quarta-feira, 3 de março de 2021

Passos Atuais 254a Parte. A Luz está presente. Siga-A.

Quando a Luz emerge do interior do homem, dissipa dele a ignorância e a ilusão.

Figueira.

 Pois bem, perante tantas coisas desconhecidas que o Universo contem, poderíamos ficar apavorados diante da fragilidade da vida terrena. No entanto o ser humano criou uma linha de defesa que ilusoriamente o coloca acima da vida universal. Isto gerou o desrespeito e a violência.

Manter certo estado de ignorância pode até funcionar por algum tempo, ou quem sabe algumas vidas, mas o ímpeto de viver e descobrir é inerente ao ser humano, portanto em algum momento a curiosidade passa a ser maior do que a omissão.

Uma criança ao nascer inicia o processo do descobrimento de si e do meio em que vive. Isto é instintivo e não há barreiras que impeça esta ato instintivo, mas com o tempo e desmotivada por uma sociedade conservadora e cheia de preconceitos, sente-se desmotivada e paralisa este processo, dando ênfase a insatisfações geradas por esta repentina parada.

Inicia-se desafios internos na adolescência e continua na fase adulta. Quanto mais envelhece menos disposição sente para aprender coisas novas. Acomoda-se e torna-se mais um entre todos com as mesmices de sempre, mantendo assim diversos preconceitos que se eternizam.

O individuo que se seduz pela Luz, que busca o motivo de estar aqui, de onde veio e para aonde vai, que sente a energia da transformação interior e a alimenta, dificilmente perde este pique, esta curiosidade, e mantem a Busca como algo continuo e constante em sua vida terrena. Torna-se corajoso, pois terá de vencer na solidão, os grandes preconceitos que a humanidade estigmatizou ao longo dos séculos comandada por forças involutivas.

Ao acostumar-se com a Luz em seu interior, será alimentado para que insista e persista no caminho que o destino divino traçou. Será um vida diferente, mais isolada, mais difícil e desafiadora, mas sentirá gratidão e terá momentos de paz.

Tais momentos de paz serão momentos em que sua consciência se ausentará do mundo cármico, pois não há paz em mundos cármicos. Tais momentos serão suficientes para que receba o necessário para continuar sua trajetória evolutiva.

Os segredos do Universo serão todos revelados, mas para cada um destes segredos há necessidade de renovações internas e novos conhecimentos tenham sido adquiridos. Isto ocorre com todos, mas a maioria encontra-se muito desatenta e iludida para perceber suas próprias renovações e oportunidades, portanto dedicar-se ao mundo espiritual além do material é a chave do conhecimento.

O ser humano nunca terá possibilidade de usufruir algo fora da Terra enquanto esta permanecer cármica, pois os mundos não se misturam e suas consciências não se interligam sem que os níveis estejam muito próximos. Investimos tanto em explorações espaciais, em troca de desinvestimentos na melhoria da qualidade de vida na superficie da nossa “casa” atual. Uma grande inversão de valores.

É preciso que cada um se convença e crie um certo planejamento na coleta de informações para conquistas a serem alcançadas. Não há atos de evolução sem dispêndio de energias e empenho na busca por elas. Deixar estes aspectos em segundo plano e o mesmo que o secundário se tornar principal e prioritário.

A evolução espiritual é continua, constante e eterna, ao passo que a evolução material tem começo, meio e fim e fica definida pelo tempo cronológico de cada reencarnação, assim temos de decidir se nos empenharemos somente no que é passageiro ou eterno também.

 Sois frutos do empenho de Deus que vos consagrou como deuses do Universo. Aprendeis a comportar-se como deuses e senhores da vida, dos que os seguem pelos mundos que sois destinados a transformar. ( mensagem de Samana para este texto)


 












sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Passos Atuais 253a Parte. Aceite o desafio.

 Uma alma não escolhe trabalho, mas oferta-se para empregar sua energia onde possa ser mais útil.

Figueira.

 Pois bem, o texto afirma que somos capazes de realizar todos os trabalhos das quais nos deparamos.

Quando uma tarefa “cai no nosso colo”, a primeira coisa que fazemos é rejeitar. Este comportamento, que tem sido quase padrão para a maioria, provem dos medos que tem norteado a vida material.

De forma geral sentimo-nos impotentes, antes mesmo de avaliar melhor a tarefa designada e buscar possíveis soluções. Na matéria, com o trabalho é obrigatório, em que a situação torna-se questão de sobrevivência, contornamos melhor estes medos, mas no geral os desconfortos se mantem.

Estes desconfortos começam a desparecer na medida que nos entregamos para a superação da tarefa física designada, e com atenção iremos perceber que somos capazes de superá-la e aperfeiçoa-la.

Nas tarefas sutis, ou espirituais, ocorre a mesma sensação, os medos travam a possibilidade de assumi-las e, normalmente, as pessoas se desviam, se omitem ou delegam a terceiros o que lhes foi incumbido. Como não há um “patrão” físico, esta omissão ocorre com muita frequência.

