sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Pai, Filho e Espírito Santo

Pensamento do dia  06/11/2015.

Teu único bem é a vida do espírito, infinita, eterna e imutável.
Trigueirinho.

Pois bem, que maravilha se todos pensassem assim.
Teríamos longevidade em todos os aspectos da vida espiritual e da material também, pois nossas ações iriam prever a sequência da eternidade dos movimentos.

No entanto, aceitamos a vida finita, muito curta por sinal e com isto veio a irresponsabilidade.
Primeiro consigo mesmo, ou seja, realizamos ações, pensamentos, movimentos que sabidamente sabemos que são errados e prejudiciais. Como levamos em conta o tempo de existência física, parece que morrendo tudo termina.
Segundo, mantenho a irresponsabilidade em quase todos os aspectos da vida, com os semelhantes, com os reinos da natureza, com o planeta, apoderando-se, devorando e consumindo freneticamente o que me foi divinamente emprestado para usar com sabedoria, consciência e responsabilidade.
Levando a vida como temos levado, infringimos continuamente Leis Universais e imutáveis, assumindo grandes responsabilidades que, obviamente, não irão cessar na desencarnação.
De certa forma, somos protegidos pela ignorância, de certas responsabilidades, mas ao mesmo tempo deixamos de progredir no nível da consciência, o que pode ser uma perda incomensurável.
Tem um fato curioso que pode esclarecer: a Terra já pertenceu a várias civilizações antes da atual, ocupando grandes continentes que naquela época tinha uma formação geológica bem diferente da atual. Em várias destas civilizações remotas, não existia a dor do parto. Esta começa a acontecer quando a humanidade começa a usar o sexo desenfreadamente para satisfações pessoais e onde a energia do amor começou a ficar mais distante.
Nestas épocas antiguíssimas, a necessidade da procriação para povoar a Terra e a base do amor nos ensinamentos sobre a procriação, prevaleciam, inclusive sem nenhum problema na consanguinidade, casamento entre pessoas muito próximas no grau de parentesco, inclusive não existia a hereditariedade nos nascimentos.
Isto começa a mudar quando desalinhamos os ensinamentos iniciais quanto ao conhecimento destas Leis Universais. Nesta sequência, perdemos estes ensinamentos que foram trocados por adorações a deuses criados pela fantasia alucinada de pessoas que assumiam certas lideranças. No entanto, o livre arbítrio sempre prevaleceu.

Da mesma forma, após a início da era cristã, assumimos novas e maiores responsabilidades pelos ensinamentos que Jesus o Cristo, nos deixou e nos libertou, se assim podemos dizer, do julgo da ignorância sobre os verdadeiros conceitos da criação e de seu Criador, da qual Ele chamava de Pai, revelando as 3 primeiras Leis básicas:
·         Amor Sabedoria  (Pai)
·         Poder e Vontade  (Filho)
·         Inteligência Criativa (Espírito Santo)
ou
·         Pai, Filho e Espírito Santo.

Da mesma forma, ao lermos e assimilarmos estas informações, guardadas as devidas proporções, aumentamos ainda mais nossas responsabilidades na medida que formos superando estados de ignorância que permaneciam em nossa consciência.

Da mesma forma, podemos dizer que quando eu, que venho me submetendo a tantas descobertas, insisto em errar, meu erro será maior do que o erro de quem não tem esta oportunidade.

Quando pensarmos efetivamente, realmente, sinceramente, honestamente de que somos um espírito com vida eterna, realizando ciclos de experiências  e de aprendizado na vida material, conquistando conhecimento, descobrindo o próprio potencial interior e que habitamos este lugar imenso chamado universo, com certeza nossa consciência e nossas ações serão dignas da nossa origem. A visão será tão ampla e intensa que a vida por si só se encaixará na forma correta de se viver momento a momento.

Quando temos um único bem a preservar, “a vida do espírito, infinita, eterna e imutável”, podemos dizer que o restante acontecerá alinhadamente com este conceito e esta origem. Não há esforços a serem feitos.

Vamos refletir com muita firmeza e dedicação sobre este importante conceito, real e verdadeiro, em nosso mundo tão ilusório.

 Hilton

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Ave Maria.

Comentários:

Na reunião de terça passada, optamos por realiza-la dedicando 1 hora de oração intensa e continua.
Foram aproximadamente 220 “Ave Maria”, numa sintonia muito boa.
De certa forma colaboramos com uma sintonia mundial de vários Grupos que dedicaram-se a 3000 orações continuas, nesta terça.
Tivemos uma experiência marcante nestes momentos que vou retratar a todos:

Marcamos um horário de início e fim, totalizando exatamente uma hora de orações continuas – Ave Maria – que foi a oração praticada por todos os Grupos,  conforme orientação de Maria e seu Filho. Alguns Grupos optaram por faze-la em latim e outros nas suas línguas de origem.
Após os primeiros 10 minutos conseguimos igualar uma certa sintonia entre todos, pegando inclusive uma cadencia na oração, uma vez que foram feitas em voz alta.
Destes momentos em diante, fios de luz começaram a brotar do coração de cada um dirigindo-se ao centro do círculo que temos formado em todas reuniões. Estes fios de luz, concentrados num semi círculo cristalino, começaram a fluir para o alto.
Inicialmente de forma desordenada, mas na medida que íamos progredindo nas orações formou-se um vórtice de fios de luz entrelaçados, como se fosse um tornado, girando rapidamente, mas com efeito contrário do tornado, ou seja de baixo para cima e assim permaneceu até os últimos 5 min finais, desfazendo alguns segundos antes do término das orações.
Esta maratona orante, no âmbito mundial, tem como premissa o “armazenamento” destas energias orantes para os momentos difíceis que se aproximam.
Após a conclusão e com a garganta seca, a sensação de paz e de alegria ficou no coração de todos.



Pensamento do dia 04 de novembro de 2015.

