quinta-feira, 3 de março de 2016

Sofrer é uma ilusão.

Pensamento do dia, quinta-feira, 3 de março de 2016

"O acaso não existe neste universo; a ideia de ilusão é ela mesma uma ilusão. "
Sri Aurobindo.

Pois bem, o acaso não existe.
Esta afirmação contempla a existência de que todos nós temos um destino definido e definitivamente traçado.
No acaso, ficaríamos ao sabor de opções completamente desalinhadas e desalienadas do processo evolutivo que cada indivíduo tem como meta alcançar.
O livre arbítrio, ou seja a decisão de cada um, não foge do destino previamente definido.
Este destino permite certas que flexibilidades aconteçam,  dando a oportunidade de ascensões mais rápidas e mais elevadas do que as que foram previamente determinadas pelo mesmo destino, através do livre arbítrio.

Podemos afirmar com isto que só existe ascenção no caminho a ser percorrido por todas as criaturas.
Não se fala em retrocesso, pois isto também não existe.

No máximo ocorre estagnações, paralizações em determinado “estado de consciência”, dando tempo para que o indivíduo reveja, reavalie e refaça os ciclos de experiências programados no destino definido.
O tempo não conta. Somos eternos e sempre teremos o tempo que quisermos para superarmos um ciclo e estados de consciência.

Quando um indivíduo comete uma atrocidade, quebras as Leis vigentes que regem o planeta, passará por reencarnações sucessivas que irão contrabalançar o que contrariou. Não necessariamente deverá ser no mesmo planeta, mas poderá ser em planetas cujo nível evolutivo é muito inferior ao de sua origem, onde de certa forma ele levará as experiências vividas no planeta mais evoluído, em relação ao que irá habitar, até que equilibre em ações positivas a ação negativa gerada.
Este processo de troca de “moradias”, permite contrabalançar as regras quebradas como também serve para alavancar estágios evolutivos em diversas “moradas”, digamos inferiores à “morada” original.

A ilusão acontece quando nossa mente e nosso nível de consciência se encontra muito materializado.
Me iludo que sou homem, que sou mulher, que sou corpo físico, que só existe matéria, que minha vida é finita, que existe ódio, angustia, enfim sentimentos negativos e todas as outras coisas das quais atribuímos nosso sofrimento.
Sofrer é uma ilusão que procura nos manter num determinado aspecto dos níveis de consciência.
Este aspecto é manipulável, controlado e tem sido o único argumento das forças involutivas para nos aprisionar em cima de inúmeras necessidades materiais que nos impuseram como sendo absolutamente necessárias.
Um dia venceremos, ultrapassaremos este aspecto e teremos uma nova realidade da Vida Universal.

Jesus disse que se tivéssemos uma fé maior que um grão de mostarda, moveríamos montanhas.
Pois bem, quem acredita nisto?
Provavelmente ninguém, pois ninguém até hoje superou os estados ilusórios da vida sofrida. Portanto, ninguém alcançou a fé que Ele sinalizou e portanto ninguém move montanhas.
É assim que tem acontecido sempre.
Tem sido mais fácil sofrer do que ser feliz.
Tem sido mais fácil contornar a montanha do que move-la.
Tem sido mais fácil gostar do que amar.
Tem sido mais fácil adoecer do que ficar sadio.


Um dia, se Deus quiser, a “ficha irá cair” e aí percebermos o nosso imenso potencial como criaturas de Deus. 

Pomada São José.

Pensamento do dia, terça-feira, 1 de março de 2016

"O que a alma vê e já experimentou, isto ela sabe; o resto é aparência, preconceito e opinião."
Sri Aurobindo

Caros amigos.

