Assunto: Um encontro com Alberto.
Pois
bem, transmito a todos um encontro que tive com nosso grande amigo Alberto.
Se
houver dúvidas, tentarei esclarecer.
Hilton
Desdobramentos:
Pois
bem, após este retrato sobre o Lorde, podemos nos aprofundar um pouco mais
neste assunto sobre o que acontece após a morte. Para isso, precisamos saber um
pouco mais sobre os motivos da nossa existência terrena.
Já
morremos inúmeras vezes, mas a morte continua sendo um tabu pois achamos que a
vida é só aqui e não lá.
Este
é um engano comum, pois fomos educados, erroneamente, a acreditar que esta
hipótese é verdadeira.
No
aspecto político-comercial, só interessa para a sociedade um indivíduo vivo,
pois o morto não consume e não produz. Obviamente, sob um ponto de vista
egoísta está correto, mas percebe-se que este ponto de vista tem nos mantido
sob um estado emocional depressivo e aterrorizante ao imaginarmos passar do
lado de cá para o de lá. Este estado de ignorância é útil para esta sociedade
consumista, competitiva e dominadora, pois na medida que ressalta nossos medos,
nos aprisiona a pensar numa única chance.
Porém,
considerando que a vida é infinita, contínua e evolutiva, os parâmetros
precisam ser outros.
Com
certeza em algum momento todos irão despertar para este estado de continuidade,
e assim sermos pessoas mais ponderadas e conscientes dos atos que praticamos.
Podemos
dividir, de forma bem sintética, bem resumida, bem por cima, para nosso nível
de compreensão, 4 estágios sobre a morte:
2º
estágio:
aquele estágio em que o indivíduo desencarna, passa por um período de
recuperação e após, começa a tomar conhecimento da sua nova condição em outro
plano. Finalmente aceita esta nova condição, colabora e entra novamente
em estado de preparação para uma nova reencarnação. Podemos dizer que este foi
um indivíduo que conseguiu cumprir com boa parte do seu destino na vida
material e que contrariou poucas Leis que regem a Vida na fase atual da 3ª
dimensão.
3º
estágio:
Este estágio, podemos chamar do estágio do arrependimento, ou seja, trata-se de
indivíduos que devem frequentar o que na literatura espírita é conceituado como
umbral. Neste estágio tais indivíduos cumpriram uma parte menor do destino a
eles reservados e contrariam várias Leis da Vida. Viverão estados de
arrependimento sobre as ações praticadas em vários graus de intensidade. Com
certeza não será uma posição confortável, mas importante para que fique
impregnado no seu arquivo, o conceito sobre as regras das Leis em curso.
Terminada esta etapa, volta-se para o 2º estágio para sua recuperação e preparo
da reencarnação.
4º
estágio:
Este estágio é para aqueles indivíduos que transgrediram a maioria das Leis em
curso. Extremados em todos os sentimentos negativos, usaram e abusaram do livre
arbítrio extrapolando os limites máximos. Contrariam seu destino e foram
considerados, segundo critérios divinos, irrecuperáveis. Tais indivíduos terão
de renascer, constituindo uma nova alma, pois a atual não suportará novas
agressões. Estes irão para mundos, estrelas, ou corpos celestes em colapso. Ou
sejam estarão à mercê das super explosões, onde suas almas serão desfeitas. No
entanto, a sua centelha divina criará condições para que uma nova alma possa
ser constituída e todo o caminho possa ser refeito.
Os
2º e 3º estágios são estados de consciência do plano material, portanto,
vive-se estados de consciência que produzem estes efeitos importantes.
Nos
conceitos abordados para estes estágios o tempo precisa ser desconsiderado,
assim como o tempo que ocorre no plano astral em relação ao tempo no plano da
matéria. Um não tem relação com o outro, os tempos são diferentes e seguem leis
distintas.
Um
dia, um ano, um século são diferentes em planos distintos.
O
que nos faz mudar de um estágio para o outro?
Informação,
a prática da informação, conhecimento, esforços, boa vontade, determinação,
convicção e fé. Enfim quando decidirmos utilizar o potencial que temos para
fins evolutivos, vamos mudando de estágios na desencarnação.
Cada
estágio aqui sintetizado divide-se em inúmeros sub-estagios e estes são
progressivos, ou seja, provavelmente o limite do 2º estagio seja para um
indivíduo que controla o próprio ato da sua desencarnação, realizou seu
destino, produziu e colaborou intensamente com a Vida Criativa, enfim foi
um emérito colaborador com os níveis de evolução destinados à população do
plano ou do planeta a que pertence. Este com certeza conseguiu viver dentro de
um processo de auto esquecimento louvável e não se limitou a fazer que a
maioria faz, buscar intensamente os prazeres e as delícias da vida material. A
desencarnação deste indivíduo ocorre num ato rápido de passagem do plano
material para o astral, tendo consciência e lucidez de todo o processo. Em seguida
passa imediatamente a produzir e colaborar com as forças evolutivas do plano
que se encontra, agora no astral.