A vigilância é necessária em tempos de transição como estes.
Trigueirinho.

Pois bem, mais do nunca, o proverbio “orai e vigiai” é fundamental.
A vigilância, na fase atual da transição planetária, que já é critica, é fundamental.
Hoje lidamos com forças ocultas, sábias, muito ardilosas e sutis.
A raça humana, por outro lado, se fragilizou demais, se afastou dos verdadeiros conceitos sobre a vida e a forma de se viver, além de distanciar-se dos conceitos básicos da nossa composição física – espiritual.
Isto por si só nos tornou pessoas muito manipuláveis, onde cada vez mais temos aceitado as infames mentiras sobre a melhor forma de se viver.
O foco de se “viver bem” se fundamentou no “ter” e no “poder”.
Quanto mais tenho e quanto mais domino, mais, ilusoriamente, entendo que vivo melhor.
Face a esta grande distorção da realidade, iremos sofrer uma grave e poderosa decepção, quando a superfície do planeta estiver sob a pressão de imensos movimentos telúricos.
Estes movimentos já definidos para a preparação da superfície terrestre na sua nova concepção como solo sagrado, não tem caráter punitivo para os humanos, mas terá ajustes cármicos e outra coisa muito importante, a decepção, para sentirmos a fragilidade de nossos atuais “apoios” e a real necessidade de nos voltarmos para as atitudes espirituais da vida.
Precisamos conhecer nossa origem e esta é imaterial.
Ora, quando nos focamos e nos voltamos somente para os aspectos materiais, não há outra solução a não ser o colapso de tudo aquilo que temos nos apoiado no plano material. Talvez a inexistência destes apoios materiais faça com que nos voltemos para nossa origem, nosso verdadeiro e real caminho que é a evolução do espirito.
De certa forma, seremos lembrados da nossa origem e teremos a última chance, nesta fase planetária, para estes aspectos.
Poucos se dão conta desta situação extrema que estamos vivendo, pois alimentam-se de esperanças ilusórias ou tem medo de admitir o fracasso dos nossos conceitos atuais.

A vigilância é necessária, pois sem ela somos alvos fáceis de mentiras e mais mentiras de uma sociedade doente, em seus últimos suspiros, que ainda retem a grande parte da iludida população do planeta (leia-se física e astral).
Talvez lendo isto muitos achem um exagero, uma precipitação, como se tivéssemos um longo percurso ainda a percorrer.
Não é verdade.
Estamos na eminencia de fatos significativos e poderosos que desalinhará o muito pouco que ainda tenta sobreviver nesta fase caótica do planeta.

Pela simples leitura de artigos de jornal, comentários científicos, pesquisas realizadas por pessoas ou grupos idôneos, temos um panorama absolutamente comprometido com mudanças climáticas, com a energia monetária, com a credibilidade do que hoje é manifestado por poderosos grupos econômicos, por toda a indústria farmacêutica, energética, financeira, politica e vai por aí afora.

Orai e vigiai. São temas que foram amplamente abordados em nossas Instruções diárias, das quais estão também na sua fase terminal, pois o que precisava ser explicado dos conceitos básicos para estes tempos também já foram.

Podemos dizer que ainda resta muito a fazer, mas entramos agora num direcionamento muito pessoal, onde cada um irá escolher o que é melhor para si e seguir adiante.
A fase da coletividade terminou.
A escolha é individual, única, exclusiva e cada um tomará suas decisões. Aqueles impossibilitados, por algum motivo, se apoiaram no seu anjo da guarda que manifestará as vontades do seu coração.
Ninguem será esquecido ou deixado para trás, como dizem os americanos para seus soldados que morrem lutando por nada, mas a diferença está na manifestação da alma e não da mente e da ilusão.

Tais energias orantes “armazenadas”, nestes momentos difíceis, serão os verdadeiros apoios para muitos que resolverem despertar para sua realidade interior.


Hilton

terça-feira, 3 de novembro de 2015

A oração - esclarecimentos.

Pensamento do dia 03.11.2015

A todo instante podes estar orando silenciosamente.
Trigueirinho.

Pois bem, a oração é um Instrumento de apoio sem igual.
A maioria não usa, ou usa nos momentos em que não vê saída nas diversas situações em que se vê envolvida.
A oração deveria ser algo continuo na vida de todos, pois nos coliga com a nossa contraparte espiritual.
Ao contrário do que imaginamos a oração é um estado de se viver, corretamente.
Em mundos adiantados a oração faz parte de todas as ações e movimentos que um indivíduo realiza, como parte integrante das energias que irão fluir no que se está fazendo.
Aqui, geralmente, usamos nos momentos de aflição, quando usamos, pois estamos condicionados a resolver nossos problemas somente pelos aspectos materiais, desprezando que as origens de qualquer coisa, de qualquer movimento, ocorre primeiro nos planos espirituais para depois materializar-se.
A oração tem se tornado um jogo de palavras repetitivas, muitas vezes vazias, pois nossos pensamentos estão longe, focados em coisas e situações mais “práticas” e “eminentes”, pois desconhecemos este poder imenso que uma oração bem feita, concentra.
A oração estimula vórtices de energias incríveis, muito poderosas que podem atuar sobre qualquer coisa ou situação.

Muito bem, então porque muitas situações que não gosto ou preciso me livrar, nada acontece quando oro?
Pelo fato de que situações cármicas devem ser cumpridas à risca e em todos os seus aspectos. Portanto, no momento em que você atualizou-se espiritualmente, estas energias voltam-se a você.

Então a oração, neste caso não pode me ajudar?
Pelo contrário, ajuda e muito, pois orando irei compreender melhor certas circunstancias e concluir mais rapidamente as experiências cármicas em curso.

