Pensamento do
dia 13 de fevereiro de 2017
Ser capaz de
falar é haver obtido o poder de auxiliar os outros.
Mabel Collins.
Pois
bem, o ato de falar talvez seja uma das manifestações mais completas que
podemos fazer, pois em si é uma síntese que envolve, conhecimento, reflexão,
impulsos, intuição e vivencia.
Ao
falarmos, desprendemos muita energia através do som.
O
ato de falar exige equilíbrio, bom senso e senso comum ao ambiente em questão.
Interessante
recordarmos que Jesus manifestava-se por
parábolas, onde cada frase exigia interpretações. Esta foi uma forma encontrada
para que suas “palavras” atingissem vários níveis de consciência, em todas as
épocas da raça humana, até sua transformação em curso.
A
2017 anos estamos em busca do aperfeiçoamento das informações passadas por Ele.
É como se suas palavras se atualizassem em ato continuo ao nosso processo de
evolução.
Suas
parábolas atualizam-se continuamente, portanto, refletir sobre seus ensinamentos
é sempre uma forma de atualizar-se e aprofundar-se no que foi dito.
De
certa forma, assim funcionam as profecias, as verdadeiras, pois as intenções
proféticas acontecem sempre. O modo e a forma que elas acontecem, ai sim,
variam, pois no decorrer do tempo e do espaço, interferências do livre arbítrio
humano acabam por ajustar estas profecias, mas a necessidade primordial delas
acontecerem, é fato.
A
palavra, que pode ser verbal, escrita ou telepática, possui os impulsos das
intenções que a informação contem. Portanto, é de suma importância que nossas
intenções sejam as mais isentas possíveis ao nos manifestarmos, tomando os
devidos cuidados para não desvia-las destas intenções verdadeiras.
Mesmo
assim, muitas vezes por melhores que sejam as intenções, as palavras podem deturpar-se
face aos níveis de consciência, disposição e compreensão que cada um irá absorver
sobre as palavras proferidas.
Pessoas
pré dispostas ao combate, às contendas, irá sempre procurar certas “falhas”, pois
alimentam-se destas incompreensões ou possíveis interpretações negativas.
A
critica é algo sempre presente; quanto à
compreensão e superação de certas falhas isto é mais difícil, pois vivemos no
mundo da competição.
Não
devemos ser mudo, mas não devemos ser falantes.
Não
devemos criticar, mas, discretamente corrigir se algo foi, equivocadamente,
pronunciado.
A
critica como forma de auxilio não funciona e nunca funcionou, pois vem diretamente
do ego e este se ofende na menor contrariedade.
Quando
decidimos ajudar alguém precisamos ser muito criteriosos, empenhados e deveremos
ter esgotados todas as possibilidades de possíveis erros que possamos cometer,
portanto, ajudar alguém sempre é muito difícil.
Por
mais sábio, estudioso e empenhado que possa ser, estaremos cometendo erros,
portanto a humildade é algo que precisa caminhar ao lado.
Reflita,
reflita sempre. Coloque o coração acima da razão e provavelmente se expressará
de forma mais limpa e transparente.
Hilton
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