quinta-feira, 28 de maio de 2020

Passos Atuais 179a Parte. Reavalie suas prioridades.


A inércia é irmã das trevas e inimiga do plano divino sobre a Terra.
Figueira.

Pois bem, no geral nos dedicamos intensamente a solucionar carmas.
Pessoas reencarnam, sendo que a maioria dedica-se para cumprimento das manifestações cármicas.
Cumprir carma é essencial, ou seja, é um objetivo da qual, compulsoriamente, assumimos ao nascer.
Prender-se única e exclusivamente a este objetivo compulsório é uma opção. Entretanto, quando limitamos a consciência e o conhecimento somente para estas atribuições compulsórias, corremos sério riscos de só cumprir carmas e gerar novos carmas.
Muitos acabam gerando novos carmas além de não cumprirem integralmente  os que foram designados. Outros empatam, e a minoria cumpre e consegue realizar algum tipo de evolução.

É triste “acordarmos” no plano astral e tomar conhecimento de que na recente encarnação  deixamos de cumprir vários carmas e adquirimos novos,  ou só cumprimos e não realizamos mais nada além disso. É frustrante e assim tem sido com a maioria. Esta decepção se estende por um bom tempo e alonga o processo de recolhimento, entre uma vida e outra, com sensações de arrependimentos  e pesadelos.

No entanto, como temos a opção da escolha, podemos diminuir ou até quem sabe anular estas sensações ruins do pós morte, quando em vida adotamos o caminho do aprendizado e da prática do aprendizado.
Aqui fala-se muito da falta de tempo, das ocupações da vida cotidiana, da sobrevivência. Isto ocorre quando decidimos ser escravos dos desejos, da ganancia, da posse, etc.
Aquele que resolve voltar-se para o que realmente importa, torna-se dono do seu tempo, da sua ocupação e do itinerário da vida evolutiva. Neste caso, a vida se reorganiza, se realinha e lhe dará e trará todas as condições necessárias para que seu sucesso no caminho evolutivo seja pleno. Isto ocorre pelo fato de que passaremos a ser inseridos no atendimento das Leis Evolutivas.
Eventualmente, neste caso, carmas podem ser anulados com carmas positivos, ou podem ser postergados para outros momentos ou outras vidas, ou são simplesmente sanados sem que percebamos, para que nada nos atrapalhe no caminho correto.

A falta de tempo enquadra-se no principal argumento da preguiça e da inércia, pois não somos adeptos a esforços, mesmo que estes representem mudanças do longo caminho repetitivo que temos percorrido.
Como foi dito, a inercia é irmã das trevas e inimiga do plano divino, no entanto tem prevalecido ao lado da maioria que se volta para a realização dos desejos e ilusões.

Quando nos focamos no antônimo da inercia, movimento, ação, atividade, na luta por conhecimento, o tempo pode parar, pode evoluir lentamente, além do que a vida se rearranja, pois estaremos cumprindo o único objetivo que interessa ao "eu interno". Isto pode ser traduzido para: o cumprimento das metas de Deus.

Tem sido difícil as pessoas acreditarem neste rearranjo da vida pessoal, mas acontece, isto existe, é real.
Exercemos precariamente a energia da fé, pois ao menor sinal de alguma provável ilusão da derrota, desmoronamos.

Os tempos são tempos intensos, são tempos perigosos onde a propensão para a inercia é real e se coloca em tudo que fazemos.
Os tempos são tempos de rever posições, posturas, objetivos, são tempos de perdas materiais mas com larga compensação dos ganhos espirituais.
Não há tempo a perder, mas também não há falta de tempo, tudo se concentra na reorganização do mesmo, baseado nas prioridades que definirmos.
Reavalie suas prioridades. Não seja escravo do tempo. Não ceda gratuitamente seu precioso tempo de vida.









segunda-feira, 25 de maio de 2020

Passos Atuais 178a Parte. O que nos sobra?


Sem fé e sem entrega à vontade superior do teu ser, não poderás caminhar com segurança nos dias que virão.
Figueira.

Pois bem, na fase em curso da transição planetária, entramos na etapa em que os acontecimentos extrapolarão as capacidades de raciocínio e deduções lógicas da mente humana.
Entramos numa fase em os seres humanos encarnados não vivenciaram, nas transições anteriores que ocorrerão no planeta.
Aliás, a maioria dos seres humanos que passaram por transições anteriores encontram-se em outros mundos, outros sistemas. Libertaram-se da Lei do Carma e consequentemente da não necessidade do livre arbítrio.

