sexta-feira, 5 de maio de 2017

Visão profética de Helena Blavatski.



Pensamento do dia 05 de maio de 2...

“É necessário conscientizar profundamente o futuro. O trabalho não termina nas Tarefas predestinadas, mas continua infinitamente. A revelação do Infinito é a mais bela aspiração”
HPB
“ A próxima raça será caracterizada pelo desenvolvimento espiritual, pela aquisição do sexto sentido, ou seja, clarividência astral, e pelas tendências humanitárias. Povoará o continente Zâtha, cuja emersão ocorrerá onde hoje se encontra a América do Norte, que terá sido desfeita por terremotos e fogos vulcânicos”, segundo HPB.
“ Já a última raça será caracterizada pelo completo desenvolvimento espiritual, pela aquisição do sétimo sentido, ou seja, a clarividência mental, e pelo pleno reconhecimento da unidade. Florescerá no sétimo continente, chamado Puchkara, cujo centro estará no que hoje chamamos de América do Sul.”, segundo HPB

Pois bem, temos uma visão profética de Helena Blavatski, dada por seus Instrutores durante o desenvolvimento de sua obra espiritual, que, também, foi um marco para o desenvolvimento espiritual da humanidade. Pequenos grupos específicos de seguidores, pessoas altamente espiritualizadas e preparadas em mundos internos, procedeu ao desdobramento da sua obra para que uma parte pequena da população terrestre pudesse ter acesso a tais ensinamentos.
Como diz no primeiro texto, “ a revelação do infinito é a mais bela aspiração”, ou seja, são as visões proféticas que alavancam os grandes impulsos naqueles que estão coligados a uma série de Tarefas predestinadas a tais desdobramentos.

De certa forma, podemos dizer que estamos em eterno treinamento para o que virá.
Muitos lutam por não fazer, outros se distraem e outros se empenham nestes treinamentos, pois sabem que são essenciais para o continuísmo evolutivo da qual pertencemos e não temos como abdicar. Podemos postergar, nos iludir, parar, mas de uma forma ou de outra estes treinamentos serão cumpridos e o futuro se tornará presente. Por isso que o que ocorreu para um, ocorrerá para outro.

Ao nos envolvermos com visões proféticas, não significa nos prendermos a desastres, pois estes são meios das adaptações necessárias para que o novo se implante.
Desastres ocorrem em mundos involuido, pois a correção dos rumos gera profunda fricção, atrito, uma vez que o desalinhamento com as Leis chegam a extremos.
Ao contrário, em mundos evoluído esta transição pode ser imperceptível para seus habitantes, pois as mudanças da Leis vigentes ocorrem de forma contínua e tranquila, sem tumultos, ou mudanças que possam atrapalhar o que vem se realizando.

Um impulso comum a todos, que nos move continuamente para estas atualizações da vida é a insatisfação.
Digamos que somos insatisfeitos por origem. Este impulso é fundamental no processo da evolução, pois nos tira do lugar que, preguiçosamente, insistimos em permanecer.
A vida de cada um, travada em seu destino, produz continuamente graus variados de insatisfação, onde em determinados momentos podemos viver com mais ou com menos insatisfação, mas em nenhum momento ela nos abandonará.
A luta pela paz e pela tranquilidade precisa se dar em níveis internos, onde em tais níveis a insatisfação poderá diminuir, mas não sumir, desde que nosso caminhar atenda os desígnios do destino definido pela alma.

Uma projeção para o futuro, numa visão profética de um Instrutor,  nos alinha e nos prepara para o novo, e por este destino ser continuo e constante, torna-se mais inteligente o exercício de atos preparatórios neste sentido.
Uma visão profética de nós mesmos ainda é muito duvidosa, pois nosso corpo emocional distorce fatos futuros, além do que somos altamente tendenciosos.

Desta forma acolher certos sentimentos, como a insatisfação, de forma benéfica, nos qualifica para extrairmos os aspectos positivos deste impulso. Ao contrário, procurar mascara-la, esta se tornará cada vez mais intensa.
Hilton

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Instruções.



Pensamento do dia 03 de abril de 2...

Tema: Instruções da reunião de 02.04.2017

Pois bem, conforme nossa nova “Instrutora”, foi abordado um tema que eu chamaria de “hora da precaução”.

