quinta-feira, 8 de junho de 2017

Ponderar antes de reagir.



A importância de saber ponderar diante dos fatos da vida.
Trigueirinho.

(texto de Trigueirinho – sublinhado Hilton)
Ponderar significa observar com atenção minuciosa. Significa medir e pesar todos os lados de uma questão antes de formar juízo sobre ela ou antes de
agir.
É requisito para uma ação interior profunda.

Portanto, precisamos dedicar-nos a avaliar amplamente os assuntos, a vê-los de diferentes ângulos,
e não só conforme a nossa própria reação. Precisamos aprender a considerar os pontos de vista dos demais, alargar nossas perspectivas.

Algumas atitudes são requeridas para nos tornarmos ponderados. A primeira delas é a sinceridade na aspiração e a determinação a evoluir, a ir adiante
mesmo que exista alguma reação nossa, mesmo que não estejamos dispostos. Para optar com correção temos, portanto, de diferenciar o que provém da natureza da alma, do interno do nosso ser daquilo que provém da personalidade, da natureza externa.

Outra atitude é a de não fazermos as coisas superficialmente em razão de alguma pressão externa, como prazos, debilidade física ou outras.
Mesmo quando o tempo parece que vai terminar, mesmo quando o corpo físico parece não estar bem, não podemos deixar de refletir e buscar perceber o que é mais indicado em dado momento. Se agirmos assim, com verdadeira ponderação, o tempo passa a ser suficiente, o corpo passa a responder de modo positivo e tudo começa a corresponder às nossas decisões mais íntimas.

A terceira atitude é a de não deixar a mente vagar por conta própria. A mente tem de se organizar e estabelecer as prioridades entre os assuntos do dia, para fazermos com ordem o que nos cabe.

Para conquistarmos essas atitudes precisamos de firme intenção e de esforço. Não nos tornarmos ponderados de um momento para outro. E necessário buscar tal qualidade com persistência.

Enquanto ponderamos, podemos ir além da nossa experiência se pedirmos sugestões ao profundo do nosso ser e aguardarmos em silêncio, porém sem criar expectativas. Podem então surgir ideias ou vislumbres de caminhos inusitados. Podem emergir sentimentos que não conhecíamos ou transformarem-se sentimentos antigos. Ponderar é usar todos os recursos de que dispomos: aqueles de que temos consciência e outros, da consciência superior, que se tornam acessíveis porque estamos receptivos.

Precisamos aprender a ponderar e não mostrar fraqueza. Isso significa refletir sem nos entregar a desânimos nem a pensamentos negativos. Conseguimos isso com a atenção treinada, com a qual seguimos nitidamente e com equilíbrio as etapas de um processo ou acontecimento.

Quando pedimos luz sobre algo, temos de observar como aquilo se desenvolve sem nos condicionar ao que já discernimos, pois sempre pode advir um fato novo, e o processo pode tomar outro rumo. Tudo o que discernimos é posto à prova, e precisamos continuar observando e buscando níveis mais internos da realidade.

Saber ponderar sem mostrar fraqueza leva-nos a mudanças importantes. Se tivermos essa reflexão incorporada em nossa vida, coisa alguma poderá nos surpreender. Passamos a prever os fatos e a entrever oportunidades ocultas nos acontecimentos. O inusitado deixará de ser incômodo ou fator de decepção.

Tendo aprendido a ponderar, ficamos diante do desenrolar da vida com muita simplicidade e naturalidade. Ficamos, também, preparados para suportar qualquer tipo de tensão. A ponderação tem, pois, repercussões profundas: com ela, por nada mais nos abalamos.

Hilton

terça-feira, 6 de junho de 2017

As paixões deixam de dominar.



Pensamento do dia 06 de junho de 2...

