segunda-feira, 15 de maio de 2017

Compreender a justiça.



Pensamento do dia 13 de maio de 2017.

Transformar-se não é ajoelhar-se, chorar, pedir perdão e continuar, todavia, com as mesmas faltas. 
Quem trabalha e quem no amor se desenvolve, avança. 
Transformar-se é  cumprir a Lei. Poucos temem a Justiça,  pois no fundo crêem que, orando e dando pão aos seus irmãos,  o céu como recompensa os terá como moradores. 
Na verdade,  dar aos que não têm é  obrigação natural dos que possuem - não existe nisso o mérito que se crê. Com essa prática cumpre-se a Lei, mas não são prêmios o que se recebe em troca. Ao se compreender determinadas Leis, pode-se então conhecer novas, para aplica-las também. 
É  isso que leva o indivíduo a transformar-se, e não a sua expectativa por resultados ou seus pedidos de perdão. 
"A quem entrega sem pedir é  dado sem que peça."
Trigueirinho.

Pois bem, a maioria do bem que fazemos valorizamos como sendo algo excepcional.
Na verdade neste mundo tão conturbado isto até faz certo sentido, pois a prática dos absurdos domina as mentes terrenas, mas em relação às Leis, não. 
Esta postura acentua o orgulho e a soberba, onde corremos o sério risco de nós valorizarmos. Valorizar-se é algo que não muda nada.
É  preciso compreender as Leis e pratica-las com o máximo de retidão possível. 
O orgulho e a vaidade são posturas traiçoeiras, pois nos envolve de tal forma que podemos nos convencer de alguma superioridade sobre os outros.
O pensamento é claro com relação a estes aspectos ilusórios, onde transformamos as obrigações em atitudes  excepcionais.
Hilyon

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Amplie-se.

Pensamento do dia 10 de maio de 2...

O ser humano surgiu na Terra numa época de transição entre ciclos de evolução universal.
É produto de um de um processo cósmico especial e por isso traz em si a esperança de encontrar e revelar novas chaves vibratórias hoje necessárias para o aperfeiçoamento de toda a raça humana , que existe em diferentes planos e dimensões em todo o universo. Por casualidade ou causalidade, esse processo vem desenvolvendo, através de diferentes épocas, resistência às provas que lhe são apresentadas.

Ao longo do processo, aconteceu também de a humanidade de superfície da Terra, ter dado mostras de sua importância dentro do Universo, uma das razões pelas quais ainda permanece. A humanidade é uma das experiencias que pode gerar novas propostas de composição racial, aplicáveis a outros sistemas, além da  terrestre.
HPB.

Pois bem, o presente texto retrata fatos muito interessantes e uma nova forma de pensar sobre nossa existência
Esta forma de pensar, excepcionalmente abrangente, pois envolve mundos, nos aproxima da ampla imensidão da qual pertencemos.
É fundamental que pensemos e raciocinemos nesta nova ordem de grandeza, saindo da mesmice e dos corrompidos padrões terrestres, pois estes estão compulsoriamente condenados à sua própria extinção.

O Servidor, o Tarefeiro, enfim aquele indivíduo que já se convenceu que Servir e ser útil é a única possibilidade de evoluir, precisa engajar-se nestes novos padrões de referências, pois em pouco tempo, nos universalizaremos. Deixaremos de ser indivíduos da Terra para sermos indivíduos do Universo.
Obviamente há “segredos” fantásticos a serem revelados, quando alcançarmos um certo nível de consciência mais elevado e nos tornarmos mais neutros em relação a tais critérios.
No texto quando cita-se: “ A humanidade é uma das experiencias que pode gerar novas propostas de composição racial, aplicáveis a outros sistemas, além da  terrestre.”; devemos considerar que são raças (humanas) semelhantes mas não iguais à raça humana da Terra, não tendo nada a ver com variáveis da raça humana na superfície da Terra, como a raça negra, oriental, indígena e coisas do gênero.

