Pensamento
do dia 01 de fevereiro de 2016
Quanto
maior a visão que o homem tem dos ciclos, mais vasto pode ser o seu serviço.
Trigueirinho.
Pois
bem, como se sabe, tudo é uma questão de como vemos e sentimos o que acontece.
O
mal não é eterno se você enxerga o bem, a guerra só termina quando você enxerga
a paz, o ódio desaparece quando você vê o amor.
Um
ciclo se forma e no inicio vem as novidades. Isto vai crescendo e os envolvidos
vão descobrindo inúmeras coisas, situações, oportunidades. Ao longo do tempo
este ciclo se consolida, amadurece e inicia novamente seu declínio. Neste
declínio se os envolvidos amadureceram e souberam utilizar suas conquistas, que
o próprio ciclo trouxe consigo, acaba por consolidar definitivamente, para
todos os envolvidos, o que deveria ser conquistado. Daí retoma-se novamente um
novo ciclo e novas oportunidades.
Estes
ciclos envolvem tudo e todos, universos, galáxias, planetas, reinos, desta
forma, ciclos desenvolvem-se em cima de ciclos. Por exemplo um ciclo da Terra
envolve inúmeros ciclos dos reinos que a habitam.
Um
ciclo galáctico envolve inúmeros sistemas solares que este abarca.
Um
ciclo familiar permite o desenvolvimento dos membros da família em diversos
estágios, ou diversos ciclos.
Um
único indivíduo tem seus próprios ciclos, que por sua vez se envolve nos ciclos
da humanidade.
É
complexo, mas tudo isto tem uma engenharia perfeita, absoluta e infalível.
Nosso
livre arbítrio, no que se refere ao ciclo da humanidade da Terra, determina a
forma e as condições que iremos nos desenvolver(ou não), num ciclo terrestre.
Temos
condições de perceber os ciclos e nos adaptarmos a sua real e verdadeira
conjuntura, somando, colaborando, para que os aspectos positivos de um ciclo
sejam incorporados em nossa escalada evolutiva, portanto, saber e acompanhar um
ciclo é necessário.
Nossos
antepassados, incas, maias, os egípcios, os gregos, os atlantes, os lemurianos,
os essênios e outras civilizações que tiveram suas oportunidades na Terra,
montavam seus calendários e suas atividades em cima do conhecimento que tinham
sobre os ciclos e não sobre datas como fazemos hoje, pois sabiam da
fortes influencias dos ciclos maiores sobre os menores.
Hoje
nos encontramos como se diz num ditado popular, “mais por fora do que cabo de
panela”, pois pouco sabemos, pouco relacionamos, pouco nos posicionamos sobre
os ciclos.
Isto
nos foi tirado pelas forças involutivas, pois assim o permitimos. Ficamos neste
estado de ignorância quase absoluto sobre esta importante relação cíclica.
Continuamos
num calendário temporal, restrito aos movimentos do planeta, inócuo em termos
de previsibilidade, que omite estágios significativos dos movimentos estelares
e sistêmicos da nossa galáxia e ainda por cima acreditando que a
distância que nos separa dos outros corpos celestes, em seus ciclos, nos
protege.
Mal
e porcamente seguimos os ciclos de nossos filhos, quanto mais um ciclo solar ou
galáctico.
É
preciso se aproximar desta visão cíclica, estuda-la, aprofundar-se neste tema,
pois nossa vida é regida pelos ciclos e não pela forma que medimos o tempo.
Nossa vida tem começo, meio e fim através de ciclos bem definidos.
O
tempo e a forma que o medimos se restringe ao nosso planeta. Além de estar
completamente errado em sua base, tem uma limitação tão intensa que é surreal.
Por
isso que nossos profetas “estão errados”, não “acertaram”, mas claro,
referiam-se a ciclos e não ao tempo.
Enfim
uma visão mais cíclica nos aproxima das fases universais, dos movimentos e
energias que são regidos pelo sol central da galáxia, pela forma com que nossos
irmãos extraterrestres e intraterrenos se relacionam. Do jeito que estamos
vivendo, mensurando o tempo e não os ciclos, nos afastamos de tudo e de todos.
Vamos
estudar mais sobre os ciclos e teremos uma visão mais ampla sobre a vida
(claro, se tivermos tempo).
Hilton
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