Ontem em nossa reunião grupal, a presença de São José nos revela a 3a ferramenta que iremos utilizar, decorrente da reunião em que nos mostrou as possibilidades de novas Tarefas.
Com as duas primeiras reveladas, daremos a sequência nesta terceira ferramenta que será utilizada na saúde física e espiritual das pessoas.
Estamos criando a Pomada São José, nome que estou atribuindo ao nosso grande orientador, companheiro e tutor das novas atividades do Grupo H&F.
Esta pomada terá como finalidade, o alivio, ou a cura, ou o aumento da capacidade de suportar os males que nos acometem, decorrentes dos nossos compromissos cármicos, face nossa inercia e marasmo no processo evolutivo.
Esta pomada terá uma "chave" que poderá abrir novas portas para novos descobrimentos, ou incentivar transformações que foram abandonadas pela nossa falta de motivação, esperança e submissão para com as forças involutivas, bem como a preguiça, o desanimo e as angustias.
Cada pessoa, ao usar esta pomada, dentro de certos requisitos pessoais de fé, acionará esta "chave" e processos de transformação irão ocorrer internamente gerando certa revolução interior no sentido de motiva-la novamente a retomar o caminho da esperança, do acolhimento, da Luz.
Repercussões externas (corpo físico) devem ocorrer, pois a manifestação de certas doenças, em especial as crônicas, são impulsos estagnados que insistimos em não seguir, para o despertar às estruturas espirituais da Vida Eterna.
A “chave” contida na Pomada São José, origina-se no momento da sua entrega e da mentalização da Família Sagrada, pelo seu portador. É uma “chave” pessoal e exclusiva, exceto para mulheres grávidas que incluirá as “chaves” da mãe e da criança em processo de formação .
Sua fórmula possui alguns ingredientes, todos neutros e a base é um hidratante.
Após esta mistura ela entra num elevado processo vibratório onde as Oua´s (elementos minerais-pedras) oriundas do Monte Shasta - Califórnia  (local que contém um dos discos solares) e Sedona – Arizona (local que abrigou indivíduos ascencionados da raça vermelha)  vibram canalizando potentes energias de cura para a pomada.

Este conceito de cura é bem amplo, pois indica processos de transformação nas pessoas com o intuito de aflorar o “ser interno”, o lado oculto, a espiritualidade, além da saúde emocional, mental e física.
Não há limites de idade para seu uso, sendo de um recém-nascido até uma pessoa bastante idosa. Para cada um a pomada irá desencadear padrões energéticos específicos.
Uma pessoa na fase da desencarnação poderá sentir vários alívios ao ser massageado com a pomada, pois esta ira preparar sua passagem aflorando os impulsos desta etapa desencarnatória.
Quadros emocionais intensos poderão diminuir, pois da mesma forma, a pomada irá incentivar um alinhamento melhor dos corpos mais sutis com os corpos mais densos que todos nós possuímos.

A pomada terá um folhetinho de instruções que estamos montando.
Sua produção é absolutamente artesanal e limitada à disponibilidade dos processos vibratórios que necessitamos submeter, com pequenas quantidades de potes, em função de desenhos geométricos definidos pelos seres extraterrestres e intraterrenos que nos orientam, segundo o comando de S. José.
Será distribuída gratuitamente.
Quem quiser colaborar com os custos de reposição, o valor estimado é de R$ 2,00 (dois reais) por pote.

Deveremos treinar vários distribuidores para que esta pomada possa atingir a maioria das pessoas que perceberam a necessidade de mudanças internas, além do alivio nos corpos físico, mental e emocional.
É fundamental recordarmos que o milagre é algo sempre disponível a todos, mas caberá a cada um ir busca-lo.

Fico à disposição para tirar as dúvidas.

Pensamento:

Pois bem, se consultássemos diariamente nossa alma, ao invés da personalidade e da razão, somente, teríamos acesso a um manancial de informações incríveis, pois a alma abarca tudo o que aprendemos e o que estamos próximos de aprender.
 Quantas duvidas nós temos, quanta insegurança demonstramos, pois não consultamos nossa alma.
Temos sido estanques, morosos, preguiçosos, tendendo sempre a aceitar o “prato feito”. É tão fácil alguém perceber por nós e nos indicar o que fazer, que perdemos nossa autonomia e nossa individualidade.
Hoje somos conduzidos como carneirinhos que seguem os cães pastores e o sino colocado em um de nós.
Esta perda da manifestação própria, do caminhar sozinho, de exercer certa solidão positiva para o contato, foi-se a  muito tempo.
Hoje pensam por nós, agem por nós e nos manipulam, muitas vezes em situações extremas e ridículas que aceitamos e rimos ainda por cima.
Temos vivido em cima das aparências. A aparência pessoal e das nossas manifestações, se não foram aprovadas pela maioria desabamos. Perdemos até  senso do ridículo, muitas vezes, para sermos a “Maria vai com as outras”.
Temos vivido em cima de preconceitos. Este erro gravíssimo tem uma finalidade muito especifica, nos podar das novidades , da vida evolutiva, do eterno vir a ser, fazendo com que nos policiamos em cima de regras defasadas, atrasadas, omissas, exclusas, que nos controlam através de critérios de julgamentos completamente desconexos da vida universal e das Leis vigentes neste planeta.
Temos vivido em cima de opiniões nefastas, mentirosas, tendenciosas, maliciosas, involutivas que procuram confirmar o que não existe, o que desvirtua, o que nega e isto nos transtorna, pois vivemos atrás das opiniões em que a maioria dos opinadores podem encontrar-se em níveis de consciência muito abaixo do que seria aceitável ou razoável.