Tenho tentado orar e nada acontece, porque?
A oração deve vir acompanhada de mudanças na postura, nos pensamentos, na eliminação de manias, de preconceitos, na firmeza de propósito e de intenções, na sabedoria existente e desatualizada, na busca incansável do aperfeiçoamento, na quietude, na calma, na superação dos medos, na credibilidade do que se está fazendo, na compreensão da sua composição física espiritual, enfim resumindo, na fé.

Me canso ao orar, porque? Tenho sono?
Pelo fato de que você não consegue assimilar as energias provenientes da força da oração, pelo fato de você estar muito densa, muito pesada, acumula muito, se alimenta de forma inadequada, continua com práticas desalinhadas para um ser orante, enfim, você encontra-se fechada para tais energias. Sendo assim torna-se necessário mudanças, várias mudanças para que a oração possa manifestar-se fisicamente, com efeitos positivos.

Vejo orações sendo repetidas continuamente, porque?
Devido ao corpo emocional que possuímos, nossa concentração é extremamente limitada e sempre atrapalha. A repetição irá fazer com que em alguns momentos irei orar corretamente, sendo produtiva nestes pequenos momentos.

Preciso orar somente a ave maria e o pai nosso?
Não, a oração pode ser uma conversa com Deus. As orações conhecidas, em especial estas duas, por serem repetidas a muitos séculos, contém uma sinergia  do plano material com o espiritual, impar, especial, poderosíssima, sendo portanto, orações que catalisam forças e estruturas já dominadas por todos, facilitando a aproximação e a coligação. Desta forma devem ser feitas, também.

Quando oro desconcentrado perco a oração?
Não, no entanto a oração não te ajudará como deveria, mas irá para um “depósito”, se assim podemos dizer, que irá gerar atributos a serem utilizados em momento ruins para muitos.

As crianças deveriam orar?
Sempre. A ausência de oração com as crianças tem sido uma crueldade, pois elas tem condições de orar de forma muito mais cristalina e pura do que os adultos, tendem em vista que ainda não se cristalizaram com os medos.

Posso dirigir minhas orações para os outros reinos? Animal, vegetal, mineral.
Sim e deveríamos reservar uma parte das orações para estes reinos, pois isto os ajudará na evolução na elevação e no desenvolvimento, além do que estamos muito, mas muito comprometidos com todos eles pela forma com que temos usado, abusado e desrespeitado suas vidas.

Porque oramos para Jesus , para Maria, para Deus, entre outros? Eles precisam destas orações?
Ainda não sabemos ser imparcial, portanto oramos para quem gostamos e esquecemos de quem não gostamos, ou seja, temos nossas preferencias não usando o conceito da irmandade. Ao orarmos para Jesus, Maria, Deus, entre tantos outros Seres elevados,  Estes, distribuem as energias orantes para todos, na medida do suportável para cada um, usando a imparcialidade, a irmandade e a imensa sabedoria que possuem para usar adequadamente as energias da oração.

Podemos viver sem oração?
Não, morreríamos no corpo, na alma e no espirito.

E quem não ora?
Existem muitos indivíduos na Terra, no plano astral, nas hostes angelicais, que oram por todos e isto tem mantido vivos os indivíduos não orantes.

Até pelas pessoas bem cruéis?
Sim, por todos, pois as pessoas cruéis tem sua missão de despertar a bondade em muitos que se compadecem das crueldades. Com o passar das reencarnações, se tornarão pessoas boas também.

Devo orar somente quando estou em dificuldades?
Não, a oração deveria ser um ato continuo como alimentar-se, vestir-se, lavar-se, ou seja, deveria fazer parte de todos os dias e de todos os momentos da nossa vida.

Um animal ora?
Do seu jeito sim, pois ao iniciar-se na aproximação com os humanos, aprende a manifestar-se na energia da compaixão e da misericórdia, além do que sofrem sem odiar e sem revidar, preservando-se com seus instintos. As várias espécies definem movimentos de orações que são auxiliados pelos Devas, pois começam a compor-se para a mudança de reino.

Posso orar por alguém, especificamente?
Sim, mas preciso estar ciente de que se desejo mudanças, estas acontecerão se estiverem no destino e no desenvolvimento evolutivo espiritual desta pessoa. Caso contrário tais orações serão armazenadas e utilizadas em momentos oportunos e permitidos no processo evolutivo deste alguém.

Posso orar por mim?
Sim, devo orar por mim e uma das principais atribuições deste tipo de oração será aclararmos as ideias e a capacidade de compreender melhor o que se passa na nossa vida e como superar certas dificuldades. A oração nos coliga com fontes fidedignas de origens divinas, expandindo nossa consciência e nossa capacidade de compreender melhor, acelerando aspectos intuitivos no processo evolutivo.

E se orar pelo mau de alguém?
Esta oração também tem muita força. Poderá prejudicar este alguém, se este alguém estiver necessitando de passar por experiências negativas ou bem difíceis. Cria-se um vínculo cármico negativo que irá fazer com que experiências semelhantes aconteçam com você, na mesma vida ou na seguinte. A contrapartida existe em todas as circunstâncias, sejam as boas ou ruins. Na fase atual da transição planetária, a probabilidade de tudo acontecer na vida atual tem sido muito mais intenso.

Gratidão.

Caros amigos, podemos esclarecer outras dúvidas, se estas ocorrerem. Peço que escrevam e enviem as perguntas. Temos tido muita ajuda de nossos Instrutores e o momento é muito importante para sanarmos estas dúvidas.
Obrigado.
Hilton


sábado, 31 de outubro de 2015

"Espelhos"

Pensamento do dia 31 de outubro de 2015.

A vida percorre, de Espelho em Espelho, os recônditos da Criação, conduzindo em fios de luz a essência da Vontade Suprema.
Trigueirinho.

