segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Passos Atuais - 126a Parte. Flexibilidade.


Crescerás em consciência e capacidade à medida que te tornares flexível.
Figueira.

Pois bem, mesmo que não pareça, somos muito inflexíveis.
Podemos até aceitar determinadas situações que nos contrariam, mas mesmo assim continuaremos contrariados, portanto a inflexibilidade manteve-se.
Estamos caminhando para situações inusitadas em toda a face da Terra.
Teremos de nos adaptar rapidamente. Pensar rápido, agir rápido e flexibilizar constantemente.

O inaceitável, o intolerável, o indesculpável, serão argumentos que não terão nenhuma chance perante os fatos inusitados que iremos enfrentar.
Agora é o momento de reavaliarmos certas posturas, certas posições e flexibilizar.
Viveremos momentos em que sequer, teremos tempo de pensar. A ação precisará ser intuitiva, imediata e não poderá levar em conta a lerdeza que hoje levamos até que uma ação se torne efetiva.

É conveniente ser ágil, desconsiderar perdas materiais, não pensar, como sempre fazemos, na reposição de objetos e bens perdidos.
Hoje é fato, a vida seja, humana, animal ou vegetal, tem sido desconsiderada pela manutenção de posses e de bens.

Entramos na fase da repaginação de conceitos, parâmetros, paradigmas. Tudo será alterado, mudado, reformulado, pois as novas Leis já se sobrepõem as atuais Leis cármicas.
O ser humano entra numa fase de uma nova dinâmica vibracional, principalmente considerando que o Sol estará proativo na emanação de energias solares que vem se alterando a cada dia.
O ser humano tem ficado mais intolerante aos raios solares e a cada momento isto será mais intenso, pois seremos readaptados com uma nova constituição genética devido às mudanças na superficie terrestre.

Flexibilidade: uma palavra importante e oportuna para os tempos atuais.


Hilton

segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

Passos Atuais - 125 a Parte. O despertador já tocou várias vezes. Logo ele cessará de nos chamar.


Quando um ser está acordado, sua consciência está desperta nos níveis materiais e neles focalizada. Se, estando acordado, ele passa a ter consciência de outro nível, diz-se que ele despertou naquele plano, ou que está sonhando acordado.
Com os olhos internos, um estudante percebeu uma estrada asfaltada e reta, cujo final não era visível. Via-se apenas o trecho imediato a ser percorrido. Embora a estrada tivesse uma faixa central separando as duas pistas, era um caminho estreito e sabia-se que seguia em uma única direção: só para a frente. Havia um grande buraco no meio da pista, com troncos em seu interior e circundado de cavaletes, de modo a ficar bem sinalizado.
A indicação que a imagem trazia, como impressão interna, era a de não se parar para consertar a pista. Não haveria tempo para isso. A ordem interna era seguir, sem se ocupar mais de reparos pois estes não  seriam mais prioritários. Importante era seguir.
Figueira.

Pois bem, percebem que o texto, de forma clara, manifesta a etapa atual da vida?
Não há mais tempo e nem possibilidade de se consertar o que está errado.
Vivemos uma fase da etapa final deste ciclo planetário que consertar o que precisa de conserto é uma perda de um tempo preciosíssimo, que não pode e não deve ser desperdiçado.
Atingimos uma conjuntura global que os problemas criados são inconsertáveis, mesmo com toda a boa vontade do mundo, se esta existisse.
Literalmente cabe e compete a Deus arrumar o que foi desarrumado pelo livre arbítrio humano, da qual falhamos de forma espetacular e magnificamente desastrosa.
Não se reverte mais o que se inverteu.
Valores, tradições, conjunturas, comportamentos, conceitos, parâmetros, conseguimos distorcer ao longo dos milênios tudo o que foi paulatinamente e exaustivamente ensinado, transmitido e orientado por Seres ao longo da nossa jornada terrena.
Não fizemos tudo sozinhos, mas permitimos que forças involutivas agissem estimulados pelo desamor, pelo egoísmo, pela ganancia e pelos medos que manifestávamos em cada atitude praticada.

O sonho do estudante nos traz uma visão clara de que parar para consertar, na etapa atual,  não é o que se deve fazer.
Devemos seguir adiante, continuar no caminho, balizarmo-nos pelas guias da estrada e mantermo-nos alinhados na esperança de que para algum lugar estamos sendo direcionados pela compaixão divina.
Vamos seguir o caminho, orientarmo-nos pelos princípios mais elevados do eu interno. Manifestarmo-nos no amor, no altruísmo  e para isso precisamos superar nossos medos.
Esta postura é essencial para as decisões que teremos de tomar. Outra postura, além desta, será perda de um tempo preciso demais para se perder.