Desta forma, a formação existente nos indivíduos da Terra serão insuficientes para que os faça compreender e resolver as situações que virão. O raciocínio, a lógica e a capacidade cerebral alcançada são insuficientes, além do que Leis da física e da Matemática ainda desconhecidas, precisariam ser empregadas para que os próximos acontecimentos pudessem ser explicados.  

Sendo assim, o que nos sobra?.
Sobra algo que podemos ter em abundancia mas que usamos com pouquíssima frequência, a fé.
A fé é um impulso para que a intuição se manifeste, e o que nos falta poderá ser preenchido com conhecimentos de Seres e Estruturas que indicarão as ações necessárias.
Orgulho, prepotência, medo, são estímulos que inibem a fé e inibem estes impulsos intuitivos.

Outro aspecto negativo, mas que tem sido empregado nas principais dúvidas do ser humano é a destruição. O que não se conhece procura-se destruir. Esta postura é terrível, nos remetendo aos princípios mais arcaicos e mais cruéis da história evolutiva da raça humana no plano da matéria.
Não funciona e não funcionará nesta fase da transição em curso.

A fé e a entrega, são conceitos que andam de mãos dadas. A fé é um atributo em que o desconhecido poderá ser conhecido desde que, na entrega, manifesto a permissão de meu livre arbítrio “receber”.  Sem este consentimento nada ocorre e não há como processos intuitivos manifestarem-se, pois só recebo se assim consinto. 

Esta fase é uma fase de grandes esforços intelectuais, no exercício e na prática da fé. É uma fase de intensa submissão à vontade de Deus (como a Lei: Faça-se em mim a Tua vontade). É uma fase em que cada um terá de separar o próprio “joio do trigo” do que carregamos. É uma fase de grande disciplina dos pensamentos, palavras e ações. É uma fase em o tempo precisa ser muito bem empregado, em especial, na busca de informações que as transformem em conhecimentos elevados, sutis, espirituais.

A confusão e a insegurança testará limites, por isso expandi-los nesta etapa serão essenciais.

A segurança estará no teu ser interno. Externamente não haverá aonde se segurar, se ocultar ou se defender.



















quinta-feira, 21 de maio de 2020

Passos Atuais 177a Parte. Ajustar-se é necessário.


Não percas tempo comparando-te com os outros.
Figueira.

Pois bem, na vida usamos como referência a comparação.
Há muito o ser humano deixou de ser criativo. Poucos são os indivíduos que utilizam-se de ideias inovadoras, buscam desafios, não aceitam o status quo, como a maioria aceita e se resigna com ele.

Comparar-se, tornou-se um hábito exercido com grande intensidade.
Nem sempre utilizamos modelos comparativos adequados para com nossas intenções mais elevadas. Geralmente os modelos de comparação ficam restritos a parâmetros que só se aplicam ao plano da matéria. Estes por sua vez, estão totalmente comprometidos com o egoísmo. Forma-se assim um círculo vicioso em que modelos e parâmetros já saem com inúmeras possibilidades de fracasso.

A fonte correta para o desenvolvimento é a intuitiva e dela deve decorrer modelos e parâmetros que podem ser usados com grande margem de sucesso.

Mas, como fazer?
Tente separar, com mais intensidade, os sentimentos positivos e adequá-los às boas intenções.
Por exemplo, se pretendo ajudar alguém, devo faze-lo com muita disposição, determinação e não adotar posturas que podem deturpar a caridade. Vê-se que é muito comum fazer descartes de roupas velhas, sapatos velhos, objetos usados, enfim coisas que na realidade irão desocupar lugar. Vejam como este tipo de intenção não parte de bons princípios, porque contem interesses que me atendem em primeiro lugar.  
Quando adoto estes parâmetros, comparando-me com outros que praticam este tipo de caridade, ou esmola, adotei atitudes que não são as melhores, nem para mim e não para quem as recebe.

Tente fazer algo da qual não haverá nenhuma “segundas intenções”, algo que seja realmente ofertado, independente de fazer falta ou não.
Tente aprimorar seu desapego e ceda sem deixar vestígios de sentimentos que o prendem ao que foi ofertado. Se adoro um determinado objeto e o mantenho simplesmente porque adoro, sem que este seja útil, sentimentos se prendem a ele e se desgasta como ele se desgastará com tempo.

Podemos nos identificar com alguém que admiramos, que estimamos, que cultuamos por uma série de objetivos comuns, mas é preciso admirar o que este alguém possui e não admirá-lo por possuir. Isto gera bloqueios desnecessários que podem impedir o crescimento interior.

Quando vemos defeitos em alguém, pode ser que parte destes defeitos estão espelhados, ou seja, vejo nos outros o que existe em mim. Isto é bom quando usamos este conhecimento para corrigir em nós mesmos o que vemos espelhado e não gostamos.