Temos de aprender a consultar nossa alma, nosso ser interior, nosso corpo mais elevado que nos acessa e dá vida ao corpo físico.
Certas regras, disciplinas e alguns retiros poderiam ajudar bastante quem pretende se voltar novamente para este contato perdido (mente-alma).
Estamos numa fase muito difícil de ser vivida e com este agravante da ignorância sobre a maioria dos acontecimentos deste final de ciclo, traçou-se o “mapa do inferno”.

É preciso reagir, retomar o crescimento interior a espiritualidade, a origem da qual viemos, pois o momento exige muita clareza de informações e de procedimentos.
Todo passo a ser dado pode ter inúmeras repercussões desastrosas.
O momento é de cautela, do voltar-se para dentro de si para buscar referencias na alma. Evitar as opiniões de indivíduos que não contem o menor equilíbrio para opinarem.
Aparentemente estamos sozinhos, mas são as aparências somente. É preciso ir buscar, abrir-se, apelar, orar ardentemente, pois sem nossa permissão nada aconteça.

Vamos refletir, tirar as dúvidas, usar este canal de comunicação para esclarecer e não ficar omitindo-se, convivendo com angustias e amarguras por medo de expor-se.
Sair da ilusão, do preconceito e das aparências é o caminho.


Hilton

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Diante da eternidade, tudo fica passageiro, sequencial e continuo.

Pensamento do dia 28 de fevereiro de 2016

"Quanto pode valer o mais caro aspecto da vida humana diante da Eternidade? "
Trigueirinho.

Pois bem, nossa grande e incrível dificuldade é entendermos a eternidade.
De forma geral, tudo que fazemos, pensamos, imaginamos, possui limites.
Imaginamos a vida como sendo algo com duração limitada, baseado nos aspectos físicos e materiais somente. Daí em diante caímos na obscuridade, no imponderável, no desconhecido, quando na realidade somos nós mesmos que traçamos a sequência dos fatos, dos acontecimentos, das vidas sucessivas.
Esta falta de visão e de amplitude sobre a vida, nos tornou, de certa forma, irresponsáveis, mas aos mesmo tempo, agoniados com prazos e com o tempo.
A falta de informações que foram concentradas nas religiões, omite compulsoriamente a sequência além da morte física.
Isto tem sido assim ao longo dos tempos. Somente uma elite de pessoas e grupos, apoderou-se destas informações e as tem mantido sob sigilo e domínio absoluto.
Diante da eternidade, tudo fica passageiro, sequencial e continuo.

Diante da eternidade nenhum aspecto da vida humana teria os valores que temos atribuído ao que temos feito, bem como o que temos sido, pois iriamos perceber que tudo segue Leis e Regras que dá uma sequência a todos os atos que desencadeamos.
Hoje temos vivido com muita irresponsabilidade, nos iludindo que o ato da morte irá apagar nossas ações, nossos vestígios, nossos compromissos.

Outro aspecto que o livre arbítrio teve de nos trazer foi o advento do esquecimento, no plano mental, ao reencarnarmos, do que fomos nas vidas passadas.
Isto aconteceu para nos proteger, pois ninguém teria possibilidade de suportar o que já fomos e fizemos.
Por outro lado, nos imputou este risco que muitos abraçaram, da ausência sequencial das vidas.

Enfim, é preciso raciocinarmos como seres eternos, como seres que troca de corpos, de planetas, de níveis de consciência, de inteligências, pois ganhar sabedoria e conhecimento é vivenciarmos diferentes situações em diferentes condições.
Elevar-se, evoluir é realizar continuamente ciclos de experiências em diversas situações por estes universos afora.

Temos ficado preso neste marasmo, nesta vida pequena, limitada, de certa forma improdutiva, pois poucos conseguem perceber a necessidade de extrapolar os limites impostos pelo plano da matéria.



Vamos refletir.
Hilton

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Um trabalho brilhante das forças involutivas.

Pensamento do dia, sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

"Ao transpor os níveis concretos, podemos mergulhar no profundo do nosso Ser. "
Trigueirinho.

Pois bem, mergulhar no profundo do nosso Ser, na realidade é um contato com a própria alma.
Isto é possível, é viável, mas exige muito desprendimento das nossas emoções.
Temos sido por demais emocionais.
Nosso desequilíbrio está basicamente condicionado a estados emocionais desequilibrados, pois oscilamos para os extremos.
Nos ofendemos com frequência, temos inúmeros medos, somos inseguros, temos nos apoiado no que é perecível, desgastado e frequentemente recuamos, em especial quando decisões envolvem  afetos e relacionamentos.
Como discriminamos e selecionamos demais, criamos separações que não existem.
Não conseguimos superar raças, credos, etnias, geografias, criando estruturas estanques, que separam pessoas e muitas vezes gera ações cruéis para mantê-las sob determinado domínio.
Estes são os níveis concretos que tentam dominar nosso Ser, impedindo o nosso mergulho para o lado abstrato e anímico (alma).