Podemos dizer que provamos nosso valor.
Infelizmente poucos colaboraram, mas foi o suficiente para nos tornarmos parte deste grande contexto universal.
Iremos contar com “ajudas” completamente desconhecidas da maioria das pessoas, pois esta maioria ainda se prende na sua parte pequena, mesquinha, egoísta e egóica, satisfazendo-se com  as migalhas do mundo material, se compararmos com a abrangência do conhecimento da vida espiritual.

O texto acima contem impulsos importantes que nos tira da “vala comum” e com isto poderemos ser mais úteis e mais humanos neste importante momento da transição planetária em curso.

Gratidão por estas fontes inspiradoras tão oportunas.
Hilton 

domingo, 7 de maio de 2017

Mundos não visiveis.



Pensamento do dia 07 de maio de 2...

“Há milhões e milhões de mundos que nos são visíveis; mas muito maior é o número que se acham fora do alcance dos nossos meios de vê-los, e grande parte dos últimos não pertence ao nosso plano  objetivo de existência.
Ainda que tão invisíveis como se estivessem situados a incomensurável distância do nosso Sistema Solar, coexistem conosco, junto de nós, dentro do nosso próprio mundo, e são tão objetivos e materiais para seus respectivos habitantes quanto nosso mundo e é para nós.
Mas a relação entre esses mundos e o nosso não é como a de uma série de caixas quadradas, encerradas umas nas outras, à maneira de certos brinquedos infantis; cada mundo está sujeito a Leis próprias e condições especiais, sem ter relação direta com nossa esfera.
Os habitantes desses mundos, já o dissemos, podem, sem o sabermos e sentirmos, estar passando através de nós ou ao nosso lado, como num espaço vazio; suas moradas e regiões interpenetram as nossas sem perturbar com isso nossa visão, porque ainda não possuímos as faculdades necessárias a sua percepção.
No entanto, graças a sua visão espiritual, os Adeptos, e até alguns videntes e sensitivos podem distinguir, em maior ou menor grau, a presença entre nós e a proximidade de seres que pertencem a outras esferas de vida.
Os que vivem nos mundos espiritualmente superiores só se comunicam com os mortais terrestres que por esforços individuais se elevam até o plano mais elevado que eles ocupam(...)

Não é uma questão d superstição, mas simplesmente de ciência transcendente, e mais ainda de lógica, admitir a existência de mundos constituídos por matéria muito mais tênue que a da cauda de um cometa.”
HPB – A doutrina secreta.

Pois bem, o texto em questão é muito esclarecedor e abre certas informações importantes que geram impulsos energéticos, devendo estimular certas regiões especificas do cérebro a estas informações, para aqueles que são afins.
O primeiro passo para explorar “novos mundos” é ter ciência das suas existências. A partir daí, com certos impulsos, aforam-se mais informações, na medida que formos nos abrindo.
Obviamente, com preconceitos, matamos a experiencia no ato, uma vez que deixamos claros que não estamos preparados para certas informações.

A simples leitura do texto é o start de um processo que não pode parar por aí.
A curiosidade inicial precisa ser transcendida e passarmos para buscas e pesquisas mais aprofundadas, onde a intuição, em algum momento irá aflorar e nos conduzir.
Digamos que nesta fase, além da curiosidade, mas na busca, tais seres destes mundos paralelos, podem coligar-se e nos ajudar imensamente a compreende-los, pois eles são o futuro do que um dia seremos.  
Vejam que estamos usando o conceito da fé, onde sem provas, ou qualquer tipo de evidencia, iniciamos a busca.

A evolução é um processo de busca, adaptação, é um exercício de fé, onde galgando informações e vivenciando-as, adquirimos conhecimento.
São atos desta natureza que nos prepara para o que virá, para o que seremos  e para aonde iremos.
O indivíduo que para no tempo e no espaço, em uma única etapa da vida, e se dá por satisfeito ou simplesmente se limita a usufruir o que conquistou, perde a oportunidade de continuar expontaneamente pela sua evolução. Neste caso, a própria vida irá conduzi-lo por experiencias compulsórias, a viver certos eventos que ele mesmo poderia se candidatar.

O texto indica que temos mundos habitados “dentro” de mundos habitados. A vida fervilha em todos os cantos e há um certo convívio que aprenderemos a respeitar no momento que sairmos desta fase tão grotesca e insensível.

