se.
Quanto mais denso ficamos, mais nos distanciamos do que nos aguarda.
A humanidade está na contramão dos fatos e das evidencias, pois não consegue avaliar com a sua ilógica e irracionalidade o momento atual.

Enfim, vamos refletir, vamos escutar nosso coração pois resta  muito a fazer, mas bem pouco no mundo das formas.


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Reavalie sempre sua postura.

Pensamento do dia 26 de novembro de 2015.

Muitos têm vida interior ativa, mas ignoram esse fato.
Trigueirinho.

Pois bem, digamos que entre aqueles que tem acessado estas informações, podemos dizer que a grande maioria tem tido intensas atividades com seu eu interno.
O medo, a vergonha, a retração, a sensação de serem discriminados ou se tornarem “diferentes”, na maioria da vezes, inibe que esta possibilidade cresça como deveria crescer.

Podemos dizer que vivemos intensamente as aparências. Muitas vezes representamos o que não somos ou escondemos o que somos, como se isto pudesse mudar alguma coisa na nossa vida. Principalmente nestes assuntos, ditos religiosos, ou espiritas, como muitos acabam “carimbando”, estes podem nos dar a falsa sensação de fragilidade ou fraqueza perante os demais.
Esta postura tem uma influência muito negativa e muito ruim, pois a falta de afirmação ou confirmação no que acreditamos, pode nos desestimular ou alguém ao nosso lado a ter oportunidades de se aprofundar em assuntos e em energias que poderíamos ceder ou colaborar com muita facilidade, prestando um Serviço autêntico.
Ser religioso virou um ato de fraqueza neste mundo altamente competitivo e cruel.
Por outro lado, como a ignorância prevalece na maioria, independentemente da sua cultura, o extremismo e a violência também ficaram presentes numa interpretação religiosa que leva a matar e a morrer, como obras divinas e elevadas.

O Trabalho interior poderia acontecer de forma livre, fluída, constante e continuamente, se fossemos abertos e explícitos nas intenções, sem constrangimentos ou medos de demonstrar o que somos e sentimos.
As barreiras externas acabam se tornando fatores impeditivos para que o trabalho interior ativo aflore, se manifeste na mente e nos pensamentos.
Uma vida interior ativa precisa aflorar, precisa se materializar.
Vamos lembrar que sempre tudo ocorre no mundo espiritual para depois se materializar. Vejam, isto é uma sequencia; tem de acontecer.
A ausência e os medos deste afloramento pode impedi-lo de dar novos saltos e galgar novas conquistas, pois certas barreiras precisam se romper para vermos e sentirmos o que existe por trás delas.

Reavalie sempre sua postura.
Não se mantenha acanhada(o), silenciosa(o), pois manifestar-se é uma forma de romper este ostracismo e marasmo que nos encontramos.
Logo seremos sacudidos pra valer, pois o que conhecemos irá desmoronar, portanto, começar a romper agora com posturas incoerentes com o que se acredita, é uma forma sadia de preparar-se para o que está às portas de acontecer.
Não vamos ter medo de sermos autênticos, de termos uma postura explicita e transparente das nossas convicções. O tempo das ilusões e das aparências estão virando “pó” e nenhuma delas se manterá de pé.

Helena Röerich, também orientou: “Temer os lobos significa privar-se de ir à floresta, deixar de colher seus frutos”. Nas suas cartas, Helena Röerich esclareceu que as maiores calamidades não são as epidemias, mas sim as perversões psíquicas, condições em que as pessoas perdem a autoconfiança, excitam a mente no exercício de injúrias, odeiam o que está além da sua própria compreensão e, por fim, caem em estado de irresponsabilidade e depravação. Mas, segundo ela, as forças involutivas sempre acabam sendo canalizadas para o Bem pela Hierarquia espiritual, verdadeiro governo do mundo.


Hilton

terça-feira, 24 de novembro de 2015

No ato de doar-se algo de você será retirado, mas com certeza algo será reposto.

Pensamento do dia  24 de novembro de 2015

"Doa-te com devoção e não esperes recompensas."
Trigueirinho.

Pois bem, doar-se deve ser uma manifestação muita criteriosa.
Estamos desacostumados a condutas deste tipo. Aliás vemos isto com muita dificuldade.
Normalmente doamos na contrapartida, em especial aquela que de alguma forma nos coloca em destaque ou que valoriza perante os outros, nossas ações.
Estas são difundidas, marquetizadas, seguem redes sociais e coloca anseios da nossa parte pelos comentários, elogios, afagos ou outras contrapartidas.
Estas doações não tem valor nenhum. Nem para quem "doa" e nem para quem "recebe".

