quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Passos Atuais 204a Parte. Provas.


Corretamente vividas, as provas que surgem em tua vida podem proporcionar-te grandes avanços.
Figueira.

Pois bem, toda prova vem com algo de grande valor. 
Por ser uma prova exige esforços, desprendimento, convicção, fé e coragem. Os medos também se manifestam, pois preservam o que tem de ser preservado; em ultima instancia, a  vida material, no entanto, em excesso bloqueia, faz recuar, deixa turvo e nos faz desistir.

Desistir, com certeza, será sempre a pior opção, manterá em aberto a prova não realizada, que voltará sob nova roupagem ou em outras circunstancias, mas até ser completamente realizada e vencida entrará na ciranda dos ciclos repetindo-se em várias etapas de uma vida ou das vidas futuras.

Nunca estaremos sozinhos para realizar as provas em aberto. Sempre haverá companhia física e não física. A maioria não reconhece, ou despreza, ou renega, pois é mais fácil e simples julgar-se "esquecido" por Deus. As lamentações só servem para embaçar ainda mais o que já pode estar confuso. Sempre haverá uma mão amiga, mas na maioria das vezes estaremos ocupados, nos lamentando.

Para realizarmos uma prova, qualquer que seja e em que circunstancias forem, o equilíbrio é essencial. Mente- espírito deverá ser quase uma unidade. Assim será acessado por toda a ajuda que estará se disponibilizando para a conclusão, com sucesso, das provas em aberto.

Quando fracassamos na prova escolhida, ela ocorrerá  pela desatenção, desequilíbrio, parcialidade, ausência de fé e descrença.

Toda  prova virá no momento oportuno, nem antes e nem depois, pois a prova considera que naquele momento estamos preparados para suporta-la. 
Geralmente, não nos encontramos preparados, somos desatentos e iludidos com a vida material como se esta fosse a única alternativa do ato de viver. A vida material é a de menor participação, a de menor importância, a mais simples e preliminar no conceito da evolução espiritual.
A vida material é um dos argumentos que a alma utiliza para o desenvolvimento do ser que habita. Será também a fase mais curta no critério da evolução, mas na raça humana da Terra tornou-se excessivamente longa pelos constantes retornos na mesma etapa, nas reencarnações, sem alcances evolutivos significativos.
A transição planetária irá corrigir o rumo desta raça. Não há mais como sair do grande imbróglio que nos metemos, mas a compaixão divina sempre se manifesta. 

O livre arbítrio nos motivou ao fracasso limitando a mente humana com as ilusões do egoismo. Isto se aprofundou de tal maneira que somente com mudanças radicais no código genético, no meio ambiente, na eliminação da hereditariedade que poderemos retomar um tempo esquecido de sucessos evolutivos.

Assim será.

Mantenha-vos atento, às ultimas oportunidades que estão em ato neste final do ciclo planetário.
Atenda-as e recuperas o que perdeu por distração e por ilusões da vida material. (mensagem de Yurutuiutuiu - um ser extraplanetário- para este texto)
    














terça-feira, 25 de agosto de 2020

Passos Atuais 203a Parte. Limites.


Transcende teus limites pois já és esperado no Infinito.
Figueira.

Pois bem, atribuímos limites em tudo que fazemos.
O corpo físico tem limites físicos, por ser mortal, e estes diminuem com o passar dos anos, no entanto os limites da mente e por sequencia os limites do espírito alteram-se continuamente e seguem a escala evolutiva.
Não há limites para o alcance da mente e do espírito, pois estes obedecem escalas dos níveis de consciência alcançado.
O que foi alcançado pelo espírito não retroage, ou seja, nunca irá descer de um nível alcançado para um nível inferior, mas poderá estacionar em um determinado nível e ali permanecer até que o corpo e a mente complete determinadas experiencias que envolverá os carmas a serem cumpridos. Não há prazo para que isto aconteça e dependerá somente das opções escolhidas.

No entanto, a mente poderá descer para escalas inferiores da última alcançada, face a necessidade de ser submetida a situações conflitantes por carmas em aberto.
Um dos principais aspectos da queda mental, são os descontroles emocionais que geram sentimentos fortes, na maioria negativos, fazendo com que a vida enfrente barreiras com pequenas ou grandes dificuldades.
É comum, no descontrole emocional, pensarmos e agirmos contrariando o bom senso, o nível de consciência alcançado e o uso de conceitos elevados. Geralmente perdemos a razão e as consequências podem ser muito sérias por desencadear situações de grandes conflitos.
Estes descontroles podem gerar estados de arrependimento, mas o orgulho e a vaidade impede de recomeçarmos da maneira correta, prolongando estados emocionais negativos.
A mente oscila e oscila bastante, e dependendo das características de cada indivíduo pode consumir grande parte da sua vida que o atola em mágoas, intrigas, ciúmes, que podem perdurar por muito tempo.
Gasta-se tempo precioso com sentimentos negativos. A razão, a sensibilidade podem ser influenciadas por estados emocionais extremos, com tendências a interromper caminhos descobertos pela luz interior.

