terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Os Reinos - 2a Parte - Reino Elemental.

O Reino Elemental.

Na base da corrente e evolutiva da Terra está o Reino elemental, sustentáculo da expressão da Vida. Ele trabalha em colaboração com o Reino dévico e preenche com a própria substância os moldes sutis de tudo o que é tangível. O trabalho conjunto desses dois Reinos prepara as formas para absorverem a força-de-vida da consciência que as habitará.
Entre os elementais existentes na Terra há os gnomos (elementais da terra), as ondinas (elementais da água), as salamandras (elementais do fogo) e as sílfides (elementais do ar). São corporificações das forças dos elementos, que, estimuladas para o cumprimento de tarefas, tomam a forma de seres.
Os elementais desempenham papel no equilíbrio da vida da matéria. Criados para cumprir determinada tarefa, após concluí-la são dissolvidos em sua sutil substância de origem. Mas alguns subsistem por um período e perambulam pelo mundo etérico.
Há também elementais que surgem artificialmente, a partir da força do pensamento ou do desejo humano, e interferem no trabalho dos devas. Mas, como tudo no universo é guiado por energias inteligentes, essas criações do psiquismo humano acabam por desaparecer nos éteres, passando a ser regidas por leis de harmonia.
Invocações que costumam ser feitas às forças e aos entes elementais não são adequadas aos dias de hoje, pois dizem respeito a etapas pregressas da espécie humana, No futuro a humanidade terá contato consciente com os elementais, mas por intermédio do Reino dévico que conhece o Plano Evolutivo, e não diretamente.
Figueira.

Pois bem, no gráfico enviado, temos os elementais como base da 1ª etapa da “projeção da essência de vida em universos materiais”.
Desenvolvem um Trabalho bem especifico, ao fornecerem os moldes sutis com a própria substancia, o que está se materializando. São atuantes e presentes em todos os momentos, pois a vida em formação é continua e constante.
A maior parte dos seres elementais, que o homem se relacionou, foram com os seres do ar e da água – gnomos e ondinas (sereias). Estes respondem a estímulos do plano astral – plano inferior ao da alma. Os do ar e do fogo – salamandras e sílfides tem maior sintonia com a energia mental elétrica..
Como os seres elementais são corporificações dos mundos das formas (matéria), estão sujeitos a impulsos involutivos devido às forças caóticas profundamente enraizadas aqui na Terra.

 Figura representativa, aos olhos humanos, dos seres elementais.











No passado, em épocas remotas fizeram parte de vários rituais negativos influenciando pessoas e ambientes.
Hoje ainda predomina, em certos rituais, esta característica negativa, onde o homem intercede negativamente comprometendo-se ainda mais.
Este Reino tem atividade própria e não deveríamos invoca-los, por mais “bonitinhos” que os transformamos,  pois podem seguir estruturas de comando das forças involutivas.
Há também elementais que surgem artificialmente, a partir da força do pensamento ou do desejo humano, e interferem no trabalho dos devas: ou seja, podem desarticular a manutenção das estruturas criadas e em desenvolvimento, no entanto ressalta-se que em cada nascimento dão sua contribuição  na formação da nossa prole e dos demais reinos.
Muitas vezes trazemos forças obscuras e de difícil controle para nossa casa, considerando a aparência gentil que os transformamos, sem se dar conta dos poderes negativos ali existentes.
O homem desconhece a maioria das forças existentes e pouco se instrui a respeito. A ignorância tem sido o palco de grandes sofrimentos que poderiam ser evitados, se fizéssemos o que viemos aqui para fazer, aprender a se conhecer e evoluir.
Parece que ainda não temos tempo para isto.
É interessante salientar que temos várias estruturas de apoio, de ajuda, de formação, de desenvolvimento, de sustentação, de elevação, que sequer imaginamos, mas nosso foco tem sido essencialmente nas atividades da matéria, somente, e com isto temos perdido inúmeras oportunidades de perceber e coligar-se com tantas ajudas disponíveis.
Somos compostos de vários “corpos”, físico, mental, emocional, etérico, de luz, anímico, monádico, entre outros e para cada um deles super estruturas de ajuda se manifestam. Nossa desatenção tem nos privado de darmos saltos incríveis na escala evolutiva.

Precisamos mudar!
Hilton

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Os Reinos - 1a Parte.