Todas as tarefas, sejam as do plano material, como as espirituais, veem até nós como teste, como confirmação de ensinamentos e informações que precisam ser consolidadas e incorporadas na consciência. Da mesma forma, todas estas tarefas são obras do destino, pré programadas e que acontecem exatamente no momento que precisam acontecer.

As tarefas sutis tem sido contornadas e não realizadas pela “falta de tempo”, pela ocupação com coisas insignificantes perto do que elas representam para a evolução e para o futuro das reencarnações. Ora quem não tem tempo para isto, simplesmente sobrevive para os carmas e não vive para evoluir.

Atividades desafiadoras onde o incerto e o improvável se misturam, a audácia e a coragem precisam ser constantes. Nestes casos, as informações e o que foi aprendido será colocado à prova e assim atiça os medos devido à falta de fé. Tais medos podem ser fortes, paralisantes, mas no geral aplica-se uma série de desculpas para abstrair-se destes desafios e responsabilidades.

No plano material a possibilidade de desviar-se é factível, mas não exclui, o que significa que repetirá de tempos em tempos. No plano espiritual compromete muito mais por ter a possibilidade de barrar novos ensinamentos e perdemos o timing planetário. Perder o timing planetário pode nos colocar na abstenção de uma transformação planetária, ou seja, aguardamos alguns milênios do tempo físico para encontrar nova oportunidade de transição.

Vencer os medos ou controla-los é um dos aspectos do processo evolutivo, portanto, aceitar o desafio de tarefas, materiais e sutis, com audácia, coragem e fé são essenciais. Estes desafios  não ocorrem sem que muita “ajuda” seja atraída para o coração e a mente . Ao aceitar o desafio passamos a ser acompanhado por estruturas inteligentes, seres, mestres, instrutores que nos conhecem, sabem das nossas limitações e apresentam-se exatamente para ajudar a superá-las. Tais tarefas serão sempre realizadas em conjunto: eu com a estrutura divina que me acompanha.

Percebem como esta sensação de isolamento é uma ilusão?

Pessoas que se sentem magoadas, ofendidas, angustiadas, são pessoas dominadas por medos quase irracionais. Estas se tornam limitadas e fecham-se em círculos impenetráveis sendo alimentadas por forças involutivas que inflacionam seus egos, afastando-as de convívios sadios das quais poderiam ajudar. Forma-se egrégoras herméticas, impenetráveis que auto alimentam-se de frustrações de um ego sempre insatisfeito.

Somos por princípio uma raça socializada via DNA, portanto, viver socialmente é uma necessidade. Na transição planetária em curso, com o aperfeiçoamento do DNA atual, esta socialização será muito menos intensa, mas até lá o isolamento nada mais é do que o recrudescimento do egocentrismo.

 Viva e conviva com ampla abertura, se doe e se entregue, mesmo que sintas ser impossível, pois assim fazendo estarás sendo conduzidos para as mais altas consciências que amparam este planeta. (mensagem de Samana para este texto)








segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Passos Atuais 252a Parte. Libertar-se é preciso.

 Prosseguir com decisão e sem se desviar é indispensável em todas as etapas do caminho.

Figueira.

 Pois bem, utilizar a vida para evoluir e não somente cumprir carma é desafiador.

A maioria tem optado pelo caminho em que vida os conduz, tornando-se escravos das artimanhas e artifícios do carma e das forças involutivas, que os impede de progredir.

Este marasmo tem um preço muito alto, não é confortável, é altamente ilusório e coloca os indivíduos  na “roda gigante” da vida, num eterno sobe e desce sem sair do lugar. Nesta toada as iniciativas tem por base a riqueza e o conforto egoísta, onde a indiferença com o próximo e com o planeta é uma constante. No final da encarnação surge os arrependimentos e o medo de enfrentar a morte, dada a falta de passos evolutivos e de um destino fracassado.

Infelizmente esta situação ocorre com muita frequência.

Tem um ditado popular muito interessante e oportuno para completar o raciocínio deste pensamento: Deus ajuda a quem se ajuda.

A tão sonhada e esperada "ajuda" divina ocorre universalmente e para todos, mas há de se convir que no livre arbítrio temos de dar o primeiro impulso. O primeiro impulso é, basicamente, uma autorização para que as "ajudas" se manifestem. Sem este impulso crucial a soberania do livre arbítrio impede elas se manifestem.

A sonhada ajuda divina, na concepção da maioria das pessoas, deveria ocorrer expontaneamente, sem quaisquer esforços ou mudanças da nossa parte. Isto não funciona.

O indivíduo consciente da sua natureza evolutiva admite que está aqui de passagem, respeita a inteligência da Mãe Natureza, obedece seus limites, percebe a necessidade de se empenhar e do exercício da fé. Procura manter-se alinhado, condiz com os bons costumes, não como algo excepcional mas normal e obrigatório, além de manter certo equilíbrio e a esperança de que o que acontece sempre será útil e necessário para seu aprendizado.

