A
atuação das energias nos planos interiores é potente e decisiva. Em muito maior
proporção um ser ajuda a humanidade e colabora evolutivamente na transição (que
já está em ato neste planeta), se permanecer centrado no seu núcleo de
consciência interno.
Não
há mais tempo para pactos com o que será dissolvido no iminente holocausto
libertador. O chamado é para o serviço e não há maior serviço do que permanecer
unido ao centro daquilo que, no cosmos, governa a evolução da vida manifestada.
A
solidão é o prenúncio da eternidade. Abraçando-a, veem-se claramente todas
essas realidades.
Figueira.
Pois bem, um pacto interno tem a necessidade básica de 2 fundamentos: entrega e compaixão.
A entrega é uma postura
de submissão. Submissão ao Maior, ao Pleno, ao
Criador.
É uma oferta para que as necessidades do “todo” superam as individuais.
Desta entrega surgem as ajudas, o inusitado, os milagres, o que é imponderável
e imprevisto, pois os impulsos não seguem regras conhecidas pelo ser humano,
mas seguem regras do conceito evolutivo para os indivíduos, para os reinos,
para o planeta.
A submissão no ato da entrega irá caracterizá-lo como um indivíduo
comprometido com o Serviço, que aceita sua ignorância mas não a torna
impeditiva de realizar o contexto Maior.
A submissão traz no livre arbítrio, o consentimento para que “forças plenas” gerem ações essenciais no âmbito
coletivo.
Sem esta submissão, selecionaremos o que fazer mediante uma visão
distorcida, emocionalmente desequilibrada, arbitrária e poluída com interesses
que foram acumulando-se ao longo de vidas desalinhadas.
A compaixão é
necessária para não pré selecionarmos, segundo nossos critérios ilusórios,
nossa forma de ser e de agir, julgando quem deve e quem não deve, quem merece e
quem não merece. Ao entrarmos em Serviço e fazer o que precisa ser feito, sem
analises racionais e limitadas pela personalidade do passado, estaremos
alinhados com as ajudas.
Como diz o texto, “não há mais
tempo para pactos com o que será dissolvido com o iminente holocausto libertador”.
Ora, se o principio das mudanças será a troca do DNA para o GNA, percebe-se que
estas serão intensas, profundas e irá atingir todas as estruturas do planeta.
Nos agarrarmos, neste momento, somente a valores materiais é a
certeza do insucesso individual na transição em ato.
“A
solidão é o prenúncio da eternidade”, ou seja, na
solidão diminuiremos as distrações, as ilusões e o que nos afasta do equilíbrio
necessário para perceber de que forma colaborar.
Fique atento, focado e vigilante. Os contatos são inusitados e manifestam-se
sem prévio aviso.
Hilton