sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

A bola da vez.



Pensamento de 6 de janeiro de 2017

Aquela mesma luz que revela a importância espiritual do homem também revela sua insignificância pessoal.
Paul Brunton.

Voltando aos comentários sobre os pensamentos, cabe expor o seguinte:
O pensamento em si contem todo fluxo de energia e todos os impulsos necessários para quem os lê e segue. Isto é suficiente.
Os comentários passam a ser um aprofundamento, estudos, esclarecimentos que pode ativar com mais facilidade as energias e os impulsos ali contidos.
Assim deve ser nossa postura nas metas espirituais, nos aprofundarmos, estudarmos, buscarmos os esclarecimentos necessários para compreender melhor, no plano mental, o que no plano espiritual estará claro.
Não podemos mais ser meros ouvintes, leitores, curiosos, pois as energias contidas nesta nova etapa estão extremamente dinâmicas.
A não ser que não tenhamos disposição e neste caso a sugestão será de se afastar destes envolvimentos, o aprofundamento é essencial.

Pois bem, este conceito de insignificância é uma forma bem real dos alcances que teremos no processo da evolução espiritual.
Até o momento, a humanidade deu ênfase total na sua evolução material. Chegamos ao ponto de extrapolarmos, ultrapassarmos este nível de evolução material, pecando pelo excesso, surgindo o egoísmo, a ganancia, a competição, entre outros.
Excedemos todas as nossas reais necessidades e o “ter” e o “poder” tem ultrapassado os limites do bom senso e da boa índole dos indivíduos.
Fato é, a crescente corrupção que tem envolvido todos os setores das sociedades.

Na linha evolutiva determinada pelos atuais novos padrões de energias, a desmaterialização é a “bola da vez”. Ou seja, a perda é eminente em todos os aspectos da vida material.
Isto será tremendamente complicado para muitos, enquanto para poucos será um alivio.
A diferença é que devemos aprender a ter menos (materialmente falando) e ser mais (espiritualmente falando).
Nesta substituição de valores iremos descobrir um mundo novo e com certeza ficaremos abismados de como ele pode ser muito mais pleno e absoluto do que no plano material.
Mas, tudo exige uma transição e esta poderá ser dolorosa para aqueles mais apegados.
Não será por imposição, mas pelos imensos apegos que incrustamos em nossa alma.
Desmaterializar-se é você dar um grau de importância para sua vida material que não se sobreponha ao grau de importância que você dá para sua vida espiritual.
Esta postura é essencial para não nos machucarmos com eventuais perdas, pois novos ganhos irão suplantar estas perdas eventuais.

Esta Luz que Paul cita em seu pensamento, revelará nossa universalidade, nossa importância perante o cosmos bem como nossa integração com as criaturas de Deus.
Provavelmente muitos não tem esta aspiração, portanto não fará muito sentido, mas os que começaram a sentir esta necessidade, será um bálsamo no meio das tormentas.

Hilton

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Um esforço não pode cessar.



Pensamento do dia 5 de janeiro de 2017

O que você procura está precisamente onde você se encontra agora.
Paul Brunton.

Pois bem, o que você procura está precisamente onde você se encontra agora.

Hilton

Trecho do livro "Novos Sinais de Contato", de Trigueirinho, pág.121:
"Não façais como aqueles que pretendem chegar ao cimo da montanha, mas permanecem sentados na sua base, lá embaixo. Olham o cume acreditando que ele se digne vir para perto deles.
A Lei é como a marcha; com esforço chega-se. Mas sem esforço a Lei permanece uma figura decorativa, que está para ser aplicada conforme a conveniência de juízes. Porém, há uma Lei que eles não podem dominar, que não sabem como aplicar, que é essa que nos vale.
O que cumpre a Lei tem todas as portas abertas e não necessita das chaves, porque as portas abrem-se por si.
O homem sabe que o planeta está em crise aguda, porém prefere ignorá-la, crendo que essa é uma forma de salvar-se, colocando-se à distância."




segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Evolver.

Pensamento do dia 02 de janeiro de 2016.

O homem está aqui para afirmar-se no universo; esta é sua primeira tarefa, mas também para evolver e finalmente superar-se.
Sri Aurobindo.

Obs.: evolver: desenvolver-se gradualmente, evoluir.

