segunda-feira, 5 de junho de 2017

Um dos aspectos do novo ser humano da Terra.

Pensamento do dia 05 e junho de 2...

Nossa raça atual, a Quinta, aproxima-se do se pode chamar éter interestelar – e assim torna-se menos material que antes, e tende mais à psicologia do que a física. “ A glândula pineal está muito mais relacionada com a alma e com o espirito do que com os sentidos fisiológicos do homem”. Estamos  a caminho do completo desenvolvimento dos sentidos da mente e da onisciência intuitiva da alma. Isso, sem contar com o estorvo que a matéria poderá produzir.
HPB.

Pois bem, temos informações interessantes de mudanças que irão ocorrer na integridade corpo-mente-alma.
O sentidos espirituais serão mais presentes do que os sentidos físicos e tenderão a ser dominantes.
A glândula pineal ainda um mistério para a ciência na fisiologia do corpo. Revela-se como o órgão da intuição, onde impulsos oriundos de outros planos, de outros Seres, das Hierarquias, manifestarão de forma mais intensa, mais presente e mais clara, nos dando acesso à Sabedoria Universal.

Éramos informados outra dia sobre a não necessária especialização, como ocorre hoje, onde a separatividade das informações nos transforma em seres incompletos.
Com a atividade da intuição o que faltar será preenchido de outra forma e nossas decisões tenderão a se tornarem corretas.

Segundo HPB: “Estamos  a caminho do completo desenvolvimento dos sentidos da mente e da onisciência intuitiva da alma. Isso, sem contar com o estorvo que a matéria poderá produzir”.
Ou seja, o ser humano irá interagir e se integrar com a universalidade da Vida. Deixaremos de ser indivíduos isolados do resto do Universo e a troca de conhecimentos, informações e experiencias de Seres semelhantes, irá nos  qualificar para decisões de âmbitos terrestres e não terrestres.
A matéria se torna neutra e não atrapalha como hoje acontece.
Hoje estamos todos doentes devido a um corpo emocional totalmente desequilibrado, gerando ações que desobedecem quase todas as Leis vigentes.
Finalmente iremos conhecer um estado de disciplina real, correto, não imposto mas natural. Isto nos integrará com os demais reinos, onde o respeito mútuo se transformará em colaborações alinhadas e evolutivas.

As mudanças previstas serão intensas e profundas, por isso da necessidade de outro meio ambiente na Terra e isto acontecerá no ato da transformação cíclica do planeta.


O panorama atual é crítico, perigoso, radicalmente negativo e vem se intensificando em seu desmoronamento. No entanto os recados são claros, a nova humanidade contará com todos os aspectos positivos, sob a regência de novas Leis e novas influencias.
Hilton

domingo, 4 de junho de 2017

Temos de entrar nesta espiral ascendente.

Pensamento do dia 04 de junho de 2...

Uma pequena história do ioga nos conta que o espirito das trevas pensava:
Como atar mais firmemente a humanidade à Terra?
Que sejam preservados os hábitos e costumes. Nada prende tanto a humanidade como as imagens comuns.”
E para isso as trevas trabalham incansavelmente.

Mas para aonde dirigir a vontade que é algo tão poderoso e desconhecido da maioria, e onde colocar o pensamento e a aspiração?
Ao mesmo tempo de focalizamos nosso interior, temos de aprender  a nos dirigir para o espaço infinito, para mundos superiores e para os seres que já ultrapassaram nosso atual estágio e aguardam nosso menor sinal para se coligarem conosco e nos instruírem nas coisas do Universo.
HPB.

