quarta-feira, 29 de junho de 2016

Instrutores.

Pensamento do dia 29 de junho de 2016.

À medida que caminhamos, nossos instrutores vão se despedindo de nós e entregando-nos a outros.
Trigueirinho.

Pois bem, isto, no Grupo H&F, temos acompanhado continuamente.
Ao longo destes quase 30 anos,  tivemos inúmeros Instrutores que coordenavam as informações que recebíamos.
Hoje estamos amparados por São José, que disponibiliza outros Instrutores na medida das necessidades e das Tarefas a serem empreendidas.
Isto é uma Graça, pois este amparo reflete uma certa harmonia que temos conseguido manter para sermos “agraciados” com tantas informações e alertas tão oportunas.
Nos resta agradecer, exercer uma enorme gratidão por receber e por receber da forma tão carinhosa, paciente e didática que nos tem feito compreender tantas explicações.
Sabemos que pouco temos feito, que pouco temos mudado, que ainda somos incrivelmente persistentes em nossas ilusões.
Ainda continuamos com vasta prepotência e julgamentos.
Mas aos poucos temos aprendido, temos discernido sobre questões cruciais e com isto colaboramos.
Mesmo que seja pouco, sabemos que tais colaborações são bem vindas e de alguma forma vão ajustando o ritmo intenso que já estamos vivendo neste final de ciclo planetário.
O importante é preparar-se no dia a dia, nas coisas simples, em casa, no trabalho, aplicando o que temos sido informados.
Este ato preparatório tem um valor elevadíssimo, pois para os próximos momentos deveremos ter vencidos etapas importantes, na adequação dos nossos medos, na eliminação de inúmeros preconceitos, na admissibilidade da fé, na entrega, na harmonia, na tolerância, na capacidade de nos comunicarmos corretamente, no estilo de se viver, na utilização das regras básicas que estão sendo administradas, pois poderemos nos deparar com Tarefas de elevado grau de responsabilidade que poderá envolver muitos ao mesmo tempo.
Poderei ser uma pessoa que a muitos conduzirá.
Até que ponto estou preparado para isto?
Pois são estes ajustes que temos obrigação de fazer a cada informação, que irá nos preparar para Tarefas deste grau de responsabilidade.

A maioria continua inconsequente.
Continua distraída.
Continua focada no desprezível e no que será transformado
Continua iludida ou alimentando muitas ilusões.
Não se deu conta do momento crucial que estamos vivendo, onde decisões importantíssimas teremos de tomar, pois trata-se da sucessão das vidas futuras.
Veem a vida com os olhos do egoísmo, da competitivade e do acumulo.

Enfim, são tempos de grandes mudanças internas e consequentemente externas no micro e macro cosmos, no indivíduo e na coletividade, nos reinos e na Natureza como um todo.
Nada escapará destas mudanças.

Portanto, prepare-se.
Mude o que tiver de mudar.
Seja autentico nas tuas ambições.
Siga o que o coração lhe recomenda.
Confia!


Hilton

terça-feira, 28 de junho de 2016

Morto e enterrado.

Pensamento do dia, terça-feira, 28 de junho de 2016

"O homem deixará de agredir a Natureza e esta não mais usará de violência para reequilibrar-se. "
Trigueirinho
Pois bem, este é o mundo que espera aqueles que começam a ter consciência das novas relações que teremos com os reinos.
Saberemos usar e não abusar, saberemos extrair e não destruir, saberemos colher e não arrasar, saberemos compartilhar e não depredar.
Enfim novas relações se destacarão no homem espiritualizado, neutro, equilibrado e consciente das suas responsabilidades e da nova forma como deve comportar na nova era.
Não será somente a Natureza da Terra, mas a Natureza de outros mundos encontrará aqui campo fértil, espiritual e material, para que possa eclodir e nos mostrar quantas coisas incríveis ainda poderemos conhecer.
O equilíbrio precisa ser uma constante em todos os aspectos, em todos os movimentos, em todas as situações.
Conflitos desaparecem.
A educação retoma suas origens.
A gentileza autentica e não aquela cravada de interesses obscuros, se manifesta.
A normalidade voltará à Terra, pois é assim que se vive num mundo sagrado.
Precisaremos esquecer o que somos hoje, o que fomos ontem, pois é tão degradante e tão infantil, em termos espirituais, que nenhuma lembrança irá fazer falta.

No entanto viver estas condições neste momento, é possível em parte, mas exigirá daqueles que se convenceram que assim deve ser a Vida, grandes esforços para aplicar o que for possível e ajustar-se com os novos padrões que os autoconvocados deveriam ter.
De nada adianta falar da boca pra fora, instruir-se, condicionar-se aos novos tempos, se na vida cotidiana, viramos as costas para a maioria das coisas que, teoricamente, aceitamos.
Teoricamente é uma palavra que para este contexto é muito mal intencionada, pois troca-se a verdade pelo continuísmo das ilusões e esta ilusão pode nos dar a FALSA SENSAÇÃO de que estamos no caminho certo.
Nas coisas de Deus, a autenticidade tem de ser divina, perfeita explicita, tem de sair do fundo do nosso coração.
De nada adianta mascarar posições, posturas, idealismo perfeitos quando na pratica voltamos a ser a mesma pessoa, intransigente, competitiva, vingativa, mal intencionada, ardilosa guerreira  nas disputas materiais.