Pois bem, parece algo óbvio se assim procedêssemos, mas não tem sido o que tem acontecido.
Afirmar-se no universo exige conhecermos muito mais do que já conhecemos, além de persistirmos nas buscas deste conhecimento.
Não há necessidade de sermos todos astronautas para ampliarmos este conhecimento.
Só o fato de você pensar sobre algo fora da Terra, já nos leva para outros horizontes.
No futuro o ser humano descobrirá que não precisamos de foguetes para sairmos do planeta.

Em mundos adiantados as “saídas” acontecem somente para a realização de Tarefas e Trabalhos definidos por uma Confederação maior que determina as ajudas aonde forem necessárias. Os aspectos exploratórios se faz no próprio ambiente que se encontra e para isto não se leva lixo e não se deixa objetos espalhados por mundos, que não tem nada a ver com as condições ambientais e de sobrevivência que necessitamos aqui na Terra.
É preciso compreender que não se polui aqui e muito menos fora daqui.
Temos hoje uma estratosfera poluída e que tem comprometido satélites e outros objetos que circundam o planeta a serviço da humanidade, de tanto lixo que foi ali colocado, acentuando-se desde os idos de 1950.
A maioria acha que este tipo de preocupação sobra somente para as agencias espaciais, mas não é assim, este lixo interfere na vida planetária como um todo.
Um dia e creio que este dia vem se aproximando, iremos saber com mais profundidade como nossas ações interferem em todo nosso sistema solar.

Portanto, é preciso extrapolar nosso mundinho privado, particular, que tem se limitado ao alcance dos nossos deslocamentos físicos, como se isto fosse suficiente, sem se importar com o resto do planeta.
Maria nos deu uma grande incumbência na semana passada ao pedir a realização da Tarefa de orações em cidades além da nossa terra natal. Isto demonstra com clareza as possibilidades de extrapolarmos o que podemos fazer.
Poucos se dão conta do incrível potencial que temos, pois insistem em limitar-se ao núcleo de afazeres e obrigações somente, iludidos de que nosso alcance não passa das ações materiais.

Tenho visto e sentido que as mudanças continuamente anunciadas nestas informações adquirem sobre a maioria um caráter catastrófico, desastroso, horripilante, medonho, como se vivêssemos num mundo de rosas, sorrisos e gentilezas.
Vivemos mal e muito mal e qualquer mudança deveria ser bem vinda, pois nossas gerações vem herdando de forma cada vez mais intensa, situações de desorganização e de desumanidade aqui na Terra.  

Enfim creio melhor deixar de lado tais comentários, pois sabermos dos nossos erros tem sido algo desconfortável e insalubre para muitos. Talvez, mesmo que eu não consiga compreender, vivencia-los seja mais “aceitável”, desta forma, que assim seja.

Como sempre tenho lembrado a todos, perguntas, comentários, opiniões, sugestões de todos que recebem estas informações, poderia ser muito salutar, pois é raro o fato de termos oportunidades de entrarmos em assuntos tão diferentes como estes que aqui tem sido colocados.
No entanto vê-se um silencio profundo, onde poucos se dão ao trabalho de refletir e questionar de forma positiva.


Reiniciaremos nossas reuniões nesta próxima terça e estamos ansiosos para saber das novidades que todos irão trazer para nossos próximos encontros. Se Deus quiser!
Hilton

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Um novo chamado de Maria.

Pensamento do dia 30 de dezembro de 2016.
!!!!!!

Caros amigos.

Conforme orientação de Maria, transmito a mensagem recebida:

“Queridos filhos, como vocês bem sabem, são a extensão dos Trabalhos de meu amado Filho.
Peço-lhes uma Tarefa muito simples, mas de primordial importância nestes tempos atribulados.
Quando estiverem fora da sua cidade natal, procurem uma igrejinha, uma igreja, uma catedral, um marco da cidade ou um local que sintam o impulso para a realização da Tarefa que lhes peço.
Escolhido o local, aquietem-se por algum tempo, até sentirem-se equilibrados, calmos, descontraídos e centrados na minha imagem.
Iniciem orações ao meu imaculado coração.
Mentalizem, no transcurso das orações, meu manto protetor sobre toda a cidade, vila, vilarejo, marco, que envolva todo o local, seus habitantes e os demais reinos. Aprofundem-se nas orações e mantenham absoluta concentração no meu imaculado coração.
Quando sentirem que a Tarefa foi cumprida, encerrem as orações, mas mantenham-se por alguns minutos na posição, antes de voltarem para a condição normal da vida terrena.