Quando vejo em alguém defeitos que já tive e superei, às vezes com simples atitudes que posso praticar, este alguém poderá perceber estes mesmos defeitos, tendo assim a oportunidade de corrigi-los.

É preciso compreender que somos seres totalmente individualizados, somos único em todo o Universo. Não existe ninguém igual a mim, portanto ao nos compararmos e nos julgarmos, poderemos estar completamente equivocados, podendo inclusive tentar corrigir defeitos que são, na realidade, qualidades.

Muito se fala em alma gêmea quando certa similaridade aproxima 2 pessoas. É também muito comum quando dois indivíduos apaixonam-se. 
Não tem nada a ver com este conceito de gêmeos, pois esta aproximação ou esta paixão leva em conta o carma existente entre 2 indivíduos que precisam solucionar suas diferenças. Solucionando as diferenças de vidas passadas, pode daí em diante despontar o início do amor.
Quando isto fica muito difícil, ambos tornam-se pais ou filhos, em encarnações sucessivas, até que estas diferenças sejam amorosamente resolvidas.

Somos indivíduos com níveis de consciência muito distintos e não existe ninguém que possua o mesmo nível de outro alguém. Sendo assim, somos pessoas diferentes, com estruturas diferentes, princípios diferentes, carmas diferentes, almas diferentes, objetivos e conquistas diferentes, mas por obra do carma e pelo aprendizado do amor nos tornamos próximos e assim continuará até que aprendamos "o que é amar".

Enfim, ajustar-se é necessário, e quanto mais elevadas forem as intenções, maiores serão os desprendimentos dos vícios e artifícios desnecessários ao crescimento espiritual.













domingo, 17 de maio de 2020

Passos Atuais 176a Parte. Cresça no mundo interno.


O desapego é tão fundamental para a vida interior, quanto o ar para a vida na matéria.
Figueira.

Pois bem, despegar-se continua sendo uma atitude difícil para muitos.
No geral somos acumuladores. Guardamos objetos, pensamentos, sentimentos e descargas emocionais que nos atormentam ao longo da vida.
O acumulo de objetos  reflete uma série de desvios ocorridos em vidas passadas no tocante aos  itens posse, propriedade e paixões mal resolvidas.
O acumulo de pensamentos sistemáticos reflete uma série de hiatos ocorridos em vidas passadas, decorrentes de  vidas monótonas, conduzidas por rotinas arcaicas, repetitivas, onde não ocorreu ou se deu pequenos avanços evolutivos, aquém dos previstos pela alma.
O acumulo de sentimentos conflituosos revela que deixamos para trás inúmeros problemas mal resolvidos, adiamos soluções por medo ou por pressão e cedemos, no livre arbítrio, oportunidades de aprender e evoluir.
O acumulo de descargas emocionais acaba sendo espasmos de energias acumuladas que não foram, devidamente, gastas nas oportunidades que deveriam ter sido utilizadas, em vidas passadas.

Sendo assim, carregamos estes “acúmulos” que ao longo da vida presente precisam ser utilizados ou eliminados. É, também, uma forma de carma que atua nas oportunidades definidas pelo destino traçado em cada encarnação.
Vivemos certas situações na vida presente que as vezes não faz sentido tais “acúmulos” manifestarem-se, ou seja, pensamentos, sentimentos e descargas emocionais ocorrem sem um aparente significado.
Podemos ter ações ou reações não condizentes com a postura atual, justamente por serem reflexos das vidas anteriores do que se fez ou o do não se fez, para corrigi-los.

Este modelo de convivência em que se refaz para corrigir, é um conjunto de novas oportunidade para aprender o que não se aprendeu.
A vida, em geral, num planeta de expiação, é um vai e vem, e esta rotina de repetições está afeto ao conjunto de decisões que tomamos no dia a dia.

Quando decido por evoluir física e espiritualmente, neste alinhamento, separa-se o que deverá ser repetido e refeito, do que não será.
Quando decido por evoluir fisicamente, neste alinhamento imperfeito, por faltar o espiritual, minha vida acontece com repetições de tudo que se fez indevidamente, ou não se fez. Assim o destino impõem, inexoravelmente, o que ficou incompleto, imperfeito, inadequado. Definimos assim, uma vida mais intensa, desconfortável, cheia de atropelos e medos.   
Percebe-se que a maioria tem optado pelo caminho do aperfeiçoamento material, deixando de lado o espiritual, refazendo sistematicamente, reencarnações com muitos altos e baixos.