É preciso esforços imensos para atingir certo grau de liberdade neste processo de libertação.
Viver aqui sem ser daqui. Esta colocação está cada vez mais atual e mais importante de ser praticada, pois à medida que o derradeiro se aproxima, maiores serão as provações que irão acontecer na vida de todos.

Reveja seus princípios, seus conceitos, adapta-se a uma nova ordem, a ordem que vem do seu coração.

Todos sabem que não será um caminho fácil, mas com alegria e fé saberemos suportar cada momento que nos desalienará do contexto atual, aliás já morto e enterrado.
Hilton

segunda-feira, 27 de junho de 2016

A verdade. Ideal em todos os momentos.

Pensamento  do dia 27 de junho de 2016.

A verdade não apenas aclara a mente como também fortalece a vontade.
Trigueirinho.

Pois bem, infelizmente desaprendemos a viver e conviver com a verdade.
Somos uma população planetária mergulhada nas mentiras, em todos os aspectos e em todas as circunstâncias. 
Isto está tão enraizado que perdemos a sensação,  a sensibilidade, de analisar as energias que decorrem de uma expressão verbal ou escrita, quanto a autenticidade  do que se esta expressando.
Outro aspecto é  a postura de desprezar esta sensibilidade para não contrariar os interesses próprios, de terceiros ou instituições que nos mantém presos a conceitos e preconceitos que nos iludem.
Isto é  muito triste, pois a verdade, nesta perturbadora situação,  se confunde com as mentiras, nos deixando sem rumo e direção.  
Aí  cedemos aos interesses, às ilusões,  às manipulações que nos levam para as desastrosas quedas materiais e espirituais, decorrentes das forças obscuras  que nos envolve.
E preciso voltar a ser verdadeiro, autêntico, simples, direto. 
Como não é uma postura fácil e tranquila, há necessidade de muito equilíbrio e discernimento para expressar o que pode ser expressado, sem que ofensas, intrigas,  fofocas, enfim,  desequilíbrios aconteçam. 
A verdade é  uma verdade no nível de consciência que me encontro.
Já foi dito que a verdade absoluta jamais será revelada, pois faz parte da composição divina de Deus.
Portanto,  a verdade num nível de consciência,  se aprimora, se modifica, se completa para o proximo nível de consciência que alcançarei.
Ao vivermos com a verdade seremos autênticos,  no nível que nos encontrarmos, alvacando as vontades, o discernimento, aclarando  a mente, dando possibilidade para que o contínuismo  evolutivo aconteça.
Desprezar a verdade por conveniências é prostituir-se  para as forças involutivas, cedendo o domínio e a posse dos nossos mais elevados conceitos.

Reverta certas posições,  quem sabe cômodas, no mar agitado e poluído que vivemos, mas que pode ter um custo altíssimo ao longo das vidas e em especial neste final de ciclo planetario
Use a verdade com discernimento, bom senso e maturidade. Além da verdade vem o silêncio,  portanto quando esta não  pode ser exposta, o silêncio é  o caminho.

Aplique.


Hilton

sábado, 25 de junho de 2016

O excesso, em geral, é um desequilíbrio.

Pensamento do dia 25 de junho de 2016.

Prazeres e dores excessivas são graves fatores de desequilíbrio.
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento nos indica um importante sinal de alerta.
Esta colocação acentua que nos encontramos desequilibrados, portanto providencias imediatas devem ser tomadas.
O excesso, em geral, é um desequilíbrio.
Obviamente para cada um, o excesso se coloca após um determinado ponto que ultrapassarmos.
De forma geral, quanto mais tempo estivermos vivendo no desequilíbrio, mas distante estará este ponto a ser alcançado, portanto, mais acentuado será o desequilíbrio.
É preciso retomar as diretrizes daquilo que nosso coração identifica como sendo algo acima da nossa elástica tolerância.

Estamos vivendo muito acima dos níveis normais de tolerância e de desequilíbrio que deveríamos estar.
Nossos corpos vem sendo corroídos ao longo das vidas, das eras, e aqui falamos dos corpos não físicos, acentuando doenças cármicas passadas e presentes.

Quanto mais nos distanciamos da vida espiritual, mas se acentua o desequilíbrio, pois como já foi ensinado somos meia parte material e meia parte espiritual. As duas partes sendo assistidas e atendidas geram o equilíbrio.
Nesta possessiva dedicação ao corpo físico e as necessidades do plano da matéria, trabalhamos somente uma parte do que somos, desequilibrando o conjunto.

Outro aspecto a ser ressaltado é a vaidade, que pode ser atroz, pois estabelece parâmetros do físico, do material, do que será perecível, priorizando o que não precisaria ser priorizado e assim não equalizando em partes iguais o conjunto corpo-espírito.
Enfim a capacidade de compreender e a extensão da inteligência, quando se dinamiza o conjunto, manterá o equilíbrio e nos levará para que erros menores sejam cometidos e acertos maiores conduzam nossa vida material.


Reveja seus conceitos sobre isso e mude o que tiver de mudar.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Há muito ceticismo a este respeito.

Pensamento do dia, quinta-feira, 23 de junho de 2016

"Todos os sinais de fim de um ciclo estão aí."
Trigueirinho

Pois bem, creio que este assunto tem sido amplamente abordado.
Para aqueles mais céticos, é interessante notar como nestes dois últimos anos todos os acontecimentos climáticos estão superando os antigos recordes.