Deixamos de perceber que o objeto ou a intenção, doado da forma que temos doado, é inerte, sem energia ou contem energias negativas, podendo inclusive gerar carmas.
Quantas coisas ruins, com energias negativas que criamos sobre elas, seguem caminhos que não deveriam pois com certeza afetarão alguém neste caminho desencontrado do objeto doado. Desconhecemos nosso potencial.

Quando se coloca devoção sobre tudo que se faz, inclusive nos atos de doação, coloca-se energia evolutiva, transmutadora e transformadora, gerando processos de cura que sequer poderíamos imaginar.
Há determinadas doações que podem mudar o caminho e o curso do destino de alguém, face a energia da devoção que transformará ou transmutará o que não serve mais.
Isto na realidade torna-se um impulso incrível, extraordinário, que esta pessoa talvez estivesse esperando há vidas, para sair da estagnação de um único nível de consciência que pode ter se tornado uma barreira quase intransponível.

Nossa Vigília pode ser considerada um ato de doação. Há devoção, há entrega, não há identificação, não sabemos a quem, porque e como será utilizada, enfim fazemos pela simples necessidade de ser feita.

No ato de doar-se algo de você será retirado, mas com certeza algo será reposto. Temos de deixar que isto aconteça a critério do Plano Divino, pois não temos a menor condição para avaliarmos esta complexa engenharia das relações entre reinos ou entre seres do mesmo reino, ou do universo.

As doações que temos recebido de outros mundos, de outros Seres, das quais a maioria não tem a menor noção de que está recebendo alguma coisa, simplesmente tem sustentado a vida sobre a superfície terrestre nestes momentos finais deste ciclo planetário.
Achamos que as situações irresponsáveis que temos criado na atmosfera planetária tem se modificado por conta própria, que temos sobrevivido a esta atmosfera radioativa, poluida, tóxica por substancias altamente nocivas,  além dos desastres nucleares ocorridos, porque somos fortes. Sem Eles já estaríamos todos mortos.

O Trabalho destes Seres envolve o ar, a terra, os oceanos, os reinos vegetais e minerais, enfim envolve o que nos sustenta e nos dá vida.
Nenhum Deles necessita de reciprocidade, reconhecimento, sequer ajuda que seria nossa obrigação pelas mazelas que temos feito.

Enfim, temos de compreender, estudar e aprender a viver como uma comunidade universal para, aí sim, praticarmos a doação correta, mas tem de ter um começo e quem sabe estas diretrizes, mais a ausência de intenções e recompensas, possamos progredir nestes aspectos.


Hilton 

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Temos a arrogância de dizer que escolhemos e selecionamos o que queremos. Não é verdade.

Pensamento do dia 23.11.15

Tuas expectativas e planos devem queimar-se no ardor da entrega.
Trigueirinho.

Pois bem, colocação dura, mas  atual para os tempos presentes.
Na fase atual deveríamos estar mais para a entrega do que para realizações.
É importante perceber como a vida tem comandado nossas ações, na fase atual deste final de ciclo planetário.
Temos a arrogância de dizer que escolhemos e selecionamos o que queremos. Não é verdade.
O livre arbítrio prevalece, mas em linhas gerais, os ciclos de experiências, no destino, nos conduz.
Somos escolhidos e tais escolhas se dão em face do ciclo de experiências que cada um tem de fazer. Alguns se deparam com abundancia, outros com ausências e estas se intercalam, no geral. O espaçamento em que isto se dá, deve-se ao destino.

No entanto, nossa arrogância não deixa que admitamos esta situação. Isto é pura ilusão.
O que se observa hoje é a aceleração de tais situações, tendo em vista a necessidade de concluirmos o maior número possível de experiências pendentes. Por isso destes movimentos intensos, da falta de sossego e da aceleração dos eventos e dos acontecimentos.
Mudanças tem ocorrido em meses, em dias, o que no passado levava vários anos.
Seguramente deveríamos viver o presente, sem expectativas.
Sei que falando desta forma, poderei ser considerado louco, ou quase lá, mas a vida tem provado que isto está acontecendo.
Muitos não querem enxergar ou não se conformam, mas a realidade da vida planetária não depende mais das nossas vontades.
Esta realidade está focada nas necessidades definidas pelas mudanças no planeta e não na sua população.