Desapegar-se, em linhas gerais, é esquecer-se.
Na maioria das vezes temos atitudes egoístas. Uma delas chama a atenção por ser uma atitude largamente praticada, mas alinhada com o egoísmo.
Numa decisão que envolve um grupo de pessoas, seja família, amigos, colegas, enfim relações que vínculos tenham se formado, na necessidade de tomarmos uma decisão, consideramos em 1º... , em primeiro..., em primeiro..., nesta ordem, decisões que atendam os meus interesses. Na maioria das vezes trata-se de uma reação automática, tendo em vista ser esta a postura que temos utilizado.
Dificilmente pensa-se em grupo, em conjunto, em ordem e em organização de decisões que poderiam atender a todos.
Somos personalistas e esguios por considerarmos que o “meu compromisso” sempre se sobrepõem a dos demais.

O desapego é um ato de submissão, é um ato de sacrifício em prol da maioria, considera a caridade, a compaixão, tendo por premissa básica o auto esquecimento. Quem assim não procede, não se liberta das amarras do egoísmo por não se enquadrar nos aspectos citados.
A compaixão se manifesta quando o indivíduo entrega-se à necessidade de outros, do grupo, da família, dos amigos, dos colegas, para compartilhar o conhecimento adquirido.

O grupo, em especial, deveria ter este comportamento arraigado nas decisões de cada um.
Abrir mão desta possibilidade é abrir mão, no mínimo, da atualização dos conhecimentos conquistados.

Enfim , podemos dizer que as oportunidades tendem sempre a nos colocar em cheque, como num jogo de xadrez em que a nova jogada se tornará mais difícil, mais ousada e de maior aprofundamento.

Desapegue-se, e cresça no mundo interno.












sexta-feira, 15 de maio de 2020

Passos Auais 175a Parte. Mova-se.

Deves mover-te em direção à meta maior que percebeste.
Figueira.

Pois bem, nestes tempos estranhos muitas coisas estão se transformando.
É uma fase de oportunidades. Com certeza, o maior sinal de que estamos em uma fase oportuna são as coisas estranhas que estão acontecendo.
Tudo está imprevisível por mais que tentemos antecipar ou adivinhar o que virá. É assim que procede o Plano Maior quando mudanças intensas devem ocorrer.

Esta imprevisibilidade ocorre, em grande parte, pela displicência que temos conduzido a vida, sem nos atermos para estes novos tempos.
Ajustes no caráter e a diminuição de sentimentos que não servem mais, deveriam estar sendo praticados, mas percebe-se que a maior parte da população continua alheia e presa aos vícios materiais do egoísmo.

O pensamento é claro, nos movermos para a meta maior que percebermos.
Bem, cada um tem uma “meta maior”.
Para uns a “meta maior” será o acumulo de riqueza e bens materiais, para outros, essencialmente, a saúde e para outros o continuísmo evolutivo. No continuísmo evolutivo, há de se abrir mão das duas anteriores.
Não que a saúde não seja imprescindível, mas quando o indivíduo consentiu em aliar-se às forças e energias dos planos superiores, a saúde plena ou debilitada não o impedirá de prosseguir. Estes de saúde debilitada concentrarão maiores esforços mentais, ao passo que os demais terão a possibilidade de exercer Tarefas mais intensas no plano físico.

Definir uma “meta maior” gera substancias sutis no conjunto dos corpos físico, mental e astral, decorrentes do corpo espiritual. Há uma simbiose, uma mistura de padrões elevados com os seres que se acercam do individuo que o protegerá, e o incentivará nesta busca pela “meta maior”.

Ao aderirmos nesta busca pela “meta maior”, provavelmente não saberemos qual será, mas a intenção em busca-la será suficiente para que ela se aproxime de nós.
Vejam como nos planos sutis trabalha-se com pouca informação concreta, mas com muita fé.

Pergunte qual será a meta.
Nunca ficaremos sem resposta, mas grande atenção deverá ser dada ao que nos cerca, a quem nos cerca, ao que vemos e ouvimos.
E assim será revelada. 




terça-feira, 12 de maio de 2020

Passos Atuais. 174a Parte. Mudanças.


Avança, pois o momento de mudança está próximo.
Figueira.

Pois bem, num primeiro momento mudanças ocorrem e sempre são sutis, por isso exigem esforços e atenção da nossa parte.
Num segundo momento podem ser explosivas. Neste caso é a consumação de um fato.
Mudanças, como estas da transição planetária em curso, envolvem todos os seres que habitam a Terra, seja na superfície, nos oceanos e no subsolo.
Mas, pelo fato de não darmos atenção, pelo fato de vivermos distraídos com a ilusão que nos cerca, pelo fato de sermos ineficientes em perceber estas mudanças, pelo fato de não sermos observadores da vida e sim querer vive-la como se “não existisse o amanhã” (Renato Russo), pelo fato de sermos incrédulos e lentos no exercício da fé, pelo fato que a vida material tem tomado 98% da nossa atenção, pelo fato de sermos arredios a  mudanças, pelo fato de nos contentarmos somente com os próximos anos que restam da vida física; ao se deparar com mudanças no plano físico ficamos surpresos.

