quinta-feira, 2 de março de 2017

Encoleirados.



Pensamento do dia 2 de março de 2017

Pouco a pouco pode-se alcançar esta liberdade: abnegação e desprendimento.
Santa Teresa de Ávila.

Livro: “CAMINHO DE PERFEIÇÃO”, de Santa Teresa de Ávila,  Edições Paulinas

Pois bem, nos sentimos presos.
Nos sentimos presos a inúmeras coisas, situações, posições, relacionamentos, posturas, formalidades, etc...
Na realidade somos induzidos a ficar presos, pois como prisioneiros somos manobrados, dirigidos, conduzidos, para onde e como querem.
Como somos medrosos, não conseguimos romper, pois romper significa ser notado e não queremos ser diferentes.
Claro que tem muitos que adoram “aparecer”, mas são sempre pessoas encoleiradas, manipuladas para certas finalidades cujos interesses são escusos, mesquinhos, sorrateiros. Por trás encontram-se os grandes conglomerados de forças involutivas.
Somos induzidos a pensar na liberdade, mas tal liberdade fica restrita a uma faixa de ação individual tão pequena que só nos iludimos. Na realidade temos nossa alma aprisionada.
Fazemos o que somos mandados a fazer.
A criatividade, elemento essencial da alma e da evolução, temos perdido na infância, assim fica mais fácil sermos conduzidos por aqueles que usam da criatividade nefasta para nos dar a sensação ilusória do progresso, da evolução material, da tecnologia e de uma vaga sensação de “liberdade”.
Todos os aspectos da vida atual são amplamente controlados, manipulados, mas somos induzidos a acreditar que temos vida própria.
Para este rígido controle, criaram-se leis e mais leis no intuito (altamente duvidoso) de disciplinar o obvio, criando esta incrível dependência em cima de uma legislação feita para a maioria, mas desobedecida por uns poucos encoleirados.

Portanto, liberdade e abnegação são sensações internas, cujo alcance é inacessível por estas forças nefastas.

Abnegação (dicionário): Ato caracterizado pela superação do egoísmo. Desprezo ou sacrifício dos próprios interesses para atender ou satisfazer as necessidades alheias.

Não existe liberdade real sem abnegação e não existe abnegação sem liberdade real. Uma coisa está intrínseca com a outra.
O desprendimento é o primeiro passo para deixarmos de nos iludir.
Temos de nos desprender dos fatos e fatores externos para concentrarmos nos fatos e fatores internos. Exigirá luta, disciplina, abnegação para com si próprio, pois teremos de abandonar inúmeros preconceitos e ilusões.
Você poderá viver uma situação externa da qual não há possibilidade de mudar, mas internamente as sensações serão outras.
Como exemplo, certas pessoas que foram presas conseguiram evoluir internamente de forma incrível, pois a ausência da liberdade física a fez concentrarem-se na liberdade espiritual.

Como somos todos “prisioneiros” das condições impostas pelo mundo da matéria, espiritualmente temos ampla liberdade para seguir, a passos largos, o que nosso coração clama por conquistar.
Poucos percebem esta condição, pois a maioria se prende somente ao mundo das formas. Quando não consegue realizar algo espiritualizado na matéria, desiste, retrocede e retorna para aquele estado crítico da insensatez. Vem a sensação de vazio, de ser esvaziado, de ser manipulado e geralmente cede, abandonando anos ou quem sabe vidas de lutas intensas para conquistar a tão sonhada liberdade.
Assim tem sido a vida da maioria das pessoas, uma grande e incrível frustração.
Vejam, esta frustração não é castigo, mas um incentivo que você pode, inteligentemente, transforma-la em uma locomotiva que ninguém irá parar,  para alcançar seus objetivos nobres e elevados.
Mas o combustível desta locomotiva  é a força de vontade. Ai o bicho pega pois geralmente este combustível é insuficiente. A preguiça e a moleza limitam os esforços e a locomotiva para no caminho sem combustível.