Nestes tempos de emergência, isto irá liberar muitas almas aprisionadas na ilusão e no astral, que ainda sucumbem sob as influências negativas e seus carmas. Irá libertar e muitos terão a chance de atenderem meus chamados e de meu Filho.

Agradeço por atenderem meu chamado.
Maria Rosa da Paz e do Coração Imaculado de Jesus.”

Como vocês podem perceber trata-se de uma Tarefa de fundamental importância para que muitas pessoas que sentem-se prisioneiros de seus medos, de suas ilusões, possam ficar aptas a seguirem os “chamados”.
Como sempre é um Trabalho silencioso, oculto, que poderá ser libertador.
Os que se sentirem aptos, atendam a este solicitação.  

Como isto fez parte da última reunião do Grupo em 2016, retransmito somente agora pois estava aguardando a conclusão dos Trabalhos  e das Aparições de Maria, nos EU, em especial no Monte Shasta – Califórnia, que ocorreram nos dias 25 e 26 deste mês. Este Trabalho aos pés do Monte Shasta, desencadeou os impulsos necessários para esta Tarefa que Maria nos pede.

Assim como aconteceu em nossa última reunião, o Cálice Sagrado nas mãos de Maria, em Monte Shasta, desperta os códigos de Luz que irão incidir sobre a Terra a partir deste próximo ciclo anual em 2017.

Hilton

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Atitudes.

Pensamento do dia 29 de dezembro de 2016.

Não apenas em tua concentração interior, mas em teus atos exteriores, deves tomar a atitude certa.
Sri Aurobindo.

Pois bem, tomar a atitude certa, na época atual, tem sido bem difícil.
Como somos muito mentais, insistimos no raciocínio, na lógica, na comparação e na projeção para o futuro.
No passado, a postura foi correta, mas nos tempos atuais não é mais.

A lógica, o raciocínio e as projeções futuras sempre nos deram algumas chances de acerto, agora tais chances diminuíram sensivelmente  pois tudo está em profunda transformação.
Não são tempos normais, ou tempos em que podíamos idealizar um caminho ao longo do qual parte das nossas projeções aconteceriam.
Em geral, o conceito da evolução sempre se referiu  ao crescimento das posses e propriedades materiais.
Raramente as pessoas consideraram que evoluir é crescer espiritualmente, pois tudo se atinha a bens materiais. Isto ao longo das eras consolidou-se no reino humano e nossa educação manteve-se preso a estes conceitos, anulando o verdadeiro propósito da evolução.
Nada mudou e nada mais mudará pela vontade humana, pois o sistema atual está tão enraizado e solidificado que não há como alterá-lo.

Outro detalhe importante, que Sri ressalta, é a manifestação dos nossos atos externos que tem sido controversos em relação aos impulsos internos.
Muitas pessoas tem pensado de uma forma e agido de outra forma, pois recuam quando sentem que estes impulsos internos não satisfazem desejos, sonhos, vontades, enfim ilusões.

Mas, são tempos anormais, são tempos de mudanças, de movimentos, de significativas alterações em que o modelo atual não servirá mais como referência.

Precisamos ser mais autênticos, mais fiéis aos nossos conceitos internos e intuitivos para diminuirmos as decepções, pois muitas poderão nos  machucar.

Enfim vamos rever nossas atitudes, ser mais internos do que externos, ser mais autênticos com as coisas do nosso coração, pois os apoios no plano material estão em acentuado processo de queda. 

Hilton

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Renuncia

Pensamento do dia 28.12.2016

Devemos sempre ir além, sempre renunciar ao menor pelo maior, ao finito pelo infinito.
Sri Aurobindo.

Pois bem, decisões desta natureza temos evitado.
Vacilamos em decisões que nos tiram do que chamamos, “zona de conforto”.
Por que mudar se pode ficar como está?
De forma geral o ser humano é avesso às mudanças. Mesmo que se sinta incomodado, desconfortável, angustiado, pressionado, evita o quanto puder as mudanças. Por isso que forças involutivas agem livremente, pois conhecem como ninguém as fraquezas humanas e as explora em todos os níveis.
Somos manipulados para mais ou para menos, segundo nossos medos, nossa insegurança, para que mudanças não aconteçam.

Normalmente a renúncia ocorre quando nos encontramos no limite do limite, ou seja, não há a menor possibilidade de continuarmos como está.
Renunciar significa para nós perdas, pois ainda não percebemos que para evoluir renuncia-se ao que é para o que virá.