Pois bem, este conceito de “espelhos” se aplica muito bem, para nos dar uma ideia melhor de como as energias circulam no(s) universo(s).
Um espelho maior, é um espelho que passa a refletir as energias , o poder e a vontade divina. Em termos gerais, podemos dizer a onisciência e a onipresença de Deus.
Se recebêssemos estas energias diretamente da Fonte, não aguentaríamos seu poder e morreríamos. De certa forma, seria o mesmo se ligássemos um aparelho elétrico comum na saída de uma turbina de uma usina hidroelétrica, por exemplo, não sobraria nem o pó.
Então os espelhos vão transmitindo e retransmitindo a Seres, Hierarquias, Divindades, Arcanjos, Anjos, etc., vão diminuindo a intensidade das energias oriundas da Fonte e calibrando-as para, numa escala descendente, todos possuam usufruir da Fonte, mas na medida do suportável.
Desta forma, cada um, seja um Ser, uma Hierarquia, um Arcanjo, um Anjo, etc., funcionam como espelhos refletores, diminuindo a intensidade e o poder das energias oriundas da Fonte.
O que recebemos destes espelhos, hoje, é uma ínfima parte de algo extremamente maior, incomensurável para nossa capacidade de compreensão.
As cidades intraterrenas aqui da Terra, que não são físicas, estão em outras dimensões, são Espelhos que refletem a Luz e as energias do que nós e os demais reinos precisam para viver e sobreviver. Inclui-se o plano astral e todos os demais planos da Terra.
Portanto, em menor escala, cada um de nós, desde que esteja em processo evolutivo, é um espelho menor que ajuda os demais neste mesmo processo de evolução.
Por isso que nossa responsabilidade, a partir do momento que possamos refletir algo, torna-se maior, mas presente e mais significativa.
É disto que depende a evolução de um ser humano, de uma raça, de um reino, de um planeta, de uma galáxia de uma constelação, de um universo.

Se cada um de nós acolher no coração as  Instruções que temos recebido, de certa forma, poderemos refletir para muitos estas energias evolutivas, desde que a seriedade, a responsabilidade e a neutralidade façam parte deste conjunto de intenções sinceras e reais, no processo evolutivo.
Um pai e uma mãe irão refletir para seus filhos diversas energias, sendo a principal a energia criadora na Lei do Amor, para em seguida retransmitir todas as demais energias que os transformará no que serão no futuro. Vejam a importância deste Trabalho preparatório para sermos pai e uma mãe.

Da mesma forma, na contrapartida, no livre arbítrio, as energias negativas, oriundas das bases mais densas e negativas, refletem-se nos seres espelhos, que pode ser qualquer um, retransmitindo o ódio, a vingança, o egoísmo, a competição, a luxuria, enfim a desarmonizarão do ambiente.
Podemos, de certa forma, mensurar estas possibilidades.
Os seres do reino vegetal são muito sensíveis. Uma casa em desarmonia, uma pessoa em desarmonia, uma cidade em desarmonia, ao olharmos para os seres  vegetais destes ambientes, veremos que tonaram-se “endurecidos”, escuros, sem brilho, necessitando intensamente de artifícios químicos para manterem-se vivos ou em pé.
Da mesma forma, uma pessoa mais sensível, não suportará por muito tempo um ambiente assim, desarmonizado. Muitas doenças são oriundas destas desarmonias doméstica, pois podem ser tão intensas que descontrolam o metabolismo do corpo físico de alguns. O câncer lidera o ranking destas doenças, na desarmonia.
Os animais domésticos, talvez não se manifestem, mas sofrem muito num ambiente conturbado, desconcertado, fútil.
Uma criança, recém nascida, em desenvolvimento, também vive estados de conturbação intensos quando se deparam com ambientes rígidos, essencialmente materiais e despreparados para recebe-las, onde as coisas do espírito ainda estão muito intensas em seus pequenos corações.

Enfim todos nós temos as mesmas possibilidades. Basta querermos para alcançarmos.
Reflitam sobre estas informações, reavaliam sua postura, suas ideias, suas concepções sobre isto e se perceberem que algo deve ser mudado, simplesmente mude.
Não percam tempo, não há mais tempo.

Hilton  

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Somos reféns dos nosso próprios medos.

Pensamento do dia 28 de outubro de 2015

Para veres horizontes mais amplos, sobe às altas montanhas.
Trigueirinho.

Pois bem, vejam que somos nós que nos posicionamos para obter o que desejamos.
De certa forma, a maioria se contenta como está. Seja bom ou ruim, mantem-se numa situação e numa posição que exige menos esforços e ilusoriamente, menos sacrifícios. Termina uma encarnação com resultados, na melhor das hipóteses neutros, na pior das hipóteses com grande acumulo cármico.
O nível evolutivo estagnado, como agua parada, acaba por proporcionar a repetição das inúmeras situações vividas várias vezes, mantendo-nos na roda das reencarnações.
Horizontes mais amplos significa rompermos as barreiras que hoje nos aprisionam na mesmice das coisas.
Ousadia, coragem, rompimentos, fé, são inevitáveis para alcançarmos as “montanhas” da consciência e vislumbrarmos estes novos horizontes.
A humanidade pouco mudou nestes últimos 10 000 anos. Digamos que sofisticamos atitudes e nos fechamos em facilidades do plano material, mas na síntese, na integra não houve mudanças.
Mantemos ritmos e comportamentos dos nossos antepassados e ainda chamamos aqueles tempos de “tempos das cavernas”.
Portanto, quem se interessa por estes novos horizontes, precisa romper estas barreiras, ter ousadia, humildade, reconhecer a própria ignorância e buscar continuamente, constantemente, pois os tempos atuais possuem oportunidades raras para vislumbrarmos horizontes até então considerados inacessíveis.

