segunda-feira, 16 de julho de 2018

Abrigo - 4a Parte.


Une-te aos justos.
Tua aspiração é parte da seiva que percorre o corpo de um grande grupo, dando-lhe força. Os carentes deste mundo terrestre são tu mesmo, e tu és eles.
Com amor desinteressado, colabora no desenvolvimento de teus irmãos, que podem transformar-se em centelhas de Fogo espiritual a irradiarem-se por todo o mundo ao redor.
Tua colaboração é necessária. Doa-te, pois a tarefa há de cumprir-se conforme planejada. Mas tem calma e não te abales com nenhum acontecimento. O trabalho verdadeiro é a coligação Conosco.
Queremos-te unido a Nós e por isso te chamamos. Nossas luzas se completam, nossos sons se intensificam quando estás em sinfonia com o Ser que és interiormente.
A cada degrau, uma nova porta. Teu serviço se expande, bem como tua consciência
Permanece unido à tua essência, em oração. Afina tua vibração com o nível mais alto, pois esta é a hora da oportunidade.
Figueira.

Pois bem, somos parte de um tudo. Imagine-se como sendo um pixel de uma tela de televisão, onde milhares de pixels formam as imagens.
Somos um todo chamado “corpo humanidade” e este corpo, no exemplo, compõem as imagens formadas na tela da televisão.
Até o momento, pensamos diferentemente, mas sem nenhum espirito coletivo, sem nenhuma coletividade. Isto ocorre pelo modo desorganizado e egoísta que temos utilizado o livre arbítrio.
Podemos dizer que somos uma televisão desfocada, confusa, com imagens sem nenhuma nitidez, todas distorcidas, pois cada pixel, ou cada ser humano, resolveu pensar em si sem respeitar a coletividade. Nossa imagem como corpo humanidade é um grande “borrão”.
Estamos carentes, desorganizados, confusos, sem rumo e direção, vivendo desvairadamente cada momento da nossa vida, sem um objetivo maior. A maioria não sabe de um veio,  para aonde vai e muito menos que pertence a um todo.

Imagino como deve ser chato para quem nos acompanha. É preciso ter um amor muito grande e incrível disposição, para acompanhar este grande borrão, chamado corpo humanidade.
Aqueles que perceberam, que tem consciência desta falta de sintonia, podem ajudar. Pequenos grupos que conseguem pensar coletivamente, que conseguem agir coletivamente, aprimorando-se e cumprindo determinadas Tarefas que lhes são definidas, cumpre importante papel para que esta desorganização, no mínimo, gere esperanças de que nem tudo está perdido.

“Com amor desinteressado, colabora no desenvolvimento de teus irmãos, que podem transformar-se em centelhas de Fogo espiritual a irradiarem-se por todo o mundo ao redor.” : sim, ações grupais, mesmo que de pequenos grupos, ou ações individuais de pessoas que conseguem pensar coletivamente, são as portadoras destas centelhas do Fogo espiritual que transforma, que traz lucidez das responsabilidades que temos como único, como exclusivo no corpo humanidade.

Como diz o texto, “doa-te, pois a tarefa há de cumprir como o planejado”, sim, a doação é o principio da vida. O homem e a mulher cedem a seiva da vida e dela surge um novo ser reencarnante.
Temos de desenvolver nosso potencial e doá-lo, pois quanto mais doas mais irás receber.

“O trabalho verdadeiro é a coligação Conosco”. Sim, estamos numa fase em que mudanças exigem grandes esforços e transformações. A Terra entrou numa fase em que as oportunidades “naturais” cessaram, face ao fim do ciclo, mas as oportunidades para quem as almeja estão disponíveis e atingindo-se certos níveis de vibração amorosa estas se implantam para que as tarefas sejam cumpridas. Neste aspecto não poderemos mais ser um pixel isolado, teremos de pensar coletivamente e trabalhar para a coletividade.
Poxa, mas como fazer isto?
É simples no início, para nos disciplinarmos. Qualquer ação ou movimento precisa considerar o bem comum e não só o bem individual. A prática desta postura começa a atrair forças positivas e regeneradoras, primeiro te remodelando, em seguida para deixa-lo apto a realizar certas tarefas e depois ativá-lo para ser um indivíduo grupal. Na sequência coligações, intuições, insights e tarefas coletivas passam a apresentar-se.

“Nossas luzas se completam, nossos sons se intensificam quando estás em sinfonia com o Ser que és interiormente”. Como diz a frase, nesta etapa, em que pensar coletivamente associa-se a tudo que pensamos, passaremos a ser um elemento de Grupo, onde o Céu e a Terra se encontram. Neste momento nossas ações passam a ter outra complexidade, bem como iremos interagir com nossos Instrutores. “A cada degrau, uma nova porta. Teu serviço se expande, bem como tua consciência.”