Este foi um trabalho brilhante das forças involutivas, que conseguiram que toda nossa atenção focasse o lado emocional e consequentemente o material. Criaram as desarmonias, as desavenças, os medos, os preconceitos e dividiram em “estados religiosos” a população como um todo, gerando a discórdia, a concorrência e a competitividade. Definiu-se o mapa da anarquia. Daí em diante bastou alimentar um lado e  deixar de alimentar o outro para que as revoltas fossem acontecendo.

Pelo livre arbítrio, teríamos de superar as diferenças, as línguas e a geografia, unindo-nos em torno de objetivos evolutivos comum a todos. Fracassamos.
Hoje isto é irrecuperável.
Exige um recomeço sob novas estruturas, novas bases e critérios e será exatamente assim que a Nova Terra irá recomeçar, abrigando novamente, parte da população humana mais disponível para recomeçar nestas novas bases e critérios.

No entanto, podemos viver estes estados mentais agora. Isto irá equilibrar nosso corpo emocional ao ponto de percebermos nosso corpo anímico (alma) e seguir suas orientações na forma intuitiva que virá para nossa mente.
Exigirá muita disposição, certa sensibilidade e convicção sobre quem você: um ser cósmico em evolução.

Temos de começar a pensar desta forma, desligando um pouco mais do nosso corpo físico e emocional para vislumbrar com mais clareza nosso corpo espiritual.

Vamos refletir.

 Hilton

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Que alegria: sou um sonhador!

Pensamento do dia 25.02.2016.

A vida na Nova Terra não pode ser imaginada segundo nossos padrões atuais.
Trigueirinho.

Pois bem, entre nós são poucos os que acreditam nesta “teoria” da Nova Terra.
A maioria prefere ficar com o pé no chão, mesmo que o chão esteja mole, escorregadio, sujo, onde as “quedas” são constantes e cada vez mais perigosas.
É no pensamento que criamos o que irá se materializar, mas parece que poucos percebem isto.
Nada se materializa sem que a sua concepção seja pensada.
A forma de participarmos de algo na sua de criação é compartilharmos estes pensamentos. Parte-se do princípio que a participação só ocorre quando se acredita.
Não posso e não iriei participar do que não acredito. Isto é uma lei, pois é o livre arbítrio.
Portanto, neste aspecto, muitos deixam de fazer parte das boas novas, pelo fato de excluírem-se espontaneamente.
Foram nossos irmãos “sonhadores” que acabaram por criar toda parafernália de equipamentos, utensílios, veículos, medicamentos, etc., que usamos diariamente, pois tais sonhadores acreditaram e “embarcaram” na realização dos seus sonhos.

Hoje vê-se muita gente cética e este ceticismo engloba tudo, vida, religião, profecias, sonhos, alegrias, felicidade, amor, enfim envolve sentimentos e possibilidades, tornando a vida algo parado, inerte e sem futuro.
Comentar o pensamento de hoje, sem levar em conta este ceticismo e este materialismo que a maioria  vive, não faz sentido.

Gosto muito quando me chamam de sonhador, pois me sinto alimentando algo que sustenta minhas esperanças, uma nova vida, novas oportunidades, novos movimentos, novas estruturas, novas possibilidades, pois ater-se ao que existe e o que estamos vivendo, é deplorável.

A Nova Terra não pode ser imaginada segundo nossos padrões atuais. Este comentário é algo incrivelmente belo, pois nos remetermos aos padrões atuais seria um pé no s.... , sendo mais arrogante, uma vez que as esperanças, no modelo atual que a vida acontece, para esta e as futuras gerações é simplesmente desastroso e caótico.

Temos que mentalizar, pensar, imaginar, alimentar nossas esperanças em algo novo, inusitado, desconhecido, pois só assim iremos ajudar e participar da materialização desta esperanças.
Se é algo inusitado, como pensar a respeito?
Somos por demais criativos e cada um pode pensar em algo  que deseja ardentemente e possa compartilhar com todos.
Estaremos assim nos candidatando à Nova Terra, onde uma nova etapa da vida reencarnatória irá começar. Sem os ranços, sem os erros, sem a liberdade que nos levou a esta imensa derrocada na vida material.
Aprenderemos que não precisamos do livre arbítrio, quando iniciarmos o caminho ascendente espiritual.