Ontem nossa reunião foi muito enriquecida com a palestra do Trigueirinho, seguido por amplos debates sobre os temas ali abordados.
Um que se destacou foi sobre nossos medos.
Somos reféns dos nosso próprios medos. Estes por sua vez são alimentados, fartamente, por inúmeros preconceitos e prepotências que em certas situações, nos orgulhamos de ter.
Este sinal claro da nossa ignorância, tem nos impedido de contatarmos e de sermos contatados, enfim, de nos abrirmos mais diretamente como nossos “irmãos maiores” (em termos de evolução), que vivem em outros mundos, em outras constelações.
Com esta postura temos nos privados do farto conhecimento que poderíamos ter acesso, melhorando substancialmente nossa qualidade de vida, sob todos os aspectos, do físico ao espiritual. Mas, nos encontramos ainda de quarentena e nenhum esforço é feito para este rompimento.

Outro tema importante, foi algo que sempre mexeu muito comigo: as crianças desta época.
Foi explicado que as crianças desta época, estão nascendo com a energia da transformação, pois o planeta já se encontra em processo de transformação. Nascem com uma inteligência mais sofisticada, são mais seguras e ávidas para aplicarem o que trazem (a nova era).
O que encontram aqui?
Um ambiente péssimo, negativo, completamente contrário às suas tendências espirituais, além de se verem cercadas por pais e familiares completamente alheios a isto.
Elas vem nesta condição pois isto já tinha sido determinado pelo destino coletivo da humanidade e do planeta, que são inexoráveis.
Encontram aqui um ambiente desatualizado a tal ponto de que nossas estruturas mentais são semelhantes às das “cavernas”.
Aos poucos estas crianças vão perdendo aquele brilho intenso, maravilhoso, transformando suas auras numa cor opaca, sem vida. O pior começa a acontecer na adolescência com as desilusões provenientes de seu ser interno, dando assim chances para que desvios significativos  possam acontecer (drogas, doenças emocionais, desequilíbrios contínuos, violências, etc..).
Raros são os pais atuais que atentam para isto, que estudam como educar seus filhos (no âmbito material e espiritual), além de recusarem-se a dar aspectos religiosos que poderiam explicar muitas dúvidas destas nossas crianças, criando um apoio em que elas poderiam buscar sozinhas, no futuro.
Desnecessário falarmos das condições precárias que a sociedade tem imposto a esta futuras gerações, o mau exemplo das nossas autoridades, dos países em guerra, das atrocidades e barbaridades que muitas sofrem, enfim como falamos ainda continuamos nas “cavernas”.
Portanto, no âmbito coletivo não há o que fazer, mas no âmbito familiar e pessoal, há muito por fazer. Basta deixarmos os preconceitos e a preguiça de lado.


Os temas foram vários e na oportunidade, voltaremos para outros.

Quem me guia?

Pensamento do dia, terça-feira, 27 de outubro de 2015

"Não é o teu ser consciente que te guia, mas teu espírito. Assim, cumpre o que te está destinado"
Trigueirinho.

Pois bem, para que as coisas do espirito possam fluir temos que considera-lo como parte integrante, ativa e presente em nosso ser.
Nos geral, temos nos identificado somente com o corpo material (leia-se físico, emocional e mental). O restante dos corpos, evidentemente os mais importantes, porque não cessam de atuar na desencarnação, desconsideramos.
Esta matéria tem sido amplamente debatida e rebatida nas informações, mas são Instruções como estas do título, identificando o “espirito como teu guia”, que nos indica os objetivos reais da vida material.
Ao pensarmos sobre isto, sentimos a falta que nos faz esta relação completa corpo-mente-espírito.
Temos divagado, adivinhado, pesquisado, mas a falta desta relação do visível (mente) com o invisível (espírito) nos deixa completamente confusos.
Os parâmetros que conhecemos estão se deteriorando e detonando.
As informações, no geral, tem sido interpretadas como confusas ou difíceis. Distorções das informações, então nem se fala, pois os palpites ganham força sobre os estudos e os aprofundamentos.
A confusão tem sido muito grande.
Com isto vem o desanimo e a angustia.
A sensação de solidão se aprofunda e se mantem mais relevante.
Isto acaba por “embaçar” o pouco que temos conquistado.

É importante ressaltar que o caminho evolutivo é individual.
O tema é claro: “Não é o teu ser consciente que te guia, mas teu espírito”.
Mas, o que fazemos para que isto aconteça?
Muito pouco, pois somos pessoas absurdamente ocupadas.
Alguns ficam bravos quanto falo sobre isto, mas poucos percebem a real necessidade deste aprofundamento. Não percebem que as coisas materiais ainda ocupam um tempo precioso, que não necessariamente precisaria ser utilizado para elas, mas poderia ser utilizado para nosso aprofundamento na nossa relação mente-alma.
Entendo que pequenos ajustes, se realizados na nossa vida material, teríamos tempo de sobra para estas “outras” circunstancias.
Vejam como nos tornamos focados quando algo na vida material nos interessa. Torna-se premente, ganhando boa parte da nossa dedicação.
Desta forma podemos concluir que a vida espiritual ainda não é considerada premente. Não nos focamos e estamos sempre justificando outras ações, outros interesses, outros caminhos, outros objetivos.
Com isto, perdemos o contexto de “cumprir o que nos foi destinado”.
Com isto, fracassamos nas conquistas e no destino a ser realizado, onde metas evolutivas, além das metas cármicas, foram traçadas.

Desta forma é preciso repensar, se reposicionar para saciar a sede interna da alma que clama pela “água” da sabedoria e da evolução.
Um indivíduo que pensa em si próprio, na realidade não pensa, age somente, automatizando ações que podem ser éticas e morais para a sociedade, mas antiéticas e imorais para o seu espírito.

Enfim, vamos refletir e acolher tais avisos, pois quem nos dá, nos ama.

Hilton

sábado, 24 de outubro de 2015

Pequenas ações podem se desdobrar em grandes movimentos internos.

Pensamento do dia 24 de outubro de 2015.

Caminha rumo à estrela que te guia.
Trigueirinho.