A morte age para que renunciemos, compulsoriamente, à vida, portanto um novo ser surge pela morte do antigo ser.  Desta renuncia ninguém escapa.

Da mesma forma o carma age para corrigir o que somos, pois não renunciamos ao que não serve mais. Se assim não fosse poderíamos ser o mesmo por vidas, ficando estagnado num único patamar da consciência.
Nesta ciranda de vidas, passamos várias vezes por situações semelhantes, numa variação intensa entre a polaridade masculina e a feminina, ativando por exigência da alma a oportunidade de renunciarmos ao que somos.
Mesmo assim, lutas intensas ocorrem na tentativa de manter o que somos, num intenso processo de repetição, vida após vida, face ao exercício do livre arbítrio.
A hereditariedade que foi concedida para que mudanças ocorressem, na realidade é desprezada pelo ser humano que acaba cometendo os mesmos erros e mantendo os mesmos vícios das vidas passadas.

Como foi dito na mensagem de ontem, perdas são inexoráveis no continuísmo evolutivo, pois perde-se para ganhar, mas como temos o livre arbítrio, adiamos sempre que podemos essas perdas, retendo ao máximo conquistas efêmeras, descartáveis, ultrapassadas, como se tudo o que virá será ser pior que é.
É exatamente o contrário, tudo o que virá, proveniente da nossa fé, será evolutivo.
Não adianta o ser humano da Terra imaginar que poderá reter suas conquistas materiais, seu patrimônio, sua fortuna ou pobreza, sua saúde ou doença, pois neste gigantesco processo cíclico tudo, inexoravelmente, muda.

Deveríamos estar, na fase cíclica atual do planeta, num turbilhão de mudanças internas e externas para que as oportunidades que vão surgir não fossem perdidas, como irá acontecer, pois a maioria só consegue levar em consideração o que é palpável, material, “valioso” segundo os critérios terrenos, desprezando um ciclo planetário que leva milênios, ou centenas de vidas para se repetirem.

Estamos num momento atroz, pois na sequencia dos acontecimentos estas oportunidades cessam e grandes movimentos ocorrem, transformando o que era opcional em compulsório, onde as perdas serão foco de muita dor e sofrimento.

A nova era, em comparação à era atual, pode-se dizer que será uma passagem do finito para o infinito dentro de uma escala infinita de mudanças, pois serão tantas e tão intensas que nada se compara ao atual.
Poucos perceberam e se tocaram, mesmo assim o que perceberam ainda vacilam constantemente, mantem-se inseguros, temerosos pois abandonar o que conhecem ou suportar as perdas tem sido difícil.
Nossa sistemática na forma de viver valorizou demais os objetos em detrimento da vida.


Enfim, aquele que percebeu este momento terá de renunciar do menor para o maior.
Hilton

Obs. Caso não se sinta apto a renunciar ao que precisa ser renunciado ou aceitar o que compulsoriamente terá de renunciar, deixe de acompanhar estes textos para não ficar com o que chamamos de "dor na consciência". 

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Não se distraiam, pois não há tempo para antigas ou novas ilusões.

Pensamento do dia 25.12.2016  - Mensagem de 27.12.2016

Se viveres sob a lei do amor, mudarás tuas formas de convivência.
Trigueirinho.

Pois bem, o que podemos colocar de pratico neste tema são algumas atitudes que para muitos será difícil, mas ao realiza-las estaremos mais próximos de uma convivência pacifica e neutra, primeiros passos para começarmos a assimilar a Lei do Amor.

