quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Um exame de consciência!

Pensamento do dia 01 de dezembro de 2016.

Dispõe-te à transformação, simplesmente. Não tentes conduzi-la.
Trigueirinho.

Pois bem, podemos perguntar, o que precisa ser transformado?
De certa forma, tudo.

Precisamos de uma vasta transformação do que somos. Devemos ter como referência o que poderemos ser na nova era, na nova Terra.
Temos sido amplamente informados dos nossos defeitos, daqueles que mais ressaltam aos “olhos de quem nos observa” ao longo da convivência quase diária nestas comunicações.
Muitos de vocês devem considerar que estas informações que vem passadas, são negativas, desastrosas e traçam um horizonte horrível.
Sim, nosso horizonte mais próximo será de grandes e pesadas conturbações, pois a virada cíclica exigirá grandes reformas, uma vez que pouquíssimo poderá ser aproveitado do atual ambiente planetário.
Quanto aos reinos mineral, vegetal e animal, cabem aos Devas ( os anjos da guarda destes reinos) este gigantesco Trabalho de ajustes para o novo ciclo terreno, pois nestes reinos predomina almas coletivas.
No reino humano, onde temos nossas almas individualizadas e a capacidade de usarmos o livre arbítrio, as transformações serão individuais, pois são optativas e cada um deverá se manifestar a respeito.

Creio que para aqueles que vem acompanhando estas informações, além de colherem informações de outras fontes, saberá ou poderá deduzir o que precisa ser mudado, o que não serve mais, o que não condiz com os anseios do coração.
São estas coisas que nos incomodam que precisamos no mínimo ter a aspiração de mudarmos.
Pequenos gestos, pequenas mudanças de rotinas, pequenas alterações de comportamento e manifestações mais coerentes com o que temos aprendido e considerado uma verdade, não pode mais ser “guardada na prateleira”, tem de ser posta em pratica, tem de fazer parte do dia a dia, do nosso posicionamento em relação ao meio em que vivemos.
Muitos poderão nos achar esquisitos, mas esta esquisitice é oportuna, pois colocará em dúvida certos procedimentos que muitos agem simplesmente porque é assim que todos agem.
Sair da vala comum é o primeiro passo, sempre o mais difícil, pois nossos medos e nossa vergonha inútil (não sei se tem vergonha útil), tornam-se barreiras poderosas, pois tornar-se diferente do que sempre foi é um desafio.

Temos visto uma juventude rebelde, aliás esta rebeldia é uma manifestação que sempre ocorreu em todos os tempos, que começa no início da adolescência, continua na juventude e na grande maioria “infelizmente desaparece” na fase adulta. Tais manifestações são oriundas de um inconformismo natural destas crianças que no plano astral vieram instruídas com os conceitos naturais dos movimentos evolutivos, do vir a ser, das mudanças naturais que precisam acontecer nas raças humanas em todos os planetas e aqui se deparam com adultos presos, amordaçados, fazendo o que não querem, o que não gostam, o que lhes mandam, omissos às suas vontades naturais (coração e alma), batendo a grande insatisfação que todos tem sofrido.
Estes adolescentes e jovens passam então a ter que “engolir” as posturas arcaicas, carcomidas, envelhecidas para se tornarem pessoa presas ao mundo da ilusão, da burra disciplina que nos cerceia as oportundiades da evolução natural da Vida Universal.

Claro que não poderemos expressar toda a liberdade que gostaríamos de expressar, mas aquelas que condizem, sem agressividade, precisam estar presentes, pois fazem parte da grande transformação cíclica planetária que também está em ato “dentro” de nós.
Postura, desejos, vontades, precisam ser mais elevadas, mais condizentes com o que temos aprendido.
Alinhar-se com pessoas de mente mais aberta, mais elevada, com mais sintonia no que julgamos correto e oportuno para este final dos tempos, é essencial, pois poucos de nós tem acesso à certas fontes confiáveis e muito importantes.

A transformação interna cabe a cada um aceita-la ou recusa-la, a transformação externa cabe a Deus executar.
Todos, sem exceção, estão em processo de transformação. Alguns lutam contra e são apoiados por forças involutivas que os tornam instrumentos da discórdia, da corrupção, do oportunismo, do dinheiro, assumindo compromissos cármicos quase impagáveis. Outros são omissos, sonolentos, seguem as tendências e seus esforços se concentram no materialismo e no oportunismo. A minoria vem procurando atender os anseios da alma, mas não persistem e oscilam demais entre o certo e o errado. Uma parcela ínfima da população realmente se esforça e tem focado no que realmente precisa mudar, são os esquisitos, diferenciados, pacatos mas coligam-se continuamente, pois chegaram à conclusão que nestes momentos finais precisam oferecer-se continuamente para que as grandes Tarefas que deveriam estar dividas entre todos terão de ser realizadas por estes poucos.
Esta ínfima parte da população precisa estar muito atenta, sempre em guarda, pois assédios enormes a eles se dirigem e o menor vacilo podem cair em grandes armadilhas. São bem protegidos, mas esta postura onde uma certa independência continua, faz parte do próprio processo de aprendizado que se submeteram neste final dos tempos.
São Trabalhos hercúleos pois poderosas energias lhes é canalizado para poderem operar em nome de todos os reinos terrestres.
São os heróis anônimos  e este anonimato é oportuno pois faz parte da proteção. São estes indivíduos que ao longo das eras manteve a raça humana da Terra  viva, de certa forma convencendo, junto com a tutela de Samana (Jesus) a manutenção da sua existência perante o Plano Maior, perante os Engenheiros da Criação sob a vontade do Pai.