Mudanças ocorrem ciclicamente, são rotineiras na geologia do planeta, mas como somos empoderados vem o velho jargão: irá acontecer com outros ou daqui a milhões de anos.
Ora, tanto faz, pois no ciclo das reencarnações vamos e voltamos continuamente, portanto, iremos viver estas mudanças de qualquer forma ou em que plano estiver.
Preparar-se é adequado, é correto, é sensato.
Como cita o pensamento, o momento de mudanças está próximo, na realidade isto representa que, inexoravelmente, irei participar da mudança anunciada, seja qual for e em que circunstâncias forem. Simplesmente faço parte do orbe terrestre e em tudo que o envolve.

Podemos dizer que esta frase impulsiona aspectos que encontram-se adormecidos no ser humano. Em outras épocas ela não seria relevante, mas hoje é.

Não há como escapar do que foi anunciado e do que é cíclico. Mesmo se levar 1 ano, ou 10 anos, estarei no orbe terrestre até que possa sair daqui com uma condição evolutiva mínima, que abra novas oportunidades em outros planetas ou sistemas.

Como foi dito, Deus não faz surpresa. Nossa lentidão em perceber as coisas, a preguiça em sair do marasmo e a ausência de fé é o que nos torna ausentes da dinâmica universal da vida.
Sendo assim, é inteligente preparar-se.
A preparação age como uma espécie de tranquilizante, acalma nossa ansiedade, ocupa a mente com energias saudáveis e oriundas de outras origens, ganhando conhecimento e aprimorando a sabedoria. Ao mesmo tempo seremos atualizados dos processos em curso no planeta.

Tem sido difícil para muitos ater-se a estes estados de pensamentos mais universalizados. Tem sido difícil levantar a cabeça e olhar o céu, as estrelas e a grandiosidade do espaço sideral que nos cerca.
O rol de preocupações parece ser a única coisa da qual vale a pena se concentrar. Esta postura é absolutamente ilusória e nos remete aos medos, e em certas fases mais agudas de convivência com estes medos, acentua estados emocionais depressivos e de impotência perante as circunstancias da vida.

É preciso mudar, é preciso pensarmos em questões mais amplas, questões em que “você não se concentre só em você”.
A caridade é um atributo que colabora bastante com esta linha de raciocínio, além de ampliar os pensamentos e se esquecer.

Nesta pandemia temos visto muitos exemplos e um dos mais citados são os profissionais da saúde que, impulsionados por requisitos da profissão, abraçam com amor uma entrega espontânea ao seus afazeres de risco.
A compaixão divina age intensamente nestes casos e retira do corpo os que precisam ser retirados por determinação da alma, os demais podem estar superando condicionantes cármicas negativas com estas ações positivas.

Preparar-se pode se concentrar numa busca, numa mudança de postura, numa forma diferente de ver e sentir a vida, num ato de caridade, num aprofundamento de questões que sempre foram relegadas para um segundo plano, enfim podemos dizer que quando concentramos a atenção na busca pela abertura, por novos conceitos, por novas ideias sobre a vida e sobre seu continuismo, preparamo-nos.

Quando virá esta mudança?
Ela está em curso, ela segue contextos profetizados, ela foi anunciada inúmeras vezes. A alma e a mente inseriu-se nestas mudanças. Muitos não percebem por estarem alheios e presos a estados ilusórios poderosos, mas estamos em curso nas mudanças anunciadas.
É preciso colaborar. Não fala-se aqui de colaboração ao próximo, fala-se em colaboração com o Plano Evolutivo. A colaboração é um ato importante além de nos alinhar com as forças atuantes, exigindo menos desgaste em tentar manter o que julgamos “ser” e “ter”.





domingo, 10 de maio de 2020

Passos Atuais 173a Parte. Deus não faz surpresas.


Não duvides. O que está anunciado se cumprirá.
Figueira.

Pois bem, Deus não faz surpresas.
É importante termos em mente que a possibilidade de sermos surpreendidos não existe. Pode até fazer parte das nossas ilusões, mas o que está programado para acontecer é anunciado com tempo suficiente para nos prepararmos e mudarmos o que precisa mudar para o que foi anunciado.
Então, porque nos sentimos surpreendidos?