A Terra será recuperada, pois seu destino é nobre e a fará pertencer aos mundos evoluídos.
Teremos de anular este carma planetário, claro, mas esta oportunidade também virá da compaixão divina no ato da transição em curso.

É preciso saber o que se deve fazer no curso atual da vida. Não devemos viver aleatoriamente, jogar com a sorte, passar o tempo, deixar-se levar, pois este tem sido nosso comportamento ao longo das vidas vividas e o resultado é este que conhecemos, onde a insatisfação, o medo, a insegurança jogam-se frequentemente no nosso “colo”.
Somos donos do nosso tempo, do nosso destino e das nossas metas, portanto estas devem ser traçadas e perseguidas, por uma questão evolutiva.

Temos visto tanta gente preocupada com tantos problemas que esqueceu-se. Esqueceu de si próprio, das próprias metas, do caminho que precisa percorrer, pois distraído demais traiu a própria alma que, desesperadamente, o vem buscando para um despertar que nunca acontece.

O despertador já tocou várias vezes. Logo ele cessará de nos chamar.
Hilton

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

Passos Atuais - 124a Parte. Mamonas Assassinas


Mamonas Assassinas, anteriormente chamada de Utopia,[1][2] foi uma banda brasileira de rock cômico formada em Guarulhos em 1990. Seu som consistia numa mistura de pop rock com influências de gêneros populares, tais como sertanejobregaheavy metalpagode romântico,[1] forrómúsica mexicana e vira. O único álbum de estúdio gravado pela banda, Mamonas Assassinas, lançado em junho de 1995, vendeu mais de 3 milhões de cópias no Brasil,[3][4] sendo certificado com disco de diamante comprovado pela ABPD.[5] Com um sucesso "meteórico", a carreira da banda (sob o nome Mamonas Assassinas) durou um ano e meio, de outubro de 1994 a 2 de março de 1996, quando o grupo foi vítima de um acidente aéreo fatal sobre a Serra da Cantareira, o que ocasionou a morte de todos os seus integrantes, causando grande comoção nacional.[1][2][4][6] A banda continuou influenciando a cena musical nacional e sendo celebrada mesmo décadas após seu fim.
Wikipédia.



Tive na noite passada uma experiencia interessante.
Fui levado ao show dos Mamonas Assassinas no Plano Astral.
Foi um show interessante, dado as circunstancias, mas creio que as experiências durante o show foram o que se destacou.
Esta banda, na sua época no plano material, foi descontraída, fora do contexto e da sequencia das demais. Teve uma ascenção vertical muito rápida. Atendia todos os públicos, desde as crianças, adolescentes, adultos até os velhos. Não seguia as regras dos demais e foram muito criativos. Tiveram uma ascenção muito rápida em vários países da América do Sul, finalizando após um acidente aéreo em que todos morreram.
Misturava ritmos musicais de várias origens com rimas engraçadas e infantis.

No show, aparentemente, via-me numa espécie de palco, mas depois vi que não era especificamente um palco. O cenário moldava-se de acordo com o ritmo da música, uma mistura de gêneros musicais e letra intransigente.
Havia muita gente alegre e feliz. O som espelhava-se em ondas coloridas, entre curtas e compridas, variando segundo os graves e agudos, creio eu.
Vi-me assistindo a tudo isso.
Tudo à minha volta se mexia, pessoas, palco, a banda, sem fronteiras e barreiras de separação. Senti que poderia estar no palco ao lado deles, mas também na plateia vibrando com intensidade, ou mais distante, simplesmente apreciando. Deslocava-me segundo minha vontade.
No espaço do evento tudo acontecia diferentemente do que eu conhecia. Tudo cabia num único lugar com todos, assim como todos cabiam em todos os lugares. O tempo parecia sem função, como se tudo estivesse suspenso.
As pessoas à minha volta, mortos por sinal, segundo nossa concepção atual, vibravam alegremente. Não se tratava de dançar intensamente, mas  vibrar com intensidade. O som, o ambiente e a alegria misturavam-se e cada um vibrava com mais ou com menos intensidade. Não era dançar, era viver, creio que incorporar o momento que ali acontecia
As ondas sonoras moviam-se gradualmente, mesclando cores incríveis com vibrações intensas. Absorvia-se estas cores e estas vibrações com o corpo todo e isto causava sensações incríveis.
Com certeza as drogas e álcool que, aparentemente funcionam em nosso meio, não teria efeito, pois as sensações ocorriam segundo a vontade e o local que se desejava estar.
A intensidade sonora acontecia segundo minha vontade, ou seja, vibrava mais ou menos dependendo de como queria absorver as ondas sonoras luminosas enviadas pelo conjunto.
Os garotos da banda tocavam e cantavam com muita alegria. Parecia que eles estavam tocando para mim, tipo uma oferta, uma musica especial, uma melodia que fazia todo o sentido para o meu eu interior. A musica e o ritmo atendia a todos, mas ao mesmo tempo particularizava para cada um.
Não eram as musicas tocadas por eles aqui na Terra, eram outras.
Não havia tumulto, aglomeração. As pessoas estavam juntos e ao mesmo tempo curtiam juntas e isoladamente.