Pois bem, considerando que alguns mantem interesse em continuar instruindo-se para o Trabalho de “ser – espelho”, passaremos a comentar sobre os Reinos e a vida planetária da Terra. Para isto, de forma resumida, seguiremos o opúsculo dos livros A Criação e Glossário Esotérico ( ambos de Trigueirinho) – Editora Pensamento.
Cada parte abordará aspectos resumidos dos Reinos em um nível que possamos compreender.
O gráfico constante desta 1ª parte descreve a sequência evolutiva que um ser percorre ao longo da sua trajetória evolutiva. Cabe ressaltar que o livre arbítrio é uma experiência especifica para alguns seres humanos, entre os quais os habitantes da superfície terrestre na 3ª dimensão.
Outro aspecto de destaque vai para os pássaros, pois uma das inúmeras funções da sua espécie é a interface entre o Reino Espiritual – Dévico – Humano.
No momento, estas frágeis criaturas ajudam a manter o pouco equilíbrio que nos resta no campo psíquico, para que possamos ter um mínimo da razão para sobreviver. Estamos no limite desta razão, correndo sério perigo da autodestruição.
No geral, o ser humano por desconhecer coisas tão elementares, não consegue posicionar-se adequadamente, exigindo maciça interferência de civilizações extraterrestres para que possamos, pelo menos, cumprir etapas mínimas desta fase evolutiva.
Especificamente, o Reino Dévico não segue nossa linhagem evolutiva, pertencendo a outros sistemas evolutivos, diferente da humana.
Os seres elementais, da mesma forma que os dévicos, acompanham a base inicial da vida projetada, em que um  ser passando pelo Reino Mineral alcance o Reino Espiritual.

Nesta trajetória, a partir do Reino Humano, onde a alma foi individualizada, a ascenção fica a critério de cada um. Destaca-se com isto a intenção de afirmar que evoluir torna-se um desejo individual, e não sofre interferências como a que se procura resumir numa frase que muitos gostam de pronunciar: “se Deus quiser!”
Hilton

Os Reinos - 1a Parte

      Os Reinos são setores da Vida Universal, campos de evolução para os seres que a compõem. São expressões dela e manifestam-se em diferentes planetas ou mundos, sejam eles físicos ou sutis. Estão disseminados pelo cosmos e assumem as mais variadas formas, em distintos níveis de existência.
No decorrer de sua escalada evolutiva, os seres transferem-se de um Reino a outro. Em cada um deles, desenvolvem qualidades e passam por aprendizagens específicas.
      O Reino humano desempenha uma função determinada na corrente evolutiva: por ter intelecto, corresponde ao nível consciente do planeta. Os Reinos infra-humanos (o animal, o vegetal e o mineral) correspondem ao subconsciente da Terra, e os reinos supra-humanos o espiritual e outros mais elevados), ao seu supra consciente. Interagindo com todos esses Reinos estão o elemental e dévico: o elemental provê a substância para os demais viverem suas experiências, enquanto o dévico cria os meios para isso.
      Cada Reino tem funções e metas precisas e inter-relaciona-se com os demais, complementando-os. É regido por uma Entidade que lhe transmite os padrões a atingir. Ela o abarca por inteiro, é a sua consciência. E as regências de todos os Reinos, reunidas, por sua vez formam uma Entidade mais abrangente.
São possíveis transmigrações de seres do mesmo Reino de um universo para outro. Na etapa atual, todos estão tendo oportunidade de dar um passo mais largo no caminho evolutivo, rumo à sutilização. O Reino mineral aperfeiçoará a capacidade de atração magnética; o vegetal aprimorará a capacidade de doação e irradiação, que deverá ser cada vez mais pura, e desenvolverá um princípio de pensamento, porém de forma inconcebível para nós; quanto ao Reino animal, passará do instinto gregário de hoje a um sentido social com base na energia da alma nele nascente.

Eis parte da trajetória da essência de vida conforme as leis evolutivas deste sistema solar:
                            















À medida que a percepção interna dos membros do Reino humano se intensifica, seu relacionamento com os outros Reinos torna-se mais criativo e pauta-se mais fielmente pela Lei da Harmonia. Eles sabem então que existe uma só meta, geral e não fragmentada, para todos os seres.
Figueira.
      

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Espelhos - 8a Parte - Fim.

Quando a paz interior se refletir em tua consciência humana, os sentidos calarão e a meta da tua existência ficará mais evidente. Amarás a simplicidade, e nela conhecerás a essência de todas as coisas.
Cabe a ti, como ser-Espelho em formação, criar e manter um ambiente receptivo à Hierarquia espiritual. A busca de canais por onde fluam as sutis correntes do cosmos é a preparação de uma aura luminosa para a humanidade inteira. E uma colaboração ao surgimento de uma vida acima de conflitos. Mas o porvir, o nascimento de uma civilização aperfeiçoada, pede à consciência esvaziamento de conceitos e de ideias conhecidas. Requer transformações. Não resistas a elas.
Nas tempestades da vida o ser-Espelho é um para-raios, e por isso a têmpera de teus canais de contato deve suportar descargas potentes. Elege a Unidade em tua conduta e serás forte.
Se mantiveres a consciência cristalina, aprofundarás o contato com a Realidade. Aquieta os pensamentos, pois são como pedras atiradas em superfície delicada. Entrega-te à Vontade Superior e silencia-te, para que te cheguem o mensageiro e a mensagem, unidos, como estão a luz e o calor nos raios de sol.

