Em
um autêntico processo de busca não há compulsão,
nem excesso de indulgencias. É por devoção à energia que o ser penetra na
harmonia e no silencio. A cada ser cabe uma atarefa, e somente a entrega ao seu
eu superior pode dinamizar o potencial que permitirá cada um cumpri-la adequadamente,
segundo o que é indicado pelo Plano Evolutivo. Portanto, o relacionamento comum
e o modo de vida normal dos homens não deveriam permanecer quando se entra
neste processo, sob pena de retardar ou mesmo paralisar todo o seu caminho
sutil.
Figueira.
Pois bem, a vida por si só é um tremendo desafio e de tempos em
tempos passamos por provas mais intensas
ou menos intensas, que precisam mexer e questionar a etapa que nos encontramos.
Nestes momentos de provas, a solidão é a primeira expressão.
A solidão é necessária e faz com que nos afastemos dos
demais, instintivamente, para que possamos decidir e agir sem grandes interferências
externas. Neste ato a decisão passa por retrospectos de vidas anteriores onde
fatos semelhantes já ocorreram, o que nos leva a ter sensações repetitivas. Isto
reforça ou muda as decisões anteriores. Eis a questão no processo evolutivo,
reforçar ou mudar.
Não é algo perceptível como a descrição que se faz agora, mas é
real e leva em conta os erros e acertos do passado. Reforçar ou mudar virá de
acordo com o novo nível alcançado para que erros possam se consertar
Neste vai e vem, vamos nos libertando dos processos inconvenientes
que podem estar impedindo o processo evolutivo.
Na busca não há compulsão ou
indulgencias, ou seja, uma neutralidade precisa ocorrer. Digamos que uma
certa indiferença deve ocorrer para que as emoções não desviem as decisões.
No geral as pessoas temem este processo, pelo desconforto que
ocorre, sem considerar o processo do aprimoramento.
A indiferença pode ressaltar, erroneamente, um afastamento. É uma
simples ilusão.
Cada vez mais temos de ser neutros, cada vez mais temos de focar
nas tarefas definidas. Uma tarefa bem
cumprida liberta, eleva, desapega, mantem a neutralidade e não interfere, ou
seja, não há manifestações emocionais.
“A
cada ser cabe uma tarefa” : isto é fato,
e para que isto ocorra há necessidade da pratica do discernimento e do sacrifício.
Tarefas grupais, mais fáceis e simples de serem realizadas, serve
para nortear tarefas individuais, que podem ser consideradas mais complexas
devido à nossa insegurança.
Numa tarefa grupal a união de todos em cima de um objetivo comum abarca
e canaliza intenções sagradas que cada um poderá manifestar de forma mais
intensa e potencializada. A união de um grupo, física e espiritualmente, em
cima de um objetivo comum, permeia padrões de energias, Seres e Estruturas de
Trabalho que individualmente poucos conseguiriam atrair.
O que estamos para realizar com a Mãe de Todas as Almas, será um amplo resgate de pessoas
desencarnadas que estacionaram em um determinado nível de consciência, mantendo
estados de sofrimento por longos períodos por não terem conseguido acatar
impulsos internos que os tirasse deste processo.
Infelizmente isto ocorre no plano astral e no plano que nos
encontramos. Aqui também há pessoas
totalmente estacionadas em um dos estágios da vida, submetendo-se aos mesmos padrões
de sofrimento, dor e desilusões.
Nesta tarefa grupal estamos seguindo instruções especificas e
determinadas, somando-se no grupo o potencial de cada um, para que no dia 16 de
dezembro um único conjunto de intenções manifeste-se.
Será com a soma destas intenções que a explosão do acolhimento irá
acontecer e vencerá o desapego daqueles indivíduos desencarnados que viram na Luz (emanada pela Mãe de Todas as Almas), sua libertação.
Esforcem-se, concentrem-se, entreguem-se, procedam com ampla dignidade,
força, fé, confiança e sacrifício. Em algum momento da nossa jornada terrena, alguém
já fez isto por nós.
Hilton