Foi intenso.
Quis saber porque foram para o plano astral tão rápido e no auge da fama.
As explicações são várias, mas as que me chamaram a atenção foi o fato de que a Terra já tinha entrado na fase da ausência de lideres em todos os aspectos da vida humana.
Outro aspecto interessante foi o fato de que esta banda se destacava pela inocência que despertava nas pessoas e que não agradava forças poderosas que não compartilhavam dividir a atenção da população com isto. Já tínhamos entrado na era do negativismo, da negação total das Leis, do contraditório, da confusão mental que já estava sendo acentuada e deveria se espalhar por todo o planeta, devendo prevalecer até o final dos tempos deste ciclo planetário.
Infelizmente isto tem sido levado adiante com ferro e fogo.

Tais garotos tiveram uma oportunidade incrível, mas nosso ambiente já estava por demais deteriorado para mantê-los.
Perdemos como temos perdido inúmeros indivíduos com grandes virtudes. Os poucos que restam estão sendo “afogados” pela desconsideração, o desamor da humanidade que deixa-se influenciar pela negação das Leis, pela preguiça, pela ociosidade e omissão em fazer o que precisa ser feito.

No entanto, os Mamonas Assassinas permanecem no plano astral, cumprindo o que aqui não puderam fazer: destacar a inocência, a descontração, a alegria em coisas simples e descomplicadas.

Foi uma experiencia bem diferente.
Quis compartilhar com todos, como tenho procurado fazer. É muito difícil descrever estas sensações, pois certas coisas não tem tradução, mas creio que deu para se ter uma ideia.
Por outro lado, é bom saber que o Plano Astral mantem a vida de quem para lá se move,  segundo os critérios que cada um adotou na última reencarnação.
Da alegria pessoal provem a alegria geral, do amor pessoal provem o amor universal, da compaixão pessoal provem a compaixão do Plano Maior.
É como somos aqui, como aqui nos manifestamos, que estaremos no Plano Astral.


Hilton

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Passos Atuais 123a Parte. Nascemos para isto.


Misericordiosa é a presença da Lei.
Ela vos chama, mas não pela compulsão, nem pelo temor, pela promessa de dadivosos prêmios celestiais. Sois chamados porque vosso Espírito respondeu ao Comando Maior, e inexorável será vosso encontro com a verdadeira vida. Portanto, não desperdiceis a preciosa energia que poderia estar sendo canalizada para a manifestação da suprema Vontade-Poder nos éteres da Terra, regando com ela plantas que já feneceram.
Dai da pura água às sementes que aguardam o sagrado toque para germinar. Esta é a vossa tarefa, este deve ser o vosso labor.
Figueira.

Pois bem, o texto chama nossa atenção para o verdadeiro Trabalho: “Dai da pura água às sementes que aguardam o sagrado toque para germinar .”
Poucos se atentam ou percebem.
Qual o motivo real da nossa existência?
Servir para evoluir.
Ainda há muita confusão a esse respeito, pois sempre fomos “explorados” em todas as circunstancias para com a vida, que nos obriga sempre a fazer.
Estas obrigações, nada mais são que os frutos verdadeiros dos desejos da alma.
Servir não é ceder sempre, não é ser submisso, não é escravizar-se; é algo extremamente relevante no caminho espiritual, no caminho evolutivo.
Esta grande confusão nos tornou arredios a certos compromissos que a mente racional julga ser uma atitude de submissão.
Jesus veio e nos Serviu. Seu Serviço foi relativamente simples, considerando seu único objetivo, nos tirar da escuridão, nos tirar da ignorância.