“Afina tua vibração com o nível mais alto, pois esta é a hora da oportunidade.”
Hilton

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Abrigo - 3a Parte.


A correta sintonia permitirá teu contato com níveis elevados do trabalho. Se estiveres aberto, verás realidades sutis e te posicionarás em outro espaço-tempo diante das tarefas.
É hora de te manteres na direção da meta interior. Não cries expectativas e vigia. Entra em oração, para que tua ajuda se torne efetiva.
Esvazia-te de ideias sobre o destino e sobre ti mesmo. Assim, fardos humanos não te farão tropeçar nem te retardarão os passos.
Trabalha com dinamismo, mas sem pressa e sem interferir no caminho de teus irmãos. Também não busques recompensas para não reforçar em ti aspectos que são um obstáculo ao verdadeiro serviço. Avança.
Fica pronto para orar individualmente ou em grupo. Podes fazer a oração silenciosa enquanto trabalhas, caminhas ou dormes. Por ela serás preenchido de paz e de serenidade, e irradiarás aos necessitados o que de melhor tiveres.
Figueira.

Pois bem, vejam como tudo é uma questão de se posicionar.
Se estiveres aberto, verás realidades sutis e te posicionarás em outro espaço-tempo diante das tarefas: nesta fase veremos outra versão dos fatos que se desdobram perante os nossos olhos. Isto acontece porque a humanidade esqueceu-se, de que algo que aconteceu ou está acontecendo provem de inúmeros aspectos e envolvimentos que uma analise visual não alcança os fatos verdadeiros.
Vivemos num mundo ilusório e preenchido com muitas mentiras. Isto nos tirou boa parte do bom senso.

A vigilância, em especial sobre os julgamentos, ameniza e te coloca perante as realidades sutis. A oração é um apelo e uma entrega em que a tua parte espiritual se sobrepõem à material, e teu “eu” ameniza os julgamentos, te esvazia para ser preenchido das energias necessárias que você poderá irradiar. Esta postura é muito mais eficiente e correta do que um jogo de palavras e conselhos que provavelmente cairão no vazio.

Trabalha com dinamismo, mas sem pressa e sem interferir no caminho de teus irmãos. Também não busques recompensas para não reforçar em ti aspectos que são um obstáculo ao verdadeiro serviço. Avança.: outro aspecto da postura que se deve ter em conflitos, em zonas de atrito, em momentos desesperadores.

Por fim, a oração e a religação se faz em todos os momentos da vida.
Hilton

domingo, 8 de julho de 2018

Abrigo - 2a Parte.


A energia do Abrigo possibilitará que sirvas em harmonia e que te libertes dos apegos que limitam tua evolução, e assim te ajudará a assumir tua verdadeira tarefa.
Segue o caminho que a ti se abre, eleva tua atenção além dos acontecimentos externos, amplia a tua percepção. Esquecendo-te de ti mesmo no serviço a Deus, permanece vigilante à verdadeira Vida, ao que Ela te apresenta agora
Não percas tempo cuidando do que já passou, pois um serviço cada vez maior te chama. Porém, sê paciente com teus corpos. Não é só devido a resistências que eles reagem diante de novas tarefas, mas  também por desconhecer que a obra não é feita por eles, e sim pela lua alma.
Segue a Lei do teu inferior, mas em silêncio. Zela para que não caia sobre ti o furor da cobiça, da inveja ou da desconfiança aprende a incluir o que deve ser incluído e a afastar o que deve ser afastado.
Como as estrelas que se veem no céu em configurações definidas, deves encontrar teu lugar ao Nosso lado.
Figueira.

Pois bem, no Abrigo nos abrigamos das contendas externas, entraremos em harmonia e as Tarefas poderão ser cumpridas. De certa forma é uma introspecção, onde selecionaremos atividades e ações mais importantes segundo critérios internos .
Muitos se preocupam, em especial os mais jovens, com a eventual perda de emoções ou oportunidades que muitas vezes decorrem de movimentos que a maioria realiza. Há uma forte ansiedade no ar, gerando atividades muitas vezes insanas, decorrentes de uma falsa necessidade de fazer. Este jogo é intenso e muito bem praticado pelas forças involutivas, ativando nosso enfraquecido corpo emocional, onde procuramos desenfreadamente fazer loucuras, muito delas além dos nossos limites.
É preciso muita ponderação e aconselhamento antes de tomar decisões que podem impactar em mudanças radicais na vida, no comportamento e na direção a seguir. A impetuosidade pode ser positiva em alguns aspectos, mas muito negativo na maioria das vezes pois a tendência ao risco e aos devaneios aumenta consideravelmente.
Experimentar tudo que aparece é algo que te expõem a condições perigosas e muitas vezes estas já foram condicionantes cármicas que levaram vidas para serem superadas, mas de repente surgem novamente. Isto ocorre pela necessidade da “prova” (algo pela qual a alma exige nova demanda), onde as tentações do passado retornam para avaliar se houve crescimento interior e firmeza nos propósitos adquiridos.