Portanto, seja um sonhador, “viaje” por lugares que virá da sua criatividade, das suas esperanças, dos seus momentos mágicos, daquilo que você sente que de melhor você possa expressar.
Estes sonhos positivos se somam, são compartilhados e a engenharia cósmica irá considerar, pois será parte (pequena, infelizmente) da nossa raça que irá usufruir a Nova Terra na Nova Era, compartilhando com outros seres e novas estruturas da vida universal.
Não seja modesto, sonhe “alto”, sonhe com aspectos magníficos daquilo que você imagina que poderia somar para todos os novos habitantes deste planeta. Devemos isto para estas novas gerações que vem nascendo e precisam de um lugar com paz, prosperidade, calma, lucidez, e possam evoluir despertando seus bons sentimentos, suas qualidades elevadas, sua produtividade compartilhada.


Para refletirmos e depois sonharmos.
Hilton

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Estou me preparando?

Pensamento do dia, quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

"O Serviço é expressão do Eu Superior. "
Trigueirinho.

Pois bem, quando falamos em Serviço, leia-se Servir.
Nada a ver com submissão ou a conhecida relação patrão / empregado, pois Tarefas que podem ser desenvolvidas neste Serviço, são por natureza espontâneas.
As Tarefas acontecem quando há disposição em Servir. Será de acordo com a capacidade física, mental, emocional e espiritual da pessoa.
Outra situação é que as Tarefas não as escolhemos, mas Elas nos escolhem. Isto é necessário para que não haja interferência no destino e no carma de quem a pratica, além do que deve juntar-se com os objetivos evolutivos previstos.
Uma Tarefa não é cármica e só acontece por nossa opção, mas é evolutiva, portanto, evoluir é Servir.

Confunde-se demais obrigações da vida material, das condicionantes cármicas, dos trabalhos compulsórios com Tarefas.
Uma Tarefa é muito distante das obrigações e também não substitui as nossas obrigações. Pode se dizer que é algo a mais que se faz na vida material para realizarmos nossas reais e verdadeiras conquistas.
Obrigações familiares, profissionais, com pessoas, com instituições, são todas cármicas e precisam ser cumpridas.
A Tarefa vem nos buscar, sentimos o impulso e aí teremos de arrumar tempo, ajustar a vida, abrir mão de várias coisas para cumpri-La e com certeza entrará no rol dos sacrifícios, pois tudo que vem além da conta, entendemos como sacrifício.

O indivíduo quando adere a uma Tarefa, dependendo do seu empenho, da sua dedicação e da sua submissão aos impulsos Dela, proveniente, pode ter certos empecilhos cármicos diminuídos ou cessados, pois a Tarefa é predominantemente, é mais importante, uma vez que atenderá sempre um conjunto (de pessoas, de seres, de reinos, etc.)
Na pior das hipóteses verá suas obrigações com outros olhos, pois o ato de servir passa a ter um brilho, uma luz, uma energia que seduz, conforta e traz paz.
Na Tarefa o indivíduo expande sua consciência, seus ritmos mudam, seu enfoque sobre as distorções da vida e dos relacionamentos serão visto e compreendidos sob uma nova inteligência, pois a Tarefa, ao entrar na sua realização, dinamiza o centro nervoso da mente com novos impulsos elétricos, além do que irá exigir expansões nos outros corpos das quais somos compostos, unindo-os em volta de uma meta comum, a própria Tarefa.

Ajudar alguém é a coisa mais difícil deste mundo, pois a divisa do ajudar ou interferir é sutil demais para percebermos.
Na Tarefa esta divisa fica mais clara, mais explicita e corremos um risco menor de interferir, dando um aproveitamento maior nas ações decorrentes da Tarefa.

O primeiro passo é nos ofertarmos para uma Tarefa.
Na sincera e verdadeira oferta, esta se manifestará. Será sempre sutil, discreta e vem das formas mais inusitadas possíveis.
Temos de viver permanentemente em processo de aprendizado, na busca continua e ficarmos abertos e receptivos para recebe-La. Pode ser que tenhamos de nos preparar alguns anos para iniciarmos uma Tarefa, mas ao iniciá-La a satisfação interna é intensa.

O momento atual é extremamente oportuno, pois a carência da humanidade é gigantesca e em todos os aspectos. As Tarefas são inúmeras, mas seus tarefeiros tem sido “joias raras”, pois a maioria está muito despreparada para atuar no ritmo e no pulsar de uma Tarefa.
Normalmente tem sido seres extraterrestres e intraterrenos que tem cumprido nossa parte, face nossa incapacidade e despreparo para realiza-Las. Acolher estes seres no coração já é uma forma de Servir, pois estes calibram as energias das Tarefas de acordo com nosso potencial de absorção e de recepção.
Muitos de nós tem sido acentuadamente contatado por tais seres. Normalmente durante o sono, pois somos extremamente medrosos e ariscos face a ignorância reinante quanto á pluralidade da vida e do universo.
Alguns percebem estas manifestações de forma explicita, acordados, e tais contatos ampliam a razão e a sensibilidade do indivíduo que se abriu para receber certos impulsos, decorrentes de uma nova Tarefa que poderá se manifestar.