Você que vem se convencendo, ou se convenceu destes argumentos e resolveu aderir à sua contraparte espiritual, faça as mudanças necessárias, alinhe-se  com as virtudes da tua alma, não passe mais uma encarnação no vazio, no nada, no perecível, faça a diferença.

Não tenha expectativas, não terá vantagens, não será privilegiado, mas sentirá o gosto de uma vida útil, terá momentos de grande satisfação interna e saberá se posicionar perante os acontecimentos.
Hilton

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Vivemos fragmentos das verdades.

Pensamento do dia 28 de novembro de 2016.

Nada do que ocorre é isolado do resto, apenas parece ser. É o nosso pensamento que fragmenta o todo da vida.
Eckhart Tolle.

Pois bem, se aplicássemos este conceito de que nada que ocorre é isolado, eliminaríamos boa parte do sofrimento reinante no planeta

Sabemos que nada ocorre por acaso ou por mera coincidência. Há uma engenharia divina que elabora as várias situações que cada um deverá passar, com foco no ciclo de experiências que prevê seu caminho evolutivo.
Isoladamente ou coletivamente, as experiências se sucedem para que possamos empregar o que fomos informados e o que absorvemos em relação a estas informações.

É inegável que poucos tem atenção ao que se é informado, onde a maioria só tem se utilizado dos antigos conceitos, formulas, opiniões, tabus, sem atualizar-se na dinâmica que a vida exige.
Pensar como a maioria tem sido bem mais cômodo do que “trabalhar” com novos conceitos, novas oportunidades, novos movimentos, pois exige esforços que muitos não tem nenhuma vontade de realizar.

Vivemos fragmentados ou vivemos fragmentos das verdades, sendo o resto ocultado pelas ilusões.
Este é um mecanismo cruel, pois impõe inúmeros limites sobre a ampla liberdade que possuímos. Desconhecemos muitas liberdades que fariam toda a diferença no modo de vida que desenvolvemos. Estes limites foram acontecendo face nossa irresponsabilidade como reino hominal e com os demais reinos da superfície da Terra.

Se tivéssemos uma amplitude maior, uma visão mais clara e mais universal, veríamos que toda atitude tem repercussões entre todos.
Ninguém tem como se preservar sobre o que faz.
Ninguém tem como se preservar sobre o que a maioria faz. Este é o real sentido do conceito “corpo humanidade”.

Muitos seres humanos estão identificados com a mente e são governados por ela. O amor, a paz e a alegria não conseguem florescer, a menos que tenhamos nos livrados do domínio da mente. Amor, alegria e paz são estados profundos do Ser e são aspectos de ligação interior do Ser.
Eckhart Tolle.

 Este outro pensamento de Eckhart simplifica bem como prevalece nossa estrutura mental, onde a personalidade, o eu, dominam nossas ações que ainda apoiam-se na energia do egoísmo.
Nossos sentimentos tem sido dominados pela mente e não pelo coração, por isso que estes continuam sendo centralizadores e egoístas.

A nova raça, com a mudança do código genético, terá outro direcionamento, onde a mente será conduzida não mais pela personalidade, mas será intuída pela alma, abarcando conceitos, atitudes, reverencia em que o bem estar da coletividade será o “norte” das nossas ações.

O bem para todos, será o bem de cada um.
Hilton

sábado, 26 de novembro de 2016

Uma verdade para ser verdade precisa ser simples.

Pensamento do dia ?? de ????? de ????

O amor não quer nem teme coisa alguma.
Eckhart Tolle.

Pois bem, se soubéssemos amar com certeza todos os nossos problemas estariam resolvidos.
Portanto, aprender a amar deveria receber toda a nossa atenção.
No entanto, estamos absurdamente distraídos com toda sorte de ilusões, mazelas, disputas e anseios que sequer percebemos que este sentimento primordial, o único sentimento que importa, pois rege toda a vida nos universos, sequer existe.

O que somos hoje nos coloca num grau muito iniciatico, que sequer “arranhamos” as possibilidades das expansões que existem na 3ª dimensão.
É muito interessante quando vemos pessoas falando, escrevendo, ditando regras, tecendo intensos comentários, filosofias e “verdades” da 4ª, da 5ª, dimensão, como senhores e sábios deste elevado conhecimento.
A invenção desta pseudo sabedoria, que é o que a maioria tem apregoado, só confunde, só distorce a verdade, criando mais teorias vazias e aumentando cada vez mais a grande confusão que estamos imersos.
Uma verdade para ser verdade precisa partir de um princípio básico, ser simples.
Será nesta 3ª dimensão que teremos de aprender os fundamentos básicos do amor
O amor não precisa ter explicações. O amor é um sentimento primordial que temos intrinsecamente em nós, pois fomos concebidos pelo Criador por esta única fonte da Vida.
O amor é para ser descoberto e cada um o descobrirá de uma forma especifica, sem fugir, é claro dos princípios do seu Criador, pois somos todos diferentes, únicos e essenciais .
O amor é simples, direto, objetivo, que quando o conhecermos o praticaremos sem nenhum esforço, concentração, ocupação, atenção, ou seja lá o que for, pois é intrínseco à nossa constituição.

