Pensamento do dia 18
de maio de 2...
“Não é solicitado a
nenhum homem carregar carga mais pesada do que possa suportar nem fazer mais do
que lhe é possível... Um homem amarrado pelo
dever a um lugar não tem o direito de abandona-lo para atender outro dever,
mesmo que seja maior que o primeiro, pois a primeira norma ensinada no ocultismo
é que façamos nosso dever sem desistir dele por nenhum outro.
Por isso ninguém pode se sentir mal por não compreender algo. Excesso de Verdade poderia confundir e abalar a mente do estudante, bem como abalar situações cármicas compulsórias
Por isso ninguém pode se sentir mal por não compreender algo. Excesso de Verdade poderia confundir e abalar a mente do estudante, bem como abalar situações cármicas compulsórias
Por outro lado, é bom
termos em conta que, dadas as condições e as oportunidades dos tempos atuais – tempos de transição –
podemos hoje viver processos rápidos e intensos, como se em uma mesma vida
vivêssemos várias reencarnações.”
HPB
Pois bem, o enunciado é claro quanto às nossas obrigações.
Vemos pessoas “pulando de galho em galho”, no dito popular,
sem se aterem ao que efetivamente estão compromissadas a fazer.
Devemos refletir sempre antes de assumirmos novas
obrigações.
Obrigações quando cármicas vem de forma compulsória, ou seja,
não temos como declinar. Temos de assumir e realiza-las com competência e
sabedoria, por isso da necessidade de nos prepararmos continuamente, mas as demais
“ditas obrigações” que cai em nosso colo, não podem ser simplesmente acolhidas
por termos dó, sentir pena, assumir por assumir, achar que estamos fazendo o
bem.
Muitas dessas “ditas obrigações” acabam por prejudicar quem
as deveria realiza-las, pois virão novamente e com um maior grau de intensidade,
para quem as deve cumpri-las.
Focar sempre no que se faz, fazer com o máximo de atenção e
perfeição, realiza-las a seu tempo, prestar atenção nos detalhes, procurar intuir,
portanto não ser tão analítico e lógico, mas intuitivo, exaltar o coração e
fazer sempre sem trocas. Neste formato os encargos acabam por não serem tão pesados
e aspectos positivos podem ser observados, desde que a nossa atenção não sejam
nos esforços, mas na oferta do que se está fazendo.
Outro aspecto, que já comentamos no passado, refere-se aos tempos atuais – tempos de transição –
onde condicionantes cármicas estão acontecendo de forma rápida, intensa,
continua pois a oportunidade atual é ímpar, preciosíssima sob o ponto de vista
da alma e das próximas reencarnações.
Ninguém está tendo uma vida fácil, mas de nada adianta complica-la
ainda mais, assumindo “outras” obrigações, em especial aqueles que já se
conscientizaram de que novas Tarefas estão na eminencia de serem distribuídas.
A “oferta” para o Alto é a melhor postura, pois só assim
saberemos discernir com o que devemos ou com o que não devemos nos envolver.
Decidir-se após estados emocionais intensos, com certeza nos
levará a assumir ocupações desnecessárias ou nos fará transgredir carmas
alheios.
Não leva a nada e “atrasa” a todos.
O momento atual, momento em que decisões importantíssimas devem
ser tomadas, não podem contar com obrigações alheias, até porque ao sanarmos
condicionantes cármicas de terceiros, estes podem perder oportunidades que os
levaria a participarem de forma mais tranquila e segura nas decisões.
Os tempos são críticos, intensos, curtos e tudo vem se acelerando.
Saber avaliar prioridades é a maior exigência dos que estão nos
demandando.
Muita atenção no que fazer, como fazer e quando fazer.
Hilton