O Ensinamento é para ser constantemente reexaminado, para que se amplie, se atualize, para que fique o mais próximo possível de nossas ações. “ Quem não teme ver a luz tem olho de águia”, diz o Ensinamento Agni Ioga. “ Quem não teme entrar no fogo é de nascimento ardente. Quem não teme o invisível pode atravessar as trevas. Ao perdermos algo, nós nos livramos das paixões.” E, insistindo, o Ensinamento repete com novas palavras: “ Todas as ações devem ser permeadas pela purificante aspiração ardente.”
HPB.

Pois bem, temos algumas máximas transmitidas a HPB por seus Instrutores.
Quem não teme ver a luz tem olho de águia. A luz(no sentido de ser iluminado) deveria ser o motivo principal da nossa existência, e não a acumulação de bens materiais.
O homem se sente bem quando possui algo material e para isto abre mão da luz.( do despertamento interior)
Quem não teme entrar no fogo é de nascimento ardente, ou seja utiliza-se da sua base divina, original e impenetrável, para caminhar na aspereza dos solos, no rigor dos climas, na insensatez humana, assimilando e compreendo o que precisa para seu processo evolutivo. Não teme perder pois sabe que perdendo ganhará o novo.
Quem não teme o invisível pode atravessar as trevas. Compreendeu que a ignorância é a sua escuridão e ao enfrenta-la na busca pelo conhecimento, esta se dissipará.
Ao perdermos algo, nós nos livramos das paixões. As paixões são correntes e quanto mais intensas mais grossos tornam-se seus elos.
Não é a toa que a vida é recheada de perdas. Pessoas, objetos, status, sistemas, sempre se perde após certa convivência, pois temos o Universo inteiro para conhecer, para explorar e a Vida, na fase atual, nos empurra.
Posterior a esta etapa, este caminhar será sereno, tranquilo, alegre e nos conduzirá sem esta sensação de perda e de separatividade. As paixões deixam de dominar.

Todas as ações devem ser permeadas pela purificante aspiração ardente. Ou em outras palavras, pela fé.

O homem precisa aprender a ser conduzido, desacelerar seus desejos, reformular seus conceitos e valores, deixar de se espelhar nos outros e descobrir suas principais características.
O homem para si próprio é uma incógnita. Não sabe o que representa, de onde veio, para aonde vai, o que faz aqui e nem porque. Prende-se a atos mesquinhos, pensa sempre em si próprio, tem como meta a satisfação de seus desejos, por mais insanos que sejam, não respeita e não preserva.

Estamos no final de um ciclo. Sem a conscientização de certos valores, de nada adiantará.
Hilton

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Um dos aspectos do novo ser humano da Terra.

Pensamento do dia 05 e junho de 2...

Nossa raça atual, a Quinta, aproxima-se do se pode chamar éter interestelar – e assim torna-se menos material que antes, e tende mais à psicologia do que a física. “ A glândula pineal está muito mais relacionada com a alma e com o espirito do que com os sentidos fisiológicos do homem”. Estamos  a caminho do completo desenvolvimento dos sentidos da mente e da onisciência intuitiva da alma. Isso, sem contar com o estorvo que a matéria poderá produzir.
HPB.

Pois bem, temos informações interessantes de mudanças que irão ocorrer na integridade corpo-mente-alma.
O sentidos espirituais serão mais presentes do que os sentidos físicos e tenderão a ser dominantes.
A glândula pineal ainda um mistério para a ciência na fisiologia do corpo. Revela-se como o órgão da intuição, onde impulsos oriundos de outros planos, de outros Seres, das Hierarquias, manifestarão de forma mais intensa, mais presente e mais clara, nos dando acesso à Sabedoria Universal.

Éramos informados outra dia sobre a não necessária especialização, como ocorre hoje, onde a separatividade das informações nos transforma em seres incompletos.
Com a atividade da intuição o que faltar será preenchido de outra forma e nossas decisões tenderão a se tornarem corretas.

