PENSAMENTO
DO DIA 31.01.16
É
momento de orar, de vigiar e de nos entregarmos.
Trigueirinho.
Pois
bem, na última aparição de Maria, fomos informados do “silencio” de Deus nos
momentos atuais da nossa vida planetária.
Este
silencio enigmático poder ser inúmeras coisas, mas com certeza inclui a fase
transitória da Terra.
Ora,
vigiar e entregar é o conselho que vem sendo dado de forma constante e
continua, pois a humanidade não consegue equilibrar e melhorar seu intenso desequilíbrio.
Quanto
mais o tempo passa, mais nos afundamos no mar de lama que criamos ao longo das
eras, com atitudes e posturas sempre incompatíveis com as Leis Regentes do
planeta.
Parece
que adquirir carma virou uma conquista, uma disputa. Sou carmicamente “maior”
que você!
Estamos
num momento muito delicado, onde impulsos muito negativos e também muito
positivos estão incidindo sobre todos nós, aflorando as tendências que temos no
coração.
Temos
de nos controlar e nos vigiar, continuamente, para que nossas manifestações
negativas não superem as positivas, pois será com estas tendências que nos
selecionaremos para as próximas etapas da nossa evolução, ou quem sabe da nossa
estagnação.
Orar,
uma postura de orações é uma postura de acesso e permissão para sermos
acolhidos.
Vigiar,
nossas tendências e nossas vontades para que não sejamos parciais, partidários,
juízes de situações que já estão em processo de mudanças, portanto, a não
interferência é a melhor postura.
Entregar,
tem de ser tudo, pois poucos sabemos sobre os novos caminhos, portanto nos
entregarmos às novas diretrizes que Deus está escolhendo para cada um é um
processo de submissão inteligente e absolutamente coerente com quem chamamos de
Pai.
Para
isto é preciso ampla neutralidade, quietude, harmonia, silencio e
principalmente fé.
Estamos
diante de coisas que não temos a menor possibilidade de interferir e muito
menos dominar, portanto, acompanhar com fé e submissão é o caminho.
Temos
de confiar.
Nenhum
de nós será esquecido, desprezado ou desassistido. Podemos até ter esta
sensação e ela acontece como um um reflexo do nosso próprio esquecimento
e ausência daquilo que tínhamos de fazer e não fizemos.
O
conceito que temos sobre o materialismo da vida física tem seus dias contados,
pois está em transição e quanto mais nos apoiarmos nisto maior será o
desespero.
Portanto,
quando bater o desespero lembre-se de se desapegar. E seja do que for.
Rever
posturas, conceitos, informações, é o lance do momento.
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