Supere os acontecimentos externos, amplia tua percepção. Estes parâmetros são essenciais para quem tem definido a necessidade de “crescer” por dentro e por fora.
Permanece vigilante à verdadeira vida, ao que Ela te apresenta agora. Eis uma postura que constantemente a “traímos”. Em certos momentos a ilusão e as aparências tornam-se mais importantes do que tudo o que se acredita e o que se julgava inviolável dentro de nós. Traímos, na ilusão e nas aparências, coisas importantíssimas que aparentemente estavam arraigadas em nosso ser interno. Estas quedas contínuas provocam feridas que custam para cicatrizar-se, além de provocar fortes “dores”, entre elas o arrependimento.

Não percas tempo cuidando do que já passou. Eis outro aspecto essencial no processo da evolução, pois somos imperfeitos. Errar é necessário para distinguir o erro, mas insistir nele é uma perda de tempo.
Outro aspecto básico que inexorável: temos de nos submeter às Leis, portanto conhece-las é fundamental. Sem conhece-las iremos confrontá-las e perder sempre.

Aprenda a incluir o que deve ser incluído e afastar o que deve ser afastado. Este discernimento é essencial. Temos de saber distinguir o certo do errado e isto acontece pelas sensações que ocorrem ao termos a intenção de nos manifestarmos. Às vezes obedecemos estas sensações, e quase sempre não. Na maioria das vezes deixamos esta característica interna de lado e “observamos” o que os outros vem fazendo (erro grave e uma presença intensa da personalidade, sobrepujando os impulsos da alma).  

Encontrar teu lugar ao Nosso lado. Uma frase essencial aos que buscam, aos que aprenderam a decidir segundo os impulsos da alma, ao que superaram as falsas necessidades da ilusão, aos que superaram a intensa necessidade de comparar-se, aos que vem se despersonalizando, enfim aos que estão se reencontrando.
Hilton.

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Abrigo - 1a Parte.


Amigos.

Iniciaremos a série Abrigos, do opúsculo reeditado em 2003 em Figueira.
Ensinamentos verdadeiros não tem data, são sempre dinâmicos e atuais.

Diz o prólogo:

“ Como parte de Figueira – centro espiritual que reflete o que ocorre no Ser-Terra  – o Abrigo louva o novo estado planetário que se anuncia.”
“ O Abrigo surge como campo de evolução para os que transformam a própria existência numa continua oferta de amor e serviço”.
“ O Abrigo serve aos que foram traumatizados nestes tempos de caos. A matéria, neste planeta, está em juízo. Tu, atende ao chamado para servir no período de provas que ora se apresenta.”

  • Ao te aproximares para ajudar no Abrigo, siga as orientações:
  • Coloca-te perante a energia que inspirou sua criação;
  • Busca sinceramente teu Núcleo Interno, que te envia bênçãos;
  • Absorve cada dádiva e deixa que a gratidão permeie o teu ser;
  • Deixa crescer dentro de ti o amor, o silencio, a humilde entrega e a serena alegria dos que vivem a lei espiritual do Serviço;
  • Abre mão da curiosidade por fatos alheios;
  • Abandona a dúvida;
  • Sacia-te do alimento sutil que se faz presente;
  • Segue a Luz que te guiou a esse encontro.
Essa Luz te conduzirá em teu Trabalho.
Figueira.

Pois bem, nesta nova série conheceremos melhor as posturas que serão eficientes para que possamos nos sintonizar melhor e dar vazão às indicações da nossa alma.
O Abrigo não tem uma definição explicita, mas é algo em que seremos acolhidos, nos sentiremos acolhidos e poderemos seguir certos impulsos que podem se transformar em ações práticas e dinâmicas.
O Abrigo é algo em que deveremos seguir as orientações, sem a necessidade analisa-las, interpretá-las e personaliza-las.
Colocar-se perante a energia que inspirou tua criação, é reconhecer a grandeza de Deus. (tema da nossa reunião nesta terça passada).
Busca teu Núcleo Interno, em outras palavras siga teu coração eliminando quaisquer possibilidades de algum interesse envolvido.  
A gratidão, neste momento, precisa ser o tom maior nos teus desejos e aspirações.
Amor, silencio, entrega, humildade, são expoentes dos sentimentos elevados que podemos expressar, desde que nossos desejos e interesses perdem, mesmo que seja por um lapso de tempo, a razão de existirem.
A curiosidade, as dúvidas, a insegurança, devem ser desconsiderados. Num ato de entrega verdadeiro jamais estaremos sozinhos, portanto erros podem ser consertados ou impedidos de crescerem.
Sacia-te do alimento sutil que se faz presente, ou seja, sinta-se amado e apto à Tarefa.
Finalmente, segue a Luz que te guiou a este encontro e sinta-se um escolhido. Cumpra o que lhe foi apresentado.