Pois bem, esta pequena estória simboliza com exatidão como nos distraímos das verdades repetindo indefinidamente os hábitos e costumes.
Estamos presos a hábitos e costumes, a preconceitos, a esquemas contínuos de repetição, onde o ato de pensar vem diminuindo.
Somos extremamente repetitivos no cotidiano da vida, sempre fazendo as mesmas coisas, nos mesmos horários, em todas as oportunidades, e quando novas aparecem, repetimos o que já havíamos feito em situações anteriores.
Perdemos a criatividade, a lucidez, a iniciativa, em troca do marasmo da mesmice, da repetição.
Isto se tornou mais poderoso quando surgiu a televisão, sucessora do rádio, que hipnotizou a todos. Houve uma adesão unanime a uma fonte de “distração” que nos tornou mais lentos, mais preguiçosos e mais entregues, limitando assustadoramente a iniciativa de buscar outras fontes de conhecimento.
Parece que a televisão supre todas as necessidades, pois fomenta ardentemente as ilusões.

Como dizem as forças involutivas: . Nada prende tanto a humanidade como as imagens comuns.
Tem sido assim e assim vem se consolidando. Temos sido afetos às imagens comuns e isto tem bastado.

No entanto para os aspirantes ao mundo espiritual, temos de aprender  a nos dirigir para o espaço infinito, para mundos superiores e para os seres que já ultrapassaram nosso atual estágio e aguardam nosso menor sinal para se coligarem conosco e nos instruírem nas coisas do Universo.
Esta não é uma missão impossível. É algo viável, positivo, realizável, mas como tudo na vida exige esforços, disciplina, desprendimentos, desapegos, quebra de preconceitos e o simples desejar autentico emite às fontes externas, nossa vontade.
Não contatamos, mas seremos contatados, pois Eles sabem a qual ponto poderemos ir e o que poderemos absorver.
De certa forma basta, inicialmente, não nos prendermos às ilusões, aos hábitos e costumes.
A criatividade é  expansão e a expansão é evolução.

Temos de entrar nesta espiral ascendente.
Hilton

sábado, 3 de junho de 2017

Estamos aquém da época e do tempo em questão.



Pensamento do dia 03 de junho de 2...

Através dos séculos viemos acumulando hábitos e costumes, o que densificou nosso pensamento. E serão necessárias modificações até físicas, para que haja alterações em conceitos estratificados existentes na humanidade.
São necessárias portanto mudanças drásticas em nossa vida física e mudanças ainda mais drásticas na realidade física da superfície do planeta.
Nossos contatos internos são prejudicados pela instabilidade de ânimo e fraqueza de concentração. As ocupações pessoais predominam, e nem todos criam o tempo necessário para as comunicações com os planos internos da vida e do próprio ser.
A busca do conhecimento direto, que nos leva à espiritualidade maior, pede aspiração a alcança-la e prioridade para essa meta.
Sem a espiritualidade maior ser a meta, pouco se consegue alcançar no caminho ascendente.
Sabe-se que só os melhores e os mais simples se tem dedicado a cultivar tal aspiração. Mas quem vive na mediana consciência, sem inquietações, acaba tomado pelos preconceitos, e a vida cotidiana e convencional mata os impulsos delicados da alma e do espirito.

Uma chave importante dentro da espiritualidade é não dedicarmos apenas as horas ociosas para a busca de sintonia com o mais Alto, mas realmente imbuirmos toda  a nossa vida dessa aspiração.

Pois bem, de forma clara e explicita, estamos sendo informados de que as mudanças prevista serão radicais, adaptando o novo ser humano da Terra para que se qualifique no seu continuísmo evolutivo em um solo sagrado.
Temos como premissa básica neste contexto humano, a troca do DNA pelo GNA, terminando a hereditariedade e abrindo condições para que os impulsos sejam efetivamente utilizados e não desprezados como ocorre no livre arbítrio.
No entanto, pede-se para que certas mudanças ocorram em cada individuo que aspira a espiritualidade, nas condições atuais.
São pedidos simples, cabíveis e depende basicamente de uma reorganização de procedimentos, onde estaremos trocando a postura errada pela certa.

Temos nos deixado levar pela postura pessoal, onde o egoísmo e a competitividade predominam as aspirações humanas. Rever certas atitudes pode ser um passo importante e simples de ser feito.