Pois bem, ...........................................................................
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Caros amigos.

Hoje é sábado, amanhã domingo, final de semana que deveremos descontrair para repormos as energias para uma nova semana.

Durante a semana, muito movimento, muita ocupação e total falta de tempo para nos dedicarmos a outras possibilidades da vida. Entendo que no final de semana, poderemos ter um pequeno tempo livre para dedicarmos a algumas coisas do nosso ser interior.

Gostaria muito que cada um de vocês, colocasse seus comentários sobre o tema do pensamento de hoje.
Desta forma, sugiro que preencham as linhas pontilhadas com suas opiniões sobre esta indicação: “caminha rumo à estrela que te guia” e envie para mim.
A identidade de cada um sempre será preservada, como sempre.

Não sei se voces sabem, mas isto aliviaria a o meu carma positivo que tenho com vocês, face a minha dedicação com estas informações que tento repassar diariamente, a todos.
Agradeço.


Hilton 

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Aliás, o medo que sentimos é o medo de nós mesmos.

Pensamento do dia 23 de outubro de 2015

O cumprimento da tarefa maior, parte de um plano infinito, não é para ser cerceado pelas condições do viver humano.
Trigueirinho.

Pois bem, o ser humano interfere demais nos domínios que a ele não pertence.
Pelo motivo da maioria desacreditar num Plano Maior, onde todas as formas de vida tem um destino certo e pré definido, nos alienamos da sua existência e da nossa participação.
Esta participação poderia ser ativa, melhor, contribuindo com que está vindo do Alto, ou passiva, onde evitaríamos inúmeros desgastes no quadro emocional.
Mas em todas as épocas, desvirtuamos os ensinamentos deixados por Aqueles que organizaram as civilizações nos vários continentes do planeta, transformando nossa origem divina nesta balburdia generalizada, onde ninguém se entende e pouquíssimos colaboram.

A individualidade, preservada em face dos diferentes níveis de consciência que o planeta abrigou, deveria ser motivo de aproximação e não de distanciamento entre raças, cores de pele, formas de se viver, fronteiras e outras ilusões que cada vez  mais vem aumentando os níveis de confusão entre todos.
A Terra foi povoada de raças oriundas que traziam em si o modelo do arquétipo perfeito.
Por ser um planeta cármico, ou de expiação, tinha a obrigação de receber vários seres de várias origens, de  vários outros mundos, que caminhariam juntos novamente para alinharem-se no livre arbítrio, ou seja, por vontade própria deveríamos achar um modelo comum de vida confortável para todos.
Fomos, no desenvolvimento das raças estabelecidas no planeta, desvirtuando o arquétipo perfeito que deveríamos alcançar, onde em determinados momentos estes modelos perfeitos foram desprezados e seguiu-se a base da balburdia.
A história da Torre de Babel, possui um significado muito interessante neste contexto que pode nos dar uma ideia melhor.
Mas nunca ficamos sozinhos, desamparados, ou esquecidos.  Acontece que este alinhamento deveria acontecer por inciativa dos seres humanos da Terra, mas, seduzidos com a pobreza da riqueza material, desvirtuamos todos os conselhos dados e nos refugiamos no egoísmo.

Isto é o que vem acontecendo até hoje, de forma clara, explicita e real.
Muitos ainda continuam pensando em si próprio e passam as vidas totalmente focados nas conquistas materiais, repetindo, repetindo e repetindo várias vezes um destino muito semelhante aos anteriores.
Esta monotonia hoje nos agonia, nos frustra, nos deixa emocionalmente desequilibrados e com muito medo. Nos distanciamos significativamente dos parâmetros originais destinados para a raça humana da Terra.
Aliás, o medo que sentimos é o medo de nós mesmos.

Por isso deste recado de hoje, onde esboça o objetivo da não interferência.
Temos sido instruídos continuamente para “descobrirmos” nosso lado espiritual, sensível, oculto por assim dizer, completando a outra metade da qual somos compostos e que muitos desconhecem.
A palavra CONFIA precisa ser explicita, aplicada e levada a sério.
Desejar ou entender que esta palavra irá melhorar as condições da vida material, não tem razão de ser, pois materialmente estamos no período da transição planetária, onde tudo, sem exceção, mudará.

Neste momento a palavra CONFIA nos trará forças, amparo, um pouco de paz, retidão e nos remeterá para que as ajudas se façam presente em todo o nosso ser. Isto significa certo equilíbrio emocional, certo alinhamento mental com a alma, aumento da capacidade de suportar fisicamente certos movimentos da vida e do planeta, enfim será um apoio imprescindível no turbilhão de coisas que estão acontecendo e que irá piorar.

O desejo de vivermos no mundo ideal é real e verdadeiro, só que para isto acontecer é preciso desconstruir o que está errado.
Encarar as coisas com conhecimento de causa já é um conforto. Evidenciar que as perspectivas futuras serão excelentes fica melhor ainda, portanto o que precisamos agora e forças para esta grande conturbação que está às portas.

Parem um pouco o que estão fazendo.
Reflitam sobre a vida que vem levando.
Avaliem as perspectivas do plano material, sob a ótica mundial.

Agora remetam-se aos aspectos da vida espiritual, da origem divina a que pertencemos e ao continuísmo inevitável que teremos.
Veremos que  “Confiar”, nos aspectos divinos da vida, é o que importa.

Se chegarem a esta conclusão acelerem a Busca, reavaliem as prioridades, foquem no que precisam descobrir a este respeito e não troquem o tempo precioso que nos resta.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Reflita sobre teus anseios.

Pensamento do dia 22 de outubro de 2015.

Mantém o coração para sempre aberto à necessidade do mundo.
Trigueirinho.