As etapas do caminho são muitas, como se refere o pensamento, e fomos constituídos de um modo em que a idade cronológica estimula cada pequeno ciclo que percorremos numa reencarnação. Sendo assim, nada irá acontecer se não estiver preparado para que aconteça. Não passarei por uma experiência que condiz com meus 40 anos, com 20 anos de idade.

Neste compasso inteligente, posso me preparar com antecedência para cada etapa da vida. No entanto, se fico preso às ilusões da vida e ao planejamento de uma vida material rica e confortável, deixo passar as “ajudas” de Deus que seguem rigorosamente a idade cronológica, o destino e as experiências que devo realizar na presente reencarnação.

O planejamento divino é perfeito, correto e participamos destas escolhas pouco antes de reencarnar. Assumimos compromissos que poderemos realizar, sejam estes cármicos ou evolutivos.

É preciso prestar muita atenção em tudo que se passa ao redor, ser muito observador e estar convicto destes procedimentos para perceber quando a ajuda divina está se manifestando.

Não viveríamos sem estas ajudas. Seria impossível manter a vida física sem que estas manifestações divinas ocorressem diariamente. Estamos muito distraídos e confiantes somente nos planos materiais da vida, distraídos com as ilusões, sem se ater que nos mundos cármicos a dor e o esforço dominam os aspectos da sobrevivência física. Isto é aprendizado, é assim que se aprende nos mundos cármicos. Estes são passageiros e cada um de definirá o quanto aqui deverá permanecer.

Esta sensação de vida infinita na Terra, de que estamos presos a um único planeta, de que sofrer faz parte do mecanismo universal é mais uma das ilusões face ao pensar pequeno, limitar a consciência à reencarnação atual e planejar exclusivamente a vida na matéria.

Libertar-se é preciso.








quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

Passos Atuais 251a Parte. Lei das Compensações.

 Quando a oportunidade de queda e de desvio se apresenta, surge igualmente a oportunidade de elevação e de prosseguimento em linha reta.

Figueira.

 Pois bem, na Lei das Compensações veremos sempre 2 caminhos, o certo e o errado.

Por definição, o certo nos leva a um novo passo evolutivo e o errado a uma queda para fazermos o certo.

Estas compensações entre certo e errado, podem consumir muitas reencarnações com muitas semelhanças, o que torna “cansativo” para a alma esta sucessão de repetições. É o mesmo que andar numa roda gigante, onde o sobe e desce se repete e não sai do lugar.

Tem sido assim para muita almas que reencarnam com destino promissores, evolutivamente, mas caem rapidamente no marasmo deste sobe e desce sem sair do lugar.

Se por um lado isto não afeta nossa eternidade, por outro lugar nos mantem ancorados num planeta cármico. Como no planeta cármico o sofrimento é o cerne da evolução, temos uma sucessão reencarnatória bem desconfortável.

Na justiça divina a Lei das compensações não falha, mas o homem falha ao não se ater à oportunidade que é oferecida na queda. Ficamos tão tensos e tão focados nos aspectos materiais da vida, nas crises emocionais, que perde-se, pela falta de observação, a oportunidade que é apresentada pelo Plano Maior.

A simples observação do que ocorre ao seu redor, sem julgamentos e com neutralidade, seria suficiente para percebermos as oportunidades.

Pessoas que sofreram na infância, que foram oprimidas, que foram subestimadas, quando adultas podem se tornar símbolos de sucesso. Isto ocorre pelo fato de sobreviveram aos desafios que a vida lhes impôs, tornando-as batalhadoras para vencer as dificuldades e os ponto fracos explorados pela opressão que sofreram.

Quando nos convencermos de que a Lei das Compensações não falha, poderemos perceber as oportunidades que são oferecidas diante das dificuldades.

A observação, postura que tem sido constantemente repetida nas informações, desde que praticada com o devido equilíbrio, abre portas ocultas que mostrarão novos caminhos. É imprescindível observar com absoluta neutralidade.

No desvio os padrões são os mesmos e ocorrem com base nas ilusões da vida material. A ganancia e o poder são sentimentos que levam rapidamente aos desvios, assim como a mágoa e a angustia. É preciso muita vigilância, redobrada capacidade de perceber erros de conduta e retornar rapidamente ao status antes do desvio.

Mesmo em situações cármicas, a Lei das Compensações cumpre fielmente seu papel, equilibrando quedas com oportunidades.

É preciso ficar atento, observar com neutralidade, não julgar e confiar.


 






sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Passos Atuais 250a Parte. A que devo me dedicar?

 Ao despontar no ser o interesse por assuntos de caráter evolutivo, desenvolve-se nele a disposição de escutar o próprio interior.

Figueira.

 

Pois bem, assuntos de caráter evolutivo são, por princípio, subjetivos, sendo assim é preciso interromper a busca por provas. Como nos acostumamos com a rotina das provas, o foco se mantem quase que essencialmente no plano da matéria.