A busca do conhecimento direto, aquele que se ganha pela intuição, pela aspiração, pelo vislumbramento, já ocorre com todos, mas são desprezados pois não vemos nada de “pratico” nestes ganhos, exatamente porque não pertencem a este mundo, mas a todos os mundos em todos os tempos.
Temos de perceber este sexto sentido e para isto basta somente observarmos. Observamos os detalhes, as pequenas coisas, os movimentos, ver o sagrado em tudo o que acontece, aquietar-se continuamente, não exacerbar nenhum movimento, atitude, pensamento. Com isto mudaremos.

Uma questão de simples postura, de ausência de julgamentos, irá muda-lo e permitirá que você se aprofunde onde antes bastava analisar a superficialidade do que acontecia e radicalizar atitudes.

Só os melhores e mais simples se tem dedicado a cultivar tal aspiração. Melhores porque prestam a atenção, observam, não radicalizam, não criticam, não interferem, pois sabem que tudo o que acontece tem um motivo especifico para acontecer, e que envolve inúmeras Leis as quais nos submetemos.
Mais simples pois aprenderam que a simplicidade é a forma com que o universo foi constituído, sendo assim os que ainda não compreendem sabem que estão aquém da  época e do tempo em questão. Portanto, é preciso dedicar-se com afinco para recuperar o “tempo perdido”.

Vejam que mudanças simples de postura e de pensamento farão a diferença entre sermos o que somos e sermos o que deveríamos ser. 
Hilton

quinta-feira, 1 de junho de 2017

A beleza e a amplitude da vida espiritual.



Pensamento do dia 01 de junho de 2...

Uma das razões pelas quais a Terra está doente se deve ao fato de a luz e o s raios energéticos de certos planetas não poderem ingressar em sua aura.
” A que será reduzido o homem”, pergunta Morya, um mestre do grande Yoga, “ se ele cessar comunhão com a consciência superior e mergulhar na ignorância baixa? Perdendo a compreensão dos mundos superiores, as pessoas afastam-se da consciência do aperfeiçoamento.”

A estrutura do Estado e as religiões organizadas não levam as criaturas para essa visão. Pelo contrario substituem continuamente o sobrenatural pelo que há de mais concreto, tirando a beleza e a amplitude da vida espiritual, que deveria ser levada à pratica no dia a dia.
Mas mesmo assim, cresce uma nova consciência – que , apesar de inexperiente, é ousada e vai dissolvendo o velho pensamento. Os que ainda se apoiam em pessoas e formas mentais do passado encontram-se sem saída, e seus corpos sutis, durante o sono ou em movimento de contato interno, deixam de experimentar voos espaciais e de mergulhar na consciência interna dos planetas.

Pois bem, o texto define claramente o momento que nos encontramos, limitados pelos preconceitos religiosos e pela sociedade que impôs regras rígidas (mesmo que estapafúrdias), para conceituar o que é normal e aceitável.
A maioria para se enquadrar nas condições impostas, abdica da exploração da consciência, da busca, dos estudos, da curiosidade sadia que alavanca e aprimora novos conhecimentos.
De certa forma, temos uma civilização perdendo a compreensão dos mundos superiores, mantendo um “status quo” horizontal, continuo, onde não há aperfeiçoamentos e impulsos que a remeta para um “status quo” vertical, ascendente, onde os horizontes mudam a cada instante.
Permitir que outros pensam pela gente é entregar-se para as forças dominantes que oprimem a civilização humana, com foco nos seus interesses escusos e gananciosos.

O sobrenatural é o novo, a novidade, pois o que é natural é passado, e´ conhecido, mesmo que nem sempre compreendido, mas onde impulsos já passaram e tiveram seus efeitos.
No entanto, a maioria preserva  e prefere o natural, pois não assusta e não estimula inúmeros medos criados por crenças mentirosas e interessadas em nos manter no mesmo nível, no mesmo plano, no mesmo lugar.