Vamos aproveitar a oportunidade e refletir sobre nossa participação nestes universos de Deus.
Hilton

Obs. Nova “fornada” da pomada São José à disposição.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Visão profética de Helena Blavatski.



Pensamento do dia 05 de maio de 2...

“É necessário conscientizar profundamente o futuro. O trabalho não termina nas Tarefas predestinadas, mas continua infinitamente. A revelação do Infinito é a mais bela aspiração”
HPB
“ A próxima raça será caracterizada pelo desenvolvimento espiritual, pela aquisição do sexto sentido, ou seja, clarividência astral, e pelas tendências humanitárias. Povoará o continente Zâtha, cuja emersão ocorrerá onde hoje se encontra a América do Norte, que terá sido desfeita por terremotos e fogos vulcânicos”, segundo HPB.
“ Já a última raça será caracterizada pelo completo desenvolvimento espiritual, pela aquisição do sétimo sentido, ou seja, a clarividência mental, e pelo pleno reconhecimento da unidade. Florescerá no sétimo continente, chamado Puchkara, cujo centro estará no que hoje chamamos de América do Sul.”, segundo HPB

Pois bem, temos uma visão profética de Helena Blavatski, dada por seus Instrutores durante o desenvolvimento de sua obra espiritual, que, também, foi um marco para o desenvolvimento espiritual da humanidade. Pequenos grupos específicos de seguidores, pessoas altamente espiritualizadas e preparadas em mundos internos, procedeu ao desdobramento da sua obra para que uma parte pequena da população terrestre pudesse ter acesso a tais ensinamentos.
Como diz no primeiro texto, “ a revelação do infinito é a mais bela aspiração”, ou seja, são as visões proféticas que alavancam os grandes impulsos naqueles que estão coligados a uma série de Tarefas predestinadas a tais desdobramentos.

De certa forma, podemos dizer que estamos em eterno treinamento para o que virá.
Muitos lutam por não fazer, outros se distraem e outros se empenham nestes treinamentos, pois sabem que são essenciais para o continuísmo evolutivo da qual pertencemos e não temos como abdicar. Podemos postergar, nos iludir, parar, mas de uma forma ou de outra estes treinamentos serão cumpridos e o futuro se tornará presente. Por isso que o que ocorreu para um, ocorrerá para outro.

Ao nos envolvermos com visões proféticas, não significa nos prendermos a desastres, pois estes são meios das adaptações necessárias para que o novo se implante.
Desastres ocorrem em mundos involuido, pois a correção dos rumos gera profunda fricção, atrito, uma vez que o desalinhamento com as Leis chegam a extremos.
Ao contrário, em mundos evoluído esta transição pode ser imperceptível para seus habitantes, pois as mudanças da Leis vigentes ocorrem de forma contínua e tranquila, sem tumultos, ou mudanças que possam atrapalhar o que vem se realizando.

Um impulso comum a todos, que nos move continuamente para estas atualizações da vida é a insatisfação.
Digamos que somos insatisfeitos por origem. Este impulso é fundamental no processo da evolução, pois nos tira do lugar que, preguiçosamente, insistimos em permanecer.
A vida de cada um, travada em seu destino, produz continuamente graus variados de insatisfação, onde em determinados momentos podemos viver com mais ou com menos insatisfação, mas em nenhum momento ela nos abandonará.
A luta pela paz e pela tranquilidade precisa se dar em níveis internos, onde em tais níveis a insatisfação poderá diminuir, mas não sumir, desde que nosso caminhar atenda os desígnios do destino definido pela alma.

Uma projeção para o futuro, numa visão profética de um Instrutor,  nos alinha e nos prepara para o novo, e por este destino ser continuo e constante, torna-se mais inteligente o exercício de atos preparatórios neste sentido.
Uma visão profética de nós mesmos ainda é muito duvidosa, pois nosso corpo emocional distorce fatos futuros, além do que somos altamente tendenciosos.

Desta forma acolher certos sentimentos, como a insatisfação, de forma benéfica, nos qualifica para extrairmos os aspectos positivos deste impulso. Ao contrário, procurar mascara-la, esta se tornará cada vez mais intensa.
Hilton