Segundo HPB: “Estamos  a caminho do completo desenvolvimento dos sentidos da mente e da onisciência intuitiva da alma. Isso, sem contar com o estorvo que a matéria poderá produzir”.
Ou seja, o ser humano irá interagir e se integrar com a universalidade da Vida. Deixaremos de ser indivíduos isolados do resto do Universo e a troca de conhecimentos, informações e experiencias de Seres semelhantes, irá nos  qualificar para decisões de âmbitos terrestres e não terrestres.
A matéria se torna neutra e não atrapalha como hoje acontece.
Hoje estamos todos doentes devido a um corpo emocional totalmente desequilibrado, gerando ações que desobedecem quase todas as Leis vigentes.
Finalmente iremos conhecer um estado de disciplina real, correto, não imposto mas natural. Isto nos integrará com os demais reinos, onde o respeito mútuo se transformará em colaborações alinhadas e evolutivas.

As mudanças previstas serão intensas e profundas, por isso da necessidade de outro meio ambiente na Terra e isto acontecerá no ato da transformação cíclica do planeta.


O panorama atual é crítico, perigoso, radicalmente negativo e vem se intensificando em seu desmoronamento. No entanto os recados são claros, a nova humanidade contará com todos os aspectos positivos, sob a regência de novas Leis e novas influencias.
Hilton

domingo, 4 de junho de 2017

Temos de entrar nesta espiral ascendente.

Pensamento do dia 04 de junho de 2...

Uma pequena história do ioga nos conta que o espirito das trevas pensava:
Como atar mais firmemente a humanidade à Terra?
Que sejam preservados os hábitos e costumes. Nada prende tanto a humanidade como as imagens comuns.”
E para isso as trevas trabalham incansavelmente.

Mas para aonde dirigir a vontade que é algo tão poderoso e desconhecido da maioria, e onde colocar o pensamento e a aspiração?
Ao mesmo tempo de focalizamos nosso interior, temos de aprender  a nos dirigir para o espaço infinito, para mundos superiores e para os seres que já ultrapassaram nosso atual estágio e aguardam nosso menor sinal para se coligarem conosco e nos instruírem nas coisas do Universo.
HPB.

Pois bem, esta pequena estória simboliza com exatidão como nos distraímos das verdades repetindo indefinidamente os hábitos e costumes.
Estamos presos a hábitos e costumes, a preconceitos, a esquemas contínuos de repetição, onde o ato de pensar vem diminuindo.
Somos extremamente repetitivos no cotidiano da vida, sempre fazendo as mesmas coisas, nos mesmos horários, em todas as oportunidades, e quando novas aparecem, repetimos o que já havíamos feito em situações anteriores.
Perdemos a criatividade, a lucidez, a iniciativa, em troca do marasmo da mesmice, da repetição.
Isto se tornou mais poderoso quando surgiu a televisão, sucessora do rádio, que hipnotizou a todos. Houve uma adesão unanime a uma fonte de “distração” que nos tornou mais lentos, mais preguiçosos e mais entregues, limitando assustadoramente a iniciativa de buscar outras fontes de conhecimento.
Parece que a televisão supre todas as necessidades, pois fomenta ardentemente as ilusões.

Como dizem as forças involutivas: . Nada prende tanto a humanidade como as imagens comuns.
Tem sido assim e assim vem se consolidando. Temos sido afetos às imagens comuns e isto tem bastado.

No entanto para os aspirantes ao mundo espiritual, temos de aprender  a nos dirigir para o espaço infinito, para mundos superiores e para os seres que já ultrapassaram nosso atual estágio e aguardam nosso menor sinal para se coligarem conosco e nos instruírem nas coisas do Universo.
Esta não é uma missão impossível. É algo viável, positivo, realizável, mas como tudo na vida exige esforços, disciplina, desprendimentos, desapegos, quebra de preconceitos e o simples desejar autentico emite às fontes externas, nossa vontade.
Não contatamos, mas seremos contatados, pois Eles sabem a qual ponto poderemos ir e o que poderemos absorver.
De certa forma basta, inicialmente, não nos prendermos às ilusões, aos hábitos e costumes.
A criatividade é  expansão e a expansão é evolução.