Usamos aqui na Terra alguns sentimentos muito rudimentares que para acontecerem precisamos dar atenção a eles, nos concentrarmos, nos esforçarmos para que estes se manifestem, pois podem cessar a qualquer instante.
Apelidamos isto de amor.
Isto não é amor e nem perto passa.
Uma pessoa se une a outra por amor e depois de um tempo separa, aí fala que o amor “terminou”. Não falamos aqui da vida conjugal, mas de todas as possibilidades de união.
Veja a que ponto chegamos em nosso cruel estado de ignorância.
Chegamos a um nível de incompreensão, que necessitamos que as pessoas precisam falar que nos amam para nos confortarmos ou temos de falar que amamos alguém para saberem que expressamos este “sentimento”.

A vida e o viver, sem amor, não é nem vida e nem amor, é um vazio doido, corrompido, oscilante que mina constantemente nossas energias primordiais, onde a confusão, a insegurança e os medos se colocam acima de todas as manifestações que nos envolvemos.

Eckhart coloca que o amor não teme coisa alguma.
Sim porque o amor é a síntese da Vida e de tudo que existe, portanto, temer o que?

Quando começarmos a sair da absurda concentração que damos aos nossos problemas, ou aos problemas dos outros, quem sabe poderemos focar um pouco mais naquilo que é primordial para minha vida, a vida dos outros e a vida planetária.
Sim, pois quando estivermos alinhados com a vida, na lei do Amor, estaremos alinhados com a vida de todo o ambiente que nos encontramos, do universo que pertencemos.
Claro que isto exigirá uma mudança de postura radical e evidentemente seremos muito mal interpretados por aqueles que sequer tem noção deste sentimento. Sair das regras sociais, sempre foi um problema. Antigamente éramos punidos com a forca ou a fogueira. Hoje somos punidos da mesma forma, mas por outros meios.
Portanto, para aprendermos a amar exigirá uma série de rompimentos com tudo o que é retrogrado, ultrapassado, comum, ilusório, sentimental e realmente poucos tem esta disposição.
A maioria tende  a deixar como está e como sempre foi, pois não quer “correr riscos”, só que também não sai do lugar e acaba vivendo vidas e vidas na mesma tocada, no mesmo ritmo, com os mesmos e ultrapassados princípios dos primórdios da civilização. Para ser mais preciso, da época das cavernas com mais requinte.

A vida nos mundos sagrados tem o amor como a expressão máxima das manifestações que lá ocorrem, portanto, tudo é harmonia, serenidade e equilíbrio.
Se é isto que desejamos, assim precisa começar a ser feito.
O caminho para sairmos deste pesadelo, inevitavelmente exigirá nossas iniciativas.

O recado foi dado.


Obs.: temos uma menção de data indefinida porque falar de amor é algo atemporal.
Hilton

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Consertar o inconsertável.

Pensamento do dia 23 de novembro de 2016.

Contemplar a natureza pode libertar você desse "eu", que é o grande causador de problemas.
Eckhart Tolle.

Pois bem, muitas vezes ficamos tão concentrados nas nossas ilusões que todo o resto passa desapercebido.
Temos tido uma clara intenção de consertar o inconsertável.
Isto não significa abandonar o que pretendemos, mas  de reavaliar aonde temos empregado nosso tempo e nossas energias.
Muitas vezes fica difícil admitir certas situações, certas condições, atingir certas metas, ou sair à busca desenfreada de certos anseios, sendo assim temos de aprender a conviver com o que não é ideal, segundo nossas aspirações, e dar a melhor de si para que a harmonia se restabeleça.
O momento é de confrontos, de transformações, de mudanças.
Temos falado que nada ficará como está.
Ninguém ficará com o que tem.
Desta forma, preservar os valores mais subjetivos, mais impalpáveis, pode ser uma forma de nos confortarmos com as perdas inevitáveis que todos terão.
Para isto, uma mudança de conceitos passa a ser essencial.
Somos lentos nas reações, somos lentos nas adaptações, desta forma quando tomarmos esta iniciativa tudo o que virá será menos impactante.

Final dos tempos tem a ver com final do que é e como está. Final dos apoios; final dos comportamentos; final dos valores; final dos conceitos que elegemos, pois não conseguimos nos alinhar com as Leis que regem a vida neste planeta.
Esta afirmação é super abrangente.

Alguns tem falado que Deus tem de pegar uma borracha e reescrever a história. Creio que não fugirá muito do que esta afirmação representa, pois a nova humanidade irá se apoiar em outros valores, outros conceitos e outras afirmações. Isto exigirá um novo ambiente e assim será.