Quanto a economia, política, sociedade, percebe-se um desentrosamento geral das normas e rotinas que ocorreram nas décadas passadas.
Temos visto a violência e o sadismo aumentaram, com crimes mais pesados, desorganização de estruturas sociais consideradas, mesmo as consideradas perfeitas em países do primeiro mundo, além do que o terrorismo tem visado indivíduos que não reagem às ameaças a atos violentos.
Estamos na etapa do contrassenso, das disparidades e das confusões, pois conceitos e preconceitos, paradigmas, estatísticas, referencias, etc., estão sendo superadas face aos movimentos que tem demandado a estrutura da superfície terrestre como um todo.

Sei que há muito ceticismo a este respeito e o que mais se vê são justificativas estranhas, esdrúxulas, numa tentativa clara de enquadrar “certa normalidade” para aquilo que não é normal.
A situação climática do planeta, em acentuada transformação, vem alterando inúmeros padrões de calor, frio, ventos, chuvas, modificando condições ideias para o desenvolvimento de tudo aquilo que dependemos da natureza para sobreviver.
Os alimentos em geral, vem sofrendo no seu processo de eclodir, de desenvolver, alterando-se produtividade, colheitas, quantidades, colocando em risco a população quanto ao desabastecimento de alimentos em geral.
De forma geral, o reino vegetal e animal vem sofrendo profundamente com estas alterações, pois precisam do equilíbrio climático para seu desenvolvimento, sua reprodução e abastecimento.
Estudiosos e cientistas tem percebido que muitas espécies dos dois reinos estão em processo de extinção face a estas variações climáticas.
Podemos dizer que isto já é uma “operação resgate” para estes reinos que dependem, essencialmente, desta ajuda.
Forças telúricas, com foco nos movimentos sísmicos, já estão se manifestando com mais intensidade e constância, face aos movimentos internos que o magma planetário vem produzindo.
Vulcões expostos e subterrâneos estão com seus limites históricos ultrapassados, ou seja, estudos apontam que ciclicamente explosões aconteceram de tempos em tempos e estes tempos médios estão vencidos, portanto podemos estar na eminencia de muitos movimentos vulcânicos nas próximas etapas.

A desarmonia entre nós, seres humanos, se intensifica, seja na frustração, no desanimo, nos medos, na falta de perspectivas, pois percebe-se que as decepções vem acelerando em todos os setores da sociedade, das finanças, da política e dos serviços necessários.
As fronteiras estão se tornando mais rígidas, mais violentas, inclusive, como se isto pudesse conter as necessidades e os anseios daqueles que fogem da guerras, das catástrofes climáticas, das perturbações políticas, da forma horrível que se vive em muitos lugares, da fome e da desumanidade de muitos governantes.
Vemos grupos extremistas que focam o extermínio, cresceram exponencialmente, como se isto fosse uma solução.
Vemos governos precavendo-se com abrigos e acumulações numa eventual dificuldade do planeta, como se isto fosse resolver ou preservar alguma coisa no plano da matéria.
Enfim o mundo está conturbado e esta conturbação vem crescendo.
Grupos de indivíduos ricos, políticos, enfim com ampla capacidade de acumular, temerários de situações de conflito, acumulam tudo que podem na frágil e inútil esperança de que irão sobreviver com o apoio material, somente.
Poderíamos ficar preenchendo páginas e páginas da situação atual do planeta, dos seus habitantes, sejam de quais reinos forem, para dizer simplesmente que um monumental processo de transformação está em ato em toda a superfície terrestre.

Desta forma, o caminho para a obtenção de reservas materiais não funcionará, pois sabe-se que tudo o que se encontra na superfície será transformado, portanto, nos resta o caminho das reservas espirituais.
Muito bem, quantos estão coligados a este objetivo?
Pouquíssimos.
A maioria ainda não se deu conta ou continua aceitando a postura de se iludir com justificativas sem “pé nem cabeça”, pois simplesmente ignoram o que tem sido mostrado a “olhos vistos”.
Será que precisam ser mais chacoalhados?
Não faltará oportunidade para que isto aconteça, com ampla e monumental abundancia.
No entanto, poderemos estar muito despreparados para esta abundancia de movimentos telúricos, não percebendo a imensa, gigantesca e maravilhosa “Estruturas de Ajudas” que já se encontra entre nós, do nosso lado, completamente disponibilizadas para nos acessar assim que PERMITIRMOS.
Obvio que não temos e nem poderíamos ter capacidade para enfrentar o que virá, ainda mais com todos os desvios que fizemos ao longo das eras, mas isto não nos impede de sermos acessados, de sermos ajudados, de sermos amparados, pois a 2000 anos atrás, assim foi decidido.

Portanto, acompanhar os sinais, acompanha-los com tranquilidade, com confiança e com fé, nos tornará equilibrados e conscientes da imensa ajuda que nos espera.
Não há o que temer, aliás, o que devemos temer são as ilusões e as mentiras em que temos nos apoiado ao longo do tempo.

O tempo atual é de muita solidariedade, ajuda, apoio, acolhimento, abertura, otimismo, confiança e de confiar nas imensas estruturas extraterrestres, intraterrenas, espirituais que aos poucos e na medida da real necessidade, irão se manifestar.