A raça humana vem se desenvolvendo ao longo dos séculos, onde determinados eventos significativos deram certos impulsos determinantes para que certas “guinadas” acontecessem.
Como exemplo, podemos citar a descoberta do fogo, da roda, nos primórdios desta civilização, depois dando alguns saltos maiores, o evento de Moises no antigo Egito; o evento de Jesus, onde um grande “divisor de águas” se estabeleceu; dando outro salto, a revolução francesa, onde novas formas de governos surgiram, como o comunismo, o socialismo, a democracia, o capitalismo; a 1ª e 2ª guerra mundial; a revolução industrial, entre tantos outros eventos que não foram tão acentuados no plano material, como os citados, mas que culminaram em profundas mudanças no desenvolvimento desta raça, pois o intuito sempre foi de que a humanidade pudesse experimentar diversas oportunidades sobre como sobreviver na 3ª dimensão.
O desenvolvimento da raça humana é distinto e diferente do desenvolvimento do planeta Terra, pois o planeta segue Leis Cósmicas definidas e determinadas para mundos em desenvolvimento. Nós somos passageiros num determinado trecho que a Terra vem percorrendo, no espaço sideral. A Terra não nos pertence e não pertencemos a ela, portanto usufrui-la da melhor forma possível, faria parte do nosso aprimoramento como raça em evolução.
Desta forma, a transição planetária segue seu curso e suas Leis Cósmicas,  restritas a mundos.
Portanto, em cada evento, seja ele menor ou maior, mudanças impõem-se à raça humana na sua longa viagem de retorno às origens.

Este mês de maio, em especial, gera um novo evento para a humanidade.
Podemos dizer que não foi à toa, ou mera causalidade que em 13 de maio de 1917 tivemos a aparição de N. Sra. de Fátima para os católicos, ou a energia crística feminina para todos.
Decorridos estes 100 anos, um ciclo de 100, temos neste mês o limiar de um novo evento. Desta vez não será físico, mas espiritualmente podemos considerar um grande evento.
Entramos neste mês, numa fase de transição das Leis onde as novas Leis, as Leis da nova era, da nova Terra, irão predominar sob as Leis atuais, a Lei cármica em questão. Ou seja, as novas Leis, daqui pra frente, serão preponderantes sobre as Leis em curso.
As sensações para nós serão imperceptíveis sobre certo ponto de vista, mas será acentuado sobre outro ponto de vista, o conflito.
Com a predominância das novas Leis, os conflitos serão muito mais acentuados e perigosos, pois a raça humana vive intensamente sob a energia do egoísmo e da ilusão, forças estas em desacordo com as novas Leis, onde a realidade ( e não a ilusão) bem como a contribuição (e não o egoísmo) serão preponderantes, pois a Harmonia deverá preencher todas as lacunas.
Nesta etapa não perceberemos esta harmonia, pois estamos por demais envolvidos em conflitos, disputas e competitividades.
O que estamos vivendo irá se acentuar.

Isto irá acontecendo ao longo do tempo, ao longo dos meses, dos anos, onde mais e mais conflitos, desordem, desobediência, disputas, irão surgir, perturbando ainda mais a sobrevivência humana.
Isto quer dizer que externamente a vida será mais difícil e mais conflituosa, portanto, voltar-se para o eu interno é a única opção que temos para mantermos um certo equilíbrio necessário para sobrevivermos num mundo que vem desabando dia após dia.

Obviamente sabemos que consertar o inconsertável não é possível, mas alguns tem ciência de que a transição planetária, independente da raça humana, segue seu curso, e seu ritmo e nos ajudará neste grande imbróglio que criamos.

A recomendação:  Será necessário, mais do nunca, grande prudência para viver na Terra, pois as disputas, a competitividade e o poder irão se acentuar atingindo situações muito radicais, onde seremos números positivos ou negativos para um grande jogo de poder e ganancia.
A recomendação não se refere somente a grandes situações, mas a pequenas situações também, como a familia, os relacionamentos, o trabalho, o convívio social, as atividades que consideramos cotidianas. Tudo e todos estarão sob a influência das suas principais tendências, que hoje tem sido o conflito, a competitividade, portanto, pequenas faíscas poderão gerar grandes incêndios.  

Entramos no tempo onde o exercício da extrema prudência, da incrível tolerância, dos grandes esforços serão essenciais para mantermos um equilíbrio mínimo necessário, a fim de  nos voltarmos para nosso mundo interior, o único lugar seguro no planeta.
O mundo exterior está e ficará cada vez mais confuso, mais incoerente, mais perturbador, onde a sensação de baderna e do descomando  será predominante.
Temos de estar dispostos a abdicar de muitas coisas, coisas que considerávamos essenciais, necessárias, oportunas, pois poderão estar contaminadas com diversos conflitos cuja tendência é de aumentar para estágios inimagináveis.
Digamos que o sangue frio precisa e precisará ser exercido a todo instante, pois a cada momento novas provocações irão surgir. O sangue quente irá explodir.
Mesmo nosso lazer e nossas distrações, que envolvam competividade e disputas precisam, de agora em diante, ser olhadas e acompanhadas com grande discrição ou abandonadas (talvez o mais correto), pois qualquer controversa poderá gerar um grande “incêndio”.