Podemos fazer o mesmo?
Sim, podemos fazer na medida que nos preparamos e nos sintamos preparados para faze-lo.
Não posso fazer o que não acredito mas posso fazer muito, mesmo que não tenha total firmeza, quando exerço esta disposição com absoluta sinceridade, honestidade,  convicção e fé.
Inexplicavelmente forças, energias, impulsos, ajudas, se manifestam quando exerço o ato de Servir nestas condições.
Todos nós temos um tutor, ou um anjo da guarda, ou um protetor, enfim seja o nome que se queria dar; a assistência se manifesta quando elevo-me no ato do Serviço.
O Serviço, o ato de Servir, segue rigorosamente as mesmas condições que Jesus e tantos outros Seres iluminados, manifestaram-se para o reino humano.

Nascemos para isto.
Nascemos para Servir e no Serviço aprenderemos coisas incríveis sobre a vida, sobre a existência, sobre o destino, sobre o universo.  
Tolo é aquele que deseja ser servido, pois dele será retirado a oportunidade do conhecimento.

Em seu último livro, Stephen Hawking diz que não há possibilidade de Deus existir em nosso universo. Certíssimo, não há possibilidade Dele existir em nosso universo, pois Ele é, simplesmente, o universo.
Da mesma forma, não adianta procurarmos um encontro com Deus, pois Ele está em nós e nós estamos Nele.
Mas, precisamos descobri-Lo dentro de nós e este é o grande motivo da nossa existência.
Sair da ignorância, tornar-se neutro e equilibrado. Só assim iremos concebe-Lo em nós.

“Dai da pura água às sementes que aguardam o sagrado toque para germinar. Esta é a vossa tarefa, este deve ser o vosso labor.”


Hilton

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Passos Atuais - 122a Parte. Viver na Terra sem ser da Terra.


Da aproximação de extremos pode resultar tanto em luz quanto uma explosão. Isso depende de um delicado equilíbrio que, no ser, pode ser alcançado pela oração desinteressada.
Figueira.

Pois bem, estamos vivendo o tempo dos extremos.
Todos os conceitos, paradigmas, referencias, estão sendo levados às últimas consequências com radicalizações jamais vistas.
Na realidade estamos limpando o “fundo do poço”. Estamos exaltando todas as controvérsias, pois há uma confusão de conceitos, os quais muitos tem se mantido contrario às Leis Divinas, que estão com os dias contados nesta fase cíclica final.
Foi preciso que isto acontecesse, afinal, temos o livre arbítrio e a capacidade de experimentar os extremos.
Experimentamos e utilizamos os extremos e percebemos que o desequilíbrio acentuou-se. Percebe-se que pouquíssimos coadunam com as Leis em curso, respeitam os mais simples paradigmas e mantem-se fieis aos princípios elevados, pois a explosiva necessidade do “ser”, do “ter” e do “poder” supera limites simples do bom senso.

Se imaginarmos o pendulo de um relógio de parede podemos observar sua oscilação, ora pra direita, ora pra esquerda, passando pelo eixo. Esta oscilação conduzida por roldanas e polias ajustadas faz com que a hora, os minutos e os segundos sejam precisos.
Sabendo que nosso meridiano passa pelo centro vertical do corpo, deveríamos estar oscilando compassadamente, ora pra direita, ora pra esquerda, devidamente ajustado. Assim foi constituído nosso metabolismo físico- espiritual. Assim que deveria funcionar no livre arbítrio, compassadamente, para que as experiencias , ora pra esquerda, ora pra direita se sucedessem e fossem cumpridas com sucesso.

O quadro de hoje é bem diferente. Muitos indivíduos vivem somente nos extremos, como se o pendulo vibrasse e permanecesse, ora no extremo direito ora no extremo esquerdo. Muitos indivíduos sentem que precisam de mais forças para sair ainda mais para a esquerda ou para a direita, como se não bastasse os extremos que vivem.
O metabolismo físico- espiritual não consegue manter-se adequadamente nestes extremos, tudo se altera, tudo se mistura, as regras quase que inexistem, dando possibilidades para que a “fera interior” solte-se e atue sem limites. Dai nascem os preconceitos, as aberrações, a violência, os extremismos, as loucuras.
Este tem sido o quadro que a humanidade atual enquadra-se. Um quadro onde as Leis são transgredidas quase em sua íntegra.

Viver nestes extremos é doentio, pois doenças manifestam-se face ao descompasso do metabolismo em relação a uma cadencia para a qual foi constituído. O corpo não aguenta viver desta forma. Suas células vibram em descompasso, pois a energia vital que as conduz mantem-se fora dos limites previstos. Com o passar do tempo o corpo humano começa a entrar em colapso e paulatinamente vai adoecendo.
Viver nestes extremos é insano, pois doenças mentais manifestam-se face ao descompasso no equilíbrio da sanidade definida para os indivíduos desta dimensão. Perde-se o bom senso, a razão, o respeito à vida e a vontade de viver.
Os medos assumem e o individuo se fecha em seus preconceitos.