Como somos metade matéria e metade espirito, temos utilizado 50% das possibilidades e das constatações por focarmos essencialmente na matéria. Assim nos tornamos estatísticos, onde por tentativa e erro temos buscado a solução dos problemas. Esta opção é inviável face a limitada quantidade de informações adquiridas no plano material, em comparação à imensa capacidade espiritual que um indivíduo agrega.  

Inúmeras informações que ele não tem acesso, tornaram a vida material extremamente desconfortável por se limitar no plano superficial das coisas. O exercício da vida nestas condições é uma das características importantes e soberana dos mundos cármicos. Esta característica existe para ser suplantada. Se o individuo se dedica às suas duas metades, irá compreender como a vida funciona e porque ele existe.

É interessante observar que a maioria não sabe porque está aqui, o que está fazendo aqui e para aonde vai.

Este estado de ignorância não condiz com os tempos atuais, deveríamos ter compreendido coisas essenciais para nos sentirmos mais seguros e para nos alinhamos com os tempos atuais da transição planetária em curso.

Podemos observar no texto do pensamento, que é citado: “desenvolve-se nele a disposição de escutar o próprio interior”, ou seja, impulsos oriundos dos Planos Elevados acabam por estimular o individuo na direção correta que deverá seguir. Ele será guiado, será acompanhado e saberá se posicionar e decidir corretamente nos movimentos que a vida material produz.

Percebe-se que a maioria está perdida, confusa, insegura, tentando decifrar os enigmas da vida face ao retardamento que ocorre entre a manifestação espiritual e a material.

Podemos dizer que este “delay” entre espirito e matéria é enorme. Continuamos grosseiros, com a mente confusa, raciocinando com a personalidade, mantendo as diferenças, errando nas observações, nos experimentos, tentando controlar a vida genética sem a mínima qualificação para isto.

Do Plano tudo é provido, abastecido, fortalecido, guiado e superado, mas quando não temos acesso ao Plano, estamos por conta própria e sempre nos limites da ignorância sobre a vida.

É preciso reatar este compromisso, é preciso ultrapassar estas fronteiras e deixar-se ser conduzido.

O atributo da fé é o primeiro passo após assumir o compromisso de seguir os impulsos da alma. É necessário para reaprenderemos a usar a intuição. Ela se dá com estes impulsos da alma. Voltar-se para dentro, para o eu interno, para a fé é uma decisão que estimula estes “contatos”. Resumidamente, “confiar e entregar” .

Reaprender é preciso, pois muitos já tiverem o domínio deste atributo mas desviaram-se dos objetivos altruístas, bem antes da Terra, e assim procedeu-se a “queda” onde fomos destinados para um mundo cármico.

Viver por tentativa e erro é ultrapassado, incoerente, desnecessário e completamente desatualizado. Temos de alinhar-se com as experiencias cósmicas de muitos, dentro e fora da Terra e assim voltar a ter o status evolutivo.

Portanto, voltar o interesse por assuntos evolutivos é realinhar-se novamente e assim, redescobrir como viver corretamente.

 Estais muito mais próximo do que imaginas. Acompanhe-Me que te conduzirei! (mensagem de Samana para este texto)


 








segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

Passos Atuais 249a Parte. Aquiete-se e confia.

 Aquieta-te. Sem quietude não podes reconhecer os desígnios que tens de cumprir.

Figueira.

 Pois bem, no mundo atual poucas são as chances de nos mantermos quietos. Ele se mantem sob o domínio das forças involutivas, onde a ilusão e a distração formam a base para o comando e domínio das nossas ações.

Quando paramos, quando aquietamos e refletimos, podemos pensar, argumentar e contra-argumentar sob diferentes hipóteses e condições no que diz respeito a uma decisão a ser tomada, buscando assim parâmetros internos que podem esclarecer ou clarear um determinado assunto em pauta. Assim fazendo damos tempo para que os reflexos internos e “ajudas” externas, pela intuição, manifestem-se com isenção de tendencias e oportunismo.

Infelizmente não tem sido este o procedimento. Na maioria das vezes buscamos opiniões de terceiros, com poucos critérios na escolha dos opinadores, facilmente caindo numa relação com pessoas onde o ciúmes, os medos e sentimentos de vingança persistem nestas relações estranhas. Estamos, assim, a um passo de ser induzidos a erros.

Nossas relações, sendo todas elas cármicas, são originadoras de conflitos, assim é num mundo de expiação, portanto não há opinião sem isenção.

Portanto, é necessário procurar e reconhecer alguém de bom caráter, de boa índole, com atitudes passadas bem isentas, para que o critério de confiança se acentue, o grau de confiança se eleve e assim trocar ideias razoavelmente favoráveis aos aspectos que diz respeito ao problema que procuro solucionar. Mesmo assim outra barreira se forma que é o grau de experiencia e de consciência da pessoa que selecionei para  ajudar. Na maioria das vezes percebemos que tais opiniões não servem  ou não tem relação com o problema que aflige. Vejam como é difícil compartilhar a solução dos problemas que enfrentamos.