Muitos ainda tem dúvidas, ou não acreditam, pois não conseguem ampliar seu campo de visão ou não renovaram seus conceitos, pois vivem exclusivamente na manifestação da sua contraparte material.

Quando observamos a natureza e compreendemos seu processo de renovação, isto fica mais claro.
Por exemplo, uma floresta inteira pode se renovar após a incidência de um único raio que dará início a um grande incêndio.
Uma ilha ou quem sabe um continente se renova após intensas explosões vulcânicas
A renovação acontece em todos os momentos, em todos os tempos.
A violência na renovação, nesta 3ª dimensão, ainda é presente e assim será até subirmos para a seguinte.

Este “eu” citado no pensamento, é considerado o grande vórtice dos nossos problemas, representa nossa personalidade, nossos preconceitos, nossos ranços, nossas limitações intelectuais e mentais e que de forma geral limita o todo.
Por isso que temos rejeitado um processo natural de renovação no continuo vir a ser.


Enfim, novas e fortes adaptações precisam acontecer, senão nossos medos ditarão as regras da nossa conduta.
Hilton

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Você tem noção de como você está perante tua vida?

Pensamento do dia 22 de novembro de 2016.

Quando você se entrega, a noção que tem de si mesmo muda.
Eckhart Tolle.

Pois bem, Eckhart tem tratado de temas que aborda nosso comportamento e tem proposto uma mudança literal de postura.
Não tenho dúvidas que se seguirmos estes conselhos seremos pessoas mais completas e mais alinhadas com a Vida.
É nítido que a cada dia que passa temos visto que a situação mundial piora e as oportunidades vão ficando cada vez mais limitadas. Ora, isto não é por acaso e isto não são só as consequências das nossas irresponsabilidades, mas é um tendência que vem ao longo do tempo se fechando, pois as mudanças planetárias são cíclicas.
Ainda não compreendemos que a expansão precisa ocorrer de dentro para fora e não o inverso.
É a expansão espiritual, a elevação, a evolução que permitirá que possamos ter um crescimento material digno e responsável com tudo aquilo que a Providencia vem nos fornecendo.
O que fizemos até o presente, de fora para dentro, sem a devida expansão da consciência, nos tornou irresponsáveis, comprometendo a qualidade e a retidão do caminho que a humanidade deveria estar percorrendo.
Desta forma, pela Lei natural do carma, o que foi mal usado será retirado, o que foi desgovernado irá faltar, o que foi desviado cessará, nos levando a um processo de ajuste cármico que tem sido e continuará a ser muito sofrido.

A entrega é uma atitude inteligente, pois na medida que minha visão é falha, é turva, meus sentimentos não conseguem se expressar na verdade, minha inteligência fica muito limitada e pouco saberei a respeito das Leis que regem a Terra, portanto não me resta outra alternativa a não ser entregar.
Quando entramos num avião, entregamos nosso corpo, nossa vida, nossos objetos a uma aeronave, aos pilotos e a toda estrutura que irá regular e comandar o voo até o destino final. De certa forma, é o mesmo neste momento, só que estamos num voo que nem sabemos nem qual será nosso destino final. Isto, de forma sucinta e direta chama-se fé.

Temos lutado contra a vida, contra as regras divinas, contra a sabedoria, contra nossos sentimentos mais profundos, contra nossos semelhantes, para poder expressar uma única coisa, aparências.
Temos vivido de aparências e temos procurado ser o que não somos. A ilusão predomina e até o presente, num mundo em completa transformação, para a maioria as preocupações se restringem a uma grande ilusão sobre a vida material. Até a morte rejeitamos, mesmo que ninguém dela escapará.
Ficamos tão “expert” neste assunto, que até nossos sentimentos a gente consegue mascarar.

Temos de:
v  voltar a ter bom senso;
v  voltar a ser humilde;
v  não se revoltar;
v  compreender como é tênue a linha da vida com a morte;
v  aproveitar o pouco tempo que resta e ganhar conhecimento;
v  acessar os segredos da nossa origem e isto exige busca e determinação;
v  tentar compreender melhor nosso destino espiritual;
v  focar naquilo que importa e esta é uma decisão primordial para os momentos finais desta civilização derrotada em sua própria organização e conceitos;
v  descobrir as verdades e diminuir as ilusões;
v  não temer e não ter medo;
v  separar o que merece e o que não merece nossa atenção;
v  ser um colaborador ativo e presente em todas as convocações do nosso coração;
v  não ser uma pessoa passiva e inerte que nem a si próprio ajuda;
v  ofertar-se para o que realmente importa;
v  ser prudente e muito tolerante;
v  não negar ajuda, mas jamais desperdiçar energias;
v  manter-se íntegro e fiel aos próprios princípios;
v  compreender que aprender exigirá uma eterna renovação destes princípios;
v  ser um eterno aprendiz;
v  aceitar o que extrapola nossas capacidades;

O indivíduo que segue estas regras, mesmo que outras possam ser incorporadas, será mais equilibrado e mais determinado, será mais abrangente, pois estará envolvendo sua contraparte material e a espiritual.