Temos de viver na Terra sem ser da Terra. Temos de viver sem interagir, interferir e manifestar-se nesta loucura de extremos que a maioria das pessoas tem vivido. Temos de ser um porto seguro, um momento de paz, um acolhedor, enfim um individuo que possa dar referencias precisas sobre o compasso correto e adequado ao ser humano.
Quem percebe esta realidade, provavelmente esteja saindo da ilusão em que a maioria procura viver.
Procurar sair desta ilusão é relativamente simples, mas para manter-se  equilibrado é preciso usar todo o potencial elevado e evolutivo que se conhece. É o grande desafio. É manifestar a capacidade de superar-se todos os dias. É um puro exercício de fé.

Mas, como cita o texto, a oração desinteressada (oração que não tem nomes, destino, direção, objetivo, finalidade) gera a força motriz necessária para que o coração comande a mente e passemos a viver na Terra sem ser da Terra.

Obs:
  • reveja seus hábitos e costumes e se necessário mude-os;
  • não culpe e não se culpe, colabore;
  • mantenha-se fiel a seus princípios, mas se necessário, atualize-se;
  • não externe tudo o que sente, em especial suas emoções;
  • planeje sempre antes de fazer e procure dar o seu melhor, sem necessidade de reciproca;
  • procure não oscilar mais do que considera razoável e coerente com suas elevadas aspirações;
  • mantenha-se discreto e coordene suas manifestações físicas e verbais, levando em conta possíveis consequências ;
  • mantenha a neutralidade e não interfira;
  • mantenha-se como observador, observe cada detalhe de cada momento, cada pessoa, cada situação, cada local, pois isto o tornará um colaborador;
  • observe sempre, a atenção na observação poderá dar o tempo necessário para que algo possa ser intuído e utilizado;
  • não se exponha, mas deixe ser procurado;

Reflita bem sobre este conceito: viver na Terra sem ser da Terra.
Hilton

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Passos Atuais - 121a Parte. 3 impulsos em ato na Terra.


Neste final de ciclo, e dentro das possibilidades trazidas pelas novas leis que regerão o planeta, três impulsos vêm ao encontro dos seres que se encaminham à evolução imaterial:
— impulso à sutilização, que implica a passagem da matéria densa para um subnível vibratório mais sutil;
— impulso à transmutação, que traz a elevação do nível energético do ser e, em certos casos, substitui a energia que até então o animava por outra mais potente;
— impulso à desmaterialização, que induz um processo por meio do qual uma partícula material deixa de existir, podendo, posteriormente, ser de novo materializada. Neste caso, o impulso-vontade que a mantinha na manifestação é absorvido e introjetado na partícula antimaterial a ele correspondente, onde permanece como potencial para uma materialização posterior, eventualmente em algum outro ponto do espaço-tempo.
Nos dois primeiros impulsos, o mecanismo evolutivo segue as Leis  do universo material; no terceiro as Leis do universo imaterial.
Figueira.

(1). Sutilização: Processo pela qual a energia atuante aumenta um ou vários graus e vai se tornando mais refinada, mais pura, mais próxima da energia divina
(2).Transmutação: Processo pelo qual se muda a energia atuante num determinado âmbito: um átomo, um ser, um grupo, um planeta, um sistema solar, ou outro mais amplo.
(2). Desmaterialização: explicação explicita no texto.  (Leis do universo imaterial)

Pois bem, na fase atual do ciclo planetário em curso, toda a Terra passa por estes 3 movimentos – sutilização – transmutação – desmaterialização.
A maioria das pessoas sequer imagina que algo desta natureza as está expondo, no entanto há uma sensação de que “a verdade está sendo revelada”.
É, estamos numa fase em que as máscaras estão caindo e o caráter mais tendencioso de cada um, passa a ser o mais dinâmico e manifesto.
Nem sempre será o bom caráter, pois o mau caráter tem se sobrepujado na superficie terrestre com a predominância do egoísmo e da ganancia. No entanto, o bom caráter também está presente e pessoas oscilam entre um aspecto e outro.
Como somos oportunistas, esta oscilação nos tira constantemente do eixo, do ponto do equilíbrio, e assim, nos tornamos confusos, inseguros e inconstantes.

No geral estamos passando pelos 3 impulsos ao mesmo tempo.
.Estamos nos sutilizando. Mesmo que seja imperceptível para a grande maioria, esta sensação existe e em alguns momentos lucidez, ela se destaca. Infelizmente não temos dado ênfase para que ela continue e se perpetue, mas o refinamento que altera estados comportamentais vem ocorrendo com grande intensidade.