Mas, resta-nos um caminho e este é solitário. Busca-se informações sobre determinado assunto para estuda-lo criteriosamente, aprofundando-se, refletindo e meditando sobre como este se aplica para a solução do que preciso resolver. Este caminho, talvez o mais trabalhoso, é o mais indicado por ser um caminho onde a solução poderá ser extraída do que aprendamos, do que observamos e do que absorvermos na busca das soluções.

Jesus, assim como outros grandes Instrutores que passaram por aqui, usavam as parábolas ou textos com grande amplitude de aplicações, exatamente para que pudéssemos refletir e aplicar as que mais condiziam com o tema em questão. Esta forma de informar, por ser muito amplo, não interfere no destino e no livre arbítrio, além de permitir que o indivíduo mais graduado no conhecimento, mantenha sua decisão com maior amplitude e com mais estrutura, beneficiando muitos ao seu redor.

Bem, para que isto funcione a quietude é essencial e a reflexão e a meditação anuncie o que deverá ser feito.

Vivemos o mundo do atropelo, das decisões rápidas, onde o sucesso total tem sido os erros e os arrependimentos.

Toma-se decisões baseadas em meras opiniões, muitas vezes sem o menor fundamento, com o emocional completamente descontrolado, sob o efeito de pressões, muitas inclusive imaginárias, que acaba por nos levar por caminhos mais tortuosos e obscuros.

Aquietar-se antes de cada decisão é fundamental. Centralizar-se, manter uma respiração cadenciada, esvaziar a mente para que insights intuitivos possam ocorrer, manter uma postura condizente com o que acredita e com a fé desenvolvida, confiar na vida e no ritmo que ela impôs, dar tempo ao tempo e por fim filtrar criteriosamente as opiniões recebidas. Neste contexto as chances de resolver os problemas passam a ser maiores e melhores, mas no mínimo iremos compreende-los e se estes forem essenciais para o desenvolvimento evolutivo iremos colaborar com os mesmos.

A busca é o fundamento. Nunca pare de aprimorar-se. Cerque-se de pessoas que confia, que sente a proximidade no seu coração e então siga nesta busca intensa. O mundo material é meramente cármico, só existe para que os carmas sejam cumpridos, mas a evolução terá de ser extraída neste contexto. Ao inicia-la inúmeras oportunidades se apresentarão. A única coisa que dependerá exclusivamente de nós é a persistência neste caminho e daí provaremos o valor para continuar o legado cósmico.

O mundo material não dará trela e não dará tréguas, teremos de extrair forças na fé para confiar e continuar. O legado sempre será imaterial.

 Estive entre vós, vos assisti e não vos julguei. Deixei em palavras o que precisais para ficar ao meu lado. Vos espero. (mensagem de Samana para este texto.)


  








quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Passos Atuais 248a Parte. Reclamar não é preciso.

 A reclamação é própria de quem não assumiu por inteiro a decisão de seguir o caminho evolutivo.

Figueira.

 Pois bem, todas as reclamações são infundadas.

Podemos ter razão em certas situações das quais somos envolvidos por inercia e  sem saber como e por que ocorreu. Especificamente, nestes casos, provas estão acontecendo para a confirmação do grau evolutivo pretendido. Isto ocorre para que, na prática, possamos usar as informações colhidas e aceitas.

As informações viram conhecimento a partir do momento que as utilizo com sucesso. Portanto, nem sempre carmas estão ocorrendo, mas sim oportunidades para confirmação e ascenção.

Reclamar é o mesmo que “trabalhar” contra uma oportunidade. Como vivemos e arbitramos nas ilusões de uma vida superficial, a reclamação tem sido uma constante opositora.

Quando as ocorrências derivam dos carmas pendentes, estes ocorrem para serem sanados. Pode estar envolvido nestes carmas, dividas para serem quitadas com o próximo, com a sociedade, com a Natureza ou com os reinos. A reclamação é infundada.

Temos, nesta sequência, o surgimento dos carmas com o corpo físico desta vida ou das reencarnações anteriores. Digamos que na reencarnação passada abusei dos limites do corpo e os pulmões foram prejudicados. Constitui, assim, um carma na região pulmonar. Isto será compensado em algum momento através de problemas pulmonares. O  câncer é uma doença tem entre suas várias finalidades, este aspecto também.

Da mesma forma, a pratica de esportes radicais que podem ultrapassar os limites do corpo geram carmas e sequelas. A vida posterior virá com limites que podem ser drásticos. Sem generalizar, mas eventualmente a vida de um cadeirante ou com outros problemas que traz limitações, podem ser advindos de abusos com o corpo físico em encarnações anteriores. Portanto, o comportamento atual definirá as circunstancias das reencarnações futuras.

Um individuo que reencarna com limites físicos que o impede de uma vida mais rotineira, precisa ver, neste processo, outras oportunidades para o seu desenvolvimento. Deve utilizar os limites físicos para expandir os da consciência.