Isto é o que nos resta a fazer, pois o planeta está em processo de transformação.
Hilton

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Aceitar o inaceitável.

Pensamento do dia 21 de novembro de 2016.

Aceitar o inaceitável é a maior fonte de graças que existe.
Eckhart Tolle.

Pois bem, pouco sabemos sobre o desenrolar da nossa vida.
Existe uma série de fatores imponderáveis que não podemos interferir, mas nossa postura perante tais fatores poderá ser decisiva no seu desenrolar.
A aceitação é um destes fatores.
Por exemplo na descoberta de uma doença grave, a revolta, a rebeldia contra Deus, a busca por culpados de situações que nos aborreciam, como sendo os responsáveis pelo que contraímos, é uma fonte negativa que irá piorar o processo desencadeado.
A entrega é um fator determinante.
No mesmo exemplo, a entrega não significa entregar sua vida para a morte, mas entregar sua situação para Deus. Muitas vezes, atos simples como este podem mudar o rumo de um processo desencadeado. Pode, inclusive, ser uma experiência que irá testar nossa humildade, provavelmente porque durante vidas esquecemos de exerce-la.
A atenção ao seu lado espiritual.
Pode ser que durante vidas, não “tivemos tempo” de dar a mínima atenção à nossa contraparte espiritual. Chega um momento em que a alma exerce uma certa intolerância quanto aos nossos comportamentos anteriores e dá um “cheque mate”, do tipo, ou muda ou morre novamente.
A atenção ao meio em que vive.
Este é outro aspecto fundamental que abrange o conceito “corpo humanidade”. Normalmente a maioria recusa esta lição e continua vivendo vidas pensando em si e em sua prole, como sendo a única coisa necessária. Não dá atenção ao meio, aos reinos, ao planeta, ao universo, como se tudo pudesse ser resumido somente para seus interesses. Isto é muito comum e a maioria tem escolaridade superior nesta pratica. Este tem sido um dos principais motivos do nosso afastamento ao convívio universal.
O que mais se escuta sobre isto é que somos limitados. Deus não pede que atendamos o planeta inteiro, nem o universo, bastaria nos concentrarmos em aprender, evoluir, estudar, dedicar-se ao conhecimento de si próprio. Esta é a melhor fonte de contribuição, pois na medida que evoluímos, aumentamos nosso grau de vibração que irá se expandir por todos os cantos deste universo sem fim.
Uma pena caindo lentamente para o chão, interfere em todo o sistema universal.
Ainda não temos ideia como somos interligados a todo o sistema, a todas as galáxias, todas as constelações, a todos os universos.
Sair da ignorância.
Não devemos confundir intelectualidade e cultura com sabedoria. A intelectualidade e a cultura irão desaparecer assim que desencarnamos, a sabedoria não.
A intelectualidade e a cultura ficará defasada imediatamente assim que aprendermos algo novo, ao passo que  a sabedoria é eterna e sempre será complementada com aspectos novos, novas informações, novos conceitos, novas verdades. A maioria se dedica à cultura e a minoria à sabedoria, por isso que nosso mundo é muito ignorante.

Voltando ao exemplo da doença, poucos sabem, mas no livre arbítrio temos a opção de extingui-la ( a doença) ou deixar que ela evolua.
Provavelmente nunca prestamos nossa atenção para isto, porque só confiamos naquilo que nossa cultura determina e o que esta cultura determina está cercada de interesses comerciais,  financeiros e mesquinhos.
Temos deixado esta opção para nossa alma, mas poderíamos ter assumido no plano físico se fossemos pessoas mais sábias e equilibradas, onde os interesses estariam focados em nosso sistema evolutivo.  
As doenças são optativas, na sua forma de se manifestar, no seu desenvolvimento, podendo ou não ser terminal.
Alguns casos tenho notado que a doença fica aguardando nossa resposta e na maioria (creio que 98%) das vezes esta resposta não vem. Como a  maioria está alheia a esta possibilidade, não damos nenhuma resposta e desta forma a alma assume e determina. Mas, no livre arbítrio, poderíamos reverter este processo no momento que assumíssemos mudanças oportunas e essenciais para que nosso desenvolvimento espiritual continuasse e nossa vida fosse mais útil ao meio que vivemos.
Normalmente as pessoas, à frente das doenças, não mudam, ou até pioram em suas manifestações, acentuando crises e mais crises que retrata um estado de ignorância bem elevado.
A alma, neste aspecto, é determinante, mas poderíamos estender esta encarnação recuperando certas posições perdidas na ignorância, no momento que nossa postura mudasse para o que realmente interessa e para o que realmente viemos fazer aqui.
No entanto, tenho notado pessoas apáticas com relação a isto, ou revoltadas como se o mundo fosso culpado, mas totalmente omissas na oportunidade de mudar o que precisa ser mudado.
Outras pessoas ficam afetadas à estética do corpo, às aparências, às plásticas, a um perfeccionismo meramente aparente, esquecendo-se das mudanças internas, do aprimoramento espiritual, da reeducação evolutiva, distorcendo os “recados recebidos do alto” .
Aceitar o inaceitável.
Quando manifestamos nossas intenções de ajudar alguém doente, também é precioso levar em conta estes aspectos, pois poderemos estar interferindo numa decisão que a alma, após aguardar a manifestação do indivíduo, tomou a resposta a ser dada, para si.
Portanto, quando nos dedicamos a levar para estas pessoas informações corretas, amparo real, poderemos estar dando a oportunidade de que mudanças possam ocorrer e ela possa tomar a decisão correta, ou seja, continuar ou desencarnar.
Claro que pressupõem-se que estaremos aptos e preparados para isto, de forma equilibrada, harmoniosa e serena.


