Fardos
humanos não devem retardar teus passos nem fazer-te tropeçar.
Figueira.
Pois bem, nos encontramos diante
de uma situação cármica mundial – o corona vírus - um dos fardos humanos.
Não se sabe seu desdobramento,
suas consequências, seus reais motivos e o que efetivamente mudará. Não é o primeiro e não será o último.
Não podemos, mediante esta
situação, perder o equilíbrio, a esperança e a fé.
Os fardos humanos são muito
grandes. Nos comprometamos com a fauna, a flora, o planeta e os semelhantes,
mas é importante considerar que não existe fim, como temos concebido, por
exemplo, com a morte. Estamos diante de uma sucessão de fatores decorrentes das
grandes ilusões humanas, da sua hipocrisia, da falta de sabedoria e dos desvios
praticados com relação às Leis em curso.
Estes fardos geraram ações
retificadoras e estas manifestam-se ao longo da vida. Infelizmente a raça
humana vem distorcendo a sabedoria que lhe tem sido fornecida ao longo dos
séculos, deixando de compreender que para cada ação uma reação será gerada.
Na realidade estes percalços funcionam
como ajustes necessários, considerando os desvios decorrentes das ações
contraditórias ao que é correto. Poucos percebem o que é correto e assim acionamos,
automaticamente na espiritualidade, um conjunto de situações decorrentes destes
desvios de conduta. É o livre arbítrio manifestando-se em toda a sua estrutura –
do nosso posicionamento perante a vida, à responsabilidade decorrente destas manifestações.
Temos de manter o equilíbrio, de
vibrar positivamente, de crer que tudo está sob controle, mesmo que possa
parecer desesperador, sem saída, um caos. Temos uma visão muito distorcida da
realidade dos fatos e somos emocionalmente muito influenciáveis, mudando constantemente
as ideias e os pensamentos.
O medo pode ser muito mais
perigoso do que os fatos em si. O medo desencadeia a baixa imunidade, a
confusão mental e a retração de defesas importantes do metabolismo, não só no
combate ao vírus como na própria manutenção da saúde.
Teremos, além do medo causado,
oportunistas isolados e comunitários que irão aproveitar-se das fragilidades causados
pelo medo sustentado pela pandemia. Um imenso jogo de interesses escusos e
mesquinhos virão à tona. Quanto a isso não há o que fazer, trata-se de um
problema de Deus que dará a solução na transição planetária em curso.
Manter a serenidade, a tranquilidade
e a fé; combater o pessimismo, as distorções de valores (intensamente trabalhada
pelas forças involutivas); acentuar a caridade, o acolhimento, são aspectos que
podem melhorar a situação em curso.
O fardo é algo constituído, sendo
assim saneá-lo é inexorável e assim faremos ao longo da transição planetária. É
preciso perceber a assistência divina, perceber que somos assistidos e acreditar na
solução atípica quando as situações são atípicas.
Ter fé e orar é o que se deve
fazer perante as próximas “tempestades”, lembrando que este recurso sempre foi
o único e o necessário.
Podemos, antes do início das orações,
utilizar-se de mantras que aquietarão a mente e o emocional, dando uma maior
coligação ao estado orante.
Manter a disciplina interna e externa, a higiene corporal e a mental, acolher se necessário, pois estamos sendo acolhidos, e confiar!









