Pensamento do
dia 15 de fevereiro de 2017
Reconhecer é
levar a termo a grande empresa de contemplar a luz resplandecente, sem abaixar
os olhos e sem retroceder.
Mabel Collins.
Pois
bem, o que nos impede de reconhecer? O orgulho.
O
orgulho embaça a visão, deturpa a razão e rechaça a luz.
A
luz segue vários caminhos e utiliza inúmeras formas para se expressar.
A
luz aparece na manifestação de uma criança; na expressão de um acontecimento;
em alguém; num som especifico; num livro; numa imagem; num conselho; numa
aspiração; numa indicação, num insight; numa doença, num impedimento; num sonho;
enfim a luz se expressa nos procedimentos normais e naturais que utilizamos.
A
luz está sempre ao nosso alcance. É uma bobagem pensar que a luz aparece para
poucos, pois na realidade aparece para todos, mas se estivermos com os “olhos fechados”
não a veremos.
A
luz para se manifestar exige certo equilíbrio, mesmo que ela seja uma fonte
para o equilíbrio.
Ninguém
sobreviveria sem a manifestação da luz, mas entre sua manifestação e seu
reconhecimento há uma grande distância a ser percorrida. A maioria sente a luz
e pressente a sua chegada, mas a despreza, volta-se para a razão e para as
ilusões. Mesmo assim continuará sendo iluminado, mas pouco uso fará da sua iluminação.
Temos
sido omissos e negligentes com a luz, mesmo que esta seja essencial como é a
agua para o corpo. Desta forma a luz tem de iluminar de forma indireta, onde
ficará opaca, sem localização, sem definição, mas continuará iluminando, pois é
essencial.
“Ver”
a luz é “senti-la”, é uma inspiração, e ela se expressará por todo nosso corpo,
ou melhor dizendo, nossos corpos, pois temos de vivencia-la para nos coligarmos
com sua manifestação.
A
luz é uma das expressões do Amor, portanto sempre vem completa.
Como
tudo o que vem do Alto, a luz não interfere, mas opciona para nos decidirmos e
no uso do livre arbítrio, emprega-la ou rejeita-la.
Aonde
não tem luz, tem escuridão. Ou seja, sentimentos negativos, ressentimentos,
preconceitos e interesses pessoais se manifestam prevalecendo o domínio do egoísmo.
A
raça humana é uma raça de pouca luz. Somos densos, pesados e nos movemos com
elevado grau de dificuldade, pois de certa forma, não enxergamos nosso caminho.
Isto
ao longo das eras fomos nos aprofundando na escuridão, por isso que vivemos com
tantas dúvidas, insegurança, medos e adotamos
os critérios das estatísticas e probabilidades.
Errar
ou acertar tem flutuado na margem dos 50% (um perfeito jogo de dados).
Nossa
“avançada medicina” trabalha sob os mesmos conceitos e as doenças são
uniformizadas para todos os pacientes. Acontece que ninguém é igual a ninguém, ou
seja, não existe no universo um indivíduo que seja igual ao outro.
Mesmo
que muitos saem em busca da alma gêmea, ela não existe.
Na
busca pela luz aflora-se o conhecimento, eleva-se o nível de consciência,
expande-se os conceitos, acentua-se o equilíbrio, enfim o indivíduo se torna um
novo indivíduo. Nesta etapa suas considerações sobre a vida passam a ser
outras. É como se o mundo se transformasse. Com a luz ele enxergará o que não
via, mas pressentia, e o que nunca viu. Começa a desfazer-se das ilusões e
entra no tempo real.
É
uma meta a ser alcançada e para isto a luz tem de fazer parte da nossa vida.
A
2017 anos a luz se tornou acessível a todos, mas conquista-la é uma opção.
Hilton
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