Tudo depende de “nós”, mas fomos regiamente deseducados que tudo não depende de “nós”, mas das circunstâncias. Caímos sempre na mesma pegadinha por reencarnações. Sempre a mesma mentira.
Podemos dizer que nos acostumamos com esta piada de mal gosto, mas funcionou para as forças negativas que nos conduz.

Abnegação, desprendimento, gera liberdade. Liberdade gera equilíbrio. Equilíbrio gera evolução. Evolução nos coloca no tempo real e não nas ilusões.
Quem se convence disto mudará sua vida, sua forma de ser, seus pensamentos, anulará seus preconceitos, se tornará uma nova pessoa, verá vida em tudo, voltará a ser criativo, se sentirá livre e vera que seu mundo não é a Terra mas o Universo.

Nada é difícil. Tudo é uma questão de postura, disciplina, força de vontade, fé, enfim tudo depende de nós mesmos.
Quem não acredita merece continuar vivendo sua monótona vidinha.
Hilton

quarta-feira, 1 de março de 2017

Porque estamos aqui? Para mudarmos o que somos. O que somos não serve mais.

Pensamento do dia 1 de março de 2017

Tudo o que se sofre por amor se cura por amor.
Santa Teresa de Ávila.

Obs: Conhecer a vida de Sta Teresa de Ávila é algo que impulsiona bastante.

Pois bem, o sofrimento é um dos inúmeros “estados de consciência” que manifestamos.
A dor, como a conhecemos, é pura ilusão.
Podemos dizer que vivemos inúmeros “estados de consciência” ao longo das vidas, das eras e cada um destes “estados” provoca uma sensação.
Desta forma, nossos sentimentos são manifestações “físicas” deste “estado de consciência”. Leia -se por “físicas”, sensações que ocorrem no corpo e na mente.
Quando estes sentimentos são negativos, na realidade estamos manifestando DISTORÇÕES que a mente erroneamente interpretou, face a ignorância que ainda mantemos.
Estes “estados de consciência” seguem as diretrizes do destino de cada um, programado pela alma.
Assim passaremos ao longo de uma vida, situações decorrentes dos carmas e das experiências necessárias.
Nem tudo é carma na vida. Grande parte do nosso caminho são experiências que deveriam confirmar nosso aprendizado.
Tais experiências são pré-programadas desde os primórdios da minha existência no planeta em que me encontro. Seguem diretrizes especificas e determinadas vinculadas ao grau evolutivo que deverei alcançar, portanto, instruído ou não,  preparado ou não, as situações pré programadas que irei viver acontecem.
Eis a causa de tantos tropeços que temos dado.
O problema é que não nos instruímos e não nos preparamos no tempo que antecede tais experiências, dando origem a inúmeros fracassos, consequentemente gerando ciclos de repetições sem fim.
Por isso que nossa vida tem sido inconstante, surpreendente, pois somos sempre surpreendidos com situações das quais não nos preparamos ou sequer colhemos informações para vive-las.
Ao nos “afundarmos” de corpo e alma no plano da matéria, deixando de lado o plano do espirito, nos tornamos metade de coisa nenhuma, pois uma metade depende da outra. Uma instrução do espirito completa uma vivencia na matéria.
Isto ocorre de forma sucessiva, continua, concomitante e se renova a cada passo. Ora se formos tropeçando nestes passos, os seguintes serão quedas certas.

Por isso que temos uma vida tão complicada, tão comprometedora, muitas vezes incompreensível, pois sempre nos encontramos despreparados para enfrentarmos a situação seguinte.
Sofremos por amor, mas não conhecemos o amor, pois nos prendemos ao ódio, à vingança, à indiferença, ou seja, mantemos, exemplarmente, “estados de ignorância” incrustrados como mariscos em cascos de navios. Não sai nem com “maré brava”.
Este estado de ser é altamente sofredor, mas não existe sofrimento pelo simples fato de nos fazer sofrer, mas sim como impulsos para sairmos do lugar que não mais condiz com nossas reais necessidades.
Um indivíduo que sofre intensamente, na próxima reencarnação, espera-se que seu modo de ser, de viver e de pensar modifique-se.
Mesmo assim, ao fracassarmos em muitas delas, não podemos pensar como uma encarnação perdida, pois aos olhos de Deus somos eternos e levaremos o tempo que quisermos.