A intuição não atende variações emocionais e não se apoia na razão, por isso dela ser um insight, onde e quando menos se espera, acontece. Apontará caminhos que jamais iríamos percorrer se déssemos voz à razão. Provem do espírito e segue premissas que consideram o destino do indivíduo no longo caminho das reencarnações.  Atua como água pura de uma fonte divina de estados evolutivos futuros.

Há de se considerar que muitas vezes o que se tem chamado de intuição não passa de espasmos de bom senso, enviados pela alma com o intuito de sairmos de alguma confusão emocional.
A intuição verdadeira nos impulsiona para estados de libertação, mesmo sendo um insight momentâneo. Se atendido, modifica o caminho que se está percorrendo. A pessoa muda e se transforma numa nova, aflorando atributos para o desenvolvimento de novas ideias recheadas de ideais elevados e alinhados com as Leis presentes.

A maioria perde estes insights. A maioria começa a racionalizar estes impulsos e daí em diante os modifica e acomoda, segundo critérios emocionais, deturpando um estado puro de ser para um estado confuso de ser.
É preciso muita determinação, convicção e persistência ao decidirmos atender um insight intuitivo, pois poderá ser o mesmo que caminhar na direção contrária à de todo mundo. Sempre será um grande desafio e após algumas provas, processos de libertação acontecerá.
Todos os seres humanos têm as mesmas oportunidades, mas muito poucos conseguem desviar-se das ilusões da matéria e perceber o espirito que lhe dá a vida e a razão da existência. As ilusões são dominantes e inevitavelmente irá provocar dor. Sem dor nos manteríamos em estados ilusórios eternos.

Saia do lugar comum, não seja o que sempre foi, ouse, liberte-se. Uma vida incrível, nada monótona e deslumbrante vos aguarda. Entregue-se e confia. (mensagem de Geronimo para este texto)

























quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Passos Atuais 202a Parte. Acredite.


Poucos se dão conta da materialidade dos próprios pensamentos e sentimentos.
Figueira.

Pois bem, temos uma ilusão de que nossos pensamentos e sentimentos não são compartilhados se não quisermos.
Tudo que sentimos, pensamos, fazemos, compartilhamos com todas as pessoas do planeta.

O que realizamos no plano físico pode ser observado, analisado, julgado, considerado bom ou ruim, portanto pode ser aceito ou rejeitado, no entanto o que pensamos e sentimos, ilusoriamente parece que não tem esta possibilidade.
O que pensamos e sentimos segue um caminho muito abrangente, pois espalha-se no éter planetário divagando por toda a órbita planetária. Envolverá tudo e todos.
Estes sentimentos e pensamentos agrupam-se por faixa de vibração.
Para efeito ilustrativo, podemos imaginar a atmosfera terrestre dividida em 5 faixas de pensamentos e sentimentos: péssimos, ruins, neutros, bons e ótimos.
Agora podemos imaginar faixas de localização, onde ficam vibrando estes pensamentos e sentimentos, sendo: os péssimos muito próximos da superfície; os ruins um pouco mais acima; os neutros numa faixa intermediária; os bons pouco acima e os ótimos beirando o limite da atmosfera.
Agora imaginem todas as pessoas do mundo vibrando ora em um faixa ora em outra faixa, que varia conforme seu estado emocional.
É por isso que temos esta enorme oscilação de humor, ora otimista, ora pessimista, ou da satisfação para a frustração. Esta oscilação  vibracional nos coloca, ora nas faixas negativas, ora nas faixas positivas.
Deveríamos manter um estado vibracional mais controlado, mais equilibrado, sem grandes variações, tendendo a ficar cada vez mais elevado ou tentar vibrar na faixa do limite da atmosfera , a faixa dos “ótimos”.

Estes pensamentos e sentimentos abaixo da faixa neutra são produtores de medos, agonias, mágoas, ódios vinganças, gerando desequilíbrios, enfim despertam o lado negativo em alguém que esteja com baixa vibração naquele momento, e a influenciará para o desencadeamento de ações negativas e desastrosas gerando mais medos, depressão, rebeldia e violência.
Os pensamentos e sentimentos acima da faixa neutra são produtores de ideias, intuições, harmonia, compaixão e discernimento, gerando equilíbrio e bom senso, enfim despertam o lado positivo em alguém que esteja com alta vibração naquele momento, e influenciará para o desencadeamento de ações positivas e evolutivas gerando desprendimento, oferecimento, liberdade, paz.

Vejam como somos geradores de influencias positivas e negativas em face dos estados emocionais que procuramos manter.

Quem mantem-se em baixa vibração tem a tendência de afundar mais, não encontrar saídas, prostrar-se e julgar-se esquecido por Deus, pois estará sendo influenciado por ondas de negativismo que estão sendo gerados por muitos que alimentam estas faixas negativas. Manter-se em baixa vibração é considerado um ato suicida e tem consequências graves na recuperação que, obrigatoriamente, fará nas vidas futuras.