Tolerância, consequentemente, paciência, são posturas que precisam ser  espontâneas em nossas manifestações. Temos perdido rapidamente a paciência. Isto decorre do fato que não temos tolerância.
Não temos tolerância e paciência conosco e com os outros, pois a vida se tornou “pratica” e “veloz”, segundo critérios que adotamos por influencia da competitividade imposta, portanto é algo para se mudar.
Controle dos medos. Eis outro aspecto primordial, pois o medo é um estado mental que foi ardilosamente imposto e assimilamos, pois com medo somos controláveis e dirigidos.
Não é a toa que a punição com a morte foi imposta aqui na Terra, pois ao temermos a morte nos tornamos manipuláveis e facilmente conduzidos. Esta condição generalizou-se e hoje a maioria teme a morte, porque a transformamos em algo completamente indesejável. Refere-se aqui a um sentimento acima do instinto de sobrevivência, pois o homem sendo mental raciocina e diferencia tais instintos.
Competição. Nos tornamos escravos da concorrência  e da necessidade de vencer. Sequer imaginamos que “vencer” é a mais pura e monumental ilusão dos fracassados.
Egoísmo, pai dos sentimentos negativos, impulsiona a grande maioria das nossas piores expressões.
Expectativas, quando expressamos este sentimento, aumentamos a ansiedade, fazemos as coisas no atropelo e erramos em 90% das atitudes assumidas. Os outros 10% “machucamos” alguém.
Ansiedade, diretamente ligado às expectativas e aos erros mencionados, cria além do que foi citado, uma convulsão metabólica que desarmoniza todo nosso organismo físico e astral, sendo responsável pela manifestação de doenças muito graves.
Ausência de . Esta condição impõe barreiras intransponíveis para os aspectos evolutivos, retendo o individuo em níveis de consciência deploráveis e completamente ultrapassados para o que lhe aguarda na escada da evolução.

Viver sob a Lei do Amor, na realidade exige entregas e mais entregas, pois temos de aceitar que não sabemos nada acerca do grande manancial da vida universal.
A entrega nos expõe, mas é uma exposição evolutiva, pois aqui refere-se a entregas internas, onde literalmente nos submetemos aos desígnios divinos, sem saber quais são.
Podemos dizer que entrar na lei do amor, é significativamente, uma mudança de postura, conceitos, procedimentos, manifestações que vão se aclarando na medida que formos assimilando novos padrões de energias que virão através de “contatos” que passam a nos acompanhar na medida que formos nos aprimorando nestes aspectos.
Rigorosamente, ninguém entra nesta seara SEM PERDAS, pois as PERDAS transformam-se em novos ganhos na medida que formos assimilando os novos padrões de energias e de vibrações. Por isso que tanta gente desiste da própria evolução, pois não suporta AS PERDAS.

Na virada cíclica em ato, as PERDAS serão compulsórias e isto será um grande milagre divino, pois nos ajudará a priorizar o que importa e com certeza não será nada do hoje temos praticado, guardado, colecionado ou nos apoiamos.

Fiquem atentos.
Está havendo inúmeras oportunidades de colaborarmos com o Governo Celeste Central, fonte geradora das intensas energias transformadoras, neste gigantesco evento cíclico no planeta Terra.
Esqueçam-se de si.
Pensem prioritariamente na conjuntura terrestre, na desorganização mundial que temos vivido, onde finalmente chegou a etapa da sua reconciliação com as metas celestiais.

Não se distraiam, pois não há tempo para antigas ou novas ilusões.

Os tempos são tempos pra lá de bíblicos, como se fala em eventos de grande magnitude. Não estamos citando somente os movimentos telúricos, mas citamos os movimentos preparatórios e progressivos, já em ato, para a Nova Terra na Nova Era.


Fiquem atentos.

Hilton

sábado, 24 de dezembro de 2016

Amor: conseguimos materializá-lo!

Pensamento do dia 23.12.2016.

É no puro amor ao Criador que poderás viver o correto amor às criaturas.
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento de hoje nos indica uma possibilidade de atrairmos e conhecermos melhor o amor, o verdadeiro.
Amar ao próximo é algo ainda utópico e estranho, pois vemos no próximo defeitos, desvios, imperfeições, enfim, na convivência com nossos semelhantes, acabamos por observar e fixar nossa atenção nas coisas que não gostamos.
Desta postura advém a antipatia, a indiferença, o egoísmo, o ciúmes e tantos outros sentimentos que nos remete a uma série de qualificações, primeiro positivas e depois negativas.
Esta situação em nada tem a ver com o amor, pois amar é simplesmente amar.
Nosso pseudo amor, tem prazo de vencimento e constantes alternâncias, pois ao longo da convivência certos defeitos começam a superar as qualidades.
Na 3ª dimensão, não passaremos destas possibilidades. Poucos foram ou são aqueles que mantiveram por prazos mais longos sentimentos mais próximos do que verdadeiramente é o amor.
Mas, uma das formas de aprendermos e melhorarmos nossa forma de amar é através da sugestão do pensamento, nos aproximarmos do Criador.
Por ser impalpável, intangível, subjetivo, imaterial, não temos como avaliar este Criador, desta forma poderemos, com mais facilidade, ressaltar somente as qualidades positivas que nossos sentimentos afloram para com Ele.
Na medida que nosso sentimento por Ele vai se tornando mais elevado e mais puro, iremos nos aproximar de uma melhor performance sobre o ato de amar.