Segundo  HPB, Mas mesmo assim, cresce uma nova consciência – que , apesar de inexperiente, é ousada e vai dissolvendo o velho pensamento., onde indivíduos dispostos a ousar, permitem que estas mudanças comecem a acontecer.
Por incrível que pareça, estas transformações ocorrem nos momentos dos conflitos.
Quando nos encontramos em conflito, teremos as melhores chances de mergulharmos numa nova consciência.
Sem os conflitos o indivíduo não sai do lugar, pois a ele agrada manter-se inerte e parado.
No conflito temos a chance de ir buscar, de tentar mudar, de sair do incomodo, da mesmice.

Enfim são tempos das grandes mudanças. Ou vemos nestes tempos a oportunidade ou corremos o risco de recomeçar sob as mesmas bases.
Hilton

terça-feira, 30 de maio de 2017

Convite para certas reflexões na paisagem lunar.



Pensamento do dia 30 de maio de 2...

Sabemos que os planos da Nova Terra e da Nova Humanidade agradam quase que exclusivamente as almas simples. O Ensinamento salienta que “ às vésperas de uma catástrofe, tentou-se levar as pessoas para fora de uma arena de diversões. As pessoas não somente não saíram, como multidões ainda tentaram entrar”.

Essa é a realidade normal, e diante dela se encontram os que se dedicam à educação ou que se incluem na tarefa de resgatar as almas. Mas diz-se, com conhecimento de causa, que é o espirito solitário que produzirá as formas de vida futuras. Não estranhemos, portanto, se nos encontrarmos sós. E porque tantos evitam o desconhecido, o inusitado? Não será por serem estimulados nas escolas a viver como a maioria?
HPB.

Pois bem, o ensinamento mostra de forma clara, que a maioria da população terrena “age” e “reage” de acordo com a multidão.
Não é confortável saber disto, pois grande parte do Trabalho que vem sendo dedicado a instruir inúmeras pessoas, pode num momento intenso, de forte pressão, não ser considerado.
Estamos às portas de viver momentos intensos, profundamente conturbados e temos de saber que a maioria irá reagir de acordo com os movimentos das multidões.
Isto será uma tendência e quem sabe colocar em dúvida o que levamos anos e anos para aprender e assimilar.
Será um momento de grande prova, de grande amor e de enorme fé, ao desconhecido. Caminhos se formarão, portas se abrirão, mas poucos irão percorre-los ou cruza-las, pois a maioria se apegará aos movimentos das multidões.

Segundo HPB, vencer estas etapas em meio a movimentos intensos, se dará em espíritos solitários, onde poucos ousarão a fazer o novo caminho formado ou cruzar a porta que se abriu. O medo será relevante e dominante, e a novidade, o novo, poderá ser trocado pelos velhos e carcomidos hábitos que sempre tivemos ao percorrermos os velhos caminhos que sempre fizemos.
Poucos sentirão esta sensação de fim. Fim de uma era, de uma velha Terra, de velhos hábitos, pois o novo quer se implantar e assim fará.
Poucos verão as mudanças em curso como oportunidades, pois serão assistidas como desastres, punições, carmas.
Exigirá grande discernimento destes espíritos solitários, pois a solidão os abraçara e na entrega serão conduzidos. “Não estranhemos, portanto, se nos encontrarmos sós.”

Fomos e somos instruídos no modelo da sociedade atual para fazer o que todos fazem, pensar da forma que todos pensam, expressar-se de acordo com a maioria e assim temos feito. Quem sabe é mais fácil do que ser criativo, pensar mais discernir mais, ser diferenciado, ou popularizando, mais esquisito.

Percebem como estes avisos são importantes?
Como estamos sendo alertados sobre nosso provável comportamento e tendências?
Este recado é uma palavra de fé  e devemos mantê-la sempre presente, pois na conturbação, lembranças este tipo, quando assimiladas, virão à tona e fará a grande diferença na decisão das nossas atitudes.
Gratidão.

Fomos convidados a realizar um passeio solitário pela Lua, nas imagens que constam no link abaixo, onde reflexões sobre o tema de hoje podem consolidar-se e manifestarem-se nos momentos que virão.

Sugiro que mantenham por um certo tempo, durante este passeio na Lua, a atenção no recado de hoje.
Hilton