sexta-feira, 28 de julho de 2017

Um vislumbre! (2)

Pensamento do dia 27 de julho de 2...

Como o tempo está acelerado e vem se encurtando, passo o novo tema dos próximos pensamentos.

O que é um vislumbre?
Muitas pessoas se lembram de experiências incomuns quando de repente e sem advertência foram elevadas afora a existência comum de seus egos para dentro de uma consciência nova e elevada, plena de terno amor e harmonia.

A experiência de um vislumbre é inesquecível. Numa descrição pode dar-lhe justiça plena. Mas o vislumbre confirma a existência de uma consciência mais elevada, que está em nós – e que somos essa consciência! 

PB.


Continuação (2)

Pensamento do dia 27 de julho de 2...

Como o tempo está acelerado e vem se encurtando, passo o novo tema dos próximos pensamentos.

(1) O que é um vislumbre?
Muitas pessoas se lembram de experiências incomuns quando de repente e sem advertência foram elevadas afora a existência comum de seus egos para dentro de uma consciência nova e elevada, plena de terno amor e harmonia. 
A experiência de um vislumbre é inesquecível. Numa descrição pode dar-lhe justiça plena. Mas o vislumbre confirma a existência de uma consciência mais elevada, que está em nós – e que somos essa consciência! 
PB.

(2) Podemos convencer o intelecto de que a alma existe – mas a única prova realmente adequada é uma experiência pessoal intuitiva dela.
PB.

Pois bem, na fé acreditamos que a alma existe, mas no plano material ela não se manifesta porque não é palpável, visível e não expressa forma, cor, som, etc., ou seja para os 5 sentidos a alma não existe.
Portanto, sendo algo imaginário temos de crer na sua existência pela fé.
Esta sensação de inexistência acontece por não estarmos preparados, ou à altura de senti-la como ela realmente é, ou seja, estamos num estágio aquém da alma.

Sendo assim alma, espirito, Deus, impulsos, insight, fé, entre tantas outras manifestações, de fato no mundo material não existe.
Pois bem, até apouco tempo atrás voar de avião, dirigir a 100km/h, mergulhar a 20 mts de profundidade, usar um celular, jogar videogames, construir pontes, viadutos, pisar na Lua era simplesmente inimaginável, mas na medida que fomos progredindo cientificamente, intelectualmente e utilizando um potencial maior de inteligência, estas possibilidades tornaram-se reais e as usufruímos.
Da mesma forma é com a alma, com o espirito, com Deus, impulsos, insights, etc., na medida que nos aprofundamos nos planos imateriais ou sutis da vida, tais possibilidades tornam-se reais e factíveis de as usarmos.

Vejam que o primeiro passo é a fé, ou seja, acreditar sem provas. A partir deste estagio, aceitamos uma ideia e nos passos seguintes, realiza-la.
Necessitamos de uma experiencia intuitiva proveniente da alma, pois nas esferas superiores e ela que nos coliga com consciências maiores.
Passamos a vida inteira, ou vidas inteiras na busca e no aperfeiçoamento do intelecto, da inteligência, do conforto mas com foco exclusivo nas ambições da matéria, deixando de lado a única coisa essencial que podemos levar ao concluirmos uma vida. Todo o resto fica, apodrece, se perda, desgasta, fica ultrapassado. Mesmo assim tem sido somente a isto que temos nos dedicado. É muita incoerência.
A intuição é um vislumbre através da alma. Não se refere ao que estamos pensando, raciocinando, intelectualizando, não provem de ideias compradas, pois é um insight fragmentado de algo maior e caberá a cada um desenvolver e desfragmentar este insight.
Pode ter até uma certa associação de algo relacionado com a experiencia da vida material em questão, desde que a alma tenha definido que naquele momento é o que precisamos.
Ora, precisamos tirar o foco exclusivo das ambições materiais, pois o que vem da alma se relaciona com aspectos da eternidade, portanto não são consideradas coisas efêmeras, perecíveis, gananciosas, etc..

Com foco exclusivo nos aspectos materiais da vida, como temos feito, a alma analisa que insights intuitivos não teriam reflexos na nossa vida e portanto, usando da Lei da Economia, energias desta natureza não são desperdiçadas.
Estamos na fase de muitas e grande mudanças.
Não basta termos vontade de aderir, temos de ter fé nesta adesão, pois o que está mudando, nosso ego e nosso intelecto nunca tiveram acesso e não sabem identificar o que é.
Não basta uma mudança de postura, pois exige-se mudanças internas profundas, superação de preconceitos, de ideias preconcebidas, exige-se extrema ousadia, coragem e muita abnegação, recheada de fé.

O tempo voa, se acelera, se encurta e a humanidade ainda se preocupa com questões das quais não tem nenhuma chance em resolve-las. As questões mundiais, no plano que nos encontramos, são insolúveis, portanto serão das “esferas superiores” que as soluções virão.
A introspeção, ou voltar-se para dentro, para o Eu Interno, poderá fazer com que administremos melhor o pouco tempo que nos resta e possamos ter os insights necessários para nos alinharmos com o que é necessário.

Realinhe-se.
Hilton

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