Comentários:
Como foi anunciado na reunião desta terça, Maria nos deu o tema para a próxima Vigília em Oração: “A aproximação da alma para com a mente”.
Desta forma, pedimos a todos que tem interesse em participar, que comecem a preparar-se, refletindo sobre o tema em questão.
Há possibilidades de utilizarmos 2 finais de semana, ou seja, 2 sábados, provavelmente, sendo um preparatório e o outro a Vigília.
Estamos aguardando novas Instruções.

Pensamento:
Pois bem, o pensamento, nos indica a necessidade crucial de evoluirmos.
De nada adianta tornarmo-nos pessoas instruídas, conhecedoras, com muita informação, se não disponibilizamos e aplicarmos.
O erudito, o que se considera inteligente e culto, ou excepcionalmente culto, fazendo certas reservas nos seus relacionamentos,  apoia sua cultura e sua performance nas ideias dos outros.
Busca na literatura sua performance, abarcando ideias filosóficas complexas, mas não as pratica, não as emprega, não as adapta para o cenário atual da vida cotidiana, mantendo para si esta cultura que vai com o tempo se corroendo, se deteriorando como o cérebro se deteriora com o passar dos anos. Um indivíduo culto normalmente fica impermeável às novas informações, à intuição, pois julga-se satisfeito com que conseguiu, mantendo para si o que poderia ser de todos.
Ao morrer leva para o nada esta vasta cultura inútil, pois não as empregou para a sua vida e para a vida de todos, confirmando a inutilidade de tanta cultura adquirida.

O homem sábio em primeiro lugar é humilde e submisso às necessidades da vida e de todos. Aprende a empregar sua sabedoria para melhorar as condições de sobrevivência e de elevação espiritual de todos. Compartilha o tempo todo, pois mantem o coração aberto à necessidade do mundo.
Não interfere e sabe calar-se quando for inconveniente ou quando pressente que de nada adiantará expor esta sabedoria.
Não se sente dono da sua sabedoria, pois aprendeu que isto pertence a Deus, portanto, pertence a todos.
Tem uma função primordial de adaptar o conhecimento que lhe foi “emprestado” para as diversas situações e momentos, no meio em que vive.
Esforça-se para aprender cada vez mais, mas ao mesmo tempo ensinar tudo que sabe, sem reservas, sem domínios, sem propriedades daquilo que por princípio é de todos.
Entende com clareza sua missão como humano, no meio dos humanos e percebe suas prioridades, colocando dados e informações conforme sua intuição assim o definir, desta forma, fica disponível o tempo todo para atender as necessidades que lhe virá à mente quando o Plano maior, que tudo vê e tudo sabe, assim o definir.
Desta forma, aprendeu a servir, ser útil e consequentemente evolui.

Sempre iniciamos nossa sabedoria pela cultura, ou seja, na medida que formos estudando, nos dedicando a compreender e refletir os ensinamentos, na sequencia  partimos para a Busca.
Se não aprendermos a Buscar, estancamos e viveremos das observações dos outros, que nem sempre poderão atender as nossas necessidades.
Com muita perseverança, vamos dando provas do nosso valor e das nossas metas alinhadas com as Instruções superiores, até nos tornarmos aptos a acessarmos os arquivos da Sabedoria Universal.
Nesta descomunal biblioteca esotérica, que contém as origens e as histórias de todos os mundos, de todos os universos, arquivos são selecionados, para que na medida da nossa capacidade de compreensão e da nossa performance espiritual, possamos ter acesso e distribuir aos nossos pares aquilo que os incentivará no seu processo evolutivo e na tão necessária ESPERANÇA.

É assim que o Plano age sobre nós e sobre nosso progresso espiritual, como também o material.
De tempos em tempos os mundos recebem Seres Divinos que aceleram certos processos evolutivos, trazendo informações especificas, ou “descobertas” no campo da ciência, da tecnologia, da medicina, da filosofia, etc.,  dando chances para que as humanidades deem um “up!” nos seus estímulos e na sua evolução.
Cada mundo possui comandos de Seres que coordenam as metas evolutivas de seus habitantes, envolvendo todos os reinos.
Temos chamado de Hierarquias, pois sua complexidade ainda não entendemos.

Portanto, quando mantemos nossa coração aberto, na realidade mantemos o acesso a todas estas Estruturas Elevadas, gigantescas e de ampla assistência em tudo que fazemos nos aspectos positivos.
Da mesma forma, na contrapartida, tudo que fazemos de errado, mantemos o acesso a todas estas Estruturas Negativas gigantescas e de ampla assistência em tudo que fazemos nos aspectos negativos.
Esta ambiguidade, permite que o livre arbítrio funcione.

Portanto, vejam que a vida é  muito mais complexa e excessivamente compartilhada, o lado de cá com o lado de Lá.
A maioria só aceita e assimila o lado de cá. Isto destoa da realidade da Vida Grupal que é a Vida Real no Universo.
O lado de cá, possui limites extensos e extremos.
O lado de Lá tem uma amplitude sem limites, sem entraves e o que nos dá acesso à sua Estrutura é nossa própria capacidade evolutiva.
Portanto, querer sair do lugar comum, estar insatisfeito, sentir medo, angustiado, manter-se sem esperanças, é um sinal claro da tua alma clamando por mais sabedoria.


Reflita sobre tais argumentos e se convencido, inicie ou retome imediatamente tua Busca.
Hilton

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Por isso, que não tem tempo, não sabe administrar o seu tempo e se desconsidera no contexto da vida coletiva.

Pensamento do dia 21 de outubro de 2015

És chamado a servir. No percurso de volta à Morada, a doação te abrirá as portas de um novo tempo.
Trigueirinho.

