Pensamento do
dia 15 de novembro de 2016.
Existe algo de
sagrado em tudo que você percebe quando se concentra no presente.
Eckhart Tolle.
Pois
bem, podemos dizer que esta percepção, quando ocorre, lhe indica que você está
no Caminho.
Temos
visto o mundo sob uma forma caótica, nos planos materiais, pois é assim que realmente
se encontra, nos planos materiais.
Mas
por trás desta situação caótica, existe o lado divino, real e verdadeiro
atuando segundo uma conjuntura maior, universal.
Esta
situação caótica nos planos materiais, indica seu processo nas transformações
em ato.
Creio
que a maioria tem esta sensação. Alguns com mais nitidez, outros menos, mas no
geral todos sentem que algo está ocorrendo.
Face
nossa acentuada infantilidade, ainda culpamos este ou aquele cidadão, esta ou
aquela situação, esta ou aquela posição, sem percebermos que é o nosso estado
de ignorância acentuado que bloqueia nossas ações, pois estas deveriam estar
alinhadas com estes movimentos da transformação (Leis em ação).
Poucos
acreditam nestas Leis, ou sabem da sua existência, pois muitos entendem que os
dogmas religiosos aplicam-se somente aos fiéis desta ou daquela religião.
Portanto, como ateu ou não religioso, nada disto se aplica a mim ou às minhas
ações.
Outros
usam as religiões como uma forma “politicamente correta” de se manifestarem e
manterem uma aparência que agrada a outros.
É
assim que temos vivido ao longo das eras, onde nomeamos deuses em função de
certas aparências, de certos dons ou aparatos físicos, digamos sobrenaturais.
Quem sabe um bom mágico tornou-se um deus em um certo momento da humanidade. Com
certeza inúmeros extraterrestres foram deuses em outros momentos da humanidade,
com suas incríveis carruagens de fogo.
Foi
uma época em que a Terra estava aberta a todo tipo de exploração e curiosidades
de habitantes de vários mundos em uma fase evolutiva muito semelhante à nossa.
(tivemos muitos ETs curiosos)
Eram
os deuses astronautas? Livro famoso de um escritor controvertido, mas que soube
explorar de forma relativamente simples a presença de inúmeros “visitantes” em
suas incríveis máquinas voadoras que impressionaram bastante nossos
antepassados.
Estamos
numa outra fase.
Completamente
diferente das anteriores, mas infelizmente nossa mentalidade em nada mudou.
Continuamos rejeitando e nos impressionando com uma tímida convivência que
deveria ser completamente aberta e livre com nossos irmãos extraterrestres, que
neste momento da nossa jornada terrena vem em nosso auxilio.(a fase da
curiosidade extraterrestre encerrou em 1988)
Existe
sempre algo de sagrado em todas as manifestações, sejam quais forem.
Serão
nossos olhos críticos, omissos, curiosos somente, ou acolhedores, agradecidos,
receptivos que ditarão as regras para que nossa mente se manifestará gerando
influencias nefastas ou produtivas.
O
momento presente em nosso mundo, está numa dinâmica quase impossível de ser acompanhado,
pois as mudanças e as manifestações estão muito além do nosso lento e
preguiçoso ritmo.
Até
hoje não conseguimos priorizar o que realmente importa, pois cedemos
continuamente para o mundo das formas, das ilusões, da mágica dos deuses (forças
negativas) que nos exploram ao seu bel prazer e como um “triste e pobre
cachorrinho com o rabo entre as pernas”, cedemos sempre.
Esta
manipulação da qual nos submetemos tem um preço muito alto a ser pago, pois
isto vem nos impedindo de alçarmos o verdadeiro voo da libertação.
Mas,
vamos nos libertar do que?
Do
livre arbítrio, da ignorância e por consequência das ilusões.
Ahh,
mas não tenho certeza disto!
Não
sei se isto é verdadeiro!
Quem
me garante que será assim?
Esta
falta de visão e sensibilidade nos prende ao lado sombrio e ignorante, onde
nossos medos e fantasmas nos assombram, nos empurram contra a “parede”. Assim, nos sentindo acuados, cedemos à
mesmice, ao velho, ao “estável” e neste momento deletamos nosso estado de fé.
Poucos
veem o sagrado nas mudanças, nas transformações, no novo, no nunca vivido, pois
mais uma vez, além das milhares que já ocorreram, estamos cedendo novamente.
Sim,
cedemos muitas vezes e não foi só neste planeta, pois já vivemos em muitos outros
e sempre nos deparamos com um recuo na hora “H”
Poxa,
podemos viver assim na incerteza das coisas? Creio que nada mudará ou mudou,
pois a vida é incerta quanto ao seu futuro, uma vez que são nossas ações no
presente que definem nosso destino.
Então,
se observarmos com um pouco mais de atenção, com menos medo, com mais coragem
de mudar o que vem se desencaixando, o que vem nos insatisfazendo, mesma que
necessite sair do lugar comum, poderemos concluir que as transformações
externas em andamento no planeta, estão ocorrendo em nosso interior também.
Ser
“meio esquisito”, nas condições planetárias atuais, eu particularmente, entendo
como sendo uma dádiva.
Que
assim seja.
Hilton