Deixar de qualificar alguém torna-se essencial para este objetivo. Mesmo que tais qualificações sejam positivas, não deixa de ser uma qualificação e não serve para o ato de amar.
Vivemos em cima de preferencias. Preferimos isto, preferimos aquilo, preferimos este, preferimos aquele, sou favorável, sou desfavorável, enfim temos sido arbitrários  e nossas decisões são tomadas em cima das preferências. Como estamos longe da perfeição, nossas arbitrariedades são muito imperfeitas.

Este “sentimento” (que não é um sentimento) chamado amor, é algo que vai se completando na medida da nossa evolução, da nossa elevação do consciente direito, de habitarmos um meio ambiente cada vez mais sadio, menos violento, mais harmônico, mais equilibrado, ou seja está diretamente ligado ao continuísmo evolutivo.

Na Terra ainda não se pratica o amor. Estamos tão mal neste conceito que matamos por amor, destruímos por amor, roubamos por amor, fazemos sexo por amor, precisamos falar que amamos, enfim estamos tão retrógrados nesta pratica que até o amor precisamos materializa-lo. Nos meios elevados é algo inconcebível. Mesmo na 3ª dimensão, conseguimos retroagir em relação aos tempos passados.
Sem esta base, não existe base nenhuma que possa gerar um pouco de harmonia e de equilíbrio em nosso meio ambiente, por isso que não há esperanças de melhoras, pois 13 000 anos se passarem e os conceitos não mudaram.

Aqueles que estão insatisfeitos, desarmônicos e sentem que algo precisa ser feito, precisa mudar, a melhor atitude será a pratica do altruísmo ao nos aproximarmos de alguém.
O perdão é um desses sentimentos que nos leva ao altruísmo;
O arrependimento é algo importante que poderá rejeitar as ações negativas do passado;
O exercício da não violência é algo que disciplina nossos sentimentos;
Ver a vida com bons olhos, mesmo que esta esteja em adiantado estado de mudanças é outro aspecto bem saudável.
Desatrelar-se das cosias e tolerar as perdas, nestes momentos da transição planetária, nos acalmará e nos aquietará para sermos intuídos, conduzidos.
E amar o Criador passa a ser o real e verdadeiro objetivo na ampliação de nossos sentimentos saudáveis, pois não iremos qualifica-Lo.

Exerçam estas opções para sentirem-se mais acolhidos.


Obs.: Fiquei na dúvida em desejar um feliz Natal como frase final,  mas analisando o que fizemos e para quem, sinceramente não me sinto confortável. Não vejo sentido em nos cumprimentarmos uma vez por ano e o resto do ano continuarmos competindo em todos os outros aspectos.
Mas espero que todos façam deste dia um bom dia e desejo que possamos repeti-lo nos outros 364 dias restantes.

Hilton  

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Enfim, descoberto o pior dos males!

Pensamento do dia 22.12.2016

A lição mais necessária para o momento presente é trazida neste mesmo instante.
Trigueirinho.

Pois bem, é comum nos depararmos , de repente, com algumas situações não previstas, com adiamentos, com antecipações, com surpresas, onde decisões devem ser tomadas sem que estivéssemos pensando nelas.
Vira e mexe algo diferente pode acontecer e quebrar nossa previa rotina.
Na maioria das vezes reclamamos, pois situações novas desorganizam nossas rotinas e nosso planejamento.
É muito comum, também, não observarmos detalhes, sutilezas, periferias daquilo que estamos teoricamente “concentrados”.

Estas situações e esta falta de observação de pequenos detalhes, podem fazer toda a diferença na decisão do caminho a ser percorrido. Na modernidade, no tempo das merrequinhas, passamos a ser muito superficiais, excessivamente rápidos e iludidos que isto irá gerar produtividade.
Esta fantasia chamada “agilidade”, não passa de uma excessiva falta de concentração no que se está fazendo e no que se fará no momento seguinte.
Nosso tempo foi de certa forma roubado.
Nos distraímos demais com tudo e as merrequinhas surgiram como um instrumento muito hábil e extremamente ardiloso neste processo.
Comemos distraídos, dirigimos distraídos, queremos executar duas ou três coisas ao mesmo tempo, não observamos o meio que nos encontramos, os detalhes, as pessoas, os animais, os vegetais, viramos uma síntese de coisa nenhuma, pois tudo que fazemos de forma incompleta fica incompleto e perde parte da sua identificação.
Com isto, vivemos mal, sobressaltados, assustados, escusos, pois quase tudo passa a ser uma surpresa. Temos vivido das nossas ilusórias distrações.