Temos de seguir nosso “estado de consciência” e para isto não se leva em conta o que ocorre externamente, pois externamente ocorre uma mistura de experiências e carmas coletivos, portanto quando tomarmos como referências as situações externas, raramente estas se referem ao meu “estado de consciência”.
Nos espelhamos num espelho sujo, embaçado, torto, antigo, deformado que deforma nossa imagem verdadeira e mais uma vez a ILUSÃO toma conta e nos impressionamos com o que não somos, mas com a imagem que reflete o estigma da humanidade.
Fala-se muito sobre a ilusão nestes textos, pois esta tem comandada de forma conflituosa a direção da humanidade, por isso que vivemos com tantos conflitos e tão inseguros.

Outro aspecto relevante é a falta de preparo, de estudo, de dedicação na qual temos dado um tempo ínfimo para aprender o que mudará nosso “estado de consciência”.
Somos altamente preguiçosos e damos sempre a mesma velha e ilusória desculpa: não temos tempo.
Poxa, se viemos até aqui só para aprendermos a mudar nosso “estado de consciência” então como não temos tempo?

A maioria procede estas leituras sem atenção, refazendo-a várias vezes, com parte da atenção desviada para os “compromissos”. Isto não funciona. Perda de tempo. Inútil.
Ler na merrequinha muda o contexto e os impulsos, pois o texto se desdobra como se fossem vários parágrafos, quebrando a sequência, mas é prático, pode ser veloz e temos “outras” coisas para fazer, sem perceber que estamos aqui neste corpo e neste planeta para MUDARMOS O QUE SOMOS.

Recebo “sugestões” para textos mais curtos, mais objetivos (face a uma tal de dinâmica da vida), aliás recebo várias críticas, mas raramente alguém se manifesta para um complemento, uma observação, uma correção. Outros “imaginam” que os textos referem-se a eles, expondo-os, enfim percebe-se várias situações que ocorrem nas pessoas ao não usarem a imparcialidade ou a não compreenderam que TUDO O QUE OCORRE ESPELHA ALGO EM SI PROPRIO QUE PRECISA SER TROCADO, renovado, modificado, pois a mesmice NÃO CONDIZ COM A DINAMICA UNIVERSAL.
Não me refiro a elogios, pois ao escrever estes textos sinto-me feliz, pois estou sendo conduzido. Não terei este sentimento de felicidade com elogios, portanto, o que sinto é que apesar de estar cometendo erros, pois estou muito longe da menor perfeição possível, procuro ser autentico e honesto no que me foi induzido a escrever.
Não estou dizendo que sugestões ou críticas são ruins. Sempre serão bem vindas e muitas delas me fizeram mudar coisas importantes, mas coloco a todos um estado de ser que temos de absorver para nos candidatarmos a prestar um Serviço real e verdadeiro.
Muitos de vocês já estão sentindo esta necessidade de informarem as coisas de Deus. Isto é magnifico, real, autentico, mas devem se preparar.
Preparem-se com muito estudo, dedicação, sacrifício, persistência intensa, submissão a certas regras de conduta, disciplina e jamais desviem da rota definida, acrescentando correções.
Muitas perguntas que fazemos virão no momento certo que estivermos aptos a recebe-las. Nem antes e nem depois, mas sempre seremos contrariados em nossa ansiedade.
 Preparem-se para não serem compreendidos, serem mal interpretados, serem criticados, serem julgados, serem classificados, pois a Terra e seus habitantes estão fora da realidade do tempo real e dos objetivos da sua existência.
A entrega deverá ser plena, mas não tem nada a ver com a preguiça e a espera de que algo “caia do céu”. É precioso ir lá buscar e isto exige ascenção espiritual.
A oração é um meio e não um fim, portanto, orar por orar será perda de tempo.
As pessoas sempre tomam por base o limite do que conhecem, portanto, quando alguém conhece um pouco menos que você, você certamente estará ERRADO. Esta é a situação mais comum que um aspirante espiritual terá de aprender a conviver.
É precioso incrível tolerância, superação imediata (IMEDIATA)  dos desgastes, das críticas, dos julgamentos, das classificações, pois isto corrói por dentro e numa pessoa com grau mais elevado de sensibilidade, gera um estrago devastador.
Digamos que andar no “fio da navalha” seja um termo popular correto, pois no menor vacilo irá sangrar.