De forma simples, mas muito sincera, recolhe-se ao Abrigo não no intuito de esquivar-se ou proteger-se, mas de ganhar forças para que as Tarefas sejam realizadas.
Hilton

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Hierarquias - 18a Parte - Final.


Aos Que almejam invocar as Hierarquias.

É a invocação que impulsiona a parte humana do indivíduo a unir-se à sua parte espiritual. Quando consciente, torna-se mais poderosa.
Pela invocação, o ser neutraliza as ondas de inércia que recebe da substância densa terrestre ou dos reinos subumanos que ainda não atingiram a capacidade mental.
A invocação é um auxílio na época atual, que requer ininterrupta determinação, purificação e ascese para se conseguir captar impressões e impulsos dos níveis superiores da vida.
Quem a faz precisa estar livre de emotividade e de personalismo e deve manifestar a pura disposição para que a Vontade Espiritual aja e flua em seu ser. Mas só se deve invocar uma Hierarquia quando há claro consentimento interno para isso.

É sempre saudável atualizar o modo de invocar, e as Hierarquias mesmas estimulam sua renovação contínua.
Entre as Hierarquias há sempre mudanças de posições e de tarefas, e a verdadeira sintonia com essas grandes consciências requer desapego pelo que manifestaram no passado.

Por excesso de zelo, os que na Terra custodiam obras de Hierarquias cristalizam-se nos ensinamentos deixados por elas. Com isso, prejudicam a continuidade desses ensinamentos, pois impedem que a renovação se dê segundo o ritmo da lei evolutiva, que é o oposto da cristalização.
A tendência a confrontar a nova imagem de uma Hierarquia com a usada por ela anteriormente também cria obstáculos a trabalhos mais amplos e avançados. As Hierarquias são dínamos de energias que estimulam mudanças de foco na consciência dos seres humanos.
Que estes não se acomodem na posição de devotos, nem percam o ritmo de ascensão por aguardarem que alguém, no seu entender, os erga.
Na realidade, a tarefa das Hierarquias é ajudá-los a se tornarem, eles mesmos, a própria Luz e a Luz do mundo.
Figueira.


Pois bem, a invocação é uma atitude importantíssima que sempre destacou, no ser humano, sua ascensão aos planos elevados da vida.
De certa forma perdemos esta característica, a da invocação, no momento em que nos concentramos essencialmente na nossa contraparte material. Ao materializarmos quase tudo, inclusive os sentimentos que tem sido ligados a sucessos e insucessos no plano material, abaixamos a cabeça, olhamos para os pés e “perdemos” o que se passa no Alto.  

É premente reverter esta atitude insensata e perceber o que acontece no Alto, pois lá são tomadas as decisões e lá os caminhos são traçados.

A invocação nos remete para o Alto, pois sendo bem feita é um apelo sincero e será considerado.
Requer determinação, ou seja, temos de estar conscientes e convictos de que é necessário e essencial; purificação, ou seja, os sentimentos precisam ser neutros, equilibrados e não egoístas; ascese, ou seja, temos de ascender nossas intenções para que o lado mais puro, mais inocente e mais sincero possa se manifestar. Com esta postura a invocação nos remeterá para os planos elevados e de lá poderemos extrair o que for necessário para a atual fase planetária. Isto é abrangente, pois atenderá as necessidades pessoais e te direcionará para ascender as necessidades coletivas.

Outro aspecto importante, atualização continua no processo da invocação, pois em cada momento e em cada situação que nos encontramos a invocação poderá ser diferente.
Digamos que nos encontremos num momento de muita pressão externa, com muitos movimentos e conturbação, o ato da invocação poderá ser de um jeito bem diferente do que seria para um ambiente tranquilo. A postura exigirá um ato entrega que estimulará o consciente direito.

Outro aspecto do texto são as mudanças de Tarefas, ou seja, podemos encerrar determinadas atividades continuadas para iniciar outras bem diferentes.  Desta forma temos de estar disponíveis para começar algo novo, inédito quem sabe, diferente do que fazemos e nos acostumamos a fazer, pois a classificação de atividades e prioridades provem das Hierarquias. Exige, neste aspecto, atos de obediência e fé, pois até então não teremos como avaliar. Anular a personalidade e não racionalizar este contexto é essencial. Isto nada mais é do que uma atitude de entrega e confirmação da preparação.