Como somos muito petulantes, sempre achamos que tudo que acontece se refere à raça humana.
Não. Nesta fase cíclica a raça humana, por não ter colaborado em quase nada, desafiando a Natureza que até agora tem sido complacente, seguirá ritmos que não temos como sequer imaginar.
Quando ficarmos sem expectativa e planos, viveremos o pouco do presente, digamos, normal, que conhecemos.
Poucos darão bola para esta linha de raciocínio, mas saber poderá ser uma atenuante no futuro.


Enfim vamos fazer nossas reflexões e tentar nos alinharmos com a fé e o equilíbrio, pois todo o resto está em transformação.

domingo, 22 de novembro de 2015

A Voz.

Pensamento:

Pois bem, somos muito barulhentos. Falamos alto, pensamos alto, nos movimentamos sempre, além de usarmos continuamente sentimentos negativos.
Esta falta de sossego limita nossas possibilidades de entrarmos nos mundos subjetivos mais tênues, sutis.
A contemplação, a reflexão são portas fundamentais para acessarmos esta subjetividade.
Não paramos em nenhum momento e com esta sucessão de movimentos contínuos, nos iludimos que somos produtivos.
Produzir o que não mais condiz com os tempos atuais é pura perda de tempo, aliás um tempo precioso que fará muita falta nas próximas atividades dos próximos movimentos terrestres.
A Voz do Alto. Quem sabe um grande megafone que anunciará muitas coisas.
Na realidade esta Voz é silenciosa, você não a escuta pois você a sente.
É tão elevada que a sentimos no coração, no íntimo do nosso ser .
Todos são acessados por esta Voz, mas poucos a sentem. A maioria a ignora, mesmo que incessantemente, Ela insista em se manifestar para todos.

A Voz do Alto se refere a que nos é interno e imutável, nosso espirito.
No entanto, indica, reforça, aconselha, estimula o que precisa ser feito, o que precisa da nossa atenção, o que deve ser demandado por cada um neste momento e nos próximos.
Esta Voz não noticia, não se refere ao passado, não nos cobra, mas fixa-se nos movimentos do presente e nas ações imediatamente necessárias.
Nos acalma, traz segurança, força interior e estimula nossa fé.
Não é auto explicativa, pois nos estimula a aceitar o que não compreendemos. Como nunca vivemos não iremos compreender, mas o conforto e o apoio são essenciais para mantermos um mínimo do equilíbrio necessário.
A Voz tem esta função. De certa forma se antecipa aos nossos pretensos diálogos e às nossas inseguranças. Se restringe ao mínimo necessário para não nos confundir.

A Voz indica mas não explica, pois certos movimentos serão inexplicáveis para nossa mente muito limitada.
Confiar na Voz é uma questão de sobrevivência da alma para os próximos estágios evolutivos. A Voz alimenta nosso ser interior, todo o resto poderá ser desnecessário.

Temos desprezado a Voz por eras, por séculos e agora temos a necessidade de retomar este “diálogo” em dias, quem sabe em horas, pois sem esta Voz não teremos referencias.

Poucos conseguem avaliar esta necessidade, pois a ilusão nos planos materiais imita a Voz, distorcendo-a a ponto de não percebermos que esta voz rústica e grosseira é falsa.
  

Vamos ouvi-La.

sábado, 21 de novembro de 2015

Porque não temos paz?

Pensamento do dia 21.11.15

Transcende o estágio primário de querer o bem para si mesmo.
Trigueirinho.

Pois bem, transcender este estágio “primário” de querer o bem para si mesmo deveria ser a meta de todos.
Estamos tão focados  em si próprio que ainda não percebemos que tudo aquilo que desejamos como sendo bom, só tem chances de acontecer quando todos estiverem bem.
Porque não temos paz?
Pelo simples fato de que enquanto alguém estiver sofrendo, isto nos atinge. Em zonas de conflito, fisicamente, fora das zonas de conflito, mentalmente e emocionalmente. Não há como se livrar e não importa distancias.
Todo ser humano tem um estado potencialmente elevado de emanar energias para a atmosfera terrestre, desta forma, o que está sendo emanado será sentido por todos. Energia positiva, sentimentos positivos, energias negativas, sentimentos negativos.
A atmosfera terrestre, até certo limite no espaço, permite que estas energias circulem livremente.  Obviamente, estão confinadas à nossa atmosfera e tais energias não a ultrapassa, por isso que temos dito que estamos sob o regime da quarentena.
A qualidade da energia dominante será a que irá influenciar a todos.
Se for negativa, depressiva, medrosa, acuada, serão estas que irão influenciar nossa mente.
Nem todos tem capacidade de supera-las para manter seu padrão pessoal, portanto, em questão de tempo somos dominados pela energia predominante.