.Estamos nos transmutando, ou seja, energias provenientes das Leis que irão reger a nova Terra, já estão em ato e com potencial suficiente para percebermos que nossa vida vem mudando com muita velocidade. A maioria só consegue enxergar mudanças que ocorrerem no plano material de suas vidas, e assim, sem compreender culpam ou outros, o sistema, a natureza, enfim as regras que conhecem e tem acesso.
As maiores mudanças são aquelas que ocorrem em nosso eu interno, em nosso coração, das quais ainda lutamos em aceita-las, pois o medo tem expurgado todas as novidades.

.Estamos nos desmaterializando em todos os aspectos, ou seja, o que conquistamos e conhecemos até agora, não serve mais para o que virá. Inexoravelmente tudo que conhecemos e aprendemos não será renovado e utilizado na nova Terra, pois as Leis, os Aspectos, os Movimentos, a Vida em geral irá funcionar sob outras circunstancias que são completamente diferentes das atuais.  
No íntimo, sentimos que o desapego deveria ser a força preponderante, mas desapegar-se sem lutas tem sido algo impraticável pelo ser humano tradicional.

No entanto, a vida como regra, segue os desígnios divinos e pouca importa se isto nos traz conforto ou desconforto, pois deveríamos como seres em evolução, nos adaptarmos às regras, características e às Leis que regem cada ciclo do planeta.
A ignorância destes conceitos geram muita tristeza e infelicidade, pois temos relutado veementemente em aceitar que uma transição global está em curso.

A forma que estes 3 impulsos, sutilização, transmutação e desmaterialização se manifestam em cada um, ocorre com infinitas variações, pois cada ser traz consigo pendencias que precisam ser ajustadas no decorrer deste finalzinho do ciclo em questão.
No entanto, o desequilíbrio é regra geral para todos e este se manifesta das mais variadas formas.

Estes 3 aspectos, sutilização, transmutação e desmaterialização, ocorre em todos os reinos da natureza, seja o reino humano, o animal, o vegetal e o mineral. A extinção de várias espécies dos 4 reinos já faz parte do processo em si. O homem tem interferido neste processo face ao egoísmo, mas no ápice da transição esta interferência será compensada por movimentos telúricos muito poderosos

Quem tem consciência deste processo deveria ajuda-lo para que ele se desenvolva e complete a tempo de fazermos a grande opção que estamos próximo de fazê-lo: continuar na linha evolutiva ou regredir para o continuísmo em mundos cármicos.

Obs.: É importante para aqueles que tem consciência deste fato e já os aceitou, que ajudem o próximo a compreender o que está se passando, pois a maioria não tem sequer  noção da grandiosidade do momento em curso e da futura trajetória intensa que nos aguarda.
O desequilíbrio chegará a proporções de uma pandemia planetária.


Hilton

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Passos Atuais - 120a Parte.............Um alerta!


Certa vez, reunido, um grupo ouviu a gravação de uma determinada música. Aqueles sons deram um grande impulso aos que ali se encontravam. Tocados pela energia, todos reconheceram que era o estado interior que os fazia perceber aquele impulso por intermédio da música, e por ele deixaram-se levar ainda mais longe.
Ao final do encontro, um dos presentes quis pedir uma cópia daquela gravação, para novamente poder escutá-la. Então, a sábia voz interna perguntou-lhe:

Podereis pedir que um parto se repita apenas porque o achastes belo? Ainda não aprendestes que não há dois momentos iguais? Se puderdes integralmente viver o que vos é dado a cada momento, conhecereis as maravilhas de estar vivo e plenamente servir.
Figueira

Pois bem, podemos considerar que indivíduos com certa vocação ao Serviço  manifestam-se da mesma forma, não agem sob o impulso quando estes se manifestam.
Pensam, repensam, analisam, avaliam, esperam ter tempo, selecionam épocas, datas, oportunidades, para depois, em outro momento, decidirem-se por fazer.
O impulso já foi, a vibração dissipou-se, a intenção afrouxou e a preguiça tomou conta.
No geral tem sido desta forma que temos conduzido nossa vida em geral, com ênfase na evolutiva.

Temos muita dificuldade em nos identificarmos.
Somos católicos? Quem sabe, não praticante.
Somos espiritas? Quem sabe, não praticante.
Somos muçulmanos? Quem sabe, não praticante.
Somos espiritualistas? Quem sabe, não praticante.
Somos budistas? Quem sabe, não praticante.