Quem mantem-se em alta vibração será criativo, competente, colaborador, ativo e sofrerá influências positivas que o incentivará na busca por soluções não só materiais como as sutis. Será contatado e receberá cada vez mais, pois irá se  tornar um elemento realizador das ideias de Deus.

Porque existem estas duas opções?
Para aprendermos a identificar uma da outra, o lado positivo e o negativo da vida, e assim aprendermos a reagir em todas as circunstancias.

Deus não tem pressa. Somos eternos e temos o livre arbítrio para decidirmos viver nas faixas negativas, positivas ou neutra.
Mas, é importante salientar que um problema, seja ele qual for, será encarado de forma pior ou melhor dependendo da faixa que nos encontramos.
Geralmente quem localiza-se nas faixas negativas imagina ter problemas considerados insolúveis, pois não há clima e competência emocional para raciocinar soluções, ao passo que o mesmo problema, para quem se encontra nas faixas positivas será muito menor, será menos influente e as soluções serão idealizadas.

Outro aspecto importante para um individuo consciente destas condições é a colaboração. Se tenho ciência que devo vibrar alto, pensar e agir positivamente, estarei alimentado as faixas elevadas e colaborando com aqueles que precisam ir ali buscar soluções para seus conflitos. Estar ciente desta postura pode ser considerado um ato de oração, uma aproximação do seu alinhamento com Deus, uma postura elevada, sutil, altruísta.

Vejam como nossos pensamentos e sentimentos materializam-se nos pensamentos e sentimentos de nossos semelhantes e influenciam positivamente ou negativamente todo o contexto da superfície terrestre. Somos e sempre seremos responsáveis pelo ambiente da Terra, pelo sucesso ou insucesso dos demais reinos e pelo processo evolutivo do próprio planeta, pois de fato somos os seres mais elevados que aqui habitam esta superficie, por termos consciência de nossos atos.

É importante notar que existe solução para todos os problemas, seja de que natureza for, mas cabe a cada um ir buscar, ou vibrar mais alto, subir para as faixas elevadas, para aquelas que formarão as ideias para as soluções que precisamos.
Um problema a ser enfrentado, quando se vibra nas faixas negativas é gigantesco e aparentemente insolúvel. O mesmo problema gigantesco e insolúvel, quando se vibra nas faixas positivas muda completamente tornando-se contornável ou simples incômodo.
Portanto é uma questão de nos posicionarmos melhor para ver e analisar positivamente, as coisas negativas.

Não há evolução nas faixas negativas, mas simples cumprimento de carmas de vidas passadas, portanto mantendo-se ali, perde-se oportunidades de conviver com novos critérios nas vidas futuras.

Seja proativo, mude seu padrão vibratório, eleve-se, busque ajuda e permita ser ajudado. O primeiro passo é sempre o mais difícil, mas do segundo em diante o caminhar vira um passeio. 
Acredite.












segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Passos Atuais 201a Parte. O ajuste da vida externa não depende de fatores externos, depende de mudanças internas.


A vida externa e os níveis profundos da consciência devem fundir-se e tornar-se uma só realidade.
Figueira.

Pois bem, normalmente chegamos a uma conclusão sobre o que sentimos baseados em fatores externos e comparativos.
Quando utiliza-se os critérios da personalidade, o que é mais comum, estas comparações partem de ideias e ações passadas e geralmente ultrapassadas, até porque a dinâmica da vida evolui numa velocidade incrível.
Nesta postura, que é a que normalmente se emprega, tecemos criticas e fazemos julgamentos de pessoas através de conceitos retrógrados.
Por exemplo, falar de espirito tornou-se um assunto religioso, quando na realidade é falarmos de um dos corpos que possuímos e que compõem o “todo” da qual pertencemos.
Não se pode pensar em curar alguém se o paciente não adere a um movimento evolutivo na sua vida, atualizando posturas, conceitos, regras, pensamentos e metas. Estas mudanças irão proporcionar uma nova realidade da vida em ato, um reequilíbrio, atingindo em especial o corpo emocional que está por trás de todas as doenças.

O próprio equilíbrio não é fixo, não é único, pois muda a cada nova informação recebida e aceita pelo indivíduo. Ao saber de algo transformador com possibilidades de mudar meus conceitos sobre minha vida, meu antigo nível de equilíbrio não servirá mais, sendo necessário um nível mais elevado de equilíbrio que restabelecerá a harmonia.
A desarmonia é uma clara indicação que o atual equilíbrio utilizado esta defasado e encontra-se aquém das exigências do meu conjunto corpo-espirito.