Reveja sua postura em relação a estas informações, diminua seus medos, mantenha-se em oferecimento, abra-se para receber, ofereça-se continuamente, pois com isto estaremos nos abrindo para que certas possibilidades e quem sabe Tarefas, possam ocorrer.  

Hilton

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Discernir.

Pensamento do dia 23 de fevereiro de 2016.

É preciso passar pela escola do discernimento para, finalmente, optar-se pela não interferência. 
Trigueirinho.

Pois bem discernir (ver distintamente, discriminar, distinguir, conhecer)  o cerne da questão.  
Geralmente somos partidários, analisamos pela metade, confundimos,  somos míopes em muitas circunstâncias,  desconhecemos o assunto, enfim não  usamos o discernimento para identificar com clareza o que se passa, o que acontece, o que devo fazer, a quem devo recorrer, o que devo buscar, a que se refere, enfim de forma incompleta julgo e interfira no que não entendi.
Posturas como esta tem feito com que interfiramos indevidamente ou julgamos o que não compreendemos.
A escola da vida tem nos colocado em várias situações difíceis,  onde muitas vezes são as contrapartidas destas interferências nefastas ou estes julgamentos em bases erradas e distorcidas da realidade.
O discernimento  exige  conhecimento, muita paciência,  excelente bom senso, calma, equilíbrio e por último uma boa dose de intuição, para não cometermos erros absurdos que temos cometido ao longo das vidas e das eras.
Guerras, mutilações,  destruição,  mortes, tem sido o resultado deste erros grosseiros que a humanidade  comete face a ignorância ou ausência do conhecimento face a perda das oportunidades que surgem.
Tais oportunidades também são cíclicas e quando ocorrem envolvem muitas pessoas, intelectuais,  cientistas,  religiosos, enfim pessoas com certo destaque que podem explorar de forma mais didática e lúdica, certas informações.
Temos desprezado tantas coisas, tantas informações,  tanto conhecimento, ou simplesmente desviado para ludibriar ou fazer-se  soberano em informações e conhecimento que nos foram cedidos gratuitamente, com o objetivo de todos evoluírem. 
Quanto segredos importantes encontram-se  escondidos por governos, religiões,  pessoas, cientistas, geólogos,  vulcanólogos e demais especialistas que poderiam nos dar orientações específicas para este conturbado final de ciclo.
Há pouco discernimento, sejam de governantes como de governados e assim temos nos mantido na ignorância dos fatos e dos acontecimentos, iludindo-se  com um ambiente que não reflete a centésima  parte da realidade.

Vamos refletir e discernir sobre estas informações, quem sabe mudando certas posturas e procedimentos que possam ser mais compatíveis com o momento atual e com  o ato da não interferência. 


Hilton

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Seremos pegos de “calça curta”!

Pensamento do 22 de fevereiro de 2016

"No mundo das puras energias, tudo procede da Fonte Maior e para Ela retorna. "
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento retrata um aspecto importante, onde tudo da Fonte provem e tudo para a Fonte retorna.
Aqui na Terra, trabalhamos com inúmeros padrões de energias cujo objetivo é o processo das suas purificações.
Deveríamos nos purificar e purificarmos as energias que nos envolvem.
Este processo de purificação, ao contrário do que muita gente imagina, não é do tipo, banho de ervas, ingestão de chás, posturas yogas, carolices religiosas, exercícios de relaxamento, etc., mas um trabalho intenso de informação, estudo, aprofundamento e pratica do conhecimento adquirido.
É impressionante como muitas informações e estudos viram “nada” quando não se pratica, não se aplica, não se incorpora na vida, no cotidiano, nas ações normais e naturais do nosso dia a dia.
Talvez queiramos preservar, não sei o que, ou temos preguiça de mudar o que acostumamos a não fazer, perdendo-se tantas informações que poderiam mudar nossa sistemática de vida, de costumes, de regras, gerando intenso processos de purificação dos nossos corpos, dos nossos padrões e das energias que utilizamos para sobreviver.
Viver igual a todos tem sido uma regra sistematicamente instruída por forças involutivas, pois fica muito mais fácil e simples controlar padrões que todos preferem utilizar. Então, controlando estes padrões que todos usam, controla-se todos.