Fica então evidente, que as reclamações não procedem.

Deveríamos ter uma vida bem disciplinada, em consonância com as leis espirituais, as leis materiais, o bom senso e a natureza, para manter o equilíbrio e eliminar compromisso futuros que podem ser bem desagradáveis.

 Uma das regras que pode ajudar a limitar reclamações é prestar muita atenção em tudo ao redor.  A observação irá tirar a atenção da superficialidade, da periferia das situações, para que possa se focar, com certa precisão, os motivos de algo que esteja acontecendo. Percebendo, intuições e argumentos podem surgir para compreender com mais clareza o que ocorreu.

Reclamar é uma perda de tempo, é inócuo, ineficaz e não altera o que está previsto para acontecer. O que tiver de acontecer, acontecerá.

Temos de ficar muito atentos, ser menos egocêntricos, olhar os acontecimentos e analisa-los antes de julgá-los. Na maioria das vezes julgamos primeiro baseado em informações imprecisas, para depois perceber porque ocorreu.

Quando reclamamos estamos indo contra um dos principais aspectos do destino. O destino foi traçado pelo próprio espirito e aceito pela alma para que fosse realizado, portanto a reclamação torna-se uma oposição a si próprio, à própria alma e ao destino definido, por isso de ser inócua, ineficaz e inalterável.

Perde-se tanto tempo com tantas reclamações, que se utilizados com eficiência ganharíamos em evolução.

Evoluir é inteirar-se destes aspectos, percebe-los, utiliza-los e daí sentir paz e leveza para focar no que é importante.

A vida é rápida, é curta, as oportunidades são velozes, passam e raramente repetem-se, por isso não devemos concentrar a atenção nas aparências e ilusões. Aprofunde-se e reflita com equilíbrio.

Mantenha-se focado no que seu coração pede e não no que o seu emocional julga. Do coração provem a razão e da razão a evolução.  


 







segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Passos Atuais 247a Parte. Diversidade de mundos.

Afinidades além da Terra. 

 Pois bem, vivemos num eterno aprendizado e ontem mais uma importante informação foi consolidada, que compartilho.

Há uma correlação entre povos, entre mundos, entre povos de outros mundos com a Terra e da Terra com povos em outros mundos.

Tínhamos uma noção mais aproximada destas afinidades entre os encarnados com os desencarnados. Na união familiar constituída, apesar de ser totalmente cármica, em que um deve algo para o outro, na passagem de alguém para o mundo astral, o vínculo se mantem e se desdobra face aos apegos ou ódios que foram constituídos na vivencia no mundo material.

É comum o apego manter-se e a saudades acabava por reforçar este vinculo.

Digamos que o mundo astral fica bem perto do mundo material, não em distância, mas em sentimentos.

Dado os vínculos cármicos e os desenvolvimentos evolutivos, esta relação entre vivos e mortos pode se tornar amena ou intensa, positivamente ou negativamente. A condição de ser amena é a melhor de todas para manter-se o grau de liberdade que cada um precisa para se desenvolver.

É comum a reencarnação de pessoas que já se relacionaram uma vez ou até muitas vezes, para consolidar vínculos de amor e não de ódio. Isto tem motivado o reaparecimento de cada um em diversas formas de relacionamento, ora como pai, como mãe, como irmãos, como parentes, como sócios, como vizinhos e assim vai se distanciando, enfim vínculos formados, sejam quais forem, precisam consolidar uma relação de amor e superação do ódio.

No entanto percebeu-se que esta relação é muito mais abrangente, ultrapassando o mundo astral e entrando por mundos diversos por todo o universo material.

Parece ser relativamente comum um ser humano da Terra manter uma relação espiritual com um ser de outro mundo, em outro sistema, em outra galáxia. É possível uma familia terrena manter inúmeras afinidades com outra família de outro mundo.

Para esta escala de aproximação imagina-se que os níveis espirituais de ambos precisam ser relativamente próximos, mesmo que intelectualmente haja disparidades. Sendo assim digamos que a partir do corpo etérico pra frente, no que envolve a alma e a mônada estas afinidades fiquem próximas e com isto o vinculo acaba por estimular e aumentar a capacidade de ambos na intuição, nos sentimentos, nas sensações e na solução de conflitos.

Digamos que um irmão do planeta A (planeta em evolução), mantem uma afinidade com uma irmã na Terra (planeta cármico). A irmã terá mais dificuldades que o irmão, mas juntos adquirem novas capacidades de desenvolvimento. Esta simbiose passa a ser favorável aos dois.

Enquanto criança, esta possibilidade é muito mais intensa, próxima e acontece com regularidade, entre a irmã e o irmão, em nosso exemplo, mantendo vínculos espirituais com reflexos intelectuais e assim um ajuda o outro.