A insatisfação é uma manifestação da necessidade do crescimento interior e para cada passo dado, neste sentido, um novo equilíbrio deverá ser estabelecido. É uma dinâmica intensa, contínua e segue no pós morte.
A insatisfação ocorre para nos mostrar defasagens entre o nível espiritual e o nível mental. O nível espiritual crescendo e o nível mental parado. Se o nível mental acompanhasse o espiritual, a insatisfação não ocorreria com tanta intensidade.
Esta insatisfação gera desarmonia do corpo emocional, que por sua vez reflete-se no físico, que por sua vez gera as doenças.
Vejam como o reequilíbrio deve ser uma constante na vida de uma pessoa, ao longo da sua existência, e a cada nova informação mais argumentos serão acrescentados para que o reequilíbrio se restabeleça em face do crescimento do nível mental pelo nível espiritual.  

O ajuste da vida externa não depende de fatores externos, depende de mudanças internas.

Fatores externos nem sempre podem mudar face ao carma que a eles estão vinculados, mas mudanças internas irão melhorar o nível de compreensão, fará ajustes no corpo emocional e o conjunto corpo-espirito se tornará equilibrado. Com este novo equilíbrio as sensações ruins, os limites impostos por fatores externos, as doenças emocionais, deixam de ser tão impactantes como tem sido. O individuo viverá melhor, compreenderá melhor, pensará melhor e terá possibilidades de encontrar saídas para momentos difíceis.

A forma que temos vivido, sem a menor preocupação em aumentar o padrão dos conhecimentos espirituais, em ater-se somente nas confusões da vida material, em manter-se nas ilusões de ser, ter e poder, tem nos levado para um buraco muito profundo e cada vez mais difícil de sair. Haverá um momento em que estaremos tão comprometidos que “começar de novo” será a única solução.

Vamos atentar para a vida espiritual, para a busca das origens, para o lado sutil da vida, para o mundo interno; seremos mais equilibrados, mais úteis e mais assistidos em todas as fases da vida que nos resta, seja no plano material como na continuidade no plano astral.
Luzes, energias, seres, insight´s irão se dirigir, sem que se peça, para o coração, e dele impulsos irão para a mente, e da mente ações positivas se intensificarão na vida tornando-a útil para si e para os outros.

Não esmoreça, mas mude, mude o que não serve mais, reerga-se do ranço emocional que vive. Há tantas coisas para se descobrir no mundo interno que o mundo externo ficará em segundo plano, não incomodará tanto e poderá ser, finalmente, compreendido poque ele é assim.
Sua atenção irá direcionar-se para exatamente aquilo que nos trouxe aqui: evolução.
Compreenderemos e assimilaremos, sairemos das lamentações e da inercia. Poderemos ser compreensivos, tolerantes, pró ativos e exemplo de maturidade espiritual, dando chances para quem perdeu as esperanças e entregou-se.
Ninguém muda a não ser que queira, mas querer mudar exige exemplos a ser seguidos, exemplos que despertem e motivem este alguém a sair da melancolia e da frustração que se encontra.
Seja útil para si e será para os outros.

Use o que lhe chega ao coração e assim atrairás mais e com abundância. (mensagem de São Patrício para este texto)   












sábado, 15 de agosto de 2020

Passos Atuais 200a Parte. Disciplina


A verdadeira disciplina é interior e pouco tem a ver com as disciplinas criadas pelo homem.
Figueira.

Pois bem, há uma grande confusão com relação a aplicação das disciplinas.
Uma pessoa honesta, sincera, produtiva, colaboradora e controladora das suas emoções tem sido considerada como uma pessoa especial. Aos olhos do Plano Maior trata-se de algo comum que deveria ser praticado por todos em todos os momentos.
Um pessoa que ora, que abençoa, que segue a voz do coração, da mesma forma, é uma pessoa normal e que se enquadra nas regras do bom viver.

As sociedades vem reagindo de forma atípica, por entender que regras comuns, regras da boa educação e do bom viver, tornam-se exceções.
Porque?.
Porque a mentira, a ilusão e o teatro tem feito com que a maioria represente o que não sente, ou o que não quer, uma vez que regras de conduta foram deturpadas ao longo do tempo. Isto vem criando um descompasso enorme entre as características puras que todos tem, com as características criadas através de regras comportamentais que corrompem o indivíduo por dentro.
Estamos paulatinamente perdendo a liberdade de se expressar, de viver e de se manifestar numa sociedade que coloca normas de conduta e punições segundo critérios espúrios e temerários.

As Leis de Deus, transmitidas para os homens ao longo dos tempos, sofreram diversas alterações face a interesses políticos, financeiros e de domínio. Perdeu-se boa parte do bom senso que vem do coração, da intuição, porque via de regra, são contrárias a interesses fortalecidos por forças involutivas.
Vemos uma confusão geral, com leis e mais leis dos homens, criadas a partir de regras de conduta duvidosas.