A cristalização é algo comum entre nós, onde determinados conceitos não se atualizam mesmo em mudanças das épocas e dos momentos em nossa ampla jornada espacial na superfície da Terra. Sim, a Terra viaja pelos confins do Universo, mas nossas referencias nos mantem parados. Esta falta de percepção nos ilude de que pouca coisa muda, mas na realidade as mudanças ocorrem, são profundas e de tempos em tempos, radicais como as que estamos vivendo nestes tempos.

“As Hierarquias são dínamos de energias que estimulam mudanças de foco na consciência dos seres humanos.” : Ou seja, há uma dinâmica intensa e continua nas estimulações hierárquicas pelo fato de que o ser humano precisa evoluir e não se estagnar. Esta ausência de permissão da nossa parte, face ao livre arbítrio, tem nos mantido presos em “tempos passados”, com energias ultrapassadas, conceitos desatualizados, fora da sintonia universal dos acontecimentos cósmicos.
Nada acontece, no aspecto evolutivo, sem nossa permissão, mas infelizmente a maioria se encontra inconsciente e muito distraído com as ilusões e as mentiras do nosso mundo. Há fortes distrações e enorme perda de tempo para o fútil e o inútil sem a percepção do que de fato está mudando. A virada cíclica será um baque.

“Que estes não se acomodem na posição de devotos, nem percam o ritmo de ascensão por aguardarem que alguém, no seu entender, os erga.”:  Um recado claríssimo e magnificamente importante, onde destaca o fanatismo, as ilusões, e uma dependência que não existe. É preciso dar absoluta atenção a este recado, pois cada um terá de caminhar com as próprias pernas.
Atitudes de entrega podem nos acomodar ou nos iludir a perder o ritmo de ascensão, por isso exige cautela na interpretação desta postura.

Por fim, as Hierarquias nos ajudam a ser a Luz no mundo. Não devemos ser modestos e nos considerar impossibilitados para arcar com esta responsabilidade, pois o mundo tem vivido na escuridão. Qualquer “chama” refletirá Luz e é esta Luz que precisamos.
Hilton

terça-feira, 19 de junho de 2018

Hierarquias - 17a Parte.


Hierarquia Angélica 

Quando o ser humano se concentra em realidades internas, isento de conflitos, estabelece ligações com a energia angélica e a ajuda a fluir com liberdade para o mundo.
No decorrer da evolução da humanidade, de diferentes modos a Hierarquia angélica se fez notar.
Todavia, quando se descreve o relacionamento com ela de um ponto de vista emocional ou mental, ocorrem deturpações, mesmo involuntárias, pois concepções materiais interferem na qualidade supra-humana que esses seres transmitem.
Mas a irradiação e o intenso trabalho harmonizador da Hierarquia angélica são potentes, dinâmicos e não diminuem com os enganos do homem nem com o caos que se dissemina nos níveis materiais.
Figueira.

Pois bem, não há possibilidades de termos absoluta clareza quando um contato ocorre no nível angelical. Sempre será algo subjetivo que, de certa forma, na fé e no bom senso chegaremos à conclusão que a opção realizada foi a melhor.
Nem sempre a melhor opção será a que desejávamos, esperávamos, ansiávamos, mas na fé devemos seguir o que nosso coração manda. Por isso que pessoas extremamente racionais, objetivas, diretas, erram tanto, pois nem sempre o melhor caminho será uma reta.
De forma geral, a vida ainda se apresenta muito confusa para todos nós, pois pouca visão temos dos planos invisíveis e pelo fato de que muitas das ocorrências que nos envolvem provem de condicionantes cármicas das vidas passadas.
É preciso muita tolerância, muita paciência e muita fé, para compreendermos melhor o que ocorre conosco.

Ao considerarmos a fase infantil de uma pessoa, ou seja dos 0 aos 10 anos, é possível avaliar melhor a presença angelical. Certos acidentes que poderiam ser graves, acabam em nada face a proteção angelical que se manifesta com mais intensidade na fase infantil.
Porque não acontece o mesmo na fase adulta?
Na realidade acontece o mesmo, mas como racionalizamos tudo e temos a pretensão de ser sábios, interferimos demais nas ações angelicais, que por sua vez respeitam absolutamente nosso livre arbítrio. Na criança a verdade, a espontaneidade e o livre arbítrio são autênticos e verdadeiros.

As atividades angelicais estão muito presentes nos tempos atuais, face a transição planetária em ação. Ao sermos mais verdadeiros e espontâneos, sem se preocupar tanto com as aparências e os costumes, estaremos permitindo que nossa atividade supra mental se coligue com estes seres angélicos e possamos usufruir de maior proteção.
É preciso mudanças de conceitos, postura e integridade, ai sim estaremos sob este imenso guarda-chuva, pois o que nos aguarda é descomunal.
Hilton

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Hierarquias - 16a Parte.