Esta é uma questão importante, que leva em conta o desprezo e a falta de preparo para sequência da vida, que sempre será natural.
Toda mudança que ocorre num reino, numa pessoa, num planeta, é absolutamente natural, ou seja, segue princípios rígidos e regras imutáveis das Leis divinas em curso. O que muda neste processo é em que grau de tranquilidade ou de conturbação estas mudanças ocorrerão.
Toda mudança ocorre com milhares de anos de anunciação, com milhares de anos de indícios, de avisos de desconfortos, em especial para a raça humana que adora não sair do lugar.
Nada é repentino, nada é abrupto, tudo ocorre numa cadencia e numa sequência lógica e matemática.

Os seres humanos se prepararam muito pouco para as mudanças anunciadas. A maioria se distrai,  se ilude, se deixa levar, justamente por manter o foco somente no que é visível, palpável e absolutamente rotineiro.
Não temos conseguido ler corretamente os ciclos de mudanças gravadas na nossa própria história e pouco temos compreendido seus sinais. Exemplo claro disto é a infantil interpretação sobre símbolos clássicos, como as pirâmides, sejam do Egito como as demais, as ruinas Maya, inúmeros materiais deixados por civilizações antigas, os cânions, as mudanças no curso natural dos rios, os eclipses solares e lunares, enfim inúmeros fenômenos que acontecem poderiam ser reveladores de processos em curso, se estivéssemos preparados.

Nossa astrologia e astronomia estão séculos defasados da realidade atual, propiciando leituras incorretas, enfadonhas, de um passado que já foi, já aconteceu e nada tem a ver com o momento atual.
Pouca atenção damos para as profecias e raramente temos algum tipo de interpretação, que possa ao menos se aproximar do que está acontecendo no planeta. Usamos e abusamos da palavra mistério, mas de fato é uma defasagem entre o curso da Terra e curso da humanidade.
Pouca atenção demos para homens e mulheres sábias, ao longo dos séculos, que vieram aqui para nos trazer Luz, conhecimento e harmonia que nos prepararia para a fase atual. Podemos dizer que o atual conhecimento da humanidade sequer esbarrou para a preparação dos tempos atuais.  

Enfim, isto se deve ao distanciamento da nossa contraparte espiritual, do lado sutil, do lado universal, por trocarmos a realidade pelas ilusões da vida. Temos mantido, nesta troca, um estado de cegueira interna que nos afastou destes conhecimentos que, agora, são essenciais.

Sendo assim, o que poderíamos acompanhar, colaborar e assumir, neste processo de transição planetária, nos deixa alheios a um estado de mudanças tão intenso e tão envolvente que poucos de nós, ao longo das diversas encarnações, já conseguiu presenciar. Provavelmente ninguém viu e viveu o que viveremos e veremos, seja em que plano (físico ou astral) for.

Bem, diante deste fato e dos atos em curso, o que poderemos fazer?
No plano material nada, mas podemos colaborar muito com o plano do eu interno. Podemos abraçar esta causa e mudar uma série de posturas, conceitos, ideias que não mais condizem com as expectativas que temos.

O que cada um tem de mudar pertence a cada um, mas ao avaliar certas possibilidades, facilitaremos o processo de atualização para os tempos atuais.
Para facilitar, alguns questionamentos que podem ajudar:
  • Avaliar o que não condiz mais com o que sabe, com o que aprendeu, e praticar;
  • Perceber o que o coração pede;
  • Perceber o que o coração não aceita;
  • Perceber o que a mente luta para mudar;
  • Avaliar sentimentos e externar os que condizem com seu momento;
  • Rever conceitos e preconceitos;
  • Abrir-se a informações novas;
  • Manter-se integro;
  • Falar o necessário e procurar manter-se em silencio;
  • Por fim, confiar...






sexta-feira, 8 de maio de 2020

Passos Atuais 172a Parte. Transcendência.



O fraco teme a morte. O forte a enfrenta. O sábio a transcende.
Figueira.

Pois bem, o tema em questão aborda um posicionamento correto que devemos ter em relação aos acontecimentos da vida.
A morte é um acontecimento inexorável, independente da nossa vontade e ocorre no exato momento em que a alma decide por bem, terminar esta relação com o corpo físico .
Geralmente temos 3 datas e estas se sucedem na medida dos nossos Serviços ao plano que nos encontramos. Isto ocorre porque não há muito sentido em retirar alguém que vem cumprindo suas Tarefas, por exemplo, na 1ª data. Formar um novo elemento que dê continuidade pode ser muito longo.
No entanto, há exceções, no caso em que a alma percebe que o comprometimento cármico vem se intensificando cada vez mais. Nesta situação a 1ª data poderá ser antecipada, do momento previsto, para que tal individuo não se comprometa ainda mais do que já está. Hoje esta possibilidade tem sido intensa no plano físico, face os incontáveis desvios que vem acontecendo com a raça humana. É um ato de compaixão.