Pois bem, a paz interior reflete o aquietamento do corpo emocional. Trabalhar a meta da existência é a única forma de alcançarmos este aquietamento.
Temos de saber que estamos aqui para aprender a viver, e este processo é um eterno aperfeiçoamento.
Enquanto nossa consciência não perceber esta necessidade, nos sentiremos confusos, solitários, perdidos.
Os tempos atuais, tempos de crise e mudanças profundas, acentua esta necessidade. Percebe-se claramente que as pessoas estão confusas, os governos caóticos, a sociedade sem rumo, a ciência descontrolada, pois não se percebeu a real necessidade da nossa existência.
Isto está por terminar. Não será da forma que gostaríamos, mas acontecerá pois a meta primordial para esta raça humana, de uma forma ou de outra será alcançada.
É inexorável que cada um chegue a esta conclusão e para isto o tempo se eterniza, então quanto mais lucidez tivermos melhores são as chances de vencermos esta etapa de difícil aprendizado.
Como ser-espelho, grande é a responsabilidade em retratar esta realidade e o exemplo é o único caminho.
Muitos vem perdendo as esperanças. As decepções parecem não ter fim. Para cada coisa bem feita surgem duas mal feitas. É um tempo de crises. Mas isto ocorre por estarmos fora do “eixo” e numa rotação muito aquém da necessidade.
Nas tempestades da vida o ser-Espelho é um para-raios, e por isso a têmpera de teus canais de contato deve suportar descargas potentes. Elege a Unidade em tua conduta e serás forte.: é preciso estar consciente desta responsabilidade, pois as atenções serão dirigidas para o ser-espelho tendo em vista sua responsabilidade - é a materialização dos braços de uma Hierarquia.
Fim do tema – Espelhos.
..........................................................................
Observação: O tema Espelho em questão, assim como os anteriores e os próximos, devem ser um ensaio para que cada um possa fazer seus estudos complementares, desdobrar-se nas pesquisas e reflexões, a fim de solidificar estes novos conceitos e ao se autoconvocar poder prestar um Serviço real e verdadeiro.
O individuo que não se convenceu ou que não tem tempo, deve afastar-se para que energias contraditórias não se misturem com os autoconvocados e não atrapalhe. 
Como temos anunciado esta autoconvocação não exclui os carmas condicionados e não altera o destino de cada um. Trata-se de tarefas além das metas estabelecidas, portanto, irá exigir novos sacrifícios e muita determinação. Podemos considerar um acumulo de funções.
O amparo e as ajudas só irão se manifestar no momento da plena convicção desta autoconvocação. É algo que tem de vir de dentro do coração.

Portanto, para aqueles que ainda não sentiram esta necessidade, o melhor é afastarem-se para não se sentirem confusos, atrapalhar ou fazer um desserviço.
Hilton

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Espelhos - 7a Parte.

Na vivencia do serviço terás novas instruções. Por enquanto, coloca em prática as que recebeste e não te esqueças do que realmente te chamou a este caminho, pois será fácil te distraíres no percurso.
Necessitarás sempre da fé. Ela tem de ser cada vez mais profunda, e assim cada vez menos te apoiarás em fatores externos. O exercício da pura fé prepara a consciência para dominar forças densas e dirigir-se ao que lhe está reservado. É um preparo requerido para os que buscam o Espírito, porém para os Espelhos tem valor especial por afastar interferências nos contatos.
É também a fé que faz despontar na consciência a luz do Akasha, o grande Arquivo do cosmos.  Todo ser-Espelho chega à revelação da existência desse Arquivo, uma descoberta interna e individual, que ninguém pode proporcionar-te externamente.
No Akasha estão registradas as informações sobre o universo. Dele provém o conhecimento evolutivo que possa surgir na mente de um ser humano. Contatarás esse Arquivo por intermédio dos núcleos internos da tua consciência, mas para alcançá-los haverás de manter-te em harmonia.

Pois bem, entrar no Serviço pode, a princípio, parecer o mesmo que caminhar no escuro com a solidão.
Não é uma frase animadora e bonita, se levarmos em conta os parâmetros que conhecemos e utilizamos na vida material, mas encontrar sua motivação e beleza também será uma conquista.
Quando estamos em serviço, nosso coração é acolhido e abraçado por todos aqueles que estão compartilhando.
Espelhar um impulso superior manifesta um sentimento de acolhimento de cima e de baixo, ou seja, do Plano Maior e daqueles que abraçam estas oportunidades. Não há manifestação física nesta seara, pois o reconhecimento se dá em outro nível.   
“cada vez menos te apoiarás em fatores externos” : os fatores externos estão contaminados. Vivemos num ambiente envolto em energias muito negativas, viciadas, poluídas com material espúrio e insalubre. Ao espelharmos, trabalharemos com energias limpas, saudáveis, portanto de origem extraterrestre, tendo em vista as condições deploráveis do nosso ambiente físico, mental e astral.
O texto cita a necessidade de que não aconteça interferências e isto é considerado uma prova para o ser-espelho, pois este precisará manter determinados padrões que o coloquem acima destas interferências. Este será seu maior desafio.
Para tudo comparamos e julgamos, e normalmente nos tomamos como referência. Isto se dá pelo fato de sermos egocêntricos e esquecermos que acima de nós encontra-se o Criador. Este erro tem sido crucial e tem induzido a inúmeras falhas.