Siop meb, és chamado a servir.
Nesta brincadeira de invertemos as letras das palavras, como foi no título de ontem , temos um significado muito importante a ser esclarecido que “coincide” com o tema de hoje.
A comunicação do Plano Divino, não acontece como estamos acostumados no mundo material, onde há uma objetividade explicita de fazer ou não fazer, mas sem pensar e decidir.
Vejam que quando os recados tem objetivos diretos, retos, não temos necessidade de pensar, de refletir, de absorve-lo para decidirmos o que fazer, quando fazer e se faremos.
As mensagens do mundo das formas são explicitas, pois as forças involutivas exigem que façamos sem questionar, sem pensar, sem refletir ou seja, devemos agir quase  inconscientes do que estamos fazendo.
Por trás disto pode conter insinuações graves de desvios de condutas e de intenções nefastas que nos levam para a pior opção com relação aos aspectos evolutivos. As consequências recaem sobre nós mesmos, pois se assim fizermos foi no livre arbítrio, de forma burra, mas foi.
Isto é notório, tradicional, escancarado.
Vejam as leis da sociedade, onde de forma geral, contém uma direção única onde ninguém pode pensar, refletir ou ter chance de dialogar. Por isso que são tão tendenciosas, maldosas, nivelando sempre por baixo ou abrindo brechas enormes para que as más intenções, os desvios, o oportunismo possa prevalecer em cima daqueles que não se coadunam com tais intenções.
Isto vem derrotando nosso sistema de vida, dando brechas para que mais e mais oportunismo acontecem para alguns poucos “beneficiados” nas brechas das leis.
Estamos vivendo um mundo de atrocidades, de descalabro, de sofrimento, de pressões negativas, onde a impotência não é só uma sensação, pois é real e verdadeira.
Infelizmente não tem mais conserto.

Nas comunicações do Plano Elevado, recebemos sempre mensagens dúbias, na forma de indicações, de sugestões, de parábolas (usadas intensamente nas mensagens de Jesus ou em livros santos), justamente para que todos possam ter acesso, ou seja, todos os “níveis de consciência” possam pensar, refletir, analisar, absorver, decidir-se e aplicar.
Claro que para cada nível de consciência haverá interpretações distintas e muitas vezes bem distante uma das outras, mas isto faz parte do aprendizado e da possibilidade de progresso. Isto acontece para nos estimular pelos erros e acertos, a progressão dos níveis de compreensão.
Ao mesmo tempo, um mesmo texto sagrado, contem energias para todos estes níveis de consciências, abarcando pessoas de diferentes origens, conhecimentos, inteligências, destinos e ciclo de experiências.
Deste modo cada um deverá trabalhar seu próprio progresso para cada vez mais, compreender melhor um mesmo texto.
Um mesmo texto será interpretado de forma bastante limitada por alguém de baixo nível evolutivo, onde as considerações irão girar sempre em torno de si próprio.
Este mesmo texto, lido por alguém de alto nível evolutivo, terá uma interpretação muito mais ampla, abrangente, onde considerações no âmbito coletivo será o forte da mensagem, remetendo este indivíduo para outras esferas de raciocínio, de interpretação e consequentemente de Serviço.
Portanto, um texto divino não vem com o “pacote completo”, vem para amplas reflexões e aplicarmos na medida da sua necessidade, onde o livre arbítrio prevalecerá sempre.

Um texto sagrado não se curva ao tempo, ou seja, é sempre atual, sempre útil e em todas as épocas, pois faz parte da vida infinita de cada ser.

Notem que as mensagens diárias do Trigueirinho e de tantos outros que utilizamos para as informações, são absolutamente genéricas e espaçosas em termos de interpretação.
No texto: No percurso de volta à Morada, a doação te abrirá as portas de um novo tempo.
·         Morada: A nossa origem, ao nosso próximo momento, a outros mundos, enfim ela pode se estender para os devidos momentos do eterno presente que iremos aprender a viver;
·         Percurso: Longo, curto, eterno, para onde, em corpo físico, astral, espiritual, enfim podemos situar este percurso em diversos momentos da nossa eternidade;
·         Doação: ato continuo em qualquer circunstância, momento, posição, local, etc., ou seja é uma atitude inerente à Lei do Amor que funciona em todo o Cosmos (universos), a ser praticada de acordo com a capacidade de cada um em cada momento. Uns doam objetos usados, outros doam amor, a própria vida, sabedoria.
·         Portas: abertura para caminhos, estágios, dimensões, sistemas de vida, circunstancias, enfim algo se abre no momento em que estivermos prontos para este algo;
·         Novo tempo: continuísmo da vida material, da vida espiritual, da infinitude, para as novas Fontes, enfim inúmeras possibilidades se abrem, portanto, o novo, a novidade é uma constante na vida do indivíduo em ascenção. Não existe monotonia. Se paramos, fomos nós que assim o fizemos.

Desta forma, podemos dizer que os textos sagrados nos dá uma chance, diferentemente dos textos impuros que tem travado nossa vida, onde não devemos pensar, refletir e principalmente decidir.

Nestes textos impuros alguém já decidiu por nós, arbitrou e impondo, nos conduz a seu bel prazer. Por isso que temos nos sentido uma marionete na vida cotidiana, onde muito é proibido e o pouco que é permitido vem provido de intenções ocultas e fragmentadas, para nosso bloqueio da ascenção espiritual, produzindo ao mesmo tempo aquela sensação de frustração.
Estes textos vem carregados de ódios, frustrações, ressentimentos, nos induzindo a trabalhar intensamente com formas negativas da vida como um todo.

É preciso sair deste ranço moral, mental e absolutamente emocional.
Leiam um texto e antes de decidirem reflitam, coligam-se com seu estado mental mais elevado, acessem sua espiritualidade, deixem fluir as intuições da alma, levem ao seu coração e com muita calma decidam.
Não tenham medo de perder, pois o que importa é o que estarão ganhando com esta liberdade de escolha, de retidão e de caráter.


Por isso, que não tem tempo, não sabe administrar o seu tempo e se desconsidera no contexto da vida coletiva. Para estes as “ajudas” ficam sempre em compasso de espera para que se decidam sobre si mesmos.
Hilton