Pois bem, considerando que alguns mantem interesse em continuar
instruindo-se para o Trabalho de “ser – espelho”, passaremos a comentar sobre os
Reinos e a vida planetária da Terra. Para isto, de forma resumida, seguiremos o
opúsculo dos livros A Criação e Glossário Esotérico ( ambos de Trigueirinho)
– Editora Pensamento.
Cada parte abordará aspectos resumidos dos Reinos em um
nível que possamos compreender.
O gráfico constante desta 1ª parte descreve a sequência evolutiva
que um ser percorre ao longo da sua trajetória evolutiva. Cabe ressaltar que o
livre arbítrio é uma experiência especifica para alguns seres humanos, entre os
quais os habitantes da superfície terrestre na 3ª dimensão.
Outro aspecto de destaque vai para os pássaros, pois uma das inúmeras
funções da sua espécie é a interface entre o Reino Espiritual – Dévico –
Humano.
No momento, estas frágeis criaturas ajudam a manter o pouco equilíbrio
que nos resta no campo psíquico, para que possamos ter um mínimo da razão para sobreviver.
Estamos no limite desta razão, correndo sério perigo da autodestruição.
No geral, o ser humano por desconhecer coisas tão elementares, não
consegue posicionar-se adequadamente, exigindo maciça interferência de civilizações
extraterrestres para que possamos, pelo menos, cumprir etapas mínimas desta fase
evolutiva.
Especificamente, o Reino Dévico não segue nossa linhagem
evolutiva, pertencendo a outros sistemas evolutivos, diferente da humana.
Os seres elementais, da mesma forma que os dévicos, acompanham a
base inicial da vida projetada, em que um
ser passando pelo Reino Mineral alcance o Reino Espiritual.
Nesta trajetória, a partir do Reino Humano, onde a alma foi
individualizada, a ascenção fica a critério de cada um. Destaca-se com isto a
intenção de afirmar que evoluir torna-se um desejo individual, e não sofre
interferências como a que se procura resumir numa frase que muitos gostam de
pronunciar: “se Deus quiser!”
Hilton
Os
Reinos - 1a Parte
Os Reinos são setores da Vida
Universal, campos de evolução para os seres que a compõem. São
expressões dela e manifestam-se em diferentes planetas ou mundos, sejam eles
físicos ou sutis. Estão disseminados pelo cosmos e assumem as mais variadas
formas, em distintos níveis de existência.
No decorrer de sua escalada evolutiva, os seres transferem-se
de um Reino a outro. Em cada um deles, desenvolvem qualidades e passam por
aprendizagens específicas.
O Reino humano desempenha uma função
determinada na corrente evolutiva: por ter intelecto, corresponde ao nível
consciente do planeta. Os Reinos infra-humanos (o animal, o vegetal e o
mineral) correspondem ao subconsciente da Terra, e os reinos supra-humanos
o espiritual e outros mais elevados), ao seu supra consciente.
Interagindo com todos esses Reinos estão o elemental e dévico: o elemental
provê a substância para os demais viverem suas experiências, enquanto o
dévico cria os meios para isso.
Cada Reino tem funções e metas precisas e
inter-relaciona-se com os demais, complementando-os. É regido por uma
Entidade que lhe transmite os padrões a atingir. Ela o abarca por
inteiro, é a sua consciência. E as regências de todos os Reinos,
reunidas, por sua vez formam uma Entidade mais abrangente.
São possíveis transmigrações de seres do mesmo Reino de um
universo para outro. Na etapa atual, todos estão tendo oportunidade de dar
um passo mais largo no caminho
evolutivo, rumo à sutilização. O Reino mineral aperfeiçoará a
capacidade de atração magnética; o vegetal aprimorará a capacidade de doação e irradiação,
que deverá ser cada vez mais pura, e desenvolverá um princípio de pensamento,
porém de forma inconcebível para nós; quanto ao Reino animal, passará do
instinto gregário de hoje a um sentido social com base na energia da alma nele
nascente.
Eis
parte da trajetória da essência de vida conforme as leis evolutivas deste
sistema solar:
À medida que a percepção interna dos membros do Reino
humano se intensifica, seu relacionamento com os outros Reinos torna-se mais criativo
e pauta-se mais fielmente pela Lei da Harmonia. Eles sabem então que existe
uma só meta, geral e não fragmentada, para todos os seres.
Figueira.