Mas, a vida é sempre cheia de desafios e desafetos.
Os desafios são barreiras que devemos transpor, os desafetos são ajustes de relacionamentos conturbados que mereceu nova chance de reconciliação.
Ser forte ou ser fraco, percebem, não é a postura mais inteligente. De um lado cedemos facilmente e nos entregamos prostrados, e de outro lado lutamos ferozmente esgotando forças e energias em um claro desperdício de oportunidades.
A transcendência  (dicionário:  elevar-se sobre ou ir além dos limites de; situar-se para lá de; superar-se por ir além de suas limitações) é o caminho correto. Transcender nos obriga a usarmos o limite da capacidade adquirida tentando ir além desta, face ao desafio imposto.

O indivíduo que transcende, transcende a si próprio, auto desafiou-se a encontrar saídas elevadas, segundo o nível evolutivo que se encontra. Dificilmente será compreendido, mas isto não tem a menor importância, pois o que fazemos neste aspecto, faz-se por si próprio.

Estar consciente para este aspecto exige grande discernimento, paciência e tolerância, pois os atos raramente são compreendidos por quem nos observa.
É um desafio e este desafio só ocorre com equilíbrio e convicção no que aprendeu.

Isto poderá ter algumas consequências. Um exemplo dado no passado e extremo em conceito de sacrifício, foi o de Jesus no Cristo Cósmico com o ato de crucificação. Nada o abalou e suas convicções como Libertador, mesmo que quisessem dobrá-lo com a dor física extrema,  não ocorreu.
Nos mostrou, neste aspecto, que o desafio de transcender em silencio é perturbador, mas  é a postura que devemos empregar.
Hoje talvez não se use a chibata, a crucificação, mas a tortura do assédio moral são intensos para quem, no seu ato de transcender, desafia as regras da sociedade.

Transcender no silencio é prudente e mais produtivo, pois seremos menos questionados sobre o que acreditamos. Diz-se que há liberdade de expressão, mas na verdade é uma liberdade que, atendendo interesses, é aceita, caso contrário exige-se punição.

O sábio é prudente, recolhido, não se expõem a não ser que a Tarefa que o envolve assim exija, mas em geral, concentra-se na busca, nas ajudas que recebe e na doação.
É insatisfeito, mas não desequilibrado pois nunca se contenta com o que já recebeu. Percebeu que sua expansão jamais terminará e assim luta arduamente para que conquiste cada vez mais. Tem consciência da contribuição que dá, na medida que sua consciência vá se expandindo, exalando paz, aonde lutas acontecem.
Trabalha no silencio, mas sabe se manifestar quando percebe que pode contribuir.
Não se aliena, mas respeita.
Se recolhe mas participa quando sente que pode contribuir.
Sabe que precisa estar no limite das suas convicções para provar sua capacidade de receber.
Controla seus medos,  concentra-se na sua coragem e na entrega, pois não lhe resta dúvidas sobre as ”Companhias” que lhe cerca.
Não perde tempo e não toma tempo. Aprendeu que o tempo é precioso para que as ilusões o distraia.
Mantem respeito a tudo e a  todos, pois sabe que num mundo de expiação a meta é aprender sob todas as circunstancias, as boas, as ruins e as miseráveis.
Tenta fazer da sua vida, um rol de oportunidades onde Plano Maior possa se manifestar.
Ora constantemente e mantem-se coligado e a disposição.

Não nascemos sábios, mas poderemos nos tornar sábios.







segunda-feira, 4 de maio de 2020

Passos Atuais 171a Parte. O "toque".


Abençoados são os toques do mundo interior.
Figueira.

Pois bem, somos “tocados” constantemente.

De forma sutil, leve, mas com certa persistência, somos “tocados” pelo nossos Instrutores. O objetivo deste “toque” é nos dar disposição para seguirmos as indicações e estabelecer o aprendizado que o destino nos reservou.

O destino de cada um, no ato de encarnar, condensa todo o ciclo de experiencias e das novidades, ou seja, daquilo que é novo e inusitado, que temos aptidão em receber.

É algo meio automático e aparece no tempo previsto ao longo da vida material. Portanto se devo aprender algo novo aos 27 anos, o ambiente que me encontro será ajustado para que esta oportunidade ocorra. Isto, claro se repete ao longo da vida, com tudo o que foi reservado para minha aprendizagem.
No entanto, o que tenho de aprender e não aprendi por estar distraído, pode passar para a vida seguinte.