O ser humano está vivendo de forma parcial, pois quase tudo tem sido feito de forma incompleta, inclusive o uso inadequado do seu valioso tempo.

A criação divina é riquíssima em detalhes, sutilezas, em pequenos gestos, movimentos, que no todo se completa na perfeição.
Somos perfeitos e completos por origem, mas imperfeitos e  incompletos por opção.

A intuição é um impulso que prima pelos detalhes, pelas sutilezas, pelos pequenos movimentos, mas que podem mudar caminhos, definições, decisões, enfim prima por uma elevada performance que somente será conquistada no seu todo e não pelas analises parciais que temos feito deste todo.

Entramos na era da intuição e não mais do modelo da racionalidade, com a personalidade. A percepção precisa ser muito mais abrangente do que tem sido.
Ser racional é ser retrogrado, omisso, parcial, é ser um pedaço de um todo, pois os movimentos que sempre ocorrem em dois planos o físico e o espiritual, agora, mais do nunca, precisam ser perceptíveis nestes dois planos, o físico e o espiritual.
Ou seja, as duas metades devem se unir para sentirmos o todo, a perfeição, o círculo.
A demanda pelo caminho a ser percorrido em épocas de emergência não podem e não devem ser os caminhos que temos percorrido sem esta conotação do vislumbre completo, usando os 5 sentidos e o 6º sentido, o intuitivo, pois o meio ambiente poderá estar numa situação caótica, devastada.

No pensamento de ontem, foi colocado a data com um grafismo menor e dois símbolos ao lado. Somente uma pessoa me questionou estes “detalhes” que ao meu ver são bem visíveis.
Vejam como passamos batido nos detalhes, pois provavelmente ao lermos tais instruções nas merrequinhas, fazendo outras coisas ao mesmo tempo, estes “detalhes” passam desapercebidos.
Assim tem ocorrido com a maioria dos  “chamados” que temos recebido. Passam batidos, não são considerados, não damos bola porque perdemos a sensibilidade para estes “pormenores”.

Isto precisa mudar. Estamos em tempos de emergência, de urgência e serão os detalhes que farão a diferença, que identificará nossa coligação com os Planos Elevados, na real e verdadeira sintonia.
Alguns podem ter dito: percebi estes detalhes!
Mas não teve a ousadia de questionar ou se aprofundar no que lhe chamou a atenção. É o mesmo que não ter percebido, pois se determinados movimento dependessem de tais detalhes, estes não seriam feitos.

Não seremos intuídos pela Rede Globo, no Jornal Nacional, com o “tam.. tam.. tam..” tudo será sutil, próprio, com ênfase nas indicações individuais e não coletivas.
É preciso uma mudança de postura, de procedimentos, valorizar todos os aspectos e para isto temos de deixar de lado esta sistemática maluca que estamos vivendo, deixando de trocar nosso precioso tempo pelas ilusões da vida cotidiana.
Estamos “programados” para sermos distraídos, para não prestarmos atenção nas reais necessidades, para sermos essencialmente consumistas e nos tornarmos consumidores contumaz, para levar a vida atrás dos desejos que mudam de tempos em tempos segundo uma mídia forte, profunda e aterrorizante, que define o que e quando deveremos desejar ter, isto ou aquilo.

Enfim, fiquem atentos. Os sinais que chegam diariamente, a todo instante, são sutis, são periféricos, pois isto incentiva nossas coligações.
Seja ligado, coligado, intua, mas não será pelo WhatsApp, Faceboook e outras mídias sociais que você receberá o que de útil possa lhe servir.

Fique atento, seja atencioso, saiba priorizar, não tenha medo de ser e de fazer diferente, olhe ao redor, gire 360º.........lentamente....., pare, pare, pare(STOP), escute, aflore todos os sentidos. Lembre-se que os sinais virão da forma mais inusitada, nada será previamente anunciado, contenha-se na ansiedade, realize os movimentos com absoluta atenção.

E por fim, ponha de vez em quando, sem tremer ou enlouquecer, a merrequinha de lado.

Atenção: aprenda a desliga-lo primeiro.
Hilton