Quando adultos, cristalizamos e afastamos, na maioria da vezes, esta possibilidade, dada a fraca educação que recebemos, onde a dúvida sobre mundos habitados, vida além da Terra, espiritualidade e amor são afastados ou ridicularizados e, taxativamente, elimina-se estes aspectos das nossas crianças. Procura-se compensar esta postura torta e desvirtuada com bens materiais reforçando a posse, o domínio e a ilusão sobre as conquistas materiais, tornando irrelevante  a evolução espiritual. Separa-se assim o que deveria ser acentuado.

Os mundos externos são cheios de vida, alguns possuem certa semelhança com a vida na Terra, outros possuem condições de sobrevivência muito melhor e outros muito pior (são os planetas de expiação em fase mais preliminar) e outros são quase imateriais, em dimensões acima da 5ª, cujo desenvolvimento é muito elevado e sutil, onde o material serve totalmente o espiritual.

Certos humanos da Terra mantem vínculos com seres destes planetas elevados e sutis e daí surgem as possibilidades para o desenvolvimento da raça humana, seja no plano material como no espiritual. Na contrapartida  outros humanos mantem vínculos com seres de baixo nível espiritual, acentuando as distorções das Leis em curso. Infelizmente o predomínio tem sido do 2º caso, onde a ganancia e egoísmo alinham-se com as forças involutivas presentes.

 Enfim é importante saber que nossos relacionamentos vão muito além do mundo astral, vão muito além dos mortos, e em cada etapa do processo evolutivo isto se sutiliza e passa para mundos incorpóreos.

Manter um estilo abrangente de educação em nossas crianças, onde a diversidade de mundos e a espiritualidade recebam sua atenção, irá permitir que estas não percam as oportunidades que se oferecem.

 Temos de ser abrangentes e incluir no rol de possibilidades, o que está além da Terra. Mesmo que não seja visto com os olhos físicos, o coração percebe e recebe as emanações de outro “irmão” que mantem certa afinidade. Não há limites, não há barreiras, não há espaço e tempo, o que existe são somente preconceitos que precisam ser superados.











quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Passos Atuais 246a Parte. O serviço impessoal.

 Na vida de serviço impessoal, não há queixas. Quem as faz, mesmo aparentemente com razão, está agindo sob a influência do ego.

Figueira.

 Pois bem, para evoluir o serviço impessoal é imprescindível.

A evolução acontece quando se faz algo que não seja em benefício próprio.

É, com certeza a melhor forma de aprender a ser atencioso, solicito, espontâneo e coligar-se às fontes inesgotáveis do conhecimento universal.

Percebam que no uso do egoísmo, isto não é possível de acontecer. No egoísmo o egocentrismo, a intolerância e a vaidade são as bases de qualquer procedimento.

Outro aspecto relevante é a indiferença. É um sentimento perverso que se utilizado com frequência pode remodelar o bom caráter adquirido ao longo do tempo.

Tornar-se ativo e não ser indiferente não significa empenhar-se na solução do problemas mundiais, pois a maioria é inconsertável, mas fazer alguma coisa, por menor que seja e que caiba na possibilidade de fazer, é muito importante. De certa forma temos de nos alinhar com as ideias de Deus.

O ser humano tornou-se complacente e passivo com erros e mentiras. Falsas narrativas estão aumentando o nefasto produto das ilusões.

Como foi comentado no “Passos Atuais 245ª Parte”, sobrepor-se e raciocinar acima dos problemas passa a ser uma questão de sobrevivência. Esta é a postura atual. Precisa, evidentemente, de ser praticada e na medida que se utiliza torna-se mais evidente como fazer e quando fazer.

O aprendizado se dá por tentativa e erro e esta postura de sobrepor-se aos problemas utiliza o mesmo formato. Confiar e ter fé, acreditar que nunca se está sozinho é uma regra importante neste aprendizado.

Somos mais fortes e mais poderosos do que imaginamos; temos acessos a estruturas de inteligências universais, a seres externos ao planeta, a hierarquias amorosas  com a intenção de ajudar e amparar os indivíduos da Terra.

No entanto, os indivíduos da Terra não creem nisto, possuem um grau de materialismo exacerbado e ainda continuam na ilusão do ver para crer. Se enxerga muito pouco, ou quase nada com os olhos da 3ª dimensão. Ficamos assim cegos, surdos e mudos perante o que deveríamos, receber, acolher e utilizar.

O persistente e decidido a crescer espiritualmente, recebe a intuição, que vem, que flui e orienta cada passo a ser dado. Os olhos, então, passam a ser mera referencia para desviar-se do que não serve.

 Siga estas orientações, pratique a vida impessoal, mesmo que seja através de uma pequena oração, pois a boa intenção sempre atinge as Fontes da Vida.












terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Passos Atuais 245a Parte. A solução dos problemas.

 A solução dos problemas:

 Pois bem, hoje deixaremos de abordar um novo pensamento para entrar num assunto muito antigo e em desuso, mas de importância fundamental para os tempos atuais.

 A humanidade sempre viveu e se desenvolveu através das pressões, dos problemas e desafios a enfrentar. Foram estas pressões que movimentaram a curiosidade, a inteligência e a criatividade para que as necessidades fossem supridas e as dificuldades superadas.