Há certos aprendizados, dito essenciais pela alma, em que situações podem repetir-se uma ou mais vezes, mas em algum momento esta oportunidade encerra.
O que não foi aprendido será um bloqueio para a sequência dos aprendizados sucessivos.

As possibilidades do aprendizado nunca cessam, mas, geralmente, o que poderíamos aprender em uma vida, temos levado 2 ou 3. Há casos em que o ritmo é tão lento que a reencarnação pode ser suspensa até que o ambiente da Terra ou de outro lugar semelhante, ofereça melhores condições.

Temos sido orientados para ficarmos atentos, olhar as situações e os acontecimentos como oportunidades de aprendizado, observar detalhadamente tudo que acontece conosco e ao nosso redor e olhar sempre com “bons olhos”.

Tal postura atrai e evoca energias positivas. Estas dinamizam impulsos e a curiosidade passa a ser estimulada para aspectos evolutivos dos acontecimentos.

Observar sempre, prestar atenção aos detalhes, buscar oportunidades e estimular o olhar positivo sobre os acontecimentos. Esta postura simplifica nosso aprendizado e estimula nossa atenção, dando possibilidades de que ao sermos “tocados” pelo Instrutor, responderemos.








sexta-feira, 1 de maio de 2020

Passos Atuais 170a Parte. Inversão de posições.


Tua vida externa é apenas uma base material para a elevação da consciência.
Figueira.

Pois bem, temos uma inversão de posições.
Achamos que alma nos serve, quando deveríamos servir a alma.
Este erro de conceito e de postura gera um mundo inteiro de ilusões.

Deveríamos estar à disposição da alma, escutá-la, dar atenção, clamar pela sua presença, mas fazemos o inverso, focamos na personalidade e esta se distrai completamente no mundo das ilusões.

Estas ilusões criadas por desejos e vontades que tem atendido, em sua maioria, o que julgamos ser essencial no mundo material, aprisiona e encapsula a mente que perde assim o contato essencial com a alma.
Este afastamento é perigoso, traiçoeiro, comprometedor pois ressalta sentimentos gananciosos e egoístas, face a acirrada competitividade existente no planeta.

Infelizmente somos ainda jurássicos, lutando por espaço, posse, território, como na pré história, onde as necessidades eram questão de sobrevivência. Hoje o mundo mudou, mas não mudamos, continuamos lutando pelos mesmos argumentos, somente com mais sofisticação e tecnologia.  

Não conseguimos evoluir o suficiente para diminuirmos esta relação explosiva com a personalidade. Poderíamos ter trocado por uma relação harmoniosa, evolutiva e saudável com a alma. Esta seria preponderante e traria com ela conhecimentos universais que faria da raça humana um raça incrível, evolutiva e universal.

Esta formidável estagnação em um único estágio evolutivo, o jurássico, nos enfraqueceu a tal ponto que tornou a reversão impossível.

Mas, por obra do destino, estamos num planeta em transformação, um planeta onde a próxima meta será a evolução e não mais a expiação.
Com certeza esta engenharia universal  havia previsto que não conseguiríamos sair do estagio jurássico. Foi intenso, poderoso e nos deu um DNA arrebatador, com a inclusão predominante da competitividade, que por sua vez, atraiu a energia e a Lei do Egoísmo.

Este imbróglio teve começo e tem fim. Nada no universo permanece como está. O processo de mutação é incrível, inexorável e faz parte da evolução.
Escolhemos o caminho mais explosivo, desafiador e contundente, mas escolhido está.

Mas tudo é aprendizado e faz parte do ciclo de experiencias que cada um escolhe. A raça humana escolheu a mais intensa, então assim será.
No entanto, podemos aproveitar o tempo que nos resta numa tentativa de aproximação com a alma.
É preciso longa persistência, boa vontade, convicção, mas a alma, por sua vez, ao sentir nosso coração aberto induz esta aproximação.

A nova Terra abrigará somente aqueles que derem, em si, este impulso. A alma terá o contato direto com a mente
A mente será abrangente, focará no necessário, terá amplitude, seremos seguros (o medo perderá o comando), a evolução será a única meta para existirmos e em contrapartida a Terra dará o que o que for necessário, sem esta luta insana pela sobrevivência.
Precisamos chegar lá. Todo cuidado é pouco, pois a vida atual ainda concentra inúmeras armadilhas nos desejos e na ilusões.
Precisamos romper esta corrente imaginária que nos aprisiona para sobreviver no plano da matéria. A vida acontece em todos os planos, em todas as dimensões, em todos os lugares, obedecendo as circunstâncias do plano que nos encontramos.

São tempos de libertação, portanto liberte-se e siga a voz do seu coração.