Avalie e mude em você, aquilo que se desalinha com estas informações.
Hilton

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Os parâmetros que nos identificamos na vida material não servem mais.

Pensamento do dia, quarta-feira, 22 de junho de 2016

"Deixando-te conduzir por teu interior, descobrirás a maravilhosa criação da qual és parte."
Trigueirinho.

Pois bem, é preciso seguir estas indicações.
Externamente viveremos decepções atrás de decepções, pois estamos numa fase bem acentuada da transição planetária.
As estruturas sociais, políticas, econômicas, estão em queda livre.
Por mais que façamos, por mais que lutemos, as conquistas serão poucas, pequenas e de curta duração.
Isto não significa abandonar o que fazemos, o que temos, pois dependemos de muitas coisas para sobreviver, no entanto, isto deveria ser nosso foco secundário, enquanto o foco principal deverá ficar voltado para as descobertas do mundo interior.
A princípio isto poderá trazer certas dificuldades, muitas dúvidas, insegurança, pois de certa forma será uma coisa nova para a maioria.
Toda coisa nova passa por estas questões até o momento em que começarmos a ver os resultados e nos deslumbraremos com aquilo que está e que sempre esteve dentro de nós.
Para isso os parâmetros que nos identificamos na vida material não servem.
Não adianta eu pensar em ser mais, ter mais e poder mais, quando na vida interna acolher, compartilhar e ceder é a tônica.
Não estamos acostumados com o nível de abundancia que existe nos mundos internos, portanto, mudam-se os parâmetros.
Aqui, no mundo das formas, temos necessidade de receber por tudo que fazemos, vemos necessidade de acumular, competimos loucamente com nossos irmãos, tornando-os inimigos na luta pelas misérias existentes.
Aqui, no mundo das formas, ilusoriamente, parece que falta tudo.
Esta nossa ineficiência em perceber, sentir e avaliar o que temos, o que a Terra nos cede e a distribuição correta das suas riquezas, pois nos deixamos iludir por atividades comerciais predatórias, ativou nosso mecanismo do EGOISMO, colocando a vida de todos numa luta sem fim.
Diferentemente do mundo interno, estas atividades predatórias e a energia do egoísmo, não tem vez e não tem chances de contamina-lo.
Sendo assim, necessitamos de mudanças profundas de conceitos, procedimentos, parâmetros, posturas, comportamentos, para que nos adaptemos a uma nova sistemática da forma de se viver, pois assim será na nova era, na nova Terra.

Temos de usar as energias negativas que afloram em nosso ser como alavancas de mudanças.
Se estou perdendo “algo”, não importa o que, vamos pensar que na verdade estou me liberando deste “algo”, onde por motivos desconhecidos, que a princípio, não saberei avaliar, mas no momento que tiver a devida lucidez isto ficará claro, verei que este “algo” e o apego que tinha por ele representava grilhões que me retinham numa etapa da minha vida que já deveria ter sido ultrapassada.
A vida na sua inteligência divina, providenciou minha libertação de “algo” que me acorrentava num único estágio.

No recado desta segunda, anunciaram as duas possibilidades que temos: caminho curto ou o caminho longo.
O caminho curto é estreito, ou seja, só você poderá passar. Todas as tralhas, todos os sentimentos negativos, toda a estrutura atual que a vida nos cercou, após a transição, não servirá para nada, portanto, não poderá carrega-la no caminho curto.
Temos de conceber que estaremos às portas de uma vida completamente inusitada, absolutamente nova, onde tudo será novo.

Ao contrário, no caminho longo, todas as tralhas acumuladas, todos os carmas, todo o egoísmo será mantido e você os arrastará para aonde for.
Ilustrando um pouquinho, podemos imaginar pessoas com bagagens imensas, centenas de malas, bolsas, sacolas, mochilas, além de todo o plasma mal cheiroso, negro, onde se alojam os sentimentos negativos, os ciúmes, a vingança, os medos, escorrendo pelo caminho longo a ser percorrido.
Nesta situação, você carregará com você para outros mundos, tudo aquilo que lhe incomoda ou não, mas será a mesmice de tudo, numa ampla e farta repetição do que estamos “careca” de saber.

A frustração é outro sentimento de grande alavancagem.
Todos estão frustrados. Não há um ser na face da Terra que não vive esta frustração.
É simples de demonstrar isto, pois estamos num momento da profunda transição entre algo velho com algo novo.
O velho não se encaixa com o novo e o novo não se encaixa com o velho, portanto, estamos vivendo duas situações, ao mesmo tempo, desencaixadas e isto nos frustra.
Claro, não nos preparamos para esta transição! Nos iludimos, nos distraímos com tranqueiras.
Estamos frustrados com a vida, com as coisas, com nossos sentimentos, com nossos semelhantes, com as estruturas que, aparentemente, deveriam nos apoiar.
Pois bem, use este impulso para conceber as mudanças que precisa fazer.
Pense no novo, abrace o que virá, sem saber o que é, se disponibilize, se desapegue, acentue tua fé, entregue-se ao desígnios de Deus, confia.
Volte-se para teu ser interno.
Aceite. Simplesmente, aceite.
Nossas expectativas precisam ser para a outra etapa da vida prometida.
Não há tempo para se perder.