Enfim fica minha sugestão e alerta, pois ao mudarmos o que somos iremos perceber que temos muita coisa para descobrirmos. Isto nos tornará uma pessoa melhor, autentica, dinâmica, colaboradora, incrivelmente sonhadora pois sentirá o mundo real e não o imaginário que vivemos aqui na Terra.
Todos podem, simplesmente basta querer e se empenhar.

No que puder ajudar, contem comigo.

Hilton

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Indiferença, uma atitude que nos exclue.



Pensamento do dia 28 de fevereiro de 2017

Vive no eterno.
Mabel Collins.

Pois bem, viver no eterno é viver com aquilo que não é perecível.
Um sentimento negativo uma hora se esvai, some, desparece assim que perdoarmos. Portanto, um sentimento negativo é perecível.
Amar, verdadeiramente e altruisticamente, não é perecível, pois quando amarmos jamais deixaremos de amar, portanto não se esvai.
Sendo assim, a forma que amamos, o jeito que manifestamos nosso amor é perecível, pois em certas ocasiões trocamos o amor pelo ódio, pela vingança, pela indiferença.

Creio que um dos sentimentos mais cruéis é a indiferença, ainda mais quando temos uma certa importância num contexto, pois esta indiferença poderá bloquear a evolução de alguém ou de muitas pessoas.
A manifestação da indiferença se dá de várias formas e se torna muito ruim quando se transforma numa vingança, no “troco”  de uma manifestação que nos julgamos injustiçado, ou de uma exposição que “julgamos” errônea.
A indiferença tem muito egoísmo, pois manterá uma concentração de forças que deveriam fluir, trocar, seguir.

Uma pessoa, um país, um continente pode se tornar indiferente às necessidades dos demais. Destas atitudes deriva-se carmas pesados, incisivos que virão de forma violenta e agressiva, pois a indiferença pode machucar o corpo físico, emocional, mental e o coração, ou seja, compromete de forma radical as ligações entre duas ou mais pessoas.
A indiferença de um continente, por exemplo, compromete todos os seus habitantes, pois torna-se carma coletivo.
A indiferença de um instrutor compromete o lado de cá como o lado de lá, pois impede os fluxos de energias e forças que deveriam fluir naturalmente.

Graças a Deus, usando um termo que todos compreendem, nossos irmãos extraterrestres e intraterrenos não são indiferentes conosco, mesmo que nossas atitudes para com eles possam ser extremamente agressivas e preconceituosas, pois levam em conta nosso elevado grau de ignorância para com as Leis que regem o Universo. Mesmo assim, são muitos prudentes pois se fossem se manifestar ostensivamente, ao se defenderem, poderiam nos machucar e isto é inconcebível da parte deles.
Criamos dificuldades até em sermos ajudados, pois nossa indiferença para com as criaturas de Deus são imensas.

Claro que muitos não pensam assim, pois mantem como  solução as tremendamente explosivas, porque contam com uma prepotência elevadíssima.