Enfim o recado é oportuno, o bom senso atual nos faz sentir que a humanidade caminha para estas situações e agora sabemos que outro fator determinante pode ter um efeito devastador, que é a transição de dois conjuntos de Leis que são diferentes e com energias, digamos, contrarias entre si.
As Leis atuais teve como um dos seus fatores de atuação, o desenvolvimento material através da fricção, do atrito, o novo conjunto que vem, pelo contrário, irá pela atração acentuar o espiritual, o subjetivo, o interno.

Recados como este, tem um valor incomensurável, pois nos alerta para revermos certas posturas, desejos, movimentos, tendências, como forma de continuarmos atentos ao que interessa, a evolução espiritual.
Recados como este geram grandes responsabilidades, pois de certa forma temos de mudar certas posturas, desejos, movimentos e tendências, como forma de exemplificar uma nova condição de sobrevivência neste mundo tão conturbado e difícil.

Não se omita a este recado. Faça ampla reflexão a respeito, não tenha medo de mudar o que você é, pois cada um de nós faz parte de um todo e são pequenos conjuntos que formam o todo.

Gratidão por este grande acolhimento.
Hilton

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Quem aspira ao futuro abandona todo e qualquer traço do passado em seu temperamento.



Pensamento do dia 28 de abril de 2...

Abandonando as próprias recordações começa-se a buscar a consciência da nova Terra com mais liberdade. Começamos a encontrar, então, um princípio de unidade; vemos o mundo velho em todos os continentes, e o mundo novo nascendo em toda parte, independente das condições existentes nos países e além de toda e qualquer fronteira. O mundo novo difere do velho pela consciência, e não por aparências. Idade, condições, nacionalidade, tudo isso perde a importância.

E como já vimos, mas cabe-nos repetir, o domínio do medo é um verdadeiro limiar para a nova consciência. Quem aspira ao futuro abandona todo e qualquer traço do passado em seu temperamento, porque reconhece  a sobrecarga que representa. E o medo teve origem no passado remoto do homem, e o acompanha até hoje.
HPB.

Pois bem, como já havíamos comentado, tudo começa nos planos superiores da consciência, no etérico, para depois materializar-se. A nova Terra já é um fato nestes planos elevados, portanto, falta materializar-se na superfície material do planeta.
O que conhecemos como nações, países, continentes, fronteiras, nacionalidade, idade, aparências, deixa de existir, ou melhor dizendo, apaga-se estas ilusões que criou esta separatividade e desavenças.
O que vivemos hoje, nada tem a ver com o que viveremos num futuro próximo.
Nem todos estarão presentes, mas os que estiverem, simplesmente deixarão de recordar o que foi presenciado neste mar de horrores em que hoje flutuamos em toscas jangadas.

O texto é claro, o mundo novo difere do velho (atual) pela consciência, ou seja, os que para aqui retornarem estarão num patamar acima da consciência atual. Nos livraremos do livre arbítrio e dos demais apegos e medos que hoje atormentam nossa vida.
As premissas, as Leis, as condições, a geografia, tudo muda e nada do que existe hoje permanecerá para não corrermos o risco de referirmo-nos ao passado (o atual presente) e entrarmos numa eventual queda ilusória.
Isto é importante, pois quem retornar irá pertencer a um novo meio ambiente e em condições absolutamente favoráveis para um novo estilo e uma nova forma de se viver.

O medo: a grande barreira que tem impedido as pessoas de voltarem-se para o seu eu interno, mantem em primeira instancia a ignorância sobre a vida na sua essência real. Tudo que poderia aflorar, vários impulsos de ascenção, estão guardados a 7 chaves, pois suas revelações deixaria cair por terra inúmeros conceitos que hoje temos utilizado para sobreviver. As religiões tornaram-se monótonas e repetitivas pois sua estrutura está completamente comprometida com forças involutivas  
Somos prisioneiros deste estado de ignorância fecundo que alimenta os medos, criaram grilhões que não se arrebentam pelas vias normais , impedindo-nos de usufruir livremente as experiências previstas pela alma.
Sem iniciativa, sem criatividade, sem  ousadia, nada muda na vida de alguém.

Buscar informações, aprofundar-se, refletir, meditar a respeito da vida, nos candidata a conhecer o que tais segredos guardam.
Os livros podem estar escondidos, mas a mente apta terá acesso não pelo meio físico, mas espiritual.

Não seja ocioso. Não perca tempo. Aprofunde-se no que lhe interessou, pois ao “arranharmos” um novo conceito, este se desdobra e se multiplica, preenchendo nossas necessidades por novos conhecimentos. São tempos de revelações, pois o homem precisa se tornar novo homem, para candidatar-se à nova era, na nova Terra.
Hilton