É difícil alguém mudar suas manias, suas preferencias e as rotinas que a maioria tem empregado na vida. Esta padronização nívela as energias usuais no seu ritmo mais denso e mais lento, não purificando-as para o retorno à Fonte e consequente extinguindo-se a renovação que tanto precisamos.

É urgente certas mudanças consideradas imprescindíveis, ainda mais quando nos encontramos no ritmo frenético do final de ciclo, onde tudo acelera-se e as confusões no plano material ficam intensificadas pelo fato de sua extinção.
Mas, aparentemente, isto é folclore, coisa de profeta, coisa de quem não tem o que fazer ou se ocupar, pois continuamos no mesmo ritmo que continua atendendo as forças involutivas, que controla a maioria dos cidadãos e das sociedades.

Seremos pegos de “calça curta”, como diz um antigo ditado popular, desprovido das atualizações energéticas que o momento exige, com corpos (físico, mental e emocional) vibrando num ritmo muito aquém do que deveriam vibrar.
Estamos densos, lentos, pesados, extremamente iludidos e preocupados com coisas e situações cujo grau de importância está próximo de zero.
Os cidadãos deveriam estar unidos e coesos ao processo da transição planetária e não mais com outras distrações, pois como tudo deve mudar, tudo que estamos fazendo também irá mudar.

Enfim, creio que nada deve mudar até os momentos intensos da transição, pois a maioria não conseguiu perceber o ambiente que estamos vivendo e os riscos que corremos se continuarmos neste grau de competitividade e de ganancia que a população terrestre vem vivendo.
O risco de um conflito nuclear, no ritmo atual é uma mera questão de tempo, pois o acesso a estes processos vem se difundindo num ritmo alucinante, com intensas probabilidades de cair nas mesmas de pessoas sem nenhum senso de responsabilidade.

Vamos refletir e avaliar como nos enquadramos nestes aspectos e o que poderemos mudar.


sábado, 20 de fevereiro de 2016

Sabemos renunciar quando necessário?

Pensamento do dia, sábado, 20 de fevereiro de 2016

"Não podemos avançar se não renunciamos ao ponto que já alcançamos. "
Trigueirinho.

Pois bem, eis outro posicionamento que a maioria não aceita, luta contra e alimenta fartamente seu egoísmo.
Entregar o que alcançou é algo absolutamente normal e natural em mundos adiantados.
Aqui na Terra, quando tem que acontecer com alguém, na maioria das vezes é compulsório, ou seja a pessoa “perde” algo sem a opção de querer ou não querer.
Geralmente as perdas materiais e emocionais são as mais comuns, para termos a oportunidade de aprendermos que se entregássemos de forma pacifica e ordeira, tudo seria mais fácil.
As perdas emocionais se dão nos relacionamentos, nos casamentos, nas amizades, na família, etc.
As perda materiais se dão na perda de bens, objetos, valores, que esvaiam-se sem possibilidade de retermos.
Só que as pessoas não conseguem pensar e aceitar que a perda de “algo” acontece porque este “algo” já cumpriu sua parte e precisa de renovação. Sempre imaginam que a perda é punitiva, cruel, injusta, desnecessária, azar, e vai por ai afora.
Esta renovação compulsória que temos de fazer todas as vidas que reencarnamos torna-se algo pesado e ruim, pois não aceitamos perder nada.
Adquirir, ter, possuir, somar, elevar, dominar são as ações que temos praticado em todas as vidas, baseada na lei do consumo, da competividade e do egoísmo que adotamos aqui na Terra como sendo soberanas e sagradas.
Esta forma de se viver tem arrebentado com nosso humor, nossa saúde, nosso futuro, nossa paz, nossos relacionamentos, pois criou-se uma base de falsidades, além de uma ideologia que arrebenta com nosso processo evolutivo espiritual.
Evoluir passou a você “ter, ser e poder”, quando na realidade evoluir é ser menos, ter menos e poder menos em termos materiais.
Hoje não conseguimos compartilhar. Foi preciso criar-se leis, regulamentos, decretos, prisões, punições, para que algo possa ser compartilhado, pois a sensação é que “o que é meu é meu”.

Na realidade não temos nada, nem o corpo que habitamos é nosso. Usamos por empréstimo um corpo que pertence ao reservatório atómico deste planeta e ao sairmos daqui não poderemos levar sequer um único átomo deste corpo. Levaremos somente nossas experiências, a evolução que ocorreu nesta superfície planetária e o nível de consciência alcançado, mais nada.
Assim é e assim sempre será em todo o circuito evolutivo que faremos em inúmeros planetas deste nosso universo.