Akasha – Arquivo do cosmos: pois bem todo o cosmo, consequentemente todos nós, tem um arquivo que acumula informações da nossa trajetória, desde nossa origem. Como ser humano da 3ª dimensão, temos acessos extremamente restritos, pois não teríamos possibilidade de  nos manter com certo equilíbrio na vida física se soubéssemos o que já fomos e fizemos, mas está lá e oportunamente estas informações será acessadas.

Na medida que possamos espelhar algo de útil e saudável para esta humanidade, determinados acessos ao Arquivo, sobre a evolução dos mundos, serão permitidos com a finalidade de aumentar o nosso grau de conhecimento e trabalho, assim compartilharemos impulsos específicos e necessários para esta transição planetária.  
Estas possibilidades são necessárias para termos expectativas do continuísmo da vida e sua ascenção.
A maioria não conseguiu absorver esta necessidade, de tão iludidos que ficaram com “os planos e as ambições” na vida física, lutando essencialmente pelas efêmeras conquistas materiais.


Harmonia: eis um grande desafio para todos, em especial para aqueles que se autoconvocaram para “espelhar”. Nada flui no universo sem harmonia. Por mais caótico que possa parecer aos nossos olhos, por trás existe inúmeros fatores harmônicos.
Pois bem, qual a dificuldade para compreender estes estados harmônicos? Nosso livre arbítrio, onde geralmente quebramos o passo e criamos o descompasso, anulando em certas ocasiões o continuísmo. Sem este continuísmo provavelmente não chegaremos até aonde se encontra a harmonia.
É preciso para o ser- espelho exercitar a fé para continuar o que parece improvável, impossível, desnecessário e coisas do gênero, onde simplesmente tomamos decisões baseadas no nosso desanimo e preguiça.
O grupo em especial, passa continuamente por estes processos, pois como grupo também precisa espelhar.
A motivação precisaria vir de todos. A critica pode ser produtiva, corrigir rumos, adaptar novos fatores, mas jamais descontruir.
Os membros de um grupo precisam ficar  atentos para não cair nas armadilhas do ego que procura desagregar, mantendo a que custo for o continuísmo para alcançar a harmonia, independente do caos externo.

Muita atenção! 
Hilton










segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Espelhos - 6a Parte.

Percorreres o trajeto para o Conhecimento  é como te ergueres das planícies e vales para montanhas elevadas; quanto mais te é dado ver, menos podes dizer da amplidão do horizonte que descortinas.
Cultiva o silêncio. O silêncio e a perseverança são o alento dos Espelhos. Toma-os como prumo e mantém-te sensível à Revelação, muitas vezes sutilíssima.
Para captares o que não é óbvio, observa-te a ti mesmo. Não há laboratório mais completo que a própria consciência e os próprios corpos. No entanto, não precisas procurar formas especiais para afinar a sintonia. Se te dedicares a suprir as necessidades apresentadas, essa tarefa, em si, te proporcionará o que precisas para o teu desenvolvimento interno.
Deixa a mente tranquila. Na quietude, a verdade se aproxima sem embaraços e te dá o conhecimento do que deve ou não ser transmitido.
Nunca, porém, ambiciones experiências sobrenaturais. Melhor que elas é a sensibilidade ao Bem. Mais de uma vez as Hierarquias mostraram que necessitam de colaboradores confiáveis, com aura límpida e consciência receptiva ao imponderável.
Figueira.

Pois bem, a busca incessantemente pelo conhecimento precisa ser o foco da nossa vida material. Não é suficiente o conhecimento que supre as necessidades e ambições da matéria, pois precisa ser completado pelo conhecimento espiritual.
Normalmente, a maioria para na primeira e não se preocupa com a segunda, eliminando desta forma a única coisa que justifica o continuísmo das vidas seguintes – o aprendizado.
Ao reencarnarmos começamos sempre do zero: aprendemos a respirar, falar, andar, e todas as demais rotinas que farão parte da nossa sobrevivência, portanto, repetimos, repetimos, repetimos as mesmas coisas continuadamente. Se não focarmos na aquisição do conhecimento espiritual , a repetição assume e nada faremos de novo na vida material.
Somos ensinados a perseguir a opção da rotina, da mesmice, da repetição, pois quem nos influencia aqui na Terra não nos quer nesta outra seara, e para isso usa um artificio muito simples: nos ocupar o tempo todo com nossas ilusões e nos inundar de informações passadas e ultrapassadas.

A maioria segue estas regras e não percebe o que perde ao abdicar de ter o controle sobre si mesmo. O medo é um sentimento excepcional para nos manter nesta característica, através de ameaças e manipulações contínuas.