Enfim, equilíbrio não leva em conta a indiferença, mas também não leva em conta a interferência e entre estas duas posturas há um tênue diferença que os mais sábios distinguem com sua sabedoria.
Temos de nos tornar sábios para compreendermos as Leis que regem a vida e a Vida e assim caminharmos dentro dos seus parâmetros e alcançarmos seus objetivos.
Hilton

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Estamos cegos e as cegamos.



Pensamento do dia 27 de fevereiro de 2017

O homem tem de transformar-se em criança, antes de entrar no reino dos céus.
Mabel Collins.

Pois bem, as características primordiais das crianças é a sinceridade e a honestidade nas suas manifestações. Até uma certa idade, 4, 5 e quem sabe até 6 anos, as manifestações ainda não se enroscaram  nas teias da ilusão, portanto, são autenticas e manifestam o que efetivamente estão sentindo.
Dessa idade em diante, as influencias são tão intensas que dificilmente não sucumbem perante  o grande tornado das mentiras.
A criança começa a perceber que tem de mascarar o que sente, pois só assim será aceita e compreendida perante seus pais, familiares e amigos.
Daí em diante isto vai se acentuando, formando a personalidade distorcida do que ela veio trazendo “lá dentro”.

O adulto que resolve seguir um novo caminho, o caminho da ascenção, da mesma forma, tem de percorrer o caminho inverso, infantilizar-se até o ponto que consegue ser autêntico com suas aspirações.
Isto irá classifica-lo perante a sociedade e será um desafio bem duro para superar.
Normalmente a sociedade o despreza, qualificando-o como despreparado para o mundo, pois este torna-se muito menos competitivo, gosta de falar a verdade, exprime o que sente, olha pra estrelas, vive uma vida mais abrangente, despreocupa-se com o amanhã, enfim torna-se um sonhador.
A sociedade não aceita e o rejeita, pois não condiz com o estilo de personalidade que  o tornará  “produtivo”, “intenso”, “indiferente”, “competitivo” como a maioria é.

O reino dos céus são para os infantis, puros de coração, autênticos, verdadeiros, que fazem o que o coração manda, assim como uma criança ainda não contaminada pelas artimanhas da ilusão.

É duro, é triste, é doloroso ver o que fazemos com nossas crianças, pois estamos cegos e as cegamos para não perceberem o mundo real e assim mantê-las no mundo das ilusões.
Castramos animais, mudamos seu estilo de ser, alteramos seus instintos, aprisionamo-los, enfim fazemos tantas barbaridades e com nossas crianças e  jovens fazemos a mesma coisa, mudando seus estilos internos, exteriorizando-os com regras rígidas, leis burras, disciplinas selvagens ao coração,  que a princípio não são dolorosas por fora, mas são intensamente dolorosas por dentro.

O que fazer?
Não há o que fazer, a não ser com certas crianças que temos acesso, pois nem todas poderão ser acudidas, mas acudi-las com carinho, com amor, com compreensão, afim de confortá-las, pois as mudanças que precisam ser feitas serão feitas em escala mundial durante as mudanças cíclicas que já nos envolvemos.

O novo homem será eternamente infantil, pois será autentico e expressará suas qualidades elevadas, seu elevado conhecimento espiritual, será altruísta, terá compaixão e exaltará como via de regra o amor, portanto, não temos termo de comparação com as pessoas que hoje convivemos.
Hoje manifestar-se abertamente neste contexto, é temerário, pois será de tal forma “classificado” que será prensado pelas ideias, pensamentos, ações e formas-pensamento e talvez não consiga sobreviver de tão intensa e nefasta que são as energias negativas predominantes no contexto atual.

Viva desta forma internamente e externamente o silencio, pois nada mais irá mudar o rumo e o ritmo que temos caminhado. Tornou-se um problema de Deus.
Este foi nosso legado dos ciclos de experiências que realizamos no livre arbítrio.
Cumpra-se os desígnios do destino.
Hilton