Então porque tanta preocupação, tanta mesquinharia, tanto egoísmo, tanta posse, se entregamos tudo sempre que morremos?
A posição contraria que a maioria adota só confunde e nos torna escravos das nossas posses, objetos e domínios, mesmo que saibamos que a entrega será inevitável.
Nos gabamos de ser inteligentes mas temos nos comportado como “portas”, nestes aspectos.
A competitividade tem sido a grande alavanca da ignorância profunda que nos encontramos. Isto só vai passar se for radical e acontecerá quando perdermos tudo que “imaginamos” possuir.
É preciso começar a pensar diferente. Precisamos estar  mais alinhados com a nova era, com as novas Leis.
Precisamos superar, pois este final de ciclo conterá uma perda compulsória e absoluta de tudo, com todos.

Nestes momentos, o apego será igual a você carregar uma pedra de 100 kg, num momento em que a velocidade e o novo objetivo poderá estar ao seu alcance, desde que você esteja desprovido de tudo.

Teríamos de viver conscientes de que tudo que usamos, inclusive nosso corpo físico acontece por empréstimo.
Se nos emprestaram, cabe  a nós conservá-lo e usá-lo da melhor forma possível.
Para isto teríamos de viver sob a forma mais elevada possível, vibrando em níveis elevados, com paz, com amor, enfim com as regras básicas que se aplica em todo o universo.
Podemos dizer que deveria ser quase o inverso de como temos vivido.
Pedir isto a todos, sem chances, mas aqueles que se conscientizaram desta necessidade, que o pratique

Sei que poucos irão admitir esta possibilidade, então só resta aguardar e conferir.


Para nossa reflexão.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Sou dono de algo ou de alguem?

Pensamento do dia, sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

"A renúncia é algo que nossos corpos materiais devem aprender a cultivar. "
Trigueirinho.

Pois bem, estamos num período onde as renuncias serão compulsórias.
Viveremos situações e pressões que nos darão a oportunidade de renunciar a uma série de confortos e excessos que hoje nos rodeiam, pois foram anteriormente cultivados com a ganancia e as lutas pela posse.
Vejam, desistir da  renúncia pode se transformar rapidamente em procedimentos compulsórios e impositivos. Obvio que isto será muito mais doloroso e frustrante, mas será assim que acontecerá.
É fundamental que tenhamos extremo bom senso, um processo rápido de readaptação, pois o que sobrará dos excessos que temos será quase nada.
Este critério de excessos, confortos, mordomias, excedentes, etc., será de cada um em relação às suas reais necessidades para concluir o destino em pauta, portanto, não há como um definir para o outro o que caracteriza o excesso, ou usarmos meios de comparação entre nós.

A renúncia ou a readaptação por livre inciativa, nos tornará mais flexíveis e mais confiantes, além da possibilidade de sermos guiados e conduzidos para nos adaptarmos mais rapidamente às necessidades prementes de um final de ciclo planetário.
O lutar contra será profundamente desgastante e muitas pessoas não suportaram o fato de terem de abandonar o que levaram anos para conquistar.
Não somos proprietários nem do nosso corpo físico e há de convir que se fossemos viveríamos muito mais infelizes do que somos, pois a forma que cuidamos dele é deplorável.
Somos, de fato, um espirito livre e desimpedido para circular por mundos em troca de experiências, aprendizado, conhecimento e Trabalho.
Estes estágios prolongados em mundos de expiação, como a Terra nos dias de hoje, a princípio nos iludiu como sendo algo eterno e nos esquecemos da nossa real e verdadeira origem.
Ora, como espírito não tenho nada, não possuo nada, não tenho como carregar nada e é justamente este desimpedimento que me faz circular pelo universo para aprender.

Chego ao ponto de classificar outro ser humano, ou algum objeto, como meu; meu filho, minha filha, meu marido, minha casa, meu terreno, etc.. Este sentido de posse e de propriedade foi amplamente reforçado pelas condições que vivemos na Terra, ao acharmos que somos donos de alguma coisa, gerando títulos, posses, propriedades, escrituras,  de pedaços da superfície de um planeta que estou de passagem e quem sabe não mais irei retornar.
Quando estes sentimentos de posse e propriedade são muito presentes nos meus conceitos, o desapego compulsório que terei de fazer será extremamente doloroso e drástico, transformando sentimentos neutros em sentimentos violentos.

É preciso que todos repensem estes conceitos, pois isto irá pegar de forma descomunal para alguns que com certeza perderão as maravilhosas oportunidades de encerrar neste ciclo planetário, seus ciclos cármicos de aprendizado.

Serão estes estados de posse, sejam de pessoas, objetos, terras, imóveis, bem como ligações afetivas intensas que irá nos acorrentar a estados do passado sombrio, retendo-nos para alçar voos magníficos, livres para sentir a intensa liberdade que um indivíduo livre sente.

Para refletirmos.