Ora, o destino está traçado, portanto quando nos dedicamos aos assuntos evolutivos seguimos nosso destino primordial. Os ajustes positivos e negativos, sob nosso ponto de vista, são as condicionantes cármicas que temos, inexoravelmente, de cumpri-las, ou seja, não interfere no destino primordial.
Poucos conseguem perceber, a não ser que estejam voltados para ampliar seus conhecimentos espirituais, pois as ilusões são habilmente manipuladoras e muito convincentes.

“Cultiva o silêncio. O silêncio e a perseverança são o alento dos Espelhos. Toma-os como prumo e mantém-te sensível à Revelação, muitas vezes sutilíssima”: A revelação é sutilíssima. É preciso muita atenção e concentração pois usamos, ainda, pouco da nossa capacidade mental, mas com o uso e a insistência isto vai se alterando e a percepção aumenta. Como se diz: a pratica leva à perfeição.
O silencio verbal e o mental podem ser treinados com os estudos e a reflexão, portanto, temos opções de sair deste domínio ilusório que nos prende. Então, basta “achar tempo”, algo super simples na medida que formos separando as distrações.
Temos a convicção que estamos aqui para nos distrairmos e que isso é necessário. Temos de aprender a nos distrair de outra forma, mais produtiva, mais completa onde sempre algo evolutivo poderá ser associado.  

observa-te a ti mesmo”: surpreendentemente, só prestamos atenção nos outros. Isto nos distrai mas não nos capacita a sermos melhores, pois pouco saberemos sobre nós mesmos se não nos observarmos. Os outros podem espelhar nossas próprias condições, mas uma hora temos de voltar para dentro e decidir o que devo parar de fazer, o que devo melhorar e o que devo começar.

Deixa a mente tranquila. Na quietude, a verdade se aproxima sem embaraços e te dá o conhecimento do que deve ou não ser transmitido: Temos de aprender a ser oportuno e não oportunistas.


“Mais de uma vez as Hierarquias mostraram que necessitam de colaboradores confiáveis, com aura límpida e consciência receptiva ao imponderável”: pois bem, está é a meta em ser-espelho e na medida que isto for cultivado, aprimora-se o ato de colaborar e este se tornará teu principal objetivo, pois verás que é a melhor forma de Servir.
Hilton

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Solidão.


Esta foto pode ser bem inspiradora, pois muitas vezes nos sentimos assim, ilhados e sozinhos.
Esta sensação sempre nos levar a buscar pessoas, movimentos, ações ao nosso redor. Esta sensação de isolamento, de solidão tem sido rechaçado por quase todos.
A solidão faz parte da nossa constituição espiritual, pois o caminho evolutivo é solitário, uma vez que cada um se encontra num determinado ponto deste caminho. Não existem duas pessoas no mesmo ponto em todo o multiverso (todos os universos).
No entanto, a adesão ao Serviço nos leva, naturalmente, aos contatos. Sejam estes acima, abaixo e no mesmo nível de consciência que nos encontramos.
A solidão é equivalente à aquele intervalo entre a inspiração e expiração. É naquele momento em que somos intuídos, somos inspirados pela nossa alma.
Ocorre em todos os seres vivos. No reino mineral são as contrações, no reino vegetal a eclosão que ocorre em todos os estágios da sua vida, no animal e humano os intervalos da respiração.
Sem a solidão não evoluímos, pois ela incita sairmos do ponto que nos encontramos para o próximo ponto a ser alcançado. Isto é absolutamente individual.

Esta busca que fazemos por ações, movimentos e pessoas, o tempo todo, não permite que muitas coisas que acontecem e eu as perceba. Ao me distrair continuamente, deixo passar incríveis oportunidades de ascenção mental na minha evolução espiritual. Sem a percepção mental a sensação é de que nada acontece, nada progride, fica sempre tudo igual.
É uma sensação fantasiosa da nossa mente, incitada continuamente pelas forças involutivas que trabalham intensamente para que não percebamos as ações evolutivas que somos submetidos.
Digamos que muitos caem nestas armadilhas e aprisionam-se por anos, por vidas, sem ter a noção do que se passa internamente no seu ser. É uma forma inteligente de nos distrair quando são aflorados sentimentos negativos do isolamento, onde nos vemos “ilhados” no mundo.
É preciso superar estas armadilhas e isto se faz na solidão, ao fazermos reflexões a respeito.
Todos, sem exceção passam por momentos de solidão. Ela faz parte do estágio da vida nesta 3ª dimensão. Se assim não fosse estaríamos condenados para a eternidade a viver sob o julgo e domínio das forças negras.
A solidão acontece constantemente. Deveríamos respeitar este momento ao percebermos que nos sentimos solitários. Digamos que são oportunidades para refletirmos se o caminho que estamos percorrendo, as coisas que estamos fazendo, as relações que nos envolvemos, o foco que nos concentramos e as distrações que adotamos devem ou não ser mantidas. Se mantidas aonde podemos aprimorá-las, senão quando devemos dispensá-las.
No livre arbítrio temos que, continuamente, tomar decisões. Muitos não percebem, mas isto acontece o tempo todo.