Isto que se vem colocando nestas mensagens, para muitos pode parecer algo novo, mas na etapa atual da nossa civilização, ou seja, nos últimos 10 ou 12 mil anos, não é nenhuma novidade e foi acentuadamente dito e vivido por Jesus a aproximadamente 2016 anos atrás.
A maioria só conseguiu prestar atenção na dor e no sofrimento físico de Jesus, mas isto foi somente um exemplo do que devemos viver, o que importa são os seus ensinamentos e sua mensagem da boa nova, da nova era, da nova Terra, do nosso alinhamento com Seu mundo, como nos foi prometido.


Se aceito, mude.
Hilton

terça-feira, 21 de junho de 2016

É mais fácil prestar a atenção nos outros do que em nós mesmos.

Pensamento do dia, terça-feira, 21 de junho de 2016

"Dentro da Lei Evolutiva Cósmica não há ser sem direito à evolução."
Trigueirinho

Pois bem, o melhor é que estamos todos dentro da Lei Evolutiva Cósmica.
Desta forma, todos iremos evoluir. Não há possibilidade disto não acontecer.
Mas, e sempre tem um "mas", na fase atual que estamos vivendo, na 3a dimensão, num mundo de expiação, evoluir no continuísmo é uma das opções.
Pois bem, sempre evoluiremos, mas neste momento cabe a mim decidir se vou evoluir agora ou vou estacionar.
Como foi informado na mensagem de ontem, no caminho longo, posso parar, posso pausar, posso desviar, enfim posso um monte de coisas que me fará estacionar num dos infinitos estágios do meu processo evolutivo.
Estamos quase todos os seres humanos percorrendo o caminho longo.
Este caminho longo tem sido cheio de curvas, retornos, desvios, encruzilhadas e nos tem feito repeti-lo inúmeras vezes.
Porque isto aconteceu?
O ser humano aceitou submeter-se às ilusões que foram criadas pelas forças negras e se deixou conduzir por elas. Isto foi feito de forma tão ardilosa e nos envolvemos de tal forma que o rompimento, para aqueles que não desejam mais viver na ilusão, dói.
É uma dor passageira, uma picadinha de injeção na bunda, se comparada com a ascensão que teremos a partir do momento que voltarmos para realidade de Deus.
Mas, tem muita gente, a maioria, que não quer, sequer, sentir esta picadinha e tem abandonado as inúmeras oportunidades de chamados intensos e contínuos que tem acontecido ao longo das eras.
Nos acostumamos  a nos sentir mal e achamos que são somente estes sentimentos que existem.
Pouquíssimos sentiram o gosto da felicidade (a verdadeira), pouquíssimos amaram pra valer, pouquíssimos sentiram um estado de alegria pleno, pouquíssimos experimentaram a paz interna (que independe de movimentos externos), portanto, pouquíssimos viveram a realidade da Vida.
Sensações desta natureza não podem ser compartilhadas. Não há como uma pessoa sentir pela outra. São experiências únicas, exclusivas, individuais que cada um deve buscar e vive-las em sua plenitude.

Mesmo assim muitos relutam, recuam, tem medo de, sequer, rever suas posturas, seus objetivos e se focam somente nas conquistas materiais, ou seja, nas migalhas que caem no chão da mesa do grande banquete.
Vivem atordoadas, lutam intensamente por estas migalhas, não enxergam a Luz, competem o tempo todo para conquistar um mínimo de espaço, desprezando o Universo e a sua infinitude que a todos pertencem.
Tornam-se escravos da vida material, das ridículas categorias sociais, do ter mais e poder mais, mesmo sabendo que todas estas ridículas conquistas são passageiras e passam velozmente pela nossa vida física.
Desejam sempre o que os outros tem e não aprendeu a valorizar o que possui, pois nunca se deu um tempo para apreciar suas próprias conquistas.

É preciso perceber que Deus nos deu tudo que precisamos e tudo isto de graça, pois foi uma Graça.
Somos completos por natureza e quando nos damos conta de que algo está faltando é porque estou desprezando coisas que não deveria desprezar.
É mais fácil prestar a atenção nos outros do que em nós mesmos.
Não conseguimos ver nossa perfeição porque estamos ocupados em buscar a perfeição nos outros.
Temos vivido com uma venda nos olhos.
Para alguns, certos lampejos de Luz chega a tocá-los, pois a venda foi tão usada que está gasta, puída, corroída por eras de escuridão.
Enfim, é o momento de tirar esta venda dos olhos, ver a Luz, sentir sua caricia, seu calor, ver de forma clara e límpida o que antes apalpávamos somente.

Sei que poucos se tocarão com isto.
A maioria é cética e não “sonhadora”.
Não acreditam.
Preferem viver na “realidade” das sombras, do sofrimento, do desamor, da angustia intensa e da falta de esperanças.
Deus, para estes, está distante. Para muitos ainda é o velhinho sentado no trono nos observando de forma sádica, pois nos vê sofrer.

Vamos reverter esta postura.
Tudo que precisamos está em nós mesmos.
Precisamos nos autodescobrir e para isto temos de prestar atenção em nós mesmos e não nos outros, deixando de nos compararmos com quem quer que seja.
Ser autêntico e ser único é voltar-se para nosso interior.
Somos autênticos e somos único. Isto é uma Lei. Não existe nenhum outro ser no universo igual a mim. Tenho em mim todas as qualidades de Deus.

Mude o que tem que mudar, mas faça.


segunda-feira, 20 de junho de 2016

Não há mais tempo para reflexões.