Portanto, aceitar o inaceitável, acaba sendo o caminho correto a ser seguido.

Hilton

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Não vire as costas para isto.

Pensamento do dia 18 de novembro de 2016.

Você não pode encontrar a si mesmo no passado ou no futuro. O único lugar onde você pode se encontrar é no Agora.
Eckhart Tolle.

Pois bem, este pensamento se fosse devidamente aplicado inibiria grandes culpas que carregamos do passado.
Não que está culpas, se procedentes, se extinguiriam como no ocorre na (in)justiça dos homens, pois os carmas contraídos inexoravelmente serão saldados, mas poderia dar ao homem um novo rumo se este aderisse ao seu caminho evolutivo.
Muitas pessoas tem vivido em cima de culpas, do remorso sobre os desvios cometidos, parando seu progresso espiritual e muitas vezes o material também.
Esta estagnação é horrível, representa o mesmo que tentamos administrar os fantasmas que nos assolam.

Viver o presente da melhor forma possível e aqui não se refere a mordomias, pode nos encaixar novamente nos “trilhos” ascensionais, juntando o corpo e alma numa única unidade.
Sabemos que o carma  é inexorável, assim como sabemos que evoluir é a meta. Na medida que vivemos o presente, as duas coisas irão acontecer cada uma na escala da abertura que dermos.
Por exemplo se me alinhei profundamente nos aspectos ascensionais, o carma pendente se ajeitará de forma que sua manifestação não irá tirar a minha atenção da meta primordial da minha existência que são estes aspectos ascencionais.

A evolução é soberana e situa-se acima de todos os carmas que carregamos, portanto quando entramos nos “trilhos” tudo irá se ajeitando, mas, inexoravelmente, tudo será cumprido e nada será esquecido.
Quando a atuação cármica precisará ser mais contundente em suas ações, com certeza estaremos mais preparados para vivencia-la, pois tivemos períodos de aprendizado no caminho ascensional.

O presente bem elaborado, bem estruturado, desenvolvendo-se com muita procedência, fé, coragem e abnegação, projetará um futuro cada vez mais alinhado com as Leis em ação.

Somos nós que definimos nossas escolhas, portanto somos os responsáveis diretos por todos os acontecimentos que nos rodeiam e todos estes acontecimentos tem como objetivo primordial nossa evolução.
É difícil pensar assim quando estamos numa “enrascada”, caindo para o “fundo do poço”, mas é preciso encarar que isto nada mais é do que uma correção do rumo errado que estávamos seguindo.
Raríssimas são as pessoas que veem nisto a proteção divina incidindo sobre elas para que não se afundem cada vez mais na sucessão de erros que vem sendo cometidos.
Como temos implicações cármicas das vidas passadas e tomamos como referência os momentos da vida presente, temos esta sensação de uma injustiça divina, ou seja, estou sendo punido pelo que não fiz e não sou, sem levar em conta que já fiz e já fui.
Não compreendermos quem somos e que existiremos para sempre, nos induz a um erro de conceito que tem feito com que entendamos que ao morrermos tudo termina.

Este  momento cíclico planetário, este momento da virada poderá estancar esta ignorancia, tendo em vista que tudo estará potencializado, inclusive as ajudas, a benevolência e a compaixão divina.

Não vire as costas para isto.

Hilton

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

O que voce tem feito da sua "vida"?

Pensamento do dia 17 de novembro de 2016.

A verdade é que você não possui uma vida, você é a vida.
Eckhart Tolle.

Pois bem, Eckhart consegue certas definições incríveis.
Esta, em questão, nos chama a atenção para um aspecto sobre nós que geralmente desprezamos, a de que somos seres eternos.
A eternidade é um processo continuo de constantes aperfeiçoamentos.
Evoluir é um processo continuo de aperfeiçoamentos e correções, por isso que é chamado no esoterismo de “caminho do retorno”.  Ou seja, estamos retornando a um estado perfeito da qual fomos originados, conquistando em cada etapa a plena consciência desta perfeição.

Na medida que formos assimilando este conceito, ganhamos responsabilidades, conhecimento, expandimos e uma outra visão sobre a vida e sua universalidade se forma.
Ela (a vida) até agora tem sido estanque, limitada a alguns anos, onde pouco podemos fazer e este pouco tem se prendido a movimentos no plano material somente, para a grande maioria.