O campo de existência da Hierarquia angélica é basicamente o plano espiritual.
Os seres que a compõem não têm corpo físico e portanto, são contatados em níveis subjetivos de consciência.
A Hierarquia angélica é um ramo da Hierarquia dévica. Entre suas tarefas está a de criar vibrações harmonizadoras e trazê-las até o plano etérico do planeta. Ao fazerem isso, transmutam cargas psíquicas do mental e do emocional do ser humano e estimulam sua evolução espiritual.
Há membros dessa Hierarquia que focalizam e distribuem energias de paz e equilíbrio para países inteiros; são os chamados "anjos das nações".
Figueira.

Pois bem, entramos numa seara em que a subjetividade fica elevada, mas é muito importante termos pelo menos noção da sua existência.
O plano espiritual, por definição, situa-se além da alma. Digamos que a alma é considerada parte do plano físico da existência humana, podendo em casos extremos ser eliminada para ser refeita.

Como cita o texto, a Hierarquia angélica mantem o pouco equilíbrio que nos resta, na medida que cria vibrações harmonizadoras e as coloca no plano etérico da Terra. Transmutam assim, cargas psíquicas do mental e do emocional do ser humano, além da estimulação do processo evolutivo.
Estes procedimentos da Hierarquia angélica são essenciais, pois vivemos sob uma intensa e grossa camada psíquica negativa que cobre todo o planeta, oriundo de tantos pensamentos negativos e emoções desequilibradas.
Nossos pensamentos geram formas-pensamento, ou seja, formas são criadas e espalhadas na atmosfera, influenciando as ações de muitas pessoas. Se são negativas podem gerar ações negativas, se são positivas podem gerar ações positivas.
Claro que dependerá de cada um, da sua capacidade de absorção, de seu discernimento e do equilíbrio, mas o que temos visto são ações negativas que vão se repercutindo na medida que estas formas-pensamento vão se multiplicando.
A vidência plena que uma pessoa poderia ter nesta época, a enlouqueceria, pois veria coisas insuportáveis para a mente humana, de tantas formas-pensamento horríveis que são geradas.

É muito prudente não nos envolvermos em contendas de qualquer espécie, pois em determinadas situações podemos perder o controle com facilidade, gerando ações da qual iremos nos arrepender por muito tempo.
A humanidade está aquém do seu tempo, das suas diretrizes primordiais, portanto muito suscetível a erros de avaliações.
Estamos numa fase de extrema prudência, onde manifestações, mesmas as que julgamos corretas, irão sofrer a influencia destas formas pensamento descontroladas.

Um país é definido pela postura de seus habitantes, portanto, as condições cármicas coletivas aumentam ou diminuem em função das manifestações coletivas. É preciso muita atenção, muita observação e controle dos sentimentos para não cairmos nas armadilhas da forças involutivas.

Enfim, esta Hierarquia em especial, tem mantido sob controle certas loucuras humanas.
Colaborar com ela é algo simples de ser feito, na medida que pratiquemos a auto preservação no equilíbrio do conjunto corpo-mente-espírito.
Hilton

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Hierarquias - 15a Parte.


A HIERARQUIA DÉVICA – final


Os membros dessa Hierarquia são isentos de livre-arbítrio e de envolvimento com forças involutivas. Sem desejos, são puros mensageiros, artífices, transformadores, construtores e destruidores da manifestação da vida em todos os planos da consciência.
O universo não estaria manifestado como tal se não fosse o trabalho dessa Hierarquia em conjunto com outras, pois os devas são os que recebem os padrões arquetípicos que determinam as formas a ser criadas, decodificam-nos e transmitem-nos para outros construtores espirituais. Sem os  moldes construídos por eles nenhum aspecto da vida poderia exteriorizar-se.
Figueira.

Pois bem, encontramos absoluta neutralidade nas ações dos devas, onde sentimentos não são expressados, mas com total obediência às Leis, constroem e destroem seguindo os impulsos enviados pela Hierarquia.
Ao contrario da gente, que pensa, raciocina, analisa, depura e normalmente erra, face ao grande desequilíbrio que temos vivido por estarmos seguindo parâmetros ultrapassados e arcaicos. Questionar é uma postura interessante para aprender, mas questionar todas as coisas que nos vem com a mente analítica, influenciada por personalidades distorcidas que formaram-se ao longo das vidas passadas de forma “destrambelhada”, é um convite aos erros sucessivos e contínuos.
Se refletirmos um pouco mais, veremos que a vida se repete diariamente, quase sempre sobre as mesmas coisas, procedimentos e impasses anteriores, sendo assim atenção e coração aberto poderá fazer com que nossas ações sejam direcionadas para aquilo que a alma deseja.
Somos muito pretensiosos e o que sabemos sempre é considerado como certo, correto e ideal. Isto bloqueia oportunidades incríveis. Se estivermos errados, na oportunidade mudaremos, se estivermos certos, na oportunidade melhoraremos, ou seja, o ideal e estarmos continuamente abertos para ceder, receber e transformar.
Os devas são os executores das ideias divinas, expressadas pelas Hierarquias, ou seja, colocam em pratica, ou materializam o processo de Deus.