Pensamento do dia, sexta-feira, 17 de junho de 2016
"No início do processo de purificação, o homem não percebe que ainda é apegado."
Trigueirinho

 Pensamento do dia, sábado, 18 de junho de 2016
"Apenas interiormente é que se pode distinguir a realidade."
Trigueirinho.

Pensamento do dia, domingo, 19 de junho de 2016
"A aparência externa de um fato ou de um ser é mera roupagem."
Trigueirinho.  

Pois bem, não comentaremos os pensamentos acima, mas colocarei algumas observações que fiz ao longo de uma viagem para Foz do Iguaçu – Iguazu (Grande Rio) que foram bem oportunas e muito convenientes:
Num local onde se encontra três fronteiras – Brasil – Paraguai – Argentina – temos as cataratas que se formam no trajeto do rio Paraná.
O local não foi escolhido à toa. Impulsos vinham acontecendo para que este lugar fizesse parte de certa necessidade.
Quem sabe uma viagem dedicada às compras, às mordomias, aos monumentos humanos, geraria satisfações mais imediatas, além de prazeres mais intensos, onde a necessidade de pensar, buscar, alinhar-se, se basearia nas mordomias, no conforto, na organização, na infraestrutura e nas referências daqueles que buscam só isto na vida.
Iniciamos na expectativa de algo diferente, pois o turismo em si, felizmente já superei. Claro que busco apreciar as maravilhas do lugar, mas procuro continuamente me manter focado nos objetivos que venho perseguindo ao longo de muitos anos, tais como o aprendizado, o conhecimento, as oportunidades de interagir nos níveis mais elevados que consigo.
A integração com o local é fundamental, pois cada lugar lhe oferece uma energia diferente, sensações distintas, oportunidades, visões e deslumbres que são únicas para aquele ambiente especifico.
A despreocupação com detalhes como conforto, mordomias, organização, aglomerações, comportamentos, infraestrutura, precisam ser esquecidos, senão você se focará em objetivos que irá distrai-lo e  alimentar suas ilusões, tornando-o crítico para coisas sem o menor sentido neste momento da vida planetária.
Em geral, tudo já está numa profunda reviravolta, pois os colapsos já estão acontecendo.
Desta forma, focado naquilo que o local pode lhe oferecer, em termos de padrões elevados e espirituais, prossegue-se numa busca intensa, mas com calma, com sustentação, observando tudo ao seu redor, sem quaisquer tipos de críticas.
Observa-se os detalhes, os pequenos movimentos, os grandes movimentos, as sensações sobre cada passo em cada lugar que se percorre.
O cansaço, a dor, as dificuldades, que são comuns em locais naturais, precisam ser deixados de lado, senão este poderá ser o único foco que você prestará sua atenção.

A energia das águas, de certa forma, relativamente preservadas, ainda conseguem gerar energias vitais, energia da vida, mesmo que carreguem inúmeros venenos que o homem vem colocando para manter as plantações ativas no seu ambiente de egoísmo e ganancia.
O ambiente te envolve, te acolhe, te molha num banho de gotículas de água que decompõem-se num lindíssimo arco íris, onde você se sente abraçado pela energia da vida – água – e pela energia do amor – sol.

A união da vida vegetal, com a vida animal e a agua (Fonte da Vida), aqui na Terra, forma uma unidade trina, forma a trindade da vida espiritual que reina sem as interferências do livre arbítrio.
Isto nos foi dado de graça, isto por si só manteria nossa integridade, nossa lucidez, quebraria nossas ilusões, nos remeteria para as coisas importantes da vida e do viver, mas não nos sensibilizamos com isto, preferimos explorá-lo comercialmente, destruí-lo em parte, ajeitá-lo segundo nossos critérios gananciosos. Mesmo assim a natureza manteve sua exuberância, nos mostrando que ela por si só, ajusta-se ao “deus homem” em todas as suas necessidades.
A vida animal, com destaque para os pássaros que se aproximam com a inocência que lhes é peculiar, ao voarem distribuem a energia da lucidez, da beleza, nos remetendo para os mundos ocultos que se mesclam com o mundo físico, que se interagíssemos isto seria o suficiente para nos sentirmos feliz.
Fiquei feliz e notei que muitos se tocaram com esta exuberância, pois a força ali existente é tão intensa que nossos principais medos e indiferenças não conseguem suplantar a magnitude das forças e da beleza natural ali predominantes.

Cada lugar tem suas energias e sua energia predominante.
Locais que são mais naturais a energia predominante se aproxima um pouco mais da energia da “vida primordial”. Locais que foram transformados pelo homem, pode ter como energia predominante o egoísmo, o consumo e a transformação para o anti-natural, portanto, nociva a todos nós.
Sim a todos nós, pois esta energia se espalha sobre a Terra, mudando toda sua dinâmica.
Isto colocou nosso planeta em quarentena, pois poderia espalhar-se pelo universo, desvirtuando os objetivos da Criação e do seu Continuísmo.

É interessante como em locais naturais seu cansaço físico é maior, mas seu bem estar é muito melhor, ao passo que em locais transformados, consumistas, seu cansaço físico é menor mas seu mal estar se acentua e as frustrações se intensificam.