Você é a vida, ou seja você faz o seu caminho, você define suas experiências, você expande sua consciência, você escolhe.
Quando nossas escolhas abrangem os dois aspectos, físico e espiritual, começamos a fica alinhados ao processo evolutivo. Dai em diante, são nossos movimentos no plano físico e no plano espiritual que irá acelerar ou frear as expansões programadas pela alma.
Compreender este princípio básico sobre a vida é fundamental para que as aspirações possam continuar.  

Neste processo  de aperfeiçoamento usamos inúmeras roupagens, frequentamos inúmeros ambientes, convivemos com inúmeros seres, em inúmeras etapas, ao longo deste “caminho do retorno”.
Ter consciência destes aspectos nos leva a compreender as inúmeras fases que estamos passando.
O espirito dá vida à matéria, portanto a matéria depende do espirito.
Temos pensado exatamente no inverso deste processo e isto nos leva a cometer uma enxurrada de erros, pois nossa atenção tem se concentrado somente no plano material da vida.

Temos de olhar um adulto, uma criança, um animal, uma planta, uma rocha, como seres em processo de aperfeiçoamento que a vida lhes imputa.
O perdão, a compaixão, a tolerância e o amor está exatamente no aprofundamento da forma que compreendemos este processo, que definirá como visualizamos um indivíduo.


Portanto, tais estudos fornecem impulsos que se levados a sério e aplicados no dia a dia, nos facilita como compreender que: não temos vida, somos a vida .

Hilton

terça-feira, 15 de novembro de 2016

O sagrado está presente em tudo. Você já percebeu?

Pensamento do dia 15 de novembro de 2016.

Existe algo de sagrado em tudo que você percebe quando se concentra no presente.
Eckhart Tolle.

Pois bem, podemos dizer que esta percepção, quando ocorre, lhe indica que você está no Caminho.
Temos visto o mundo sob uma forma caótica, nos planos materiais, pois é assim que realmente se encontra, nos planos materiais.
Mas por trás desta situação caótica, existe o lado divino, real e verdadeiro atuando segundo uma conjuntura maior, universal.

Esta situação caótica nos planos materiais, indica seu processo nas transformações em ato.
Creio que a maioria tem esta sensação. Alguns com mais nitidez, outros menos, mas no geral todos sentem que algo está ocorrendo.
Face nossa acentuada infantilidade, ainda culpamos este ou aquele cidadão, esta ou aquela situação, esta ou aquela posição, sem percebermos que é o nosso estado de ignorância acentuado que bloqueia nossas ações, pois estas deveriam estar alinhadas com estes movimentos da transformação (Leis em ação).
Poucos acreditam nestas Leis, ou sabem da sua existência, pois muitos entendem que os dogmas religiosos aplicam-se somente aos fiéis desta ou daquela religião. Portanto, como ateu ou não religioso, nada disto se aplica a mim ou às minhas ações.
Outros usam as religiões como uma forma “politicamente correta” de se manifestarem e manterem uma aparência que agrada a outros.

É assim que temos vivido ao longo das eras, onde nomeamos deuses em função de certas aparências, de certos dons ou aparatos físicos, digamos sobrenaturais. Quem sabe um bom mágico tornou-se um deus em um certo momento da humanidade. Com certeza inúmeros extraterrestres foram deuses em outros momentos da humanidade, com suas incríveis carruagens de fogo.
Foi uma época em que a Terra estava aberta a todo tipo de exploração e curiosidades de habitantes de vários mundos em uma fase evolutiva muito semelhante à nossa. (tivemos muitos ETs curiosos)

Eram os deuses astronautas? Livro famoso de um escritor controvertido, mas que soube explorar de forma relativamente simples a presença de inúmeros “visitantes” em suas incríveis máquinas voadoras que impressionaram bastante nossos antepassados.
Estamos numa outra fase.
Completamente diferente das anteriores, mas infelizmente nossa mentalidade em nada mudou. Continuamos rejeitando e nos impressionando com uma tímida convivência que deveria ser completamente aberta e livre com nossos irmãos extraterrestres, que neste momento da nossa jornada terrena vem em nosso auxilio.(a fase da curiosidade extraterrestre encerrou em 1988)

Existe sempre algo de sagrado em todas as manifestações, sejam quais forem.
Serão nossos olhos críticos, omissos, curiosos somente, ou acolhedores, agradecidos, receptivos que ditarão as regras para que nossa mente se manifestará gerando influencias nefastas ou produtivas.

O momento presente em nosso mundo, está numa dinâmica quase impossível de ser acompanhado, pois as mudanças e as manifestações estão muito além do nosso lento e preguiçoso ritmo.
Até hoje não conseguimos priorizar o que realmente importa, pois cedemos continuamente para o mundo das formas, das ilusões, da mágica dos deuses (forças negativas) que nos exploram ao seu bel prazer e como um “triste e pobre cachorrinho com o rabo entre as pernas”, cedemos sempre.
Esta manipulação da qual nos submetemos tem um preço muito alto a ser pago, pois isto vem nos impedindo de alçarmos o verdadeiro voo da libertação.

Mas, vamos nos libertar do que?
Do livre arbítrio, da ignorância e por consequência das ilusões.

