quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

São José.

Pensamento do dia 03 de fevereiro de 2016.

A verdade não pode exprimir-se em meias medidas.
Trigueirinho.

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Reunião do Grupo do dia 02.02.16
Nesta reunião, após os mantras, fomos agraciados com a presença de S. José. Creio ser nosso tutor nesta fase.
Pediu que o acompanhasse e fui.
Nos encontramos na beira de um lago, pequeno, mas de aguas cristalinas, um espelho, com sua superfície bem lisa e intensa vida marinha.
S. José pega uma pequena pedra e atira no centro do lago. Ao cair na água começa formar pequenos círculos concêntricos que vão se afastando e crescendo no seu diâmetro. Após alguns momentos atinge as margens fazendo com que a vegetação ondule suavemente.
Em seguida surge uma nuvem muito escura e estaciona sobre nós.  Na sequência cai algumas pedrinhas de gelo no lago e formam novas ondas que ao chocarem-se criam pequena marolas desalinhando as demais ondas das outras pedras. Cai a seguir uma forte chuva de granizo por todo o lago. Suas aguas ficam encapeladas, com grossas marolas e toda a nitidez das aguas cristalinas desaparece, pois as pedras de gelo ao tocar o fundo levantam os sedimentos e turva toda a agua. A vegetação que margeia o lago oscila disformemente e várias plantas se soltam, flutuando sem rumo e direção. Os peixes se escondem em tocas, assustados. O lago fica caótico e em nada se parece com o lago original.
A desarmonia prepondera no que era um lugar pacifico, quieto e perfeito.
S. José me olha e amorosamente me explica.

O lago, incialmente cristalino, é um mundo com seus reinos definidos. A pedra incialmente jogada representa a humanidade no conceito de corpo único, onde todos vibram de forma igual, com as intenções e os estados evolutivos seguindo uma trajetória definida. As ondas concêntricas, daquela única pedra (corpo humanidade) são a vibrações deste corpo humanidade que vibram em harmonia, seguindo uma trajetória perfeita e definida. A harmonia integra então, todos os reinos e o corpo humanidade (uma única pedra) define as regras de novos estados evolutivos para todos, planeta(lago) e reinos.

Na situação posterior, a tempestade com muitas pedras caindo ao mesmo tempo, representa a forma que hoje nos encontramos, cada um vibrando de uma forma diferente, com níveis de consciência bem diversos, com vontades, desejos, sentimentos, manifestações, completamente distintas e desarmônicas, nos tornando um corpo humanidade despedaçado em várias partes, seguindo várias direções com várias velocidades. O mundo (lago), encapela, fica sombrio, perde a cristalinidade, revolve o fundo e desarmoniza todos os reinos.
O eco sistema perfeito, incialmente, fica caótico.
Continuamos por demais ocupados em causa própria e como nossas preocupações tem sido 90% material e 10% espiritual, o que tem prevalecido é um forte desequilíbrio de intenções.

Em seguida S. José nos pede que no Grupo, sejamos um corpo único, com vontades alinhadas, conceitos bem definidos(mas não estanques), amplo entrosamento nas intenções e nos desejos, seguindo as diretrizes que do alto vem até nós.
De nada adiantará um Grupo de serviço que despedaça as intenções em fragmentos em oportunismos e que ainda busca certos benefícios pessoais.
De nada adiantará um Grupo que luta individualmente, dando sempre prioridade para suas necessidades, seus carmas pessoais, suas intenções, criando algo disforme e segmentado, no conceito de Grupo.
Obvio que cada um tem de se virar com seus problemas e seus carmas, pois isto é inexorável, mas podemos, se assim quisermos, definir prioridades que atenderá a todos.
Toda vez que alcançarmos uma certa excelência de comportamento grupal, mais nos será pedido, pois no candidatamos a novas etapas de Tarefas mais elevadas e mais sutilizadas.
Podemos ter a sensação de que atinjamos um estado excelência, cumprindo corretamente e com muita dedicação o que vem sendo determinado, mas como nossos Instrutores estão muito mais adiantados, contendo muita sabedoria, nos pedem para galgarmos um novo degrau como Grupo e como pessoas.

Não tenho dúvidas que estamos sendo preparados para novas Tarefas, pois as ferramentas que foram apresentadas por S. José na penúltima aparição, serão aos poucos reveladas.
Ontem foi pedido novo realinhamento Grupal, de forma lúdica e fácil de entender, indicou que temos de ser mais colaborativos, mais próximos,  mais alinhados, mais atuantes, menos centralizadores, menos preocupados com aquilo que está em evidente transformação.

Enfim se conseguirmos galgar este novo degrau, a assistência atual com certeza se ampliará e novas fontes de energia e de amor serão disponibilizados. Somos senhores do nosso tempo e das nossas vontades, daí a necessidade da nossa adesão.

Vamos refletir.   


Pensamento.

Pois bem, o que foi descrito acima tem muito a ver com este pensamento, pois não podemos ficar com um pé lá e outro cá. Os tempos atuais são tempos de decisão, são tempos que definirá se quero ou não percorrer um novo caminho.
Manter-me atento aos 90% - matéria e 10% - espírito é algo que não condiz com os tempos atuais, com este final de ciclo e com estas inexoráveis mudanças.
Sempre irá prevalecer o que escolhi e neste momento a maioria está bem envolvida com a matéria, deixando seu lado eterno, oculto como muitos falam, à mercê de forças involutivas que, com certeza, não nos darão a menor chance de mudarmos se não exprimirmos esta vontade.

A sociedade e nossa leis se apoiam e continuaram apoiando-se nas meias verdades, ou porque não dizer mentiras, pois assim fica alinhado com os interesses de uns ou de outros, facilitando a desonestidade, a corrupção e o descaminho. Isto não muda mais.
As decisões precisam ser internas, do coração e para isto grande força de vontade precisa se manifestar, pois ficamos muitas vidas inertes, paralisados, observando nossa própria queda.
Vivemos num mar revolto, insalubre, poluído, destruindo a organização dos demais reinos. Cada um acha por bem vibrar do seu jeito, com suas próprias intenções e muitas vezes totalmente ilícitas. Temos medo de manifestar o que realmente somos, pois a sociedade pode nos classificar e morremos de medo de sermos diferentes.
Repense sobre sua vida, sobre suas responsabilidades, sobre as pessoas que estão sob sua guarda, sobre seu papel no corpo humanidade, sobres seus desejos mais puros e elevados.
Desapegue-se do está em ato de transformação, pois nada poderemos fazer para isto mudar.


Então, mude você!

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