Poia bem, uma das lições que recebemos foi com relação à fase atual da vida planetária.
Entendi que hoje nos deparamos, basicamente e de forma bem sucinta, com duas possibilidades, dois caminhos, que chamarei de “caminho curto” e “caminho longo”.
Caminho curto: é o caminho natural, o que te leva a um processo de transformação intenso, pois tem como objetivo a superação do livre arbítrio e o continuísmo da vida num mundo sagrado.
É um caminho estreito, onde a intolerância e a rigidez das regras, das Leis são intensos, determinantes, não permite desvios medos e fracassos.
É o caminho dos autoconvocados, daqueles que se escolheram, que estão determinados a seguir e a acolher o desconhecido, o imponderável, pois o que se sabe, sequer arranha o que será determinante num mundo novo, num solo sagrado.
Um pulo na escuridão total, onde a fé e a confiança no Criador tem de ser absoluta e total.
É um caminho estreito e que continuará se estreitando, na medida que o tempo cíclico planetário se aproxima do seu momento derradeiro.
Não permite incoerências.
Não permite vacilações.
Não permite retrocessos.
Não permite desvios.
Não permite distrações.
Exige muita firmeza de propósitos.
Não tem nenhuma violência. Não nos agride, não nos machuca, pois é percorrido internamente, no nível do coração e não da mente.
A mente teme, o emocional se arrepia, pois tanto um como o outro não tolera o ineditismo, a novidade, o desconhecido. Então será isto que teremos de superar, nossos medos ocultos, nossas ilusões, a irrealidade que conquistamos ao longo de tantas vidas desperdiçadas.
Aquele que tem a ousadia de percorre-lo se acostumará com ele e num determinado momento da jornada se alinhará com ele, confiará nele, se entregará a ele e parecerá que outra opção nunca existiu.
Irá esquecer deste passado ilusório, tenebroso, ardiloso, manhoso e que nos levou a tantas frustrações, medos e agonias.
No entanto, é optativo, precisa ser desejado, precisa ser manifestado em palavras, em atos e pensamentos.
Cada um será seu próprio juiz e cada um se julgará no nível da alma, portanto, na realidade autentica da vida, deverá manifestar o desejo de percorre-lo.

Caminho longo: é o caminho atual, largo, cheios de desvios, curvas, paradas, onde as regras, as Leis, podem ser quebradas (gerando carmas).
Permite retrocessos, vacilações, incoerências, indecisões, distrações.
Neste caminho podemos parar. Podemos apreciar e mudar o que quisermos, mas estas interferências tem um preço alto, pois cada vez que assim o fizermos, nos aprofundamos para os desvios lamacentos e de difícil continuidade e evolução.
Este caminho, ao contrário do caminho curto, não tem hora para acabar.
O caminho curto se encerra no final de um ciclo planetário e o caminho longo o faz mudar de mundo, dando continuidade na etapa que você resolveu “estacionar”.
É o caminho dos indecisos, do medrosos, daqueles que se acovardam perante o ineditismo.
É o caminho dos iludidos em ter mais, poder mais, pois focaram-se nas migalhas da vida material egoísta, quase sempre lutando arduamente para equiparar-se a um conjunto de parâmetros em que o emocional e o racional são preponderantes.
Estes são aqueles de “pé no chão”.
Não querem alçar voo, não querem se incomodar. O que tem tá bom, porque mudar?
No fundo frustram-se continuamente.
Lutam sem saber porque, pois mudam continuamente de posição. Uma ora acham isto, outra ora não acham nada.
São pessimistas e veem o desastre em tudo que lhes é apresentado.
Queixam-se continuamente da vida e iludem-se que podem mudar o que está em andamento, seja na política, nas finanças, na natureza, no clima, na sociedade, nas pessoas.
Competem, porque assim foram instruídos e continuam a ter isto como o dogma das chamadas “oportunidades”
Adoram o network externo, pois aparece, enquanto o network interno, que não aparece, fica relegado a um plano desprezível.
Podemos dizer que são insensíveis ao seus inimigos, mas sensibilizam-se para com os amigos, como se pudéssemos fazer este tipo de separação, considerando parte dos seres humanos como amigos e parte como inimigos.

Estamos diante destes dois caminhos, para que um deles seja escolhido.
A falta de escolha, nos levará, naturalmente, ao caminho longo. Este é um alerta extremamente importante. Não devemos desprezá-lo.

Até agora vínhamos falando na necessidade de refletirmos.
Terminávamos os textos com a frase: para refletirmos.
Isto também terminou.
Não há mais tempo para reflexões, para longos processos decisórios.
O tempo atual é tempo de ação, de movimentos contínuos, de coragens especificas aos temas tratados.
É preciso agora intensa dinâmica, intensas transformações, intensos alinhamentos com o que se aprendeu, com que se conheceu e com aquilo que se considera uma verdade.

Confia!

Pensamento do dia, segunda-feira, 20 de junho de 2016
"Urge desapegar-se de tudo o que é perceptível para cooperar com a purificação. "

Trigueirinho.

Uma longa jornada.

Pensamento do dia 16  de junho de 2016.

Ao homem só é possível conhecer o mundo espiritual se ele busca realmente vive-lo.
Trigueirinho.

