Pensamento
do dia 30 de junho de 2...
“Busca
a senda mas limpa o coração antes de empreender viagem. Antes do primeiro
passo, aprende a discernir o real do falso, o permanente do fugaz. Aprende,
sobretudo, a separar erudição mental de Sabedoria da alma.”
HPB.
Pois
bem, empreendemos uma viagem pela vida através das reencarnações.
Cada
uma delas visa um conjunto de aprendizados que se torna a base da evolução.
Não
temos cumprido com as necessidades básicas das nossas metas evolutivas, de
tanto nos envolver em situações de conflitos e geradores de carmas.
Sendo
assim nossas reencarnações tem sido quase que dedicadas ao cumprimento dos
carmas constituídos.
Não
deveria ser assim, mas como assim tem sido, temos de usar de esforços
adicionais para adquirir conhecimento.
Aprender
a discernir o real do falso, o permanente do fugaz é condição básica para que
tais esforços adicionais não se percam com resultados nulos para o conceito
evolutivo.
O
indivíduo vem se tornando muito prático, muito veloz, muito produtivo, pois
almeja resultados rápidos e com isto não se aprofunda, não questiona como
deveria questionar o que recebe e o que aprende, nos planos da vida material.
A
velocidade vem substituindo a qualidade assim como a mentira vem assumindo o
“papel” da verdade.
O
mundo está cada vez mais veloz e mais mentiroso, crescendo vertiginosamente as
ilusões que indicam os falsos caminhos .
A
erudição mental, ou seja, o conhecimento nos planos materiais, para os tempos
atuais, não mais satisfaz, é pobre demais, incompleto e muitas vezes falso.
Temos
de aprender a buscar este conhecimento no plano da alma.
A
alma trabalha na síntese das informações, portanto, uma informação deve ser
trabalhada e destrinchada em todos os seus aspectos. Daí a insistência pela
busca, pela reflexão, pelo desdobramento, pois temos de assimilar a síntese
desdobrada.
De
nada adianta, temos um coração carregado de mágoas, de culpas, de vinganças,
pois estes sentimentos impedem que as novas informações floresçam.
O
planeta está com um pé no passado e o outro no futuro, mas no limite de tirar o
pé do passado, portanto, as atribuições do futuro já estão sendo divulgadas na
síntese das informações pela alma. É isto que devemos abraçar.
Prender-se
na solução dos problemas atuais é uma meta inalcançável, pois esgotamos as
possibilidades ao longo dos tempos que tivemos para solucioná-los.
Fracassamos,
mas tudo se repete e as oportunidades são infinitas, portanto, quando o
indivíduo se coliga ao que já é passado, este pode se tornar o novo presente e
o processo da repetição irá envolve-lo novamente.
O
indivíduo que percebeu a sua incapacidade para solucionar o que já foi, já
ocorreu, liberta-se para o futuro e se dispõem a seguir adiante. Cada um opta
por aquilo que quer e aquilo que lhe convém, por isso que este é um momento de
uma importantíssima escolha.
Estes
são momentos em que deveríamos nos aquietar, refletir, definir e seguir
adiante.
Hilton