Temos de entrar nesta espiral ascendente.
Hilton

sábado, 3 de junho de 2017

Estamos aquém da época e do tempo em questão.



Pensamento do dia 03 de junho de 2...

Através dos séculos viemos acumulando hábitos e costumes, o que densificou nosso pensamento. E serão necessárias modificações até físicas, para que haja alterações em conceitos estratificados existentes na humanidade.
São necessárias portanto mudanças drásticas em nossa vida física e mudanças ainda mais drásticas na realidade física da superfície do planeta.
Nossos contatos internos são prejudicados pela instabilidade de ânimo e fraqueza de concentração. As ocupações pessoais predominam, e nem todos criam o tempo necessário para as comunicações com os planos internos da vida e do próprio ser.
A busca do conhecimento direto, que nos leva à espiritualidade maior, pede aspiração a alcança-la e prioridade para essa meta.
Sem a espiritualidade maior ser a meta, pouco se consegue alcançar no caminho ascendente.
Sabe-se que só os melhores e os mais simples se tem dedicado a cultivar tal aspiração. Mas quem vive na mediana consciência, sem inquietações, acaba tomado pelos preconceitos, e a vida cotidiana e convencional mata os impulsos delicados da alma e do espirito.

Uma chave importante dentro da espiritualidade é não dedicarmos apenas as horas ociosas para a busca de sintonia com o mais Alto, mas realmente imbuirmos toda  a nossa vida dessa aspiração.

Pois bem, de forma clara e explicita, estamos sendo informados de que as mudanças prevista serão radicais, adaptando o novo ser humano da Terra para que se qualifique no seu continuísmo evolutivo em um solo sagrado.
Temos como premissa básica neste contexto humano, a troca do DNA pelo GNA, terminando a hereditariedade e abrindo condições para que os impulsos sejam efetivamente utilizados e não desprezados como ocorre no livre arbítrio.
No entanto, pede-se para que certas mudanças ocorram em cada individuo que aspira a espiritualidade, nas condições atuais.
São pedidos simples, cabíveis e depende basicamente de uma reorganização de procedimentos, onde estaremos trocando a postura errada pela certa.

Temos nos deixado levar pela postura pessoal, onde o egoísmo e a competitividade predominam as aspirações humanas. Rever certas atitudes pode ser um passo importante e simples de ser feito.

A busca do conhecimento direto, aquele que se ganha pela intuição, pela aspiração, pelo vislumbramento, já ocorre com todos, mas são desprezados pois não vemos nada de “pratico” nestes ganhos, exatamente porque não pertencem a este mundo, mas a todos os mundos em todos os tempos.
Temos de perceber este sexto sentido e para isto basta somente observarmos. Observamos os detalhes, as pequenas coisas, os movimentos, ver o sagrado em tudo o que acontece, aquietar-se continuamente, não exacerbar nenhum movimento, atitude, pensamento. Com isto mudaremos.

Uma questão de simples postura, de ausência de julgamentos, irá muda-lo e permitirá que você se aprofunde onde antes bastava analisar a superficialidade do que acontecia e radicalizar atitudes.

Só os melhores e mais simples se tem dedicado a cultivar tal aspiração. Melhores porque prestam a atenção, observam, não radicalizam, não criticam, não interferem, pois sabem que tudo o que acontece tem um motivo especifico para acontecer, e que envolve inúmeras Leis as quais nos submetemos.
Mais simples pois aprenderam que a simplicidade é a forma com que o universo foi constituído, sendo assim os que ainda não compreendem sabem que estão aquém da  época e do tempo em questão. Portanto, é preciso dedicar-se com afinco para recuperar o “tempo perdido”.

Vejam que mudanças simples de postura e de pensamento farão a diferença entre sermos o que somos e sermos o que deveríamos ser. 
Hilton