Uma palavra chave escrita no texto, “decodificam-nos”, contem todos os passos do critério da evolução no universo.
Quando fomos constituídos viemos lotados de códigos. O reino hominal, mineral, vegetal, animal, está todo codificado e na medida que expressamos um item da evolução, significa que um código foi desvelado.
Desta forma, nossa busca está em cima da revelação de códigos. Estes abrem portas ou portais para que a consciência se expanda e possamos agregar esta expansão da consciência na vida pratica, material.
Por isso insiste-se tanto na manifestação da busca, pois as revelações liberam os códigos necessários para uma expansão.
Um código se apresenta para todos, mas nem todos o compreendem ou assimilam. Esta é a variável que nos torna diferentes e tão desiguais.
Na próxima etapa da vida na Terra, não haverá pessoas tão diferentes em ações e pensamentos, como hoje, seremos mais uniformes para que reine a harmonia e o equilíbrio.
Hoje vivemos uma pandemia de conceitos e preconceitos, tornando-nos tão desiguais que perdemos a sensibilidade, o bom senso, a uniformidade, o equilíbrio, o respeito, fazendo da nossa vida planetária esta magnifica e espetacular confusão.
Portanto, podemos dizer que somos reflexos ainda incipientes dos devas, mas com certeza construtores em franco aprendizado sobre o processo da criação.
Treinar é fundamental, aperfeiçoar-se é essencial, por isso que nossa vida é tão intensa e tão cheia de incertezas. Mesmo que as repetições acontecem, sempre teremos variáveis neste processo, pois os códigos foram criados para serem revelados, então pequenas alterações no caminho nos dão oportunidades para que nossa atenção se volta, ora para um lado ora para outro, na esperança da sua revelação.
Atente e preste atenção aos detalhes, aos sinais.
Foque-se no essencial.

Assim será a vida de um criador.

Hilton

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Hierarquias - 14a Parte.


A HIERARQUIA DÉVICA – continuação.

O termo deva costuma ser aplicado a qualquer dos seres desse imenso reino: desde um pequeno ente construtor de moldes etérico-físicos até grandes arcanjos, que sustentam a Vida manifestada de galáxias inteiras. Também os anjos pertencem à Hierarquia dévica.
Essa   não é atingida pela desordem externa que vigora no planeta; pelo contrário, participa da transformação da Terra, usando para isso energias positivas, negativas ou neutras, em consonância com a necessidade. Os devas manifestam energias negativas ou receptivas ao captar os padrões que devem tomar forma; manifestam energias positivas, ou ativas, ao abrir caminhos para a sua concretização. Contudo, são sempre neutros, pelo estado contemplativo em que realizam suas obras.
Figueira.

Pois bem, o termo “deva” tem sido usado, muitas vezes, de forma inadequada, misturando-se seres elementais (gnomos, fadas, duendes, etc.).
Seres dévicos comandam os seres elementais. Estes, por sua vez, atuam na manutenção das criaturas constituídas.
Nos reinos da natureza são ativos, predominantes e executores das formas definidas pelos arquétipos de cada espécie.
São atuantes no reino humano, na nossa formação quando nos encontramos no útero materno. Neste aspecto, seguem as diretrizes hierárquicas além de aspectos cármicos e do destino(ciclo de experiencias) de cada um.
Nestes tempos, somos passivos nestas atividades, além de atrapalhar, mas no futuro iremos colaborar de forma ativa para que as formações possam alcançar sua perfeição.
Interessante a citação de que os anjos, seres ainda misteriosos, pertençam à Hierarquia Dévica, mas nos dá uma ideia da abrangência desta Hierarquia.
Quando se fala que nunca estaremos sozinhos é porque nunca estamos. A solidão que sentimos nesta etapa da 5ª raça é a ausência de estados de compreensão e a nossa recusa em seguir o caminho evolutivo.
Estamos defasados, confusos e atônitos com os acontecimentos na vida material, pela absoluta falta de sintonia com ritmo e o pulsar da vida universal. Esta defasagem nos colocou aquém do tempo atual, das energias, dos impulsos e da transição planetária. As consequências deste  descasamento é o “medo”.

No momento em que decidirmos prestar atenção na contraparte espiritual, muitos “segredos” serão revelados e nos aquietaremos. Uma transição planetária é algo normal na vida dos planetas e de seus reinos, portanto esforçar-se para compreende-los faz parte da vida, do continuo caminhar, enfim da evolução.