Quando a solidão acontece, a oração é uma ação prudente e generosa, pois nos religa aos nossos “instrutores” e podemos ser inspirados a decidir de uma forma mais oportuna e coerente com nosso caminho.
Estar solitário não significa estar SOZINHO. Estar solitário é uma necessidade dos nossos atributos espirituais para ascender no caminho evolutivo.
Na solidão, às vezes é bom estar sozinho, pois precisamos refletir e tomar decisões que não podem ser influenciadas por opiniões alheias aos nossos assuntos internos.
Ninguém tem possibilidade de opinar corretamente em nossos assuntos internos, no entanto, o aconselhamento pode ser de bom grado, pois certos conselheiros podem ter vivenciado algo parecido. Sempre será algo parecido, mas nunca igual.

Todos precisam de uma relação com pessoas que a elas podemos atribuir certos critérios evolutivos no plano espiritual, pois assim poderemos sanear dúvidas neste nosso curto e precioso tempo, mas há de ser ter bom discernimento para esta decisão.
A vida nos leva a ter vários “mestres” e “conselheiros”. Alguns no plano físico e muitos no plano espiritual.
A maioria das pessoas descarta a do plano espiritual, pois não tem “tempo” para reflexões. É o mesmo que desprezarmos o intervalo de tempo entre a inspiração e a expiração, um átimo, somente.
Aconselhar-se somente no plano físico, sem a devida reflexão é o mesmo que usar 30% e desprezar os outros 70%, ou seja, sempre ficará incompleto e muitas vezes incompreensível, por isso que certos “conselhos verdadeiros” não nos tocam.

Vejam que evoluir é um conjunto de coisas a ser feitas, entre elas mudanças de postura, de conceitos, de rotinas, de relacionamentos, de posicionamento, de decisões, enfim, alterar significativamente como se vive.
Como se vive é útil para um certo tempo, após este tempo é necessário mudar, atualizar-se, pois os momentos evoluem, as épocas mudam, os movimentos passam a ser outros.
Estamos viajando no espaço sideral, no planeta Terra, na Via Láctea, portanto, em cada momento estaremos em um novo lugar, com novos padrões, novas energias, novas influencias cósmicas. Tudo e todos sofrem estas novas influencias e estas acontecem exatamente porque estamos caminhando, não estamos parados.


Reflita, repense, reaja.
Hilton

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Espelhos -5a Parte.

Não te acomodes à situação geral do mundo. Enquanto tocares o chão desta Terra, teus corpos a ela pertencerão; mas, mesmo que teus pés a tenham como base, deixa-te elevar ao infinito e já não serás prisioneiro. A Vida te fez gigante para chegares às mais altas moradas, e te fez pequeno para passares pelas estreitas portas da existência superior.
Deixa-te impregnar de puras vibrações. Permanece sempre pronto a alimentar o Bem em todos à tua volta. Sê uma fonte de estímulo, um referencial de boa disposição e de fé na Hierarquia. Essa ampliação da sintonia com o Bem que os Espelhos impulsionam é também um serviço de purificação: sutiliza os ares e permite que raios benéficos do cosmos cheguem a todos os níveis deste necessitado planeta.
Que tuas ações se tornem germes da harmonia vindoura. Os dons dos seres-Espelhos são o fermento da Nova Consciência. Embora o futuro a ti não pertença, dele não te podes descuidar. A preparação do porvir é hoje a realização da Vida nesta Terra, e todos como tu são os semeadores.
Simples é o caminho para o porvir. Mais que por palavras, delineia-se na prática da verdade. Afinal, sem uma chama acesa, como pode o fogo dar-se a conhecer?
Figueira.

Pois bem, o ato de servir é algo comum a todos. É inerente ao ser humano e todos fazem. Mesmo os que servem às forças involutivas, também serve. Portanto o “serviço” está no nosso DNA. Sendo assim é uma simples questão de escolha. A quem irei servir?
Esta escolha atende necessariamente o livre arbítrio, sendo assim posso escolher.
Não há como ficar de fora, não escolher, não servir, é uma posição que tem de ser tomada, inexoravelmente.
Por ilusório comodismo muitas vezes deixamos de fazer, mas mesmo assim estamos fazendo. Neste caso pela omissão ao não fazermos, poderemos estar servindo interesses escusos que nos intuiu para sermos omissos, preguiçosos e aparentemente “neutro”.
Ao atendermos os anseios da alma, para a adesão ao Serviço, precisaremos estar na escalada evolutiva. Temos de aprender, ganhar conhecimento, ser mais sábio, ter coragem superar os medos, vencer a preguiça, enfim, desabrochar.
As forças negativas nunca nos deixarão em paz, pois é assim, é uma Lei neste estágio da 3ª dimensão. Desta forma estas forças, indiretamente, trabalham para o bem na medida que expõem nossos sofrimentos e nos faz reagir.
Toda esta conotação muda completamente na nova era após a transformação global onde novas Leis e novos critérios irão ascender o ato ao Serviço.
Mudar de uma fase para outra compete a nós mesmos. Enquanto me contento como sou e o que faço nada muda, portanto evoluir é uma decisão interna.
Somos eternos, portanto tenho a eternidade para decidir sobre minha vida e meu caminho.
O momento na Terra exige o “espelhamento” da libertação. Na vida material pouco há o que se fazer, pois as condições para a sobrevivência estão esgotando seus limites. A humanidade continua na corda bamba e o livre arbítrio permite ações catastróficas, mas a Terra vem sendo o foco de Hierarquias que atendendo a nosso emérito  defensor, Jesus, canaliza energias elevadas para esta transição planetária.