O
4º estágio e o 3º estágio encerram suas atividades na Nova Terra, após o
período da transição em curso, pois não haverá indivíduos malignos (ignorância
profunda) e arrependidos.
O
2º estágio mantem-se, mas nos subníveis mais elevados, uma vez que os
novos terráqueos estarão libertos do livre arbítrio e entraram em processos de
evolução contínua e constante.
O
1º estágio é bem diferenciado, pois trata-se de indivíduos bem
evoluídos, muito conscientes da sua condição e plenamente afetos ao Serviço
para a Vida Criativa. São indivíduos que, não necessariamente, precisariam
estar em mundos de expiação. Estes abriram mão do seu livre arbítrio, mas ainda
o possui pelo fato de que todos precisam se submeter às Leis em curso. De
tempos em tempos a Terra recebeu indivíduos desta natureza que abriram mão da
sua condição para sacrificarem-se nos mundos que necessitam dos ensinamentos
sobre a Vida Eterna. São “indivíduos” iluminados que lutam para que a
ignorância possa ser superada por todos que assim desejarem. Poucos os
compreendem e a maioria só os considera pelos milagres na preservação da vida
material, deixando de lado o verdadeiro objetivo que é a transmissão do
conhecimento universal e sua criação.
Tais
indivíduos serão compreendidos na Nova Terra, pois será descoberto os
verdadeiros valores da vida material e da espiritual.
Atualmente
tem sido bem raro tais indivíduos aparecerem a público, pois recolheram-se e
prestam um Serviço silencioso, oculto, pois as manifestações que tinham de
acontecer, já aconteceram.
Da
mesma forma, estamos numa fase da transição em que líderes verdadeiros tem se
se recolhido, pois a fase atual exige que decisões sejam tomadas sem grandes
influências externas.
Os
ditos, líderes atuais, são pessoas muito bem enfronhadas com forças involutivas
que não tem compromisso com a verdade e com a libertação. O objetivo básico é a
confusão.
A
Terra tem sido um planeta muito assistido por forças divinas. Sua população foi
muito explorada em diversas fases por seres de outros mundos que ajudaram a
constituir o caos atual, mas a maioria continua fervorosamente focada na busca
pelos prazeres e delícias da vida material. Poucos conseguem perceber a
necessidade primeira da sua própria existência e assim mantem-se em estados
intermediários, vivendo sempre em troca de algo. É um toma lá dá cá que tem se
mantido pelo fato de que até agora não temos nos observado corretamente.
Esta
condição, a pressão negativa extraterrestre, deu à Terra a oportunidade para
que sua população não tivesse se autodestruído. Chegamos bem perto. Tivemos
assim, uma segunda chance de sairmos de um estado de ignorância profunda,
mediante a presença de indivíduos muito especiais.
Um
em especial tem uma história incrível – Jesus de Nazaré.
Estamos
numa fase crítica, pois entramos no final do ciclo planetário e com isto todos
os seres humanos terão de tomar a sua principal decisão, neste momento da vida:
continuar ou não com o livre arbítrio.
Se
considerarmos a população da Terra em algo próximo de 30 bilhões de pessoas,
podemos estimar que 23 bilhões estão no plano astral e 7 bilhões encarnados.
Prevê-se
que 10% de toda a população (30 bi), se encontra mais consciente para tomar
esta decisão sobre o livre arbítrio. Temos, portanto, em ordem de grandeza, 3
bilhões de indivíduos que possuem alguma possibilidade de optar. Os demais
estão muito ocupados em sobreviver uma vida miserável, independente das
condições financeiras ótimas ou ruins, considerando o universo de cosas que a
vida plena nos proporciona.
Número
pequeno para uma população de um planeta inteiro.
Como
visto, considera-se a população total da Terra, os encarnados e desencarnados.
Pois
bem, o que falta então para que a população que pode optar, desperte?
Diminuir
as ilusões e conscientizar-se de que não estamos encarnados para ver a vida
passar ou só para buscar os prazeres e as delícias da vida material.
Instruir-se,
motivar-se, perceber que existimos para várias finalidades, perceber a
grandiosidade da vida sobre a Terra, fora da Terra, dentro da Terra. Questionar
nossa origem, nossa finalidade existencial, nosso destino, enfim temos de focar
em outros objetivos além da sobrevivência.
A
sobrevivência no plano material, aliás, que conta um tempo muito curto e de
certa forma efêmero se comparado com os tempos universais, é incrivelmente útil
em termos revelatórios, portanto ao expressarmos esta necessidade de
conhecimento e de questionamentos sobre a vida, muitas ajudas se reúnem e
se manifestam para atender as verdadeiras necessidades da nossa
existência.
Portanto,
uma mera mudança de foco e de esforços, pode-se ter diante de si, um novo
horizonte, bem mais amplo, bem mais consistente e que justificará porque
existimos, porque estamos aqui, para aonde temos de ir e o que realmente
buscar.
Nunca é tarde, mas estamos sob pressão e temos um tempo
limite, nos termos da transição planetária, que só Deus sabe.
Hilton