Pois bem, a maioria ainda não se convenceu deste caminho, mesmo que ele seja o único possível. 
O mundo material, imperfeito, esquisito, irreal, destruidor é  o que tem seduzido a maioria.
Quando percorremos um caminho, como numa viagem, passaremos por diversas paisagens, relevos, movimentos,  temperaturas, onde se alternam entre coisas que admiramos e coisas que detestamos.
Na viagem, somos observadores e com isto podemos aprender coisas novas. As vezes paramos, nos envolvemos e na sequência prosseguimos.
Assim deveríamos viver a vida material, observando-a  com um mínimo de interferências, realizando sempre paradas curtas.
Mas as vezes nos seduzimos  achando que encontramos o "canto ideal" para ali permanecer e viver eternamente.
Isto é  impossível,  pois a Vida tem uma dinâmica que não  permite que permanecemos eternamente em algum lugar.
Quando nos  excedemos  num determinado lugar, numa destas paradas, estas começam a se tornar incômodas,  depois agressivas e passam para a fase final onde se tornam violentas nos expulsando, compulsoriamente,  pois a dor tem sido o único argumento plausível que atendemos.
Isto se aplica num tempo determinado como numa vida ou indeterminado como numa sequência de vidas.
Estamos, agora, vivendo uma fase final do ciclo terrestre, ou seja, queiramos ou não, continuaremos no caminho a ser percorrido ao longo das vidas e das eras.
Mas, muita gente se encantou com o plano material, com o livre arbítrio e resolveu permanecer mais algumas eras na mesma situação que hoje vivemos.
Pois bem, gosto não se discute, como diz um ditado popular, e para estes, um mundo semelhante ao atual já está disponibilizado para que o contínuismo  aconteça. Óbvio que tudo tem um prazo determinado neste longo caminho que todos, inexoravelmente,  irão percorrer, mas Deus considerou que somos nós que devemos decidir sobre a sequência deste caminho inevitável e assim será. 
Pois bem, alguns se autoconvocaram para continuarem no caminho e outros a permanecer nesta parada.
Cada um  está decidindo o que quer para si.
Estamos à porta  das  grandes mudanças e o tempo urge na expectativa desta resposta.
Ao vivermos no mundo material nuances  do mundo espiritual e isto é plenamente possível,  iremos perceber que a  ilusão do plano material pode ser encantadora, a princípio,  mas se tornará perversa e violenta se nos fixamos numa única parada.

Enfim, informações existem com grande abundância.  Cabe agora a cada um decidir o que quer da sua Vida, e realizar.
De qualquer forma sempre haverá o aprendizado.

Vamos refletir.
Hilton


União.

Pensamento do dia 15 de junho de 2016.

A união torna-se mais abrangente ao ascender na escala  evolutiva. 
Trigueirinho. 

Pois bem,  eis uma meta que nunca termina.
A cada passo na evolução,  mais unidos  ficaremos.
Esta união abrange sistemas, energias, seres, consciências,  dimensões,  enfim engloba o todo.
Hoje o que podemos conceber que se aproxima desta definição, com exatidao, são as Hierarquias. 
Conjunto de inúmeras consciências de várias procedências que conduzem, sistemas solares, mundos, galáxias e universos de acordo com os critérios de evolução que  Deus concebeu.
Inimaginável a inteligência  alcançada,  o conhecimento adquirido,  a sensibilidade existente, onde o amor torna-se  a roda motriz deste conjunto maravilhoso. 
Como Grupo, numa escala infinitamente reduzida, nos espelhamos numa hierarquia.
Meio atrapalhados,  confusos, indisciplinados, vamos nos mantendo com elevado grau de esforço o Grupo.
Tem sido um trabalho de grande dedicação e uma força de vontade enorme, pois para nos manter em Grupo temos de esforçar e muito.
Mas, temos conseguido. Com uma organizacao ainda confusa, atrapalhada e insegura,  a fé tem nos motivado o suficiente para nos mantermos como grupo.
Somos, numa escala muito grande, os primórdios de uma hierarquia.
Creio que foi um bom começo e considero um grande sucesso, pois ao longo dos últimos 30 anos, esforços foram feitos, muita boa vontade, dedicação,  empenho e persistência  tem nos levado a contatar inúmeros Seres e estruturas energéticas que supriram nossas necessidade básicas de nos manter unidos  e alinhados em objetivos comuns.
Creio que só nos resta seguir o que temos feito, pois de agora em diante seremos efetivamente conduzidos, pois tudo o que virá  foge da escala que podemos compreender.
Fomos amplamente assistidos,  orientados, caminhos nos foram mostrados e ao longo desta jornada, mais acertamos do que erramos.  O que erramos foi por falta de nos prepararmos melhor, por distração,  por certa vaidade, mas sempre fomos pessoas bem intencionadas e sempre  tivemos em nosso coração a energia do amor que move estruturas,  mundos, movimentos que alinham-se  com os designeos  de Deus.

Hoje estamos mais seguros,  um pouco mais bem preparados para o que virá. 
Sabemos que será algo que jamais foi vivido por alguém na face da Terra, mas o caminho que percorremos até agora nos deu a devida fé para o confiarmos.

É  exatamente o que todos precisariam ter, confiança nos designeos de Deus.
Estranhamente vivemos uma sociedade que é  oposta à isto tudo, onde tudo se desconfia, ninguém é  inocente e nos armamos de tanta burocracia e burrices que nos afundamos num mundo desordenado, desconfiado e infiel a tudo.
"Teus dias, insana sociedade, estao contados, pois a Luz está por trás destas nuvens densas e escuras e após a grande tempestade tudo irá se aclarar."

Vamos refletir.


Hilton