Precisamos “espelhar” estas energias para que a maioria possa se despertar desta grande ilusão que vive.
Enfim reflita sobre suas ações e sua participação neste contexto.
Hilton

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Espelhos - 4a Parte.

O que agora sabes sobre comunicações internas e seus desdobramentos são setas que levam tua consciência às praias de um grande e desconhecido mar. Daí em diante ela terá de mergulhar e seguir o caminho marcado pelas pérolas; mas estas são diferentes das que encontraste antes, pois não podem ser colhidas. São as mesmas para todos os que penetram águas profundas.
Enquanto percorrias as veredas da vida pessoal, pudeste recolher contas para o teu colar. Mas agora, chegando às vastidões abissais, depararás com tesouros que a ninguém pertencem.
Que desde já evites acumular, porque a vida interior pede esvaziamento. Para a plenitude instalar-se em teu ser é preciso dar espaço à infinita grandeza dos mundos sutis. A renovação constante é própria da vida interior, que não deixa nada permanecer estanque. E o desapego do conhecido e do habitual é a sua marca.
Que te adestres na arte de interligar mundos e energias e aceites com naturalidade o sacrifício. A comodidade e a satisfação de expectativas não te ajudarão a alcançar metas elevadas. E nunca olvides que a renúncia deixa ainda mais reluzente a joia do Serviço.
Figueira.

Pois bem, assim que despertar o ser–espelho em você, desdobramentos irão acontecer.
Os medos irão testá-lo. Siga adiante, anseie pelo desconhecido, comunique-se e num determinado momento, inesperado sempre, muitas respostas virão.
O ser-espelho trabalha com a sabedoria dos mundos e sua performance estará aliada ao seu preparo e desdobramento, portanto, preparar-se, enfrentar desafios, vencer o desânimo e a preguiça precisa ser uma constante na vida.
A solidão será mais presente, pois há necessidade de que reflitas mais e com mais profundidade, portanto, não deves te distrair da forma que todos fazem. A solidão é percebida num primeiro momento, pois em seguida se sentiras acolhido.
Nunca mais serás o mesmo e muitos perceberão, mas é preciso continuar pois o perfil médio atual das pessoas comuns não lhe cabe mais. Não se trata de ser mais ou ter mais, mas de redirecionar o potencial que está em você para o Serviço.
A decadência mundial vem se acentuando em escalas inimagináveis. Isto poderá deixa-lo confuso devido aos choques de conceitos que serão “espelhados” por voce. Se sentirás desenquadrado, mas trata-se de uma sensação do teu corpo emocional que durante vidas e vidas viveu em desalinhamento.
Precisará triar com muito discernimento as opiniões alheias, pois a maioria ainda se mantem em níveis elevados da grande ilusão.
Terás de seguir firme e determinado para cumprir suas novas Tarefas. Não deves se desviar, pois já será palco de muitos olhares e observadores. Alguns empenhados a colaborar com teu fracasso, mas alguns a unir-se e ajuda-lo com as tarefas que lhe cabe.
Encontrarás o apoio que precisas nas orações, mas pessoas irão surgir na sua vida que desencadearão outras ascensões maravilhosas.
A ajuda, invisível fisicamente, se manifestará na tua consciência, pelo instinto, pela intuição, pela inspiração.
“a vida interior pede esvaziamento” : este é um detalhe que não pode ser esquecido, pois o que aprendes não deve se acumular e deves lembrar-se que o que aprendeu hoje deve ser atualizado amanhã. É uma renovação continua, constante, lembrando-se que não existe verdade absoluta.
“Que te adestres na arte de interligar mundos e energias e aceites com naturalidade o sacrifício”: ser-espelho reflete novos padrões, novas energias, nova vivencia interior e exterior, portanto, sempre haverá choques com o agora. Isto deves suportar.


Se estiveres convencido destas necessidades, passe a “espelhar”.
Hilton

domingo, 7 de janeiro de 2018

Espelhos - 3a Parte.

Espelhos – 3ª Parte.