Ou quando nos expressamos numa religião, somo ritualistas mecânicos, onde a rotina e os procedimentos seguem regras mecânicas e costumeiras, onde a devoção e a entrega são eminentemente superficiais.
Esta falta de expressão verdadeira nos robotiza e nos faz adotar parâmetros desatualizados, padronizados para uma época remota e muito aquém do momento atual.
Este processo meramente analítico, prático sob certo ponto de vista vulgar, nada muda, faz com que nada aconteça, faz com que continuemos nos decepcionando e perdendo as esperanças, pois temos vivido sob intenso processo dominado por um comodismo gigantesco.
Abrimos as brechas e as forças involutivas apoderam-se das circunstancias, mantendo-nos na rotina arcaica, desatualizada e totalmente descompassada do atual ritmo planetário e universal.
Com isto vivemos do passado, das incertezas e inseguranças que foram as características do processo de aprendizado “lá de traz”.

Qual seria a dinâmica presente?

O que faz um astronauta?
O que faz um mergulhador submarino?
O que faz um explorador de cavernas secas e submersas?
Aventuram-se ao desconhecido. Partem em busca do que não conhecem, saem à procura do novo, da novidade, vivem intensamente sem saber aonde pisam, aonde nadam, aonde aquilo os levará.
São pessoas determinadas e convictas da sua fé, mesmo que os recursos sejam frágeis, insuficientes, incompletos, aventuram-se rumo ao desconhecido pois a sede do saber e do descobrir as leva para novos horizontes, novos patamares, novos tempos.  

É preciso ter esta dinâmica de vida, é preciso partir para novos horizontes, novas fronteiras, mesmo que nos sintamos incapazes, com dúvidas, com temor do desconhecido, do que virá.
Viver a vidinha de sempre, com as mesmas rotinas, ser um religioso não praticante, ser um ritualista “mecânico”, fazer o que todos fazem, não expressar-se por medo, por vergonha, não aventurar-se, limitar-se a seguir regras e roteiros descompassados, é, em certa escala, um suicídio ao ambiente totalmente inusitado que estamos vivendo e que está se  acentuando dia a dia na transição planetária em curso.

Não temos que flutuar no espaço, não temos que mergulhar nas profundezas oceânicas, não temos de entrar em cavernas escuras, mas da mesma forma temos de vencer os medos.
O medo nos aprisiona, nos torna apáticos, submissos, omissos e indiferentes.
O medo nos traz as crises e com medo não as vencemos.
De nada adianta ser um super praticante de milhões de orações se não temos a dinâmica da introspecção interna, de aventurar-se no mundo interno.
Estes são novos tempos. Nos aproximamos de fatos inusitados, de situações que nunca foram vividas pela maioria dos seres humanos em todas as reencarnações ocorridas na Terra. Não temos memória do ego (nem akashico) a este respeito, portanto será a grande aventura da qual já entramos mas não sabemos aonde iremos sair.   

Analise, reflita, veja o que você está fazendo com a sua vida.  
Use da sua absoluta sinceridade para se dar conta de que faz o suficiente para si próprio e para o meio em que vive.
Use sua criatividade, sai do lugar comum, aprofunda-se na sua caverna interior, nas suas profundezas oceânicas, no seu espaço sideral.
São tempos de ação, oração, entrega e fé.
Hilton

Não deixe que este texto seja mais um a ser “guardado” .
Use-o.
Podereis pedir que um parto se repita apenas porque o achastes belo? Ainda não aprendestes que não há dois momentos iguais? Se puderdes integralmente viver o que vos é dado a cada momento, conhecereis as maravilhas de estar vivo e plenamente servir.


segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Passos Atuais - 119a Parte. Estes momentos da transição.


Quando o indivíduo se doa à purificação, os obstáculos podem ser mais facilmente dissolvidos. O que nos tempos anteriores o acompanhava insistentemente (vaidade, ciúme, autoafirmação) pode desaparecer por ação de uma Graça. As coligações internas, com energias e consciências superiores, coligações essas que todos têm, fazem-se especialmente presentes nestes tempos, trazem percepção dessas ajudas e um profundo sentido de gratidão, de reverência e, também, de responsabilidade. Perceber isso é como observar a queda de um véu, é como se a entrega se completasse.
O ser, pode, então, doar-se livremente.
Figueira.

