A energia cósmica não
se aproxima da superfície da Terra para tomar as feições desta, mas para transformá-la.
Por meio dos canais que a expressam com autenticidade, deixa muito clara a sua
origem. Com propriedade e clareza reafirma sua divindade e, como uma seta
poderosa que todos podem ver, indica que seu Reino não é deste mundo.
Figueira.
Pois bem, a energia cósmica incide continuamente sobre a
Terra, mas de tempos em tempos se torna mais poderosa, mais transformadora,
mais incisiva. Estamos vivendo estes momentos.
Do sol central da galáxia forças poderosas deslocam-se,
ciclicamente, sobre nosso sistema solar em nosso sol, e este como um espelho
reflete o Plano de Deus.
As mudanças são cíclicas, mas sua intensidade é determinado
pelo nível maior ou menor das mudanças necessárias.
Estamos no ponto máximo das mudanças necessárias, portanto
serão intensas e prolongadas.
Os canais que a expressam, além do nosso sol, captam seus raios para os centros
intraterrenos que, como espelhos também, refletem as forças transformadoras
para os seres humanos e os demais reinos.
Quanto à raça humana, cada ser humano vem sentindo a
expressão e a manifestação desta forças, individualmente, ou seja, para cada
pessoa as forças transformadoras exerce e acentua seu poder de transformação. Desta
forma, na medida que o desequilíbrio acentua-se numa pessoa, significa um
aumento da pressão das forças incidentes pois há resistências. Portanto quanto
mais desequilibrado me encontro, mais intensa será a pressão exercida.
Nosso limite, no geral, é bem elástico mas a ignorância sobre
a nossa constituição física-espiritual impôs limites muito pequenos que se
rompem sob pressões relativamente pequenas.
Há possibilidade desta pressão romper? Sim, geralmente a
desencarnação é precoce ou a alma interrompe a vida para não impor mais carmas.
Nestes tempos de virada cíclica onde as pressões são
intensas e continuas, muitos não irão resistir e degradar-se na fase inicial,
perdendo oportunidades incríveis de mudar de padrão vibratório e continuar seu
processo evolutivo.
Se imaginarmos que estamos, nesta escala evolutiva, subindo
uma escada com vários degraus, nos encontramos agora no limite de um destes
degraus.
Como já estamos neste mesmo degrau por um período em que as
experiencias esgotaram-se e não houve as mudanças necessárias teremos uma
virada cíclica contundente. Temos nesta virada cíclica de dar um próximo passo
e este próximo passo ou será para o degrau de cima ou para o degrau de baixo.
O degrau de cima representa um novo estágio evolutivo,
onde o livre arbítrio, a personalidade, as variações emocionais, entre tantas
outras coisas, deixam de ser preponderantes, portanto uma nova fase inicia-se
com inúmeras novas oportunidades.
O degrau de baixo representa um estagio involutivo,
mas não significa perdas do que já se conquistou, mas a necessidade de reviver novamente,
inúmeras experiencias mal sucedidas e refazer o uso errado do livre arbítrio
utilizado.
No degrau do meio, onde nos encontramos, ninguém fica,
pois ou você sobe ou você desce. É assim que se aprende pra valer.
Se fizermos uma simples leitura da nossa vida ou da historia
de vida dos nossos semelhantes será fácil perceber este continuo sobe e desce.
Cada fase, ou cada degrau, pode levar séculos ou milênios para
ser percorrido e isto se define na formação do arquétipo do ser humano em cada
fase, ou degrau, pelo qual ele irá percorrer aquela etapa de aprendizado.
Esta informação precisa de ampla reflexão a respeito, pois
nos encontramos no limiar de uma oportunidade gigantesca de ascender ou de
retroceder.
No conceito de que somos seres eternos, com uma vida
infinita a ser percorrida, este vai e vem não representa nada, pois Deus nos
quer absolutamente perfeitos no retorno à nossa origem divina, mas para cada um
de nós, onde acumulamos experiencias, aprendizados, alegrias, felicidades, dores
e sofrimentos isto tem um significado absoluto.
Como temos sido alertados, no mínimo nestes dois mil anos,
esta oportunidade é gigantesca e nos foi dada a possibilidade da escolha.
Esta escolha é um pouco diferente, pois escolher a ascensão,
ou subir um degrau, torna-se necessitário atingirmos um determinado padrão
vibratório a ser conquistado. Portanto, esta escolha não está afeta somente à
vontade mas a persistência, perseverança, dedicação, esforço, fé, conhecimento
e outros atributos das quais todos os seres humanos tem viabilidade e possibilidade de alcançar.
Creio que não possa haver coisa mais importante do que esta
decisão, portanto esforços devem ser reorganizados para este objetivo.
Os que foram “tocados” por esta milagrosa “magia da fé”,
devem focar-se no que realmente é necessário no transcurso desta incrível
encarnação.
Seremos acolhidos de uma forma ou de outra, mas subir o
degrau é a meta de todos.
Hilton