Outro aspecto relevante do texto é a utilização de energias negativas na modulação dos padrões existentes. Sim, são necessários pois o caminho do aprendizado inclui as duas forças. Aprender a conviver e se posicionar com estas duas forças faz parte da nossa atividade criadora.
A neutralidade dos devas e suas realizações no estado contemplativo, não interferem nosso desenvolvimento e não atrapalha o livre arbítrio, mas efetivamente, não tomam partido. Não identificam estados de alegria e sofrimento, simplesmente cumprem o que lhes foi designado. Algum dia teremos este mesmo comportamento.

É muito importante conhecermos o mundo, as forças, os movimentos, os seres e as “ideias” de Deus, no local que vivemos, pois só assim iremos colaborar e viver em harmonia. Buscar outra saída é inconcebível e absolutamente inútil.


Hilton

segunda-feira, 4 de junho de 2018

Hierarquias - 13a Parte.


A HIERARQUIA DÉVICA – continuação.

Essa Hierarquia também destrói imagens, formas e estruturas ultrapassadas, transformando assim os diversos níveis de consciência do universo.
Os devas trabalham com a energia dos símbolos e dos arquétipos; não têm mente como a humanidade a conhece e, portanto, seu processo criativo não se baseia em sequências de pensamentos e raciocínios. Tampouco vivem sob o conceito de tempo: percebem e desempenham suas tarefas no eterno presente. Como a sua consciência tem a mesma dinâmica do impulso que recebem do Alto, agem sempre em sincronia com o Plano Evolutivo.
Quando um ser humano desempenha tarefas desse Plano, é bom que estabeleça ligações internas com o reino dévico. Assim agirá em harmonia com os trabalhos que esse reino realiza.
Figueira.

Pois bem, nas diversas fases de transições porque passamos parte do que foi útil e se tornou inútil, é destruído no plano material. O que se tornou inútil, em linha gerais, é substituído por algo mais atualizado, mais condizente com a evolução no tempo.
Nem sempre as pessoas acompanham esta sequência que acompanha um ritmo universal, uma cadencia única que decorre do pulsar universal.
Decorrente deste processo, temos fases desatualizadas do novo, do que chegou com o atual, que não consegue acompanhar os novos padrões de energia, gerando choques e desarmonias.
Estamos numa fase em que vários são os conflitos, tanto internamente no homem, quanto externamente na relação entre os seres humanos; reporta-se a isto os conflitos sociais, políticos, econômicos,  bem como os conflitos internos, onde a insatisfação é tão presente.
A fase atual é uma fase de muita desarmonia justamente por estarmos defasados no tempo em relação aos impulsos emanados do alto.
O que está defasado, inadequado, será destruído, pois não condiz com as novas Leis que se acercam da Terra para a Nova Terra, na Nova Era.
O ser humano, em geral, perdeu esta sensibilidade e não sabe se posicionar.

Os símbolos é uma forma de comunicação universal e eterna. Um símbolo traz diversos padrões energéticos e pode atingir diversos níveis de consciência, ou seja, consciências distintas em seus diversos níveis
Perdemos esta característica pelo desuso, pela comodidade da linguagem escrita e falada, onde a ilusão foi amplamente expandida. Hoje pensam por nós, deduzem por nós e nos fazem seguir o que foi “sugerido”, aumentando nossa dependência a nos alinharmos a padrões esdrúxulos, nos conduzindo através de linhas de raciocínio muito bem formuladas, que atendem interesses involutivos. A prova disto é o desentendimento.

A característica dévica de ter a mesma dinâmica do impulso que recebem do Alto, será algo relativamente parecido na 6a e 7ª Raça, onde a intuição e os insights irão substituir a necessidade de raciocinar, de deduzir, de comparar.
Digamos que o novo ser humano, com o novo código genético, será estimulado a seguir instantaneamente a intuição recebida, pois sabe que o Alto estará amparando-o. A ausência do livre arbítrio será fundamental neste processo, pois a escolha não será mais necessária.
Teremos de tecer novamente as redes de comunicação com o Plano Dévico, como cita o texto, pois o ato de criar está intrínseco à nossa alma.

Creio que, mesmo nestes tempos de intensas mudanças, frustrações, desapegos, tentar praticar esta linha de comunicação com a Hierarquia Dévica, pode ser algo produtivo e harmonioso, pois na medida que colocamos as boas intenções  que provem do nosso coração, algo novo começa a nascer e pode florescer, pois o amor divino é incondicional.
Tentar manter uma convivência pacifica com os demais reinos, pode criar oportunidades maravilhosas nestes tempos de mudanças intensas.
Hilton