Muitas
são as modificações que estão ocorrendo em todos os níveis da Terra e seres que
habitam a sua superfície. A aproximação entre os planos mental e emocional
(que, com a purificação planetária, serão fundidos um no outro) está trazendo
uma maior percepção do caos implantado no mental coletivo da humanidade.
A
ampliação da consciência humana está sendo levada adiante com grande impulso; mas, para que essa
consciência alcance os níveis superiores, os estados intermediários deverão ser
transcendidos. Como isso não se observa na maioria dos casos, o homem acaba
permanecendo em contato com a vida nas
camadas psíquicas terrestres, que estão, neste momento, em completo
desequilíbrio. Por esse motivo, a energia estimula a humanidade a desapegar-se
da vida material, e a desidentificar-se dela.
Figueira.
Pois bem, estamos passando por mudanças imensas. São perceptíveis
mas não são percebidas com clareza, pois o ser humano luta desesperadamente
para não mudar o que conhece, o que se acostumou a ser, além do fato de que mudanças
nunca foram bem vindas.
Esta luta contra as mudanças obedece costumes milenares, onde o
medo sempre se fez presente e dominante em todas as épocas das vidas anteriores,
estando portanto, arraigado ao nosso ser.
A fusão do plano mental com o emocional faz parte da nova composição
do ser humano, já em ato. No entanto, temos um emocional desequilibrado com um
mental altamente racional que tem se apoiado quase que totalmente nas
possibilidades finitas, perecíveis e inconstantes do plano material.
Estas características procedem da desinformação sobre nossa estrutura
primordial, composta por duas metades: a física e a espiritual. Enquanto estas
duas metades não tiverem o mesmo grau de importância e atenção da nossa parte,
tudo ficará disforme, descontrolado e incompreensível.
“A
ampliação da consciência humana está sendo levada adiante com grande impulso; mas, para que essa
consciência alcance os níveis superiores, os estados intermediários deverão ser
transcendidos.”; portanto, dependemos da
necessidade de superarmos os estágios intermediários, ou seja, compreendermos
melhor nossa composição física-espiritual. Sem a devida atenção para com os
aspectos espirituais, seremos sempre uma metade mal compreendida.
As 3 perguntinhas básicas do “quem sou”, “onde estou” e “para aonde vou” são perguntas
que não podem ficar sem respostas e isto exige uma busca continua e constante
que nos levará a uma ampliação da consciência, inexoravelmente.
Na fase atual, em ato o processo de transformação do ser humano, a
falta de informação a respeito desta composição física espiritual, nos deixa um
denso vazio que acaba sendo preenchido por este psiquismo coletivo, muito
negativo e em completo desequilíbrio, como cita o texto.
O desapego da vida material, que nada tem a ver com qualquer tipo
de abandono, gera a perda da intensa identificação com aquilo que é mutável,
perecível e disforme, ou mera ilusão, para nos colocarmos no que é eterno,
sútil e real, onde o medo não encontra chances de crescer e proliferar.
Desta forma, simples mudanças de posturas, ideias e foco podem
trazer novos alentos ainda não considerados, permitindo que imensa ajuda se
manifeste.
Cabe lembrar que toda a ajuda precisa da nossa permissão.
Hilton