terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Primeiro nossas fraquezas e intolerancias.



Pensamento do dia 14 de fevereiro de 2017

Ter alcançado o conhecimento de si mesmo, é ter-se recolhido no interior da fortaleza.
Mabel Collins.

Pois bem, conhecer-se é uma meta.

Inicialmente devemos conhecer nossas fraquezas e nossas possibilidades de deslizes.
Quando nos aprofundamos no que não devemos fazer, ficará muito mais fácil, o que fazer, quando solicitado.
Como um dos exemplos, a crítica é um caminho perigoso, pois desta deriva inúmeras posições emocionais complexas.
Poucos recebem uma crítica de forma positiva, ou como forma de aprofundamento, de aperfeiçoamento. A maioria recebe a crítica como uma ofensa e ofendido fica.

A crítica mal intencionada é ofensiva e gera vibrações e formas-pensamento ruins que acabam por comprometer o equilíbrio do criticado.
A crítica, muitas vezes pode ser uma correção de erros, de desvios, de informações contraditórias.
A crítica pode ser enviada pelo Plano Maior e isto acontece quando a vida nos coloca em situações desagradáveis, mas vem carregada de oportunidades para corrigirmos rumos e caminhos desviados. E preciso esforços e ampla boa vontade para compreendermos esta forma de manifestação do Plano Maior.

O conhecimento de si próprio, ao passarmos pelo reconhecimento das nossas fraquezas e possibilidades de deslizes, nos mantem muito mais atentos, pois iremos nos conter nas manifestações desalinhadas com o pulsar da vida universal.
Ainda temos muitas dificuldades em reconhecer este pulsar universal, pois as ilusões tem sido soberanas e nos confunde continuamente, aliás esta é sua principal finalidade.

O homem sereno, equilibrado e harmonizado não se abala com pouca coisa e não vive explosões de raivas ou alegrias, pois o equilíbrio o mantem numa postura neutra.
A alegria passa a ser mais interior do que exterior e isto o torna feliz.
A raiva se anula com a complacência e tolerância.

Ao conhecermos nossa fraquezas e conte-las, a fortaleza interior aflora naturalmente. Sem esforços torna-se espontânea, pois aquilo que, verdadeiramente, agrega, deixa inclusive de ser notado. É assimilado pelos afins e segue um ritmo que ainda não conhecemos.
Como exemplo, poucos sentem a presença do seu anjo da guarda ( não é uma criança com asas nas costas), mas este se mantem à nossa disposição o tempo todo e nos ajuda quando solicitamos. É uma presença silenciosa, discreta, mas nos acompanha desde nossa origem e assim fará até nosso total retorno à mesma origem.
São seres que evoluem em outras circunstancias, com características completamente diferente das nossas, mas cumprem seu legado como criaturas de Deus.
Suas funções englobam ajudar o ser humano na sua evolução espiritual, transmutar cargas psíquicas do mental, do emocional e canalizar vibrações harmonizadoras. Existe um anjo para cada um de nós, assim como para uma nação (país) que focaliza e distribua energias para a missão de cada nação para com todas as nações.
Podemos imaginar que estes seres tem tido poucas chances de nos ajudar.

O conhecimento de si mesmo, engloba conhecermos tudo o que nos rodeia, portanto, quando buscamos nossa espiritualidade e no que ela se desdobra, começaremos  a nos aproximar neste autoconhecimento.

Enfim a busca pelo autoconhecimento nos planos elevados da vida como um todo (material e espiritual), vai gerando estágios e aperfeiçoamentos que nos faz saltar para outros níveis de consciência, com maior amplitude, percepção, sensibilidade, inteligência. É um processo de introspecção e não de expansão, pois a infinitude está dentro e não fora. 
Hilton

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