Ahh, mas não tenho certeza disto!
Não sei se isto é verdadeiro!
Quem me garante que será assim?

Esta falta de visão e sensibilidade nos prende ao lado sombrio e ignorante, onde nossos medos e fantasmas nos assombram, nos empurram contra a “parede”.  Assim, nos sentindo acuados, cedemos à mesmice, ao velho, ao “estável” e neste momento deletamos nosso estado de fé.
Poucos veem o sagrado nas mudanças, nas transformações, no novo, no nunca vivido, pois mais uma vez, além das milhares que já ocorreram, estamos cedendo novamente.
Sim, cedemos muitas vezes e não foi só neste planeta, pois já vivemos em muitos outros e sempre nos deparamos com um recuo na hora “H”

Poxa, podemos viver assim na incerteza das coisas? Creio que nada mudará ou mudou, pois a vida é incerta quanto ao seu futuro, uma vez que são nossas ações no presente que definem nosso destino.

Então, se observarmos com um pouco mais de atenção, com menos medo, com mais coragem de mudar o que vem se desencaixando, o que vem nos insatisfazendo, mesma que necessite sair do lugar comum, poderemos concluir que as transformações externas em andamento no planeta, estão ocorrendo em nosso interior também.
Ser “meio esquisito”, nas condições planetárias atuais, eu particularmente, entendo como sendo uma dádiva.


Que assim seja.
Hilton

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Avalie seu grau de condicionamento mental. Quanto maior pior.

Pensamento do doa 13 de novembro de 2016.

A sua infelicidade não vem dos fatos da sua vida, mas do condicionamento da sua mente.
Eckhart Tolle.

Pois bem, parece estranha esta afirmação, mas se refletíssemos com mais profundidade e clareza veremos que os fatos da vida ocorrem essencialmente para que nosso aprendizado aconteça.
No entanto, nossa postura em relação a isto tem sido sempre a da não aceitação, da luta, do contra, da rebeldia entre nossos desejos e os fatos da vida.
Se parássemos de lutar e aderíssemos aos  fatos da vida com o intuito de compreende-los, com uma uma aceitação pacifica, sabendo que sempre serão passageiros pela própria dinâmica do universo, certos fatos ruins não seriam tão ruins e certos fatos muito bons, não seriam bons eternamente.

Temos de compreender que tudo está sempre em mutação. Hoje não será como amanhã e não foi como ontem.
Quando procuramos criar certas rotinas para que as coisas se acomodem, sem procurar compreende-las, cometemos uma infração de uma Lei presente. Independente da nossa vontade, dos nosso desejos e das providencias que fizermos, as rotinas  irão se quebrar. Irão manter-se por um certo tempo, mas com certeza fatos novos irá quebrar o que nos faz nos acomodar.
Se nos acomodamos na vida, morremos.
Se nos acomodamos na morte, renascemos. Tudo sempre muda.

Então vejam que o comodismo é uma manifestação mental que leva em conta nossos medos e nossas fraquezas. Se aprendemos algo, não queremos mudar, pois para o que virá teremos de aprender novamente. (isto gera novos esforços)
Lidamos continuamente com uma preguiça e estas às vezes vem travestida da “falta de tempo”, “inoportuno”, “agora não dá”, “não tenho tempo, “mais tarde eu faço”, “estou ocupado” etc.. Só que nenhuma desta frases paralisa o processo da continua transformação que a vida nos imputa. Com esta postura somos sempre pegos de “calça curta”, despreparados, pois ignoramos os atos preparatórios e isto é o que nos faz sofrer.

A infelicidade acontece quando paramos no tempo e no espaço, quando não nos dedicamos à nossa evolução. É uma manifestação do descontentamento da alma sobre nossa postura e nossas Tarefas pendentes, pois a mente fica facilmente condicionada à preguiça e ao ostracismo. Sempre será preciso rever, reposicionar, trocar os antigos conceitos pelos novos.

Estamos sempre um pé atrás na dinâmica da vida e isto vem nos incomodando profundamente.
Vejam que a maioria sequer reserva alguns minutos diários para dedicar-se ao seu lado interno, espiritual.
Isto vem nos tornando cada vez mais desatualizados na dinâmica da vida universal.

Nossa mente foi condicionada para aceitar o que gera menor esforço, menor compreensão e o máximo da preguiça.

Temos de mudar, pois as mudanças no plano físico da terra serão intensos, descomunais e se não formos pessoas abertas para receber, ceder, deixar-se levar, o sofrimento será atroz.
O planeta vem rodando numa dinâmica muito intensa e espera-se que todos os seu reinos o acompanhem.

Reveja sua postura, suas prioridades, a forma que tem utilizado seu tempo e a que.
Não se desgaste pelos outros, com os outros, mas aja segundo o bom senso da não interferência, da ajuda inteligente, com uma postura que será sinalizada a você de dentro para fora.
Não tome mais as referências que conhece, as referências em que os outros se baseiam, pois além da transição, o que é bom para um, não é para o outro.

Seja intuitivo, aprenda a confiar no que lhe vem por insight.

Hilton