Infelizmente estas energias emanadas tem sido de baixíssima qualidade e normalmente involutivas, tendo em vista que tem manifestado medo, ódio, discriminação, etc., ocasionando estados depressivos, de pânico, de medo, de insegurança.
Ainda não conseguimos entender muito bem o conceito de comunidade. A raça humana vive numa coletividade, independente da origem, raça, credo, localização. Nossa comunidade chama-se raça hominal – raça humana e dela deriva os sentimentos que nos influenciam.

Querer o bem para a comunidade intensificaria a circulação de energias evolutivas, agregando, mas nos individualizamos de tal forma que ao invés de agregar, desagregamos.

É preciso repensar sobre isto, pois como raça humana, vivemos sob o efeito das influencias das energias dominantes. É preciso aumentar o positivismo destas energias, assim todos seriam atendidos e todos iriam usufruir positivamente.
É interessante como uma pessoa boa, positiva e altruísta sustenta muitas pessoas negativas, depressivas, medrosas, pois o positivismo agrega forças maiores, universais, que o transforma num centro emante deste positivismo.

Na atual fase, energias divinas provenientes de Maria, Jesus e tantos outros Seres elevados tem mantido o pouco de harmonia que nos resta.
Pouquíssimos reconhecem isto, portanto, pouquíssimos colaboram com isto.
Infelizmente a maioria resolveu viver sua vida material e sua luta se centralizou somente nas “vantagens” de certas posições sociais, financeiras e políticas, mesmo sabendo que isto tem duração limitada e para mantê-la custará a estagnação em um estado de ignorância, que tem um preço imenso para o espirito.

Nunca é tarde para mudar o foco e o objetivo, mas a coragem terá de se manifestar.

Vamos reavaliar nossa posição quanto à comunidade chamada raça hominal.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Fase das "coisas estranhas".

Pensamento do dia 20 de novembro de 2015 ,

"A luz interior dissolve ou afasta pensamentos e sentimentos intrusos."
Trigueirinho.

Pois bem, é preciso se dar conta de que vivemos tempos anormais, portanto, soluções que usamos no passado tendem a não dar certo na fase atual.

Somos o que pensamos.
Pensamentos e sentimentos intrusos são aqueles que não correspondem àquilo que lhe dá paz e tranquilidade.
Portanto, é fácil deduzir que estamos cercados e rodeados de pensamentos e sentimentos intrusos.
Nossa maior preocupação tem sido com as perdas e as perspectivas futuras. É obvio, pois os horizontes no plano material que vislumbrávamos no passado, a pouco tempo atrás, se anuviou, encobriu-se de nuvens escuras, barulhos estranhos, sensações ruins, pois estes antigos horizontes não servem mais para aquilo que virá.
Entramos na fase das “coisas estranhas”.
Tudo tende a ficar confuso pois as novas Leis Regentes já estão sendo dominantes sobre as que vivemos até bem pouco tempo atrás.
Não há o que fazer. Isto tende a crescer, ficar mais confuso e perturbador para aqueles que estão distantes das explicações e informações que poucos se atentaram a acompanhar.
Como tudo é cíclico, a vida é cíclica, isto também passará.
É a forma como estamos ou iremos encarar ou aceitar estas mudanças que nos desequilibrará menos ou muito mais.
O desequilíbrio será inevitável, pois possuímos um corpo emocional muito presente, muito intenso e com poderosas influencias sobre a mente.
Tentar se desequilibrar menos é a meta e para isto a luz interior é a única coisa com capacidade e intensidade para diminuir o grau de influência negativo sobre a mente.

Luz interior se manifesta em atitudes e pensamentos simples. Ser pacifico e confiar são posturas imprescindíveis.
Desapegar-se do que quer que seja, também, mesmo porque sabemos que as transformações irão mudar vibrações atômicas da matéria. Serão pequenas, mas muito intensas se compararmos com a vibração atual da matéria atual, mais lenta.
Vejam que estas transformações irão alcançar situações que não dominamos. São oriundas de uma engenharia divina e criadora que desconhecemos, ou melhor dizendo, estamos a milhões de anos-luz destas possibilidades.
A fé, no conceito da aceitação é o que deverá prevalecer exatamente por este distanciamento e da nossa absoluta incapacidade de interferir nestas mudanças.
Quanto mais você se alinha com estas posturas, menos medo terá.


Enfim diante de movimentos tão grandiosos patrocinados pela Ordem Universal, resta alinharmos nossas intenções com esta Ordem, confiando sempre que nunca, em momento nenhum, de forma nenhuma, estaremos sozinhos.