No entanto, sempre houve amparo “externo”, onde por intuição, homens e mulheres tiveram ideias para descobrir caminhos que levaram à solução dos desafios enfrentados.

A contrario do que parece no mundo ilusório, o ser humano é acompanhado em todos os passos que dá e em todas as atitudes que pratica.

Mesmo que uma atitude seja irreverente, desastrosa, maldosa, benéfica ou magnifica, dentro do destino maior projetado para a humanidade, no livre arbítrio ela pode ser praticada. Nos encontramos na fase das experiências, sejam boas ou ruins, segundo as Leis de Deus em curso, em que certos limites estipulados por estas Leis podem ser ultrapassados para que possamos distinguir o amor, o desamor, o bom, o ruim, pois evoluir é viver todos os “estados” da vida 

Tem sido assim desde o surgimento do ser humano encarnado na superficie terrestre.

Ao longo dos milênios as oportunidades foram surgindo, decorrentes da evolução necessária no plano da matéria, que se acompanhadas do plano espiritual, através das religiões criadas, caminharíamos para um desfecho magnifico na fase atual da vida desta 5ª Raça. Não ocorreu. Desvirtuamos as religiões, estas tornaram-se separatistas e egoístas. Deturpadas dos seus conceitos originais, que definiam uma consolidação única e absoluta em torno do amor universal, tornaram fomentadoras de guerras e destruições. Esta postura mantem-se.

Hoje vivemos um imbróglio confuso, essencialmente egoísta, que valoriza o material acima do espiritual. Perdemos boa parte dos aspectos intuitivos, dificultamos o acesso de Quem nos “assiste” e demos brecha para que forças involutivas assumissem nossas principais vontades. O egoísmo tornou-se fonte da vontade da maioria que se vê tomado pelo ser, pelo ter e pelo poder.

 Este distanciamento que agora atinge seu auge, afastou possibilidades de “ideias”, “intuições” e “apoios” oriundos de fontes que vão muito além do conhecimento humano, que poderiam ajudar na solução dos grandes problemas que a humanidade está vivendo. Temos mantido desta forma, possibilidades no típico “joguinho de dados”, onde probabilidades e estatísticas por tentativa e erro, continuam ceifando a vida de milhões de humanos. Muito bem, sob a ótica universal, tudo é experiência e aprendizado, sendo negativa ou positiva e como somos seres eternos o tempo é irrelevante.

 No entanto é oportuno lembrar que a solução dos problemas e conflitos, sejam quais forem, inclusive as doenças, precisam ser resolvidas acima destes conflitos e problemas, ou seja, é preciso elevar-se acima do que nos afeta, do que nos dearticula, do que nos dói.

No momento em que me elevo espiritualmente, dou a permissão para que fontes elevadas possa me intuir, ou sustentar para que, no mínimo, possa suportar o que me aflige. É voltar ao equilíbrio onde meu lado material alinha-se com o espiritual e deste alinhamento surja as soluções.

Preciso estar acima do que acontece.

Esta postura é essencial para que vislumbre possibilidades. Isto me aquietará, me fará seguir indicações oriundas  da alma, que por sua vez estará coligada com as estruturas divinas.

 O ser humano esqueceu-se desta necessidade. Considerava no passado esta possibilidade, mas hoje mantem-se hermético e fechado em sua ínfima capacidade de compreender e resolver o que provem da Mãe Natureza. Não respeita e agride sempre, mantem-se irreverente e manipula o que não conhece. Somos o único reino que pode mudar o meio ambiente, portanto temos a capacidade de definir como e de que forma viver. Escolhemos o pior caminho e as consequências estão aí.

 É preciso retomar este alinhamento matéria-espírito, é preciso voltar a ter fé, superar os medos, repensar sobre este status de soberba e burra independência que se vive, reavaliar valores, atitudes e pensamentos. Colocar-se acima dos problemas, dos conflitos, ter fé e confiar para que na humildade caminhos desconhecidos possam ser revelados. Reatar as pazes com a Mãe Natureza, respeitar seu poderio e sua inteligência universal, pois somos simples inquilinos, por um tempo, da superficie planetária que ela comanda.

 Somos uma centelha divina, mas materialmente confusos, prepotentes e mesquinhos, com a nítida intenção de mudar e dominar forças, energias e formas de vidas que não conhecemos.

O ser humano perdeu a humildade e a subserviência ao Criador. Isto nos afastou de inúmeras possibilidades de galgar este destino de aprendizado, com leveza e amor.

Mas a transição planetária em curso corrigirá este rumo, mantendo o destino original traçado, em que a humanidade compreenderá que ela não está sozinha e acima dela há um universo de vida pulsante, inteligente  com foco nas diretrizes traçadas pelo Plano de Deus.

No final iremos perceber que fazemos parte das "Ideias de Deus".

 Se posicione na fé e confia. Assim fez meu Filho, entre vós. (mensagem de Maria para este texto)