Os Seres-Espelhos lidam com a essência que subsiste sob as formas exteriores. Portanto é em nível profundo que deves atuar. Teus atos de vem ser um sinal, uma luz para os que ainda são indecisos, e devem sugerir-lhes a direção para a existência real.
No universo interior não há distâncias nem fronteiras, tampouco regras fixas a seguir. Busca penetrar a luz de todas as essências, estar além das formas e conceitos. Assim, poderás ser um fio de união entre os planos terrestres e os mundos sublimes.
Concentra-te no profundo. Ali as diferenças se dissolvem e a unidade se dá a conhecer. Saibas que a coligação com a essência de cada partícula é a via de contato com a existência cósmica e com os reinos que habitam as dimensões do universo. Como Espelho, farás essa coligação.
Adere à unidade e avança. Se detiveres a marcha, perderás o momento marcado para a tua chegada; se caminhares com altivez, ficarás cercado de brumas que não te deixarão ver o caminho. Aprende a baixar os olhos e a colocá-los na trilha para não te desviares. Deves superar cada escarpa que surgir no percurso e não recuar, pois novos serão teus horizontes.
Figueira.

Pois bem, ser espelho exige certa disciplina e muito empenho.
Quando temos a oportunidade de representar o Alto aqui na Terra, estaremos, verdadeiramente, vivendo. O que temos feito não passa de mero cumprimento cármico onde nem isto temos conseguido fazer a contento, portanto, a vida da maioria das pessoas tem sido tão monótona e tão extenuante.
Imagine carregar um grande peso e ao invés de caminharmos numa reta até um local em que será descarregado, ficarmos dando voltas em torno de si próprio. Assim tem sido com as pessoas de forma geral, aonde o peso se acumula, a distância aumenta, os círculos se tornam maiores e verdadeiramente não saímos do lugar.
Temos de reaprender a viver, selecionar os valores verdadeiros, ter coerência, ter objetivos que possam envolver as vidas futuras, aprender a orar, aprender a amar e deixar ser conduzido.
Temos nos mantido em cima de coisa supérfluas, passageiras, ridículas sob o ponto de vista essencial. Temos tentado encobrir nossos erros com certas ações caridosas, bondosas, ecologicamente corretas em um mundo que, essencialmente, será completamente transformado.
É preciso ater-se ao essencial, naquilo que nos dará a oportunidade real de servir e ser útil. Tentar espelhar o Céu na Terra com certeza será uma grande oportunidade de sairmos desta mediocridade.

Reveja suas ações, suas opções, suas decisões, seu foco, sua atenção. É preciso retomar o caminho original. Este caminho sempre esteve à nossa disposição, mas continuamente nos desviamos, face as ilusões que nos deixamos seduzir.
Hilton

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Espelhos - 2a Parte.

Espelhos – 2ª Parte.

Em sintonia com os Espelhos do cosmos, podes experimentar uma existência mais ampla. Nos momentos de prova ou quando fores chamado para uma tarefa maior, essa dádiva te ajudará. Na verdade, nada te sustentará tanto como os fios inquebrantáveis que te unem com a realidade transcendente, raiz do que há de mais sublime nos universos.
Cabe-te assumir responsabilidade por teu crescimento nessa senda. É um compromisso entre o teu ser e a Verdade, sem necessidade de testemunhas. A decisão de abrir o próprio caminho é uma premissa da tua tarefa.
Os passos são: construir as bases, depois elevar as paredes, para então habitar a nova Morada. Mas busca antes de tudo a Fonte de Vida dentro de ti, e teu regente interior guiará todos os instantes da tua existência.
Nessa ascese, captarás as linhas básicas do que há para ser feito, mas alguns elementos sempre  permanecerão incógnitos, de modo que a criatividade e a luz da tua consciência possam expandir-se.
Por ter essas características, a tarefa de um ser-Espelho é sempre um desafio.
Figueira.

Pois bem, na decisão de colaborar como um ser-espelho, podemos dizer que o mundo ao nosso redor se transforma.
As injustiças passam a não ser tão injustas; o mal passa  a ter a conotação de ajustes necessários; a importância das coisas, dos fatos, dos argumentos, das necessidades se tornam menos importantes; a disputa, a competividade, a contenda tornam-se premissas antigas, desajustadas; a ordem e a organização começam a ser melhor compreendidos, mesmo que aparentemente pareçam um caos; a compaixão substitui a dó, a pena, a piedade; amar passa a ser um sentimento menos exigente, mais altruísta; passamos a interferir menos e aceitar mais; enfim os conceitos passam a ser outros, a inteligência se expande e o equilíbrio se acentua.
Nesta condição novas responsabilidades começam a surgir e não são mais encaradas como encargos, mas como serviço, como tarefas que serão assimiladas naturalmente, pois aquela sensação de estarmos sozinhos, desaparece.
Como diz o texto, a criatividade entra em um outro patamar, pois a intuição manifesta-se continuamente.

O desafio é contínuo e constantemente seremos testados, até que ponto estaremos dispostos a “avançar”.
É uma outra etapa de “vida”, onde as oportunidades passam a ser percebidas em cada movimento, em cada atitude, em cada situação.

Pois bem, desperte-se ou continue adormecido.
Hilton