Não há o que fazer e provavelmente nada mudará no futuro que nos espera na lei dos homens.
É preciso voltar-se para o eu interno, para a chama interior e abarcar os sentimentos do coração. Provavelmente, poucos destes impulsos internos poderão ser manifestados devido a enxurrada de regras disciplinares impostas, mas senti-las poderá dar um alivio e certa satisfação de que, pelo menos em sã consciência, as atendemos.

A falta de entendimentos sobre a Leis de Deus é outro forte impasse quanto ao ato de compreender a vida. Poucos são os indivíduos que alcançam tais oportunidades. Talvez seja assim que deva acontecer pelo fato de que vivemos uma intensa transição planetária. Talvez estes que tenham este acesso e possam compreende-las sejam aqueles que, merecidamente, foram tocados pela alma, e a eles caberá a função de manter e preservar o que poderá ser utilizado no futuro.

A disciplina interna provem do amor sublime, do amor altruísta, da retidão e do equilíbrio em todas suas possibilidades no plano mental, emocional, físico e espiritual.
Temos de nos manter à luz do espirito e colaborar como puder. Se não há possibilidades de manifestação física, que seja no plano mental ou na exaltação do amor incondicional.

O eu interno acolhe a voz da alma. Manifeste-a em seu coração e sua mente indicará as ações necessárias. ( mensagem do Frei Damião para este texto)














quarta-feira, 12 de agosto de 2020

Passos Atuais 199a Parte. Não temas a própria vida.


Quem teme perder a própria vida não recebe os dons da eternidade.
Figueira.

Pois bem, a morte continua como algo apavorante. É um medo primordial (arraigado na mente) e tem se mantido ao longo das vidas como um sentimento insuperável.
O medo de morrer, eminentemente, é uma ausência de fé. Aquele que teme morrer é aquele que não acredita que a vida é e sempre foi conduzida pela Fonte Divina, a Fonte da qual nos originamos e nos mantem.
O medo da morte é proveniente do ato de matar.
O passado da humanidade é marcado pela execução da vida. Esta atitude decorrente da competitividade, desdobrou-se em diversos formatos de se realizar o ato da morte.
Mata-se uma pessoa com uma faca, com desprezo, como também com a simples assinatura de regras que a impossibilite de desenvolver-se na sua evolução. Provida de carmas passados, a morte salda compromissos pendentes ou interrompe compromissos futuros. Portanto, está na alma a decisão de seu desligamento do corpo físico.

A competitividade gerou concorrências, vaidades, desdobrando-se para a ganancia, vinganças e traições. Estas por sua vez ancoraram-se nas posses e propriedades embaçando a visão do homem e tirando-o de seu verdadeiro objetivo da vida que é conhecer, aprender, evoluir.
No livre arbítrio estas possibilidades deveriam surgir para serem conhecidas e depois superadas. Conhecemo-las mas não as superamos. Hoje convivemos com estes desajustes alimentados  pela energia do egoísmo.

Não temer pela vida não significa coloca-la em risco, significa ter certa ousadia, liberar certos movimentos e opções que possam expandir a consciência.
O individuo que coloca a vida em risco por desprezo à vida, por fuga, por esportes radicais ou atividades desnecessárias, inevitavelmente cria carma com seu próprio corpo e com toda a rede da qual está interligado, família, amigos, bem como o futuro que estava  destinado a percorrer. Morrer nestas condições será bem próximo da opção do suicídio com consequências graves.  

O indivíduo ousado, aquele que libera certos movimentos e consegue expandir sua consciência, com certeza administra melhor o medo primordial da morte. Tona-se mais produtivo para si e para o meio em que vive. Expande seu raio de ação e geralmente é “contatado” para Tarefas que exigem a ousadia conquistada.
Para ele, dirige-se estruturas de consciências elevadas que o assistem e o orientam para o correto desenvolvimento e posicionamento das funções que lhe são dadas. Se houver necessidade de novos atributos, como dons mediúnicos por exemplo, também afloram neste processo de desenvoltura.
Este indivíduo torna-se mais intuitivo, assistido, e com possibilidades de manter um equilíbrio prolongado. Deixa-se ser conduzido pois compreendeu que esta postura amplia seu conhecimento e suas possibilidades evolutivas. O amor torna-se mais intenso e equilibrado com a atuação da compaixão. Compreende que a separação não existe e absorve com tranquilidade o continuísmo da vida pelo crescimento interior. Aquieta-se, acalma-se perante as circunstancias e com isto torna-se produtivo e fonte segura de referência.
 Este processo é progressivo, suas ideias expandem-se para além do mundo conhecido, torna-se observador e participa mediante os impulsos do coração.
Entrega-se à Vida e não à morte e não questiona suas ações.

Ofereça tudo o que dispõem e perceberás que nada precisa. (mensagem para este texto de Mestre Saint Germain)














sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Passos Atuais 198a Parte. Imparcialidade.

Basta que o indivíduo olhe o outro imparcialmente para saber aquilo que ele realmente necessita.

Figueira.

 Pois bem, postura simples e direta cria seu próprio mecanismo de informação.