Pois bem, estamos em novos tempos.
Estamos numa etapa da transição em que esforços para o alinhamento, para o equilíbrio, para o contato estão mais simples, mais dinâmicos e mais fáceis de acontecerem.
Na medida que o final do ciclo terrestre vai caminhando, mais energias libertadoras manifestam-se. Tais energias manifestam-se e circulam face ao processo evolutivo da Terra, não especificamente da raça humana. São processos evolutivos distintos e com dinâmicas diferentes, mas o ser humano pode aproveitar estes momentos incríveis e alavancar a própria evolução.
Os seres humanos seguem ritmos, padrões e dinâmicas distintas do planeta, mas pode envolver-se na dinâmica da Terra se assim o desejar.
Percebam que nem todos os humanos tem esta disposição e vontade. Muitos preferem ser compelidos por forças e pressões individuais, onde o carma exerce um papel significativo nesta dinâmica, através da dor. Estes podem deixar passar as forças que estão alavancando o planeta e esperarem outro momento para continuarem sua linha evolutiva.
A maioria vem se mantendo inerte, exercendo uma neutralidade da qual podemos classificar de inconveniente, pois cada ciclo planetário é extremamente longo considerando nosso ritmo de vida atual.
No entanto, os que resolveram seguir o ritmo planetário, estão tendo nestes momentos finais do ciclo, oportunidades incríveis que só voltam a acontecer com intervalos de milênios.
Tudo está acelerado e acelerando. O ritmo está intenso, as mudanças internas tem sido profundas e as mudanças externas devem amontoar-se e eclodir em vários intervalos que serão explosivos nos próximos momentos que iremos viver no plano físico.
Nada está em desacordo com o que foi já profetizado inúmeras vezes.
Percebe-se que a maioria das pessoas não pensa e não quer pensar no assunto. Distraem-se como podem, acompanham as incômodas mudanças na Natureza sem atentar para o que realmente está ocorrendo.
A Terra vai mudar e isto está muito além das interferências humanas. Tais interferências (poluição, desmatamento, radioatividade, entre tantos outros descompassos) tornará mais intenso o que já estava previsto para acontecer. O planeta sairá da sua condição cármica para se tornar evolutivo, devendo assim, abrigar estruturas de vida compatíveis com sua nova linha de evolução.

A postura atual daqueles que percebem tais sintomas e se identificaram com as mudanças em curso, devem coligar-se, devem atrair energias e consciências superiores que as farão terem melhor percepção de tudo que está ocorrendo, para saberem se posicionar nestes tempos finais.
A gratidão, reverencia, responsabilidade, como cita o texto são posturas essenciais para que a calma e a tranquilidade manifeste-se em tempos tão conflituosos.
A paz precisa ser o foco da nossa busca e esta só acontecerá quando realmente nos posicionarmos corretamente para os tempos em questão.
Hilton

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Passos Atuais - 118a Parte. O "agora".


Todos os que realmente buscam uma vida espiritual sabem que as reações emergem insistentemente e, mesmo sendo repetidas vezes expulsas da aura do ser pelo núcleo de consciência mais interno, elas voltam a emergir. Entretanto, se desapegadamente observam-se  ataques, pode-se ver que são frutos de tramas armadas pelo ego. Nesses momentos vale saber que:

— O agora é um templo cujos umbrais não podem ser transpostos pelo ego. Abriga em si os segredos da eternidade e guarda a chama da liberação.

Essa realidade pode ser mais claramente compreendida ao se considerar que quando se olha um céu estrelado, todo o firmamento corresponde a algo que é passado, pois o tempo gasto para que a luz das estrelas chegue a ser percebida (porque se encontram a anos-luz de distância) faz com que aquilo que se capta seja uma informação que não mais corresponde ao que está, naquele exato momento, acontecendo com as estrelas que estão sendo vistas.
Figueira.

Pois bem, a busca pela espiritualidade é rica em contratempos, em oposições, em controvérsias.
O texto define claramente como o ego se manifesta. Intensamente procura criar artimanhas para confundir, desistir e abandonar um caminho licito e imprescindível na busca pela evolução.
O ego não aceita o agora pois ele baseia-se pelo passado, não aceita o novo porque não compreende, não o viveu.
Quando norteamos nossa vida no ego comentemos muito erros, pois o aprendizado do passado pertence ao que passou.

O agora sempre será inusitado. É o formador do futuro, portanto, estamos traçando nosso futuro no agora.
“Abriga em si os segredos da eternidade e guarda a chama da liberação.” Este conceito é essencial, pois mostra nosso alinhamento ou desalinhamento com a vida evolutiva.
Não temos de nos preocupar com o passado. O passado é policiado pelas condicionantes cármicas, portanto o que deu errado, a experiencia que fracassamos, inexoravelmente retorna sob novas circunstancias para serem refeitas. É Lei.
Voltar-se para o agora e focar-se na libertação do ego (o desapego aos sentimentos egoístas) definirá o processo de ascenção de cada um.
Hilton