quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Sou cíclico e não temporal.

Pensamento do dia 01 de fevereiro de 2016

Quanto maior a visão que o homem tem dos ciclos, mais vasto pode ser o seu serviço.
Trigueirinho.

Pois bem, como se sabe, tudo é uma questão de como vemos e sentimos o que acontece.
O mal não é eterno se você enxerga o bem, a guerra só termina quando você enxerga a paz, o ódio desaparece quando você vê o amor.

Um ciclo se forma e no inicio vem as novidades. Isto vai crescendo e os envolvidos vão descobrindo inúmeras coisas, situações, oportunidades. Ao longo do tempo este ciclo se consolida, amadurece e inicia novamente seu declínio. Neste declínio se os envolvidos amadureceram e souberam utilizar suas conquistas, que o próprio ciclo trouxe consigo, acaba por consolidar definitivamente, para todos os envolvidos, o que deveria ser conquistado. Daí retoma-se novamente um novo ciclo e novas oportunidades.
Estes ciclos envolvem tudo e todos, universos, galáxias, planetas, reinos, desta forma, ciclos desenvolvem-se em cima de ciclos. Por exemplo um ciclo da Terra envolve inúmeros ciclos dos reinos que a habitam.
Um ciclo galáctico envolve inúmeros sistemas solares que este abarca.
Um ciclo familiar permite o desenvolvimento dos membros da família em diversos estágios, ou diversos ciclos.
Um único indivíduo tem seus próprios ciclos, que por sua vez se envolve nos ciclos da humanidade.
É complexo, mas tudo isto tem uma engenharia perfeita, absoluta e infalível.
Nosso livre arbítrio, no que se refere ao ciclo da humanidade da Terra, determina a forma e as condições que iremos nos desenvolver(ou não), num ciclo terrestre.

Temos condições de perceber os ciclos e nos adaptarmos a sua real e verdadeira conjuntura, somando, colaborando, para que os aspectos positivos de um ciclo sejam incorporados em nossa escalada evolutiva, portanto, saber e acompanhar um ciclo é necessário.
Nossos antepassados, incas, maias, os egípcios, os gregos, os atlantes, os lemurianos, os essênios e outras civilizações que tiveram suas oportunidades na Terra, montavam seus calendários e suas atividades em cima do conhecimento que tinham sobre os ciclos e não sobre  datas como fazemos hoje, pois sabiam da fortes influencias dos ciclos maiores sobre os menores.

Hoje nos encontramos como se diz num ditado popular, “mais por fora do que cabo de panela”, pois pouco sabemos, pouco relacionamos, pouco nos posicionamos sobre os ciclos.
Isto nos foi tirado pelas forças involutivas, pois assim o permitimos. Ficamos neste estado de ignorância quase absoluto sobre esta importante relação cíclica.
Continuamos num calendário temporal, restrito aos movimentos do planeta, inócuo em termos de previsibilidade, que omite estágios significativos dos movimentos estelares e sistêmicos da  nossa galáxia e ainda por cima acreditando que a distância que nos separa dos outros corpos celestes, em seus ciclos, nos protege.

Mal e porcamente seguimos os ciclos de nossos filhos, quanto mais um ciclo solar ou galáctico.

É preciso se aproximar desta visão cíclica, estuda-la, aprofundar-se neste tema, pois nossa vida é regida pelos ciclos e não pela forma que medimos o tempo. Nossa vida tem começo, meio e fim através de ciclos bem definidos.
O tempo e a forma que o medimos se restringe ao nosso planeta. Além de estar completamente errado em sua base, tem uma limitação tão intensa que é surreal.
Por isso que nossos profetas “estão errados”, não “acertaram”, mas claro, referiam-se a ciclos e não ao tempo.

Enfim uma visão mais cíclica nos aproxima das fases universais, dos movimentos e energias que são regidos pelo sol central da galáxia, pela forma com que nossos irmãos extraterrestres e intraterrenos se relacionam. Do jeito que estamos vivendo, mensurando o tempo e não os ciclos, nos afastamos de tudo e de todos.


Vamos estudar mais sobre os ciclos e teremos uma visão mais ampla sobre a vida (claro, se tivermos tempo).

Hilton

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