Mas é necessário criar o hábito de olhar desinteressadamente para que o eu interno passe a informação necessária para você e de você para o indivíduo que está sendo olhado.

Não acontece com frequência por sermos demasiadamente críticos e julgadores. Olhamos para alguém sempre com olhares críticos mensurando o indivíduo com o aquilo que gostaríamos que ele fosse. Assim deturpamos sua imagem real e omitiremos possibilidades reais, por informações tendenciosas ou descabidas de propósito.

 Voltar-se para o eu interno é uma postura necessária. Esta postura se consegue mediante a ausência de interesses, barganhas e críticas.

Acostuma-se a isto assim que praticarmos e vigiarmos nossas relações com os demais.

 Sabemos que cada individuo tem seu caminho, tem suas responsabilidades e compromissos cármicos. Ninguém faz sempre o que quer e muitos acabam fazendo o que não querem por serem induzidos à prática dos erros. Muitas vezes levamos estes indivíduos a cometerem erros pelo simples fato de considerá-los antipáticos ou concorrentes.

O pior é que ambos perdem as condições de equilíbrio, coligam-se carmicamente, gerando resíduos que ficam pendentes e podem postergar-se para vidas futuras.

 Manter-se neutro em todos os contatos e relacionamentos é o fundamento para colocar-se próximo ao eu interno.

Saber escutar e não querer deduzir antes de uma frase se formar é uma postura imprescindível, portanto, entramos na área da comunicação em que as manifestações do outro precisam concluir-se para mensurarmos, via eu interno, que tipo de informação poderá ser manifestada ou se deverá ser manifestada.

 Vejam que esta postura exige equilíbrio, paciência e ausência de julgamentos. Assim desanuviamos o cérebro e ele será comunicado pelo eu interno para manifestações que possam ajudar quem necessita.

 Temos alguns problemas sérios para que isto ocorra, o excesso de ilusões sobre a vida e a soberba. É, portanto, crucial mantermos o comando dos nossos pensamentos e aquietá-los quando estes divagarem.

Toda prática leva à perfeição.

Se tais atitudes forem praticadas e mantermos intensa vigilância, haverá uma reciprocidade muita grande do eu interno, que ativará estruturas de Luz para todo meu ser.

Para cada manifestação positiva da minha parte, a Luz atuará sobre o indivíduo e sobre mim.

 Ilumine-se e iluminarás a quem vos chama. (mensagem de São João para este texto) 







     

domingo, 2 de agosto de 2020

Passos Atuais 197a Parte. Saber é preciso.


Mesmo sabendo de todas as suas potencialidades latentes o homem insiste reter o que deve ser desenvolvido.
Figueira.

Pois bem, sabemos que a capacidade do ser humano ultrapassa limites inimagináveis.
O percurso que temos feito ao longo das décadas, dos séculos, dos milênios, prova como a capacidade humana é incrível. Nos adaptamos rapidamente a situações bem diferentes pois a mente e o corpo possuem enorme versatilidade para adaptar-se às diversas mudanças.
No entanto, esta versatilidade manifesta-se quando é desafiada por alguma situação de perigo. Isto prova, infelizmente, que a vida precisa criar situações desafiadoras, que coloca em check a sobrevivência, para que alternativas possam ser criadas no eterno processo de defesa natural.

No passado esta solução foi necessária e dela decorreu a evolução humana na matéria. O intelecto desenvolveu-se o raciocínio expandiu-se e assim pudemos sobreviver aos inúmeros desafios decorrentes dos movimentos da Mãe Natureza.
Nos tempos modernos isto é não é mais um fato, não é mais uma constante, ficou sazonal, ficou esporádico e quando ocorre, ocorre em locais específicos.
A luta pela sobrevivência mudou seu formato original.

Foi necessário. O homem precisava desenvolver, de forma espontânea, suas novas qualidades e habilidades no novo tempo e no novo espaço cósmico que a Terra vem percorrendo.
De certa forma aconteceu, mas de forma capenga, mantendo o crescimento do intelecto e o raciocínio, sem o devido desenvolvimento e aprimoramento do espiritual, deixando-nos aquém do estágio que deveríamos já ter alcançado.
Hoje, no coração, sentimo-nos incompletos, algo nos falta, estamos insatisfeitos e estes sintomas são decorrentes deste distanciamento da parte espiritual.

Retemos o que deveria ser desenvolvido junto com o intelecto, que nos tornaria completos, com mais sabedoria e conhecimento para que a vida pudesse ser melhor compreendia, administrada e desenvolvida.
Isto gerou e vem gerando inúmeras insatisfações, pois deixamos de compreender diversas coisas e situações que vem ocorrendo entre nós, no planeta e nos demais reinos.

Não podemos reter o que precisa ser desenvolvido. Não podemos viver em cima de meias verdades, de meias soluções, de meias situações. Agindo desta forma não encontramos e não encontraremos soluções para as situações advindas de cada época e etapa da vida sobre a superfície terrestre.

Estamos defasados, pois vivemos situações que não compreendemos, limites que não suportamos, exposições que nos confunde. Inúmeros exemplos podem ser citados, como a desorganização social dos tempos atuais; a falta da paz interna e externa; a acentuação dos medos e suas consequências em inúmeras variantes emocionais; entre tantas outras situações que ao invés de gerar tranquilidade gera desespero e instabilidade.
Não podemos continuar a ser como somos. Este modelo não serve mais, tornou-se inútil, não atende as necessidades.

Temos de lutar arduamente para revelar o que precisa ser revelado, o que precisa vir à tona, os novos modelos para analisar e compreender a vida.
Não faremos isto sem a presença da contraparte espiritual, sem dedicação, sem grandes lutas internas, sem mexer nas feridas.
O intelecto, o raciocínio, elementos que a maioria se apoia ardentemente, não atende e nunca atendeu completamente as necessidades essenciais do ser humano. A busca pelo imaterial, pelo desconhecido, pelo sutil é a única possibilidade de nos enquadrarmos nos tempos atuais, no lugar do cosmos que a Terra, na Via Láctea, vem percorrendo.

Os tempos atuais são tempos de transição planetária,  bem mais atípicos dos que foram até agora, portanto, buscar outra opção além das ilusões para compreender o que somos e para aonde vamos, é crucial.
A Terra tornou-se campo fértil de informações essenciais para que as buscas tenham sucesso. Para cá, muito material informativo foi dirigido, muitos seres de luz marcaram sua presença,  indivíduos de mundos evoluídos para cá vieram, enfim muita ajuda foi sendo ministrada em diversos setores das sociedades criadas.

Estas informações estão disponíveis e não precisamos ter muito trabalho para acessá-los, pois fluem em abundancia ao menor sinal de busca. Assim é preciso e assim foi definido pelo livre arbítrio.
Liberte-se!

Solte o que em ti existe em abundancia, paixão pelo saber. (Nicolás)   














segunda-feira, 27 de julho de 2020

Passos Atuais 196a Parte. Um novo ritmo.


Para penetrar mundos espirituais é preciso flexibilidade, desapego e entrega.
Figueira.

Pois bem, penetrar mundos espirituais é voltar-se para realidades ainda desconhecidas. Voltar-se para novas realidade é sair das ilusões.

O contexto desta transposição exige, com certeza, ampla flexibilidade, grande desapego e entrega.
A flexibilidade lhe permitirá ser cético com relação ao que os cinco sentidos (olfato, tato, paladar, audição e visão) lhe indicam.
Normalmente limitamo-nos à percepção destes 5 sentidos. Estas percepções constituem uma possibilidade muito limitante para a ilimitada capacidade humana.

O homem provem, nos primórdios da civilização humana, de graus de liberdade e percepções bem maiores que as temos agora. No começo da civilização material no planeta, bem antes do homo sapiens, tínhamos graus de liberdade e percepção  incríveis se comparados com os atuais. Estes foram se decompondo pelo seu mau uso ou pelo  não uso das capacidades originais.
Nos vários recomeços aqui na Terra, fomos perdendo estas capacidades originais na medida que o livre arbítrio foi sendo utilizado em sintonia com a Lei do Egoísmo.

A partir de certa etapa nesses recomeços, estas capacidades começaram a se limitar para uso em indivíduos carmicamente comprometidos ou indivíduos em missões especificas para o desenvolvimento da raça humana, tornando-os brilhantes descobridores das técnicas da sobrevivência, da adaptabilidade e do conforto. Isto acabou por consolidar, na maioria, o medo primordial da morte. 
É conveniente salientar que homens brilhantes, brilharam por suas capacidades além dos 5 sentidos.

O medo da morte foi necessária na etapa do povoamento da superfície e da sua preservação. Foi a era do materialismo para consolidar ciclos de experiencias necessárias.
Esta época passou, mas mantivemos até hoje a mesma estrutura e a mesma postura da fase em que o materialismo foi imperativo. 
Os tempos atuais são tempos que já deveríamos ter avançado na desmaterialização.
Desmaterializar-se não significa sumir do plano material mas voltar-se para as coisas sutis, para a espiritualidade, para os mundos paralelos, para as demais dimensões. Perceber o universo em volta de si.

O desapego faz parte do processo como algo essencial, pois apegar-se como nos apegamos só retém o que preciso ser liberto, solto. As novidades, o novo, provém da libertação do passado, do que cumpriu sua tarefa e deve ser superado. Reter nos atrasa, nos segura em padrões desatualizados que não servem mais para o homem evolutivo.

A entrega é algo que deve acontecer em ato continuo, constante, permanente.
Não sabendo entregar não sabemos perder, pois a perda é um processo natural da renovação na vida universal, e assim acumulamos, e acumulados no afogamos em modos de vida completamente desatualizados do ritmo planetário.
A Vida é um processo de transformações que ocorrem nas vidas vividas.

Sendo assim o ser humano precisa mudar sua postura, suas ideologias, seus conceitos e na prática da entrega, ofertar-se para que novos ritmos, novas energias e novos conceitos preencham o vazio que vem se formando em sua consciência. Este vazio na consciência é perigoso, traumático e pode enlouquecer. Por origem divina temos a absoluta necessidade de renovar.

Atribua para si um novo ritmo, desapegue-se dos seus temores e renovarás. (mensagem de Sto. Agostinho para este texto).











sexta-feira, 24 de julho de 2020

Passos Atuais 195a Parte. Observe, pondere e estabilize.


Tudo foi criado para que cada energia possa chegar à sua expressão perfeita.
Figueira.

Pois bem, este pensamento condensa o princípio básico da evolução.
Tudo que fazemos não é perfeito, mas caminha para a perfeição. É um processo que se desenvolve em todos os mundos,  em todos os níveis de consciência, em todos os planos da vida, em todo o Cosmos.
Nada do que se faz é completo e perfeito, mas caminha para que alcance estados de perfeição e de pureza.
Aqui na 3ª dimensão utiliza-se o processo da repetição. Fazemos a mesma coisa diversas vezes, em diversas situações, com formatos semelhantes  para que, em cada situação que se repete possamos aperfeiçoar o que foi feito anteriormente.

A vida material tem uma dinâmica muito intensa decorrente da necessidade de repetirmos ações que já fizemos. Isto se deve ao fato de que não damos a devida atenção ao que fazemos. Temos repetido atitudes desnecessariamente.

Quando equilibrados prestamos a atenção, pensamos mais, raciocinamos com coerência e ponderamos melhor as possibilidades e seus desdobramentos. Assim poderemos fazer menos e com mais espaço, entre um e outro acontecimento.
O que se tem feito no geral são ações automáticas, imediatas, apressadas e descabidas de reflexões, e na maioria das vezes repete-se o que já se fez.
É preciso perceber que o que serve para um não necessariamente servirá para outro ou para todos. 
Somos indivíduos distintos.
Somos pessoas exclusivas, atípicas e únicas em todo o Universo. Isto define características, destino, necessidades e trajetória evolutiva, únicas.
Portanto, ao idealizarmos uma ação é preciso deter-se na observação, ponderação, reflexão para que as energias desprendidas possam preencher a necessidade de forma positiva.

Usando a energia da palavra, do movimento, do pensamento, corretamente, estaremos utilizando adequadamente as energias da Fonte. Da outra forma, expressando-se inadequadamente, torna-se um desperdício que,  na maioria das vezes, desencadeia conflitos e novos carmas na relação social que vivemos.

Atuando neste processo da reflexão antes da ação ou da palavra, com certeza iremos nos movimentar menos e falar menos. Percebe-se que na maioria das vezes nossas manifestações são inúteis, imprecisas e tendenciosas. Aquietando-nos ganharíamos tempo, diminuiríamos os desgastes físico e mental, seríamos ponderados e mediadores de conflitos, dado o fato de que na maioria das vezes as manifestações geram contrapartidas absolutamente inapropriadas.

A humanidade do futuro se manifestará de forma conveniente e tranquila, pois saberá empregar  padrões energéticos adequados e impulsionadores de caráter evolutivo. Terá consciência do uso correto e estritamente necessário das energias a serem empregadas, ao passo que quem as receberá será abastecido do necessário. A harmonia será grande, encerrando definitivamente a competitividade que será trocada pela colaboração imparcial do que for necessário.
O desperdício será pequeno, o conforto na convivência será grande, sem disputas, sem ciúmes, sem invejas, estabelecendo-se padrões de harmonia que hoje, sequer, sonhamos em ter.

Usar agora estas padrões elevados é licito, possível e necessário para quem almeja continuar sua trajetória evolutiva.
Basta observar sem olhares críticos; refletir antes de nos manifestar, ponderar as possibilidades positivas ou negativas destas manifestações; falar o essencial; silenciar quando pode gerar conflitos e desgastes; comentar sem depreciar ou constranger; respeitar as necessidades de cada um e manter as intenções alinhadas com o coração.

É comum tentar “corrigir” alguém sem perceber que os “erros” neste alguém são reflexos dos nossos próprios erros; os desvios de comportamento de alguém, são reflexos dos desvios do nosso próprio comportamento. Na realidade nos espelhamos nas outras pessoas, claro que não exatamente nas mesmas manifestações, mas de forma assemelhada, então o que vemos de errado estaremos praticando.
A vida é inteligente, honesta e pura. Nos dá todas as ferramentas para consertamos ou alinharmos o que é preciso. O processo da observação e da reflexão é para isto, é para ajustarmos o que está desajustado.

Olhar a vida com pureza, com harmonia, com sabedoria expressa o sentimento da alma e ajusta o que está desajustado